História Meu Chefe ( Min Yoongi) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Chefe, Jeongguk, Jungkook, Kim Taehyung, Kook, Min Yoongi, Romance, Romance-adulto, Suga, Suga Hot, Taehyung, Yoongi
Visualizações 1.064
Palavras 2.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Fluffy, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, peço mil desculpas pela demora, mas agora que as aulas começaram, tenho que me dedicar não somente ao spirit como a escola também. Espero que possam compreender minha situação, e não desistam de mim, por favor! kkk
Mas em fim, boa leitura! 📖 ❣

Capítulo 7 - Coração palpitante.


Fanfic / Fanfiction Meu Chefe ( Min Yoongi) - Capítulo 7 - Coração palpitante.

Capítulo Anterior: Terei que passar o resto dessa noite com esse homem.. Posso enlouquecer só de sentir seus braços apertando meu corpo. Ainda não entendi o motivo pelo qual ele não se desfez do meu abraço.. O que teria feito mudar de ideia para passar a ser gentil comigo?.. Isso com certeza está ficando cada vez mais estranho... A cada segundo que se passa o sinto ainda mais firme contra o meu corpo..

Um sentimento excitante estava me tomando.. Algo que jamais havia sentido antes estava começando a brotar..

                Capítulo 7 ❣

Que noite quente... Não apenas dizia essas palavras para mim mesma em minha mente, como meu corpo já estava começando a demonstrar essa quentura toda. Aquela saia tão colada em minhas coxas e nádegas estava me deixando cada vez mais maluca. O calor era inevitável, isso é fato já que o ar condicionado do escritório havia sido desligado automaticamente pela falta de energia. Contudo, eu sabia lá no fundo de minha consciência de que não era apenas por esse motivo que estava com fogo incontrolável... O que estava mexendo com minha cabeça, ou melhor, como dizem as pessoas por ai, “destruindo meu psicológico”, era a noção de sentir que estava tão próxima de alguém como ele... Yoongi!

O chefe mais arrogante, desprezível e frio desse país! Mais do que ninguém, eu sabia disso. Porém, mas do que ninguém eu também sabia que ele era irresistivelmente tentador, mesmo que possuísse aquele jeito mandão e grotesco de lidar com as situações que lhe cercam. Mas era exatamente por isso que ele estava tornando-se tão atraente aos meus olhos, e que mais do que as chamas de um desejo excitante que antes brotaram em meu corpo, agora estavam começando a ganhar forma de uma tremenda bola de fogo!

Por mais que estivessem dois anjinhos em meus ombros, um carismático, angelical e bondoso, o outro anjinho do mal insistia em ganhar essa batalha de sentimentos, e trabalhava em sua total força de me fazer ceder a esse desejo ao qual estava sentindo...

Aliás, por mais que um homem se mostrasse ou quisesse dar uma de machão viril, com seu jeito sério e fugaz, o que o descrevia perfeitamente, eu me sentia incrivelmente atraída e louca por esse tipo de atitude, mesmo que no inicio achasse um tanto irritante.

Estou errada de que as mulheres preferem homens desse tipo? Acho que não, já que todas estão literalmente disponíveis para o que ele quiser.

 Por mais que essas atrocidades pervertidas estivessem claras e fixas em minha mente como um vírus, indagava-me sobre tudo, do que poderia me acontecer depois de sair dessa situação tão vergonhosa... Pensava nas piores consequências em que poderia me acontecer; aguentar uma bronca que levaria horas, como se estivesse vendo meu pai ali na minha frente me repreender, ou pior ainda que isso, ser demitida!

Ser demitida definitivamente era uma opção cruel, porém, muito provável de acontecer, e se essa opção se tornasse realidade, com certeza ou provavelmente eu me mataria, e não é um exagero!

Acredito que qualquer chefe que estivesse em seu escritório e recebesse um súbito aperto no seu corpo de uma secretária ou qualquer outra pessoa que trabalhasse para ele, decerto não hesitaria em demiti-lo ou demiti-la na mesma hora, há não ser, que fosse por um acidente muito bem explicado pela vítima.  

Entretanto, ignorei essas ideias que já estavam me fazendo ficar desesperada pelo que aconteceria comigo quando saísse daqui.

Recorreu-me a pensar depois disso, se ele podia escutar as frenéticas e aceleradas batidas que meu coração efetuava contra meu peito...

Se estivessem suficientemente audíveis, poderia ter um ataque cardíaco, porém, essas batidas aceleradas e rápidas não eram apenas porque estava praticamente agarrada a esse homem, e sim também justamente por causa da escuridão! Era tudo tão negro... É de fato uma fobia ao qual sempre sofri, e odiei desde minha infância...

- Droga! – exclamou ele dando um suspiro ofegante.

Suas mãos estavam a ponto de soltar meu corpo quando ele falou um tanto impaciente, e foi nessa hora sem pensar em nada, quando achei que ele sairia de perto de mim, que tive a ousadia de agarra-lo mais firmemente que antes.

- Não aja tão precipitadamente!

