História Meu colega de quarto - Capítulo 6


Escrita por:


Capítulo 6 - Rok


Eu estava sentado em minha cadeira de rodinhas de frente para a minha escrivaninha dentro de meu quarto, eu estava terminando de escrever o meu trabalho de geografia.

 

Como ainda faltava bastante tempo para eu e o Yato nos encontrarmos com os outros, já que nós havíamos marcado de nos encontrar às 14:30 e ainda eram 12:10 da manhã, eu tinha que me ocupar com alguma coisa.

 

Quando eu, finalmente, havia acabado de digitalizar todo o meu trabalho eu me levantei e caminhei até a cozinha para pegar um copo de água.

 

Quando eu estava andando pela cozinha eu vi Yato deitado no sofá, da forma mais preguiçosa possível, assistindo Sherlock enquanto comia um pacote de salgadinhos de um dos armários da cozinha.

 

“Preguiçoso” pensei revirando meus olhos e passei por ele, indo direto para a cozinha, peguei um copo de um dos armários, fui até o bebedouro, enchi o copo de água e voltei para o meu quarto.

 

Arrumei todo meu quarto, terminei de ler e comecei a ler alguns livros, depois quando estava faltando meia hora para encontrarmos o pessoal eu fui tomar banho e trocar de roupa e obriguei Yato a se levantar daquele sofá em que ele estava apodrecendo.

 

– Tá pronto Yato? – perguntei batendo três vezes em sua porta que logo se abriu revelando o moreno arrumando o cabelo.

 

– To já podemos ir – falou passando por mim, indo até a porta da frente.

 

Pego minha chave, destranco a porta, saímos do apartamento, tranco a porta novamente, guardo a chave no bolso da minha calça jeans e nós começamos a andar para fora do prédio.

 

Nós havíamos decidido que iríamos para a lanchonete á pé, já que nenhum de nós dois tinha carro e não queríamos pedir carona para nenhum de nossos amigos.

 

E como a sorveteria ficava na rua de baixo do nosso prédio não iria demorar para nós chegarmos lá.

 

Quando nós chegamos na sorveteria nós vimos Suzuha e Hiyori sentados em uma das mesas da sorveteria que ficavam do lado de fora da sorveteria.

 

Nós fomos até eles e nos sentamos de frente para eles, sorrimos para eles como forma de cumprimento e vimos eles retribuírem da mesma forma.

 

Ficamos conversando para passar o tempo enquanto a Kofuku e o Daikoku não chegavam.

 

Ficamos conversando sobre vários assuntos, como: escola, séries, filmes, livros, fanfics e etc.

 

– Yatinho, Yukizinho, Hiyorinha! – ouvimos a voz da Kofuku soar por toda a sorveteria atraindo alguns olhares para a menina de cabelos rosados.

 

– Ainda bem que ela não inventou nenhum apelido pra mim – Suzuha sussurrou em meu ouvido e eu soltei uma risada fraca para que só ele possa ouvir.

 

– Então – Daikoku falou se sentando na mesa – já pediram os sorvetes? – perguntou enquanto tentava fazer Kofuku ficar parada na cadeira, como uma criança com hiperatividade.

 

– Não, nós resolvemos esperar por vocês – Hiyori respondeu sorrindo gentilmente como sempre fazia, aquele sorriso era quase a marca registrada dela.

 

– Que fofos – Kofuku falou olhando para todos nós com um brilho nos olhos.

 

Ficamos conversando sobre qual sorvete cada um ia querer por alguns minutos, todos já haviam decidido que sabor de sorvete iriam pedir menos o Yato que não parava de mexer no celular.

 

– Yato que sabor você vai querer? – perguntei mas o moreno nem sequer me deu atenção.

 

Fiquei chamando pelo nome dele por alguns minutos até que eu me irritei e coloquei minha mão na frente da tela do seu celular, atrapalhando seja lá o que ele estivesse fazendo.

 

– Yukine – Yato reclamou olhando para mim – você me fez errar – reclamou muxoxo, um bico se formou em seus lábios fazendo-o parecer uma criança birrenta e me fazendo soltar um suspiro irritado.

 

– Também eu estou te chamando já faz um tempão e você nem escutou – respondo irritado, tudo bem que eu exagerei um pouquinho quando falei que eu tava chamando ele já faz um tempão, mas o resto era verdade.

 

– Tá... e o que você queria? – perguntou desligando a porcaria do celular e o deixando de lado.

 

– Que sabor de sorvete você vai querer? – pergunto sem nenhuma paciência em meu santo e pequeno corpo.

 

– Chocolate – respondeu simplesmente.

 

Pedimos os sorvetes e depois de algum tempo os sorvetes chegaram, mal se passou dois minutos e Kofuku já havia terminado de tomar seu sorvete.

 

– Eu quero mais! – falou com um tom animado na voz parecendo uma criança pedindo mais doce.

 

Pedimos mais um sorvete para a garota de cabelos rosados, quando o sorvete Kofuku sorriu, seus olhos brilharam e ela tomou o sorvete animadamente.

 

Ainda estávamos tomando sorvete quando decidimos dar um passeio pelo parque.

 

Daikoku e Kofuku estavam andando na frente, o mais velho tentava controlar a garota que saia correndo pelo parque todo.

 

Suzuha e Hiyori estavam tirando fotos de todas as partes do parque.

 

Eu e Yato estávamos andando atrás dos outros nós riamos das coisas engraçadas que nossos amigos faziam, mesmo que suas ações fossem sem querer.

 

– Aaaah – escutamos Kofuku reclamar, fui até ela e a vi encarando o chão.

 

Quando eu olhei para o chão vi a casquinha de sorvete dela caído no chão e olhei para ela e a vi com um bico manhoso nos lábios e seus olhos se tornaram tristes.

 

Intercalei meu olhar entre meu sorvete e a garota de cabelos rosados com uma expressão triste.

 

– Você pode ficar com o meu sorvete Kofuku – falei e ela me olhou de um jeito animado e o brilho voltou para os seus olhos.

 

– Posso mesmo? – perguntou esperançosa e eu assenti fazendo-a sorrir largamente.

 

Kofuku pegou o sorvete da minha mão e voltou a saltitar pelo parque, mas agora com mais cuidado para não derrubar o sorvete novamente.

 

– Foi muito gentil da sua parte dar o seu sorvete para a Kofuku – Yato falou me assustando um pouco e me deixando um pouco envergonhado.

 

– Q-que isso n-não f-foi nada d-demais – digo, me batendo mentalmente por ter gaguejando, e sinto meu rosto corar um pouco.

 

O moreno ri da minha reação me fazendo ficar mais envergonhado e sentindo meu rosto corar mais.

 

– Você fica muito fofo quando fica envergonhado – falou naturalmente como se aquilo fosse a coisa mais normal de se dizer.

 

– B-baka – gaguejei lhe dando um tapa fraco no braço fazendo-o rir da minha reação e um bico se formar em meus lábios.

 

– Tá parei – falou soltando uma risada logo em seguida.

 

Ficamos passeando por um bom tempo até que resolvemos nos despedir e então cada um foi para sua casa.


Notas Finais


Oi gente! Espero que tenham gostado do capítulo e desculpa se tiver algum erro ortográfico. Bjs ❤️❤️❤️


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