História Meu coração pertence à um anjo - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aflição, Colegial, Eugênio, Formatura, Guilherme, Lua, Pedro Daniel, Tortura, Valentões, Violencia, Zélia
Visualizações 13
Palavras 1.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Representação dos personagens.

1 - Pablo.
2 - Clara.
3 - Antoniel.

Capítulo 19 - Abusos constantes


Fanfic / Fanfiction Meu coração pertence à um anjo - Capítulo 19 - Abusos constantes


Seja organizada observe a situação essa casa esta um lixo como de costume coloco todos os materiais de limpeza dentro do balde verde odeio trabalhar utilizando água sanitária odor repugnante cansei dessa vidinha miserável, Clara não para quieta naquela loja, em fim nem faz falta iludida pensando que alguém poderá resgatar - me e levar em embora nossa, porque estou falando sozinha com as paredes imediatamente surgem lembranças as imagens de Daniel aparecia do nada como se nos conhecermos há décadas era cenas repetidas e ao tempo confusas.

Começo sorrir espontaneamente com tudo aquilo acho que o destino resolveu pregar peças meu passado assombrado, o monstro do armário poderá sair qualquer momento, Antoniel chegou cedo lá vem brigas preciso ser forte nessa hora, através das economias consegui juntar dinheiro para fazer compras o natal está prestes a iniciar eu vou ficar na solidão.

Pedro elogia tanto Inês a mosca morta da sopa empregada sortuda, aliás, eles são fofinhos juntos nem sei porque não paro de pensar naquele almofadinha, filhinho da mamãe da porra.

De longe noto que Antoniel chegou completamente embriagado quase quebrou a porta com os socos distribuídos, camisa amarrotada marcas de cicatrizes nas bochechas os olhos vermelhos fixos em mim já era tarde demais como escapar desse demente hoje tem sessão tortura se eu pudesse fugir.

Minhas pernas começa tremer de medo o sangue esfria nas veias, suor escorre pelo restante do corpo sinceramente largo o prato sobre a mesinha, após engasgar com alimento em poucos segundos sou arrastada brutamente para o sofá pressionado meu pescoço com força respiração lenta e ofegante, então o infeliz rasga minhas roupas e eu me vejo despida diante dos teus olhos.

Sensação pavorosa movida a pusilanimidade, então o desgraçado continua em cima de mim tento inverter a posição fazendo com que ele perca suas forças sou muito fraca, mas acontece que Antoniel é mais forte e agil acabou dominando - me por inteira, as lágrimas escorriam amargamente como uma cachoeira, simplesmente desmaiei.

Acordo no outro dia numa cama de hospital cercado por duas pessoas na verdade não recordava nenhuma daquelas pessoas reconheci somente as vozes dos mesmos um deles segura minha mão direita suavemente as mesmas são macias como algodão, após