Sua voz soou diferente, não era conforme a que ele sempre usava para me mandar realizar algo ou então falar que alguma coisa estava errada para com os seus conformes requisitos.

- Não vou sair de perto de você, então não fique tão nervosa! – sussurrou ele parecendo compreender o que exatamente estava sentindo.

No entanto, não bastava apenas que ele compreendesse minha situação, pois conforme o tempo passava naquela escuridão, senti-me fraca, e levemente tonta. Era uma ocasião certamente crucial se não soubesse lidar com ela... Mas, por mais que tentasse manter a postura, a tontura voltava ainda mais forte. Estava percorrendo e devorando meu espírito, alimentando ainda mais aquele medo em que eu insistia em ser infantil e bobo, mas o que realmente me preocupava, era que não era nada de bobo, tampouco infantil, pois se tratava de uma doença. Chegava a ser excruciante, e por mais tempo que estivesse presenciando a situação, sentia a necessidade de ficar presa e fixa a ele.

- O que você tem? Por que está tão ofegante?

Dentre os sinais físicos que sentia em relação a essa fobia, a que mais me dava ódio era a respiração ofegante, pois a maioria das vezes me causava falta de ar.

- Não vá me dizer que também tem nictofobia...

Também? Fiquei curiosa por um instante após ele dizer o “também”, isso significava que ele possuía a mesma fobia de escuro que eu? Por isso não se desfez quando o agarrei com força, e nem agora, já que estou o submetendo a uma situação vergonhosa...

No instante em que abri minha boca para responder sua pergunta, as luzes voltaram.

Senti-me tão aliviada quando presenciei com os meus próprios olhos a claridade novamente, quanto se estivesse acabado de tomar um banho quente, após um dia cansativo e irritante. Entretanto, a sensação de alivio era apenas um quesito para o que estava regozijando, pois obviamente não podia deixar de lado a situação em que estávamos, ou melhor, o quanto estávamos com os rostos próximos um do outro...

Focalizando devagar suas orbes escuras como se estivessem fazendo um convite tentador para encara-los mais de perto, senti-me estremecer quando eles transpareceram um brilho ao olhar para mim.

- Yoongi... - Sussurrei, com os dedos indo na direção de seus lábios.

Tudo o que conseguia ver naquele momento eram seus olhos negros, fitando-me com admiração, fazendo-me sentir que estava vendo um homem pela primeira vez.

- Ei! Recomponha-se! – falava ele sacudindo minha cabeça de um lado para o outro, enquanto minhas mãos ainda permaneciam em seu rosto.

A mesma emoção de quando sua boca tocou meus lábios ao cairmos no chão, no dia anterior, retornou como um choque ao sentir suas mãos tocarem meu corpo. Era bruto, era selvagem, mais acima de tudo era excitante!

Naquela altura, só podia imaginar como seria se ele tomasse a iniciativa de aproveitar-se do quanto estava fraca e me fizesse delirar ainda mais com um sexo selvagem.

Que homem irresistível... Ainda estava todo suado... Meu delírio podia me submeter a um orgasmo mental!

- Fique aqui... Vou tentar arrombar a porta. – disse ele quase gaguejando pelo clima extasiante em que estava submetido.

Só faltava sua voz abafada e rouca pra me fazer perder o juízo de vez...

Naquele momento em que se levantou indo na direção da porta, parecia para mim mais como um deus que tinha descido do olimpo...

Estava vibrada com sua beleza e masculinidade. Antes, só pensava nele como um chefe ignorante e extremamente rude, mas agora, analisando-o melhor, só consigo sentir o mais puro tesão.

Meus olhos admiravam avidamente aquele corpo forte e suado fazendo movimentos constantes contra a porta. Era mais que admirável, estava sendo prazeroso vê-lo daquele jeito.  Porém, por mais que ele tivesse a força de um homem, seus chutes não estavam sendo suficientemente potentes para que a porta arrombasse. Mas ele continuou tentando, mesmo que estivesse se sentindo cansado. Desistir lhe parecia uma palavra desconhecida.

Acompanhei todo seu trabalho “atentamente”, até que ele conseguisse derruba-la.

A porta caiu brutalmente no chão, e acompanhado dessa queda, estava minha contemplação pela sua respiração ofegante e intensa. O semblante de seu rosto cansado era instigante.

- Venha... – disse ele tirando um pouco do resquício de suor que estava percorrendo seu pescoço e rosto.

- Me desculpe senhor Yoongi... Estou sentindo um pouco de dor de cabeça, acho que preciso sentar um pouco.

- Oras, - disse ele ofegante - dor de cabeça não mata ninguém, ainda mais se for “pouca dor de cabeça”!

Colocar “pouca” ao que lhe disse, era apenas para que não ficasse irritado comigo, mas parece que isso anda longe de funcionar com esses tipos de pessoas. Além do mais, o tom com que estava falando comigo, não era nada gentil.

Levantei-me e sentei a uma cadeira que estava próxima a mim, com a ousadia de ignorar o que ele dizia com tanta razão.

