História Meu Chefe (Min Yoongi) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Chefe, Jeongguk, Jungkook, Kim Taehyung, Kook, Min Yoongi, Romance, Romance-adulto, Suga, Suga Hot, Taehyung, Yoongi
Visualizações 1.352
Palavras 1.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura 📖 ❣

Capítulo 7 - A culpa foram dos grãos de café!


Fanfic / Fanfiction Meu Chefe (Min Yoongi) - Capítulo 7 - A culpa foram dos grãos de café!

Capítulo Anterior: - Vamos, eu levo você pra casa, parece cansada, precisa descansar para começar novamente seu trabalho amanhã... – falou Taehyung perto de meu ouvido.

Ele estava certo, tudo o que estava precisando era de uma bela noite de descanso, pois já era muito tarde e meu sono apenas aumentava. Entretanto, aquela empresa, já não era motivo de preocupação...

               Capítulo 8 ❣

Ainda era noite... O relógio que Taehyung geralmente anda com ele, marca exatamente: 00h00min. Pude perceber quando direcionei meus olhos para seu braço esquerdo que permanecia cuidadosamente fixo no volante do carro, assim como também sua visão atentava-se ao movimento da rua em nossa frente.  

Todas as luzes dos postes de iluminação pública eram favoráveis a minha fobia, inclusive os faróis acessos dos diversos carros e motos que passavam por nos dois.

No exato momento em que meus olhos atentaram-se ao seu relógio, com a intenção de ver o horário, pude notar rapidamente o quão informal ele estava... Não era como aos outros dias em que sempre o via na empresa trajado com roupas chiques e elegantes. Essa estava sendo minha primeira vez em que o via tão casualmente, e só vi notar essa diferença agora, porque antes quando ele veio atrás de mim na empresa, minha cabeça estava muito quente para poder notar as roupas que trajava.

 Com as ideias agora organizadas em minha mente, pus-me a ficar mais calma tentando ao menos esquecer de que perdi aquele emprego... Aquele maldito emprego em que tanto precisava! O pior de tudo, é que não adianta chorar pelo leite derramado. Tive uma excelente oportunidade de segura-lo do começo ao fim, porém, como nem tudo é feito de rosas tive que me estressar e desabafar tudo que estava preso em minha garganta com aquele... Arrogante extremamente sedutor.

Por mais que eu o odiasse e quisesse mata-lo por ser tão rude, minhas memórias e corpo ainda persistiam em lembranças claras e frescas do quanto ele estava irresistivelmente erótico com todo aquele suor em seu corpo, e aquela brutalidade com a qual fazia para derrubar a porta. A situação estava mais que perfeita para que pudesse acontecer alguma coisa dentro de seu escritório. Uma mulher e um homem nesses tipos de ocasiões com uma tensão loucamente sexual, não hesitariam, e nem deixariam de que a oportunidade lhes proporcionassem um bom e prazeroso sexo. Entretanto, com aquele homem estupidamente perfeccionista, teria que renascer de novo para que ele ao menos notasse minha miserável existência.

Contudo, por mais que tivesse suas manias de ser excessivamente exigente e detalhista tal como sua profissão exige, não podia deixar de lado o mais obvio fato de que ele era homem, e como tal também sentia necessidades carnais.

No instante em que as luzes apagaram-se, e eu o agarrei espontaneamente, pude sentir involuntariamente seu corpo nervoso e impaciente com a situação em que lhe submetia, e para um homem isso era mais que tentador, era como se estivesse o convidando pessoalmente para fazer sexo. Minhas coxas e seios roçavam contra seu corpo deixando-o ainda mais louco e nervoso, e por mais que ele não quisesse demostrar que sentia tal prazer, percebia pela sua constante inquietação, ou melhor, era impossível não perceber o quanto seu corpo ficava nervoso quando o envolvia ainda mais forte em meus braços.

Quando senti seu pênis adquirindo volume dentro de sua calça, imediatamente fiquei surpresa, pois não esperava que ele estivesse sentindo prazer em meio à fobia que ambos estávamos sofrendo. Porém, no instante seguinte, recorreu-me que sua fobia deveria ser bem menor que a minha, pois não transparecia sentir as mesmas consequências que eu estava sentindo. Seu grau de nictofobia deveria ser bem menor que o meu, para que não ficasse com tanto medo, e tampouco com dores de cabeça.

No instante em que as luzes haviam voltado, ele rapidamente dirigiu-se a porta sem que eu pudesse notar o quanto meu corpo havia feito efeito no seu, sinal de que uma presença feminina lhe faltava para completar a perfeita vida que tinha. Porém, de nada adiantou que fizesse isso, pois apesar de não ter presenciado a cena de seu membro rígido, presenciei algo que foi para mim muito melhor que apenas tê-lo visto, pois o senti e era exatamente isso que importava; senti-lo.

Para que pudesse amenizar, ou pelo menos “acalmar” a situação com a qual seu corpo encontrava-se, decidiu espancar a porta sem piedade para que sua vontade passasse.

Claramente esse homem não tinha tempo pra transar. Sua necessidade e anseio, estavam nitidamente à mostra! Com tantas responsabilidades que lhe cercam, tenho certeza de que passa meses sem nenhuma companhia feminina, e como homem irrefutavelmente sente falta disso. Seu tempo vale dinheiro, e dinheiro vale o resultado do esforço com o qual tinha com aquela empresa...

Recompondo-me de meus devaneios, respirei fundo e me vi novamente pensativa sobre com qual companhia deveria pedir oportunidades como vaga de secretária.

