1. Spirit Fanfics >
  2. Meu cisne branco - Imagine Kim Jisoo >
  3. Primeiro Beijo

História Meu cisne branco - Imagine Kim Jisoo - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


olá, cisnes! como vão?
então, KKKK, peço desculpas por atrasar o capítulo, mas é que a criatividade não veio e acabei pensando em não atualizar esse mês. até que agora de madrugada eu consegui terminar o capítulo!
eu nunca tinha escrito um capítulo desse tamanho (em nenhuma história minha) e estou orgulhosa de mim por conseguir escrever duas mil e poucas palavras, :D.
agradeço pelos votos no wattpad e os favoritos/comentários aqui no spirit! EU AINDA NÃO ESTOU ACREDITANDO QUE SÃO 116 FAVORITOS!!!!!! é muito satisfatório ver isso!

agora sem mais delongas, vamos ao capítulo!
boa leitura~.

WATTPAD:
https://www.wattpad.com/story/248306363-meu-cisne-braco-kim-jisoo

Capítulo 12 - Primeiro Beijo


Fanfic / Fanfiction Meu cisne branco - Imagine Kim Jisoo - Capítulo 12 - Primeiro Beijo

— Vai, Jisoo, por favor! — Peço para ela, ativando meu modo de cachorro pidão.

 

Fazia uma semana desde que eu entrei na escola, me acostumei bem lá, era legal e fiz várias amizades. Jennie estava tentando a todo custo ter uma "amizade" comigo, alguns alunos que perceberam estranharam, até porque ela tem uma fama de ser bem chata na escola e do nada quer ter amizade com uma aluna nova? 

 

Mas eu estou de olhos bem abertos.

 

Agora, estava pedindo para que Jisoo me levasse até o parque de diversões recém inaugurado. Ela não queria ir por falta de vontade, mas vontade é o que eu mais tenho agora.

 

— Aish, só dessa vez! — concorda irritada, voltando a desenhar algumas roupas ali.

 

Jisoo teve a ideia de montar uma loja, com roupas feitas por ela mesma. Desde então, começou a desenhar looks, para depois contratar uma costureira e alugar um lugar para começar tudo. Não sei como ela consegue isso, até porque ela está desempregada, ou seja, não está ganhando mais salário, e para montar uma loja tem que pagar o lugar, os objetos, os tecidos, a costureira, decoração, modelos e entre outras coisas. Se bem que ela tem bastante dinheiro…

 

Mas tudo bem, Jisoo sabe o que está fazendo.

 

— Ji, que horas?

 

— Hum… 19:00.

 

— Ainda são 16:45, ainda dá tempo — falo olhando o relógio em seu quarto — Bem, eu vou me encontrar com a Sana na praça.

 

Dou um beijo em sua bochecha e me despeço, saindo de casa para a praça. Quando chego vou em direção ao trabalho da Minatozaki, me sentando na mesa quatro, igual ao dia que vim com Jisoo. Depois de um tempo, Sana vem me atender.

 

— Boa tarde, o que vai querer…? — Pergunta, logo me olhando e arregalando os olhos — S/N! O que faz aqui?

 

— Boa tarde, Sana — solto um riso, achando engraçada a expressão da japonesa — vim comer, não está na cara?

 

— Ah, sim… — faz um bico e seu rosto fica com uma expressão triste — Pensei que tinha vindo me ver.

 

— Para de ser boba! Eu vim te ver sim! — Dou um soquinho em seu braço, e ela sorri animadamente — Mas também vim comer.

 

— E o que quer?

 

— Um pedaço de torta de frango e suco de laranja.

 

— Já irei trazer! — saiu em direção ao local.

 

Alguns minutos se passaram e eu só apreciava o lugar. Algumas pessoas liam, outras brincavam, casais com filhos, idosos passeando igualmente a alguns jovens, provavelmente namorados, até que uma cena em específico chamou minha atenção: um garoto ajoelhado com uma caixinha em mãos em direção a uma garota estática em pé, sua expressão surpresa e o ajoelhado sorria abertamente.

 

Até que eles se abraçaram, o garoto rodou ela no ar. Um pedido de namoro em público, clichê de filmes, porém é uma demonstração de amor muito bonita. Eu gostaria de saber como deve ser sentir a emoção do amor. Em alguns filmes que eu vi e livros da Jisoo que li são sempre as mesmas emoções: borboletas no estômago, coração acelerado e algo inexplicável.

 

Chamo isso de passar mal, mas se escreveram isso quem sou eu para discordar, não é?

 

— Que fofos! — Sana fala, não tirei meus olhos do casal, que agora se beijava, mas ouvi quando ela colocou o prato e o copo na mesa.

 

— Como deve ser se apaixonar, Sana? — pergunto, finalmente olhando para ela, que senta na cadeira em minha frente.

