História Meu Coração é um Buraco Negro - Capítulo 8


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Categorias Originais
Tags Depressão, Drama, Esquizofrenia, Psicose, Vida Escolar
Visualizações 18
Palavras 451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Atenção
Esta história é completamente baseada no livro “Meu Coração e outros Buracos Negros” e em fatos da minha vida pessoal.

Capítulo 8 - 13 de Março de 2015 Questões


Fanfic / Fanfiction Meu Coração é um Buraco Negro - Capítulo 8 - 13 de Março de 2015 Questões

                Eu ser esquizofrênico teve seu lado positivo, além da atenção que eu nunca tive, eu também comecei a ganhar as coisas que eu peço. Normalmente nunca peço nada, mas eu tive que pedir alguma coisa como, um notebook. Eu já tinha um computador (PC), mas ele não era meu. É claro que meu irmão ganhou um notebook antes de mim (mesmo ele nunca merecendo ou soubesse usar), mas eu não me importo tanto.

                Entro no VK (uma rede social). Assim que consigo entrar, vejo um usuário com um nome familiar “crowBW”. Não pode ser o “Suicidal-crow–BW” do Sanctioned. Eu clico para ver suas postagens e como imaginei são todas depressivas (provavelmente foi por isso que o VK me recomendou ele). Pelo visto ele na verdade é ela como eu avia previsto no Sanctioned. Diz que ela tem dezoito anos assim como está no Sanctioned. Ainda pode ser tudo falso.

                Decido mandar uma solicitação (eu nunca mando solicitações de amizade), porque sou antissocial e não gosto de pessoas (talvez seja um dos sintomas da esquizofrenia ou eu realmente não gosto mesmo de pessoas) mas tive vontade de conhecer essa pessoa, mesmo se ela não for a mesma pessoa do Sanctioned ainda parece ser uma pessoa interessante.

                Envio a solicitação, curto algumas publicações dela e começo a pensar em qual método de suicídio vou usar. Talvez enforcado com uma corda. Encaro o teto do quarto. Será que eu teria coragem de me enforcar?

                O trambolho (VK) fez um barulho parecido com uma campainha. Meus ombros curvam-se para a frente, e vejo que “crowBW” aceitou a solicitação de amizade e curtiu algumas publicações minhas, mas não me manda nenhuma mensagem. Talvez eu que devesse mandar algo já que fui eu que enviou a solicitação. Mas estou com muito sono para pensar em aprender a ser sociável.

                Desligo o computador e vou deitar para tentar dormir. Começo a pensar nas coisas. Segundo o Princípio da Conservação de Energia (explicando de forma informal e simples) a energia não pode ser criada nem destruída, apenas transferida. Energia potencial pode se transformar em energia cinética e voltar a ser potencial, mas a energia em si, nunca desaparece.

                O problema é que não consigo imaginar o que acontece com toda aquela energia quando partimos, se ela não pode ser destruída.

                Anoto um problema prático na mente que invento: Eren Almeida, quatorze anos, está perdurado no teto a uma altura de dois metros e meio. Ele pesa trinta e nove quilos. Quanta energia potencial ele tem? Quando ele morrer, o que acontece com toda essa energia? Vai se transformar em que?

                Um cadáver ainda tem energia potencial, ou se transfere para outra coisa? A energia potencial pode simplesmente evaporar?  


Notas Finais




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