- Estou achando você muito pensativa durante esse tempo. E pra falar a verdade, eu também estou meditando sobre o que poderia ter levado a porta do escritório do Senhor Min Yoongi ir parar no chão. – disse ele olhando para meu rosto rapidamente, para que sua atenção não se desviasse do transito.

 - Bom... Essa é uma longa história.

- Então o que acha de me contar enquanto tomamos um expresso?

O carro estacionou não em frente a minha casa, mas sim em frente a uma deslumbrante casa com traços vintages, que já estava com placa de “vende-se” faz algum tempo.

- Mais... Porque parou aqui?... – o indaguei um tanto curiosa.

 Após fazer tal pergunta, ele sorriu, em seguida direcionou seus marcantes olhos negros em minha direção.

- Achei a casa bonita... Achei a vizinhança divertida... E...

Seu rosto levemente foi aproximando-se do meu, quase tocando os lábios sensuais em minha boca.

 - Também achei que aqui, seria um ótimo lugar para me distrair com pessoas novas...

Mais o que é isso... Ele sabe exatamente o que está fazendo com meu corpo... Por isso não para de aproximar sua boca da minha...

Seus olhos acentuavam-se a um ar diferente...

É atrevido... Mas acima de tudo, é muito gostoso.

 - Vamos entrar? – diz ele após afastar cuidadosamente seu rosto.

Ainda meio paralisada pelo que ele havia feito, suspirei fundo ajustando meus cabelos a um coque no alto de minha cabeça.

O calor com o qual havia sofrido mais cedo no escritório de Yoongi, mesclando-se ao efervescente calor que Taehyung estava me proporcionando, causaram em meu corpo as consequências de uma pequena pitada de excitação.

Agora, tendo plena consciência de que ele moraria ali do meu lado, automaticamente um desconforto alertava-me de que deveria controlar minha libido.

A surpresa que ainda estava sentindo sobre ele ter se mudado para uma casa que fica ao lado da minha, misturaram-se além de um choque, a uma felicidade quase indescritível.

O portão de sua casa foi aberto a um silêncio e elegância jamais vistos por mim.

Todos os vizinhos a essa altura, já haviam adormecido. Restavam apenas nos dois acordados em meio aquele bairro todo.

Era simplesmente incrível o quanto esse homem sabia manusear as pessoas em sua volta.

- Vamos, o expresso nos espera.

Sua aparência viril, já se tornava o bastante fazê-lo ficar ainda mais atraente. O rosto de traços harmoniosos e perfeitos, isso se podia notar na hora; nariz firme, queixo angular e um olhar que me impressionavam pelo seu brilho ardente.

Estava me deixando nervosa...

Quando adentrei sua casa, senti que precisava de uma bela dose de coragem, para não deixar transparecer o quanto estava nervosa.

- Sente-se, irei pegar o expresso para que você me conte o que houve na empresa.

Como esperado, tudo era perfeitamente organizado, limpo, tinha uma incrível elegância e um suave aroma agradável adentrava em minhas narinas.

Ajustei-me em sua poltrona enquanto ele direcionava-se a cozinha.

A camisa branca juntamente com a bermuda que trajava, fazia o tríceps e bíceps de seu braço ficarem visivelmente a mostra, e meus olhos agradeciam tal visão.

 Contudo, apesar da ampla visão que tinha sobre os tentadores músculos que constituía em ambos os braços, não pude deixar de notar o quanto seu peitoral e o quadríceps eram excessivamente notáveis.

Se sua intenção era me fazer delirar com seu corpo, posso afirmar com toda certeza que ele conseguiu.

- Que droga...

Escutei sua voz grave ecoar na sala.

- O que houve? – perguntei aumentando a voz para que ele pudesse me ouvir, porém, não houve resposta quando lhe indaguei.

Adentrei mesmo que sem permissão até onde ele se encontrava.

- Taehyung... O que aconteceu? Parecia estar se reclamando de algo...

O vi de costas parecendo procurar alguma coisa.

Ao ouvir minha voz, virou-se.

- Derramei grãos de café expresso em minha roupa, e a maquina com a qual faço café está... Suja.

Os grãos de café realmente sujaram sua roupa... Apesar de a situação estar sendo caótica, não deixou de ser engraçada. Ele é realmente o homem mais divertido, infantil e sexy que já conheci.

- Não se preocupe, eu lavo pra você, alias o que procurava?

- Um pano para me limpar, estou horrível!

Um pano? Mas tinha exatamente um pano em cima da mesa, tão visível quanto às formas de seu corpo.

- Vem cá. – o chamei sorrindo enquanto pegava o pano da mesa.

- Como você é desatento, tinha um pano bem aqui.

Ele se aproximou enquanto eu olhava a situação com a qual sua roupa encontrava-se.

Limpei primeiro as partes de sua camisa que estavam mais sujas, em seguida abaixei minha mão para que limpasse o short.

Parecia estar lidando com uma criança, mas era uma criança que estava adquirindo um certo volume no short...

Levantei meu rosto com as bochechas coradas, tentando ao máximo não demostrar o quanto meu coração acelerava.

Porém, ao olhar novamente para seu rosto, senti que suas mãos deslizavam pelas silhuetas de meu corpo levantando-me até ficar submissa em cima da mesa.

Suas mãos agora um tanto nervosas e suadas pelo tesão que lhe domava, tentava controlar ao máximo a situação para que não fizesse passos precipitados demais.

Delicadamente ele ajustou minhas pernas a ficarem entre seus quadris, a fim de tornar o ato que faríamos ainda mais prazeroso.

 Seus olhos voltaram-se para meu rosto, fitando-me com anseio.

- Você não pode parar quando já chegou até aqui...

Continua...


Notas Finais


Até o próximo capítulo ❤


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