- Espere aqui. – suspirou ele enquanto saia do escritório, caminhando por cima da porta que estava ao chão completamente amassada.

Após ficar sentada naquela cadeira macia e acolchoada do melhor couro que o país oferecia, a dor de cabeça havia passado, sem ao menos perceber.

Avistei de longe Yoongi, que por incrível que pareça trazia consigo um copo com água.

- Pegue, beba.

Aceitei ainda meio receosa por tal cavalheirismo, e a cada gole de água que bebia, ficava ainda mais surpresa com seu ato... Yoongi, fazendo essa gentileza toda? O que estaria acontecendo? Nunca me indaguei tanto a respeito de alguma coisa.

Percebendo que estava olhando para ele, se viu na obrigação de falar qualquer coisa cujo argumento fosse quebrar o clima constrangedor de que ele era atencioso com as mulheres.

- Peço atenciosamente que a senhorita pobretona não vá se acostumando a esses favores, aliás você é quem deve me servir! Você está muito abaixo de mim, e é assim que o ciclo comum deve continuar; os menores servem os maiores! E olha aqui, só estou fazendo isso porque não quero me meter em mais problemas. Se eu a deixasse aqui sozinha, poderia virar até escândalo em todos os jornais e programas de televisão.

- Porque não consegue admitir que foi gentil com uma mulher ao menos uma vez na vida? Não é chato ser assim o tempo todo?

- Com quem pensa que está falando? Se fosse você abaixaria o tom de vo...  

- Sei muito bem com quem estou falando! E sei muito bem que o senhor não precisa ficar todo esquentadinho só porque ajudou uma mulher! Não consegue ver que isso é egoísmo? Ou melhor, machismo? Não é só porque você tem inteligência apurada, fala fluentemente três idiomas, sabe dirigir uma empresa cheia de funcionários, lida com as melhores organizações do país e é constantemente bajulado por todo mundo, que pode se achar no direito de pisar nas pessoas, se achando dono da razão!

Fez-se um breve silêncio.

- Você tem noção do que acabou de fazer, não tem?

Certamente já tinha ouvido ele falar essas palavras uma vez, entretanto, não eram aquelas quase lindas e generosas palavras dizendo que eu havia conquistado a vaga de secretária, pois tinha plena noção e certeza de que seria demitida, e não podia ser tão idiota ao ponto de achar que não seria exatamente isso que ele faria comigo depois de tudo que lhe falei.

Houve uma constante troca de olhares entre nós, e sobre sua autoridade, tinha quase certeza de que havia aprendido a lidar com ela, sem ter de envolver a menininha fraca e indefesa no meio.

- S/N!

Uma voz ecoou no escritório, quebrando o desconfortante clima entre um nobre de classe milionária, e uma simples mulher a procura de um trabalho para pagar o importuno aluguel do apartamento em que morava.

Olhamos ao mesmo para o homem que corria até nós, ou melhor para mim.

Ele parecia nitidamente ofegante e cansado.

Quando forcei minha vista para saber quem era, notei que quem estava correndo a mim, era Taehyung.

- Taehyung? O que faz aqui? – o perguntei quando parou em minha frente abaixando a cabeça e colocando as mãos sobre seus joelhos.

- Fui até o seu apartamento... – disse ele com dificuldades de terminar a frase.

- Perguntei as pessoas que estavam próximas ao local onde você mora... Mas me disseram que ainda não haviam visto chegar... Fiquei preocupado.

Suas palavras e ação fizeram meu coração estremecer de tanta paixão.

- Não precisava ter vindo até aqui...

- Que romântico. – disse Yoongi totalmente tediado e desinteressado na conversa enquanto suas mãos ajustavam-se dentro dos bolsos de sua calça.

- O que houve com a porta do escritório? – indagou Taehyung totalmente confuso sobre o que poderia ter acontecido nessa perigosa e entorpecente noite sem lua.

Antes que Yoongi começasse um discurso irritante, o afastei para longe insinuando que fossemos embora.

Andamos até a porta de saída da empresa, a fim de que fossemos para casa juntos.

Porém, antes de me afastar totalmente daquela empresa e chefe em que eu de modo algum poderia negar que fosse irresistivelmente tentador, dei uma ultima olhada para trás, e percebi que ele ainda encontrava-se com o semblante tedioso, e as mãos permaneciam do mesmo modo de antes; dentro dos bolsos de sua calça.

Seus olhos encaravam-me fixamente enquanto segurava a mão de Taehyung.  Era como se estivesse querendo ir até mim, porém, não fazia nada...

- Vamos, eu levo você pra casa, parece cansada, precisa descansar para começar novamente seu trabalho amanhã... – falou Taehyung perto de meu ouvido.

Ele estava certo, tudo o que estava precisando era de uma bela noite de descanso, pois já era muito tarde e meu sono apenas aumentava. Entretanto, aquela empresa, já não era motivo de preocupação...

Continua... 


Notas Finais


Até o próximo capítulo ❤


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