 

— Você nunca se apaixonou? — nego com a cabeça — Uá, S/N, estou chocada! Uma menina linda como você, que tem vários olhares vidrados em si, nunca se apaixonou?

 

— Como assim? “Olhares vidrados”? 

 

— Não percebeu que várias pessoas tem crush em você? Bem, pelo menos eu vejo isso.

 

— Quem?

 

— Alguns meninos da escola, uma pessoa na qual eu não posso falar se não morro — um riso escapa da minha boca mesmo que aquilo fosse uma “ameaça”— e a Jisoo.

 

— Jisoo? — pergunto confusa.

 

— Bem, eu não sei se ela percebeu isso, mas ela te olha com um brilho nos olhos S/N, e não é um brilho comum. Meio que quase todo mundo percebeu isso, por isso criamos um grupo sobre isso!
 

— Mentira? — meus olhos se arregalam.

 

— Sobre o grupo? Não, aqui olha… — a interrompo.

 

— Não, não é sobre isso. Estou falando sobre a Jisoo gostar de mim.

 

— Bem, é o que nós achamos, não sabemos se é verdade.

 

Pressiono meus lábios, pensando em algum momento que ela demonstrou isso. Nenhum, é só impressão, né? É… Pois é…

 

Mas que sentimento é esse? Por que estou chateada? Não é como se eu quisesse viver algo com ela, não é? Talvez, talvez lá no fundo… Merda.

 

— Eu e ela vamos no parque de diversões — falo, tentando mudar de assunto e tomando um pouco do suco.

 

— Uá, que legal! Algum dia desses eu vou te levar lá, precisamos tirar fotos — falou sorrindo e batendo palminhas, rio da sua reação.

 

— Claro, precisamos mesmo!

 

 

 

Eu vestia um short jeans curto, uma camisa de alça fina preta e all star preto, cabelo solo e uma maquiagem bem leve. Ao sair do quarto, encontro Jisoo em pé me esperando mexendo em seu celular, suas vestes eram quase iguais as minhas, se não fosse pela camisa branca, não sendo alça fina, e um tênis cinza. Ela finalmente percebe minha presença, me olha por todo e sorri.

 

 — Você está linda! — ela elogia e fico sem jeito.

 

— Obrigada, você também.

 

— Não precisa agradecer. E Rosé tinha razão, você daria uma ótima modelo, ainda dá — reviro os olhos ao ouvir o nome da outra.

 

— Podemos… Não falar dela agora? Mencionar coisas ruins, do jeito mais inocente, atrai elas. 

 

— Okay — ela estende sua mão, na intenção de eu pegá-la, então faço isso — agora vamos.

 

Saímos do apartamento, e ao chegar lá, fico pasma com tantos brinquedos. Okay, já vi em alguns filmes, como “Para todos os garotos que já amei” - não, eu não chorei -, mas na vida real é totalmente diferente, sentir a energia e ouvir os gritos das pessoas, é… Fantástico! Não vejo a hora de ir em cada um desses brinquedos.

 

— Vou comprar as fichas — Jisoo avisa e eu maneio a cabeça, concordando.

 

Vejo ela ir em direção a uma barraquinha, então volto a olhar tudo aquilo ali, até que sinto uma mão em meu ombro. Me viro, e ao ver quem era meu sorriso vai se desmanchando aos poucos. Eu falei que mencionar coisas ruins atraem elas.

 

— Você por aqui? — Rosé sorri — Está sozinha?

 

— Não, ela está comigo — Jisoo aparece e passa seu braço por cima de meus ombros.

 

— Já faz um bom tempo que não nos vemos, não é? Ah, e agradeço pelos designs que deixou, eles são ótimos — mandou uma piscadela e eu reviro os olhos, ganhando sua atenção — ah, e você… Já pensou em ser modelo? Poderia entrar para minha empresa.

 

— Não, muito obrigada — eu sorrio forçadamente — vamos Jisoo.

 

— Até a próxima! — a loira se despede, cinicamente, balançando sua mão enquanto esbanjava um sorriso convencido e nos via sair daquele lugar, mais uma vez, reviro os olhos.

 

— Para qual brinquedo vamos primeiro? — Kim pergunta como se não tivesse acontecido nada.

 

— Bate-bate parece ser bem assassino, por que não vamos lá? — Eu palpito, então a vejo sorrir animadamente, deixando seus olhos pequenos, me fazendo sorrir também, só que bobamente.

 

— Então, vamos! — me puxa em direção ao brinquedo, que não era tão longe da entrada.

 

A fila estava mediana e eu me sentia cada vez mais ansiosa ao ver as pessoas se divertindo ali, até que finalmente chegou a nossa vez. Entramos no carrinho, e uou, aquilo era muito difícil de se manobrar, ainda mais quando a pista é lisa e tem várias pessoas batendo em você a cada dez segundos, era muito divertido, apesar de alguns sustos que eu tomava. Jisoo estava se divertindo bastante também, seja por eu não ter coordenação motora o suficiente para controlar o carrinho ou por vermos algumas pessoas revidarem quando batemos nos carrinhos delas. Até que nossa vez acabou. Não é como se eu estivesse triste, ainda temos vários outros brinquedos para nos divertir, tipo…

 

— Agora aquele, do tiro! — Jisoo apontou para uma barraca, com vários bichinhos e alguns acessórios em volta, e alguns alvos.

 

Concordo e corremos até lá, como duas criancinhas felizes. A mulher que trabalhava ali ditou as regras, as seguintes: teríamos que acertar os alvos, e cada um tinha até um tipo de presente. Se acertamos um tiro podemos escolher entre alguns dos chaveiros dali, dois tínhamos o direito de escolher algum objeto médio, três eram objetos bem bonitos - e caros também, deve ser tudo pirateado -, quatro são pelúcias de tamanho normal e cinco as grandes e enormes.

 

Entregamos duas fichas para ela e nos deu duas arminhas, Jisoo começou, os alvos se mexiam de forma aleatória, então era um pouco difícil, mas por sorte ela conseguiu atirar em cinco, nos abraçamos e pulamos, comemorando sua vitória.

 

 — Escolhe seu presente! — falou e eu fiquei boquiaberta.

 

— Eu? 

 

— Sim. Vai anda logo, você ainda tem que jogar — deu um empurrãozinho, começo a examinar, até que escolhi um conjunto de gatos, eram três e grudavam um no outro, sendo a ordem do maior ao menor.

 

— Segura aqui — entrego as pelúcias para ela antes que a mesma se pronuncie, pego a arma que havia deixado no balcão pequeno e os alvos começam a se mover novamente, com muita dificuldade consegui atirar, mas diferente da Jisoo, só consegui acertar três — ah…

 

— Não fica triste, eu queria um presente do nível três mesmo! — sorriu e entregou as minhas pelúcias, apontando cheia de alegria para um globo de neve, que tinha como tema um cisne branco, analiso o objeto com admiração, é realmente é algo bonito, e quando Jisoo balançou e a “neve” começou a se espalhar tive mais certeza disso.

 

— Gostou? — perguntou, me mostrando o globo de perto e eu fiquei com vontade de largar meus gatinhos e fugir com aquele objeto, mas para o bem dos meus filhotes resolvi não fazer isso.

 

— Claro, como não gostaria? — sorrio totalmente encantada com aquilo.

 

— Que bom! Escolhi isso pois me faz lembrar de você… — fala e eu fixo meus olhos nos seus, vendo a mesma ficar um pouco envergonhada — Mas, em qual brinquedo vamos agora que estamos com essas coisas em nossas mãos?

 

— Não sei, mas improvisamos caso precisarmos. Barco Viking?

 

Pois é, foi assim, fomos em vários brinquedos, e talvez a Montanha Russa tenha sido o melhor brinquedo que fomos.

 

— Está bem? Sua trava não está frouxa? — Jisoo pergunta preocupada, pela terceira vez, e então revira os olhos, pela segunda.

 

— Está tudo bem, Jisoo! Eu estou bem, você está bem, todos estão bem.

 

— Okay, então já vamos ligar — o homem avisa, e então as luzinhas começam a piscar e o lugar o rodar, me deixando com um certo frio na barriga.

 

A roda repetiu algumas vezes, até que parou, por sorte ficamos por cima, podendo ver boa parte da cidade, um cenário lindo, então pego  meu celular, tirando uma foto do cenário, me virando para ver a garota do meu lado, tiro uma foto sua também, que estava concentrada demais vendo a paisagem com um sorriso no rosto. Os cientistas só não pesquisaram a beleza de Kim Jisoo por medo de se apaixonar.

 

— Ficou bonito, não? — mostro sua foto e ela arregala os olhos, tentando tirar o celular de minhas mãos, mas sou mais rápida e o guardo em meu bolso.

 

— Apaga isso!

 

— Depois… — segurei minha vontade de rir.

 

— Mesmo?

 

— Talvez.

 

— Pff. Não pode tirar foto minha sem minha permissão!

 

— Hum, talvez. Se acalma, Jisoo — sorrio em sua direção e ela parece… Se derreter? É isso mesmo o que eu vi?

 

Seu olhar desceu para a minha boca, e automaticamente - “não proposital” - lambo os lábios, também descendo o olhar para sua boca carnuda, que brilhava por conta do gloss rosa no qual estava coberto, meus olhos se fechavam à medida que aproximamos nossos rostos, então os lábios se juntam, em um selinho inocente. Minha mão segura seu rosto levemente, a trazendo para mais perto, enquanto suas mãos pousaram em meus ombros.

 

Eu realmente estou beijando a Jisoo?

 


Notas Finais


peço perdão se houver erros ortográficos!
espero que tenham gostado do capítulo~~.

até!
<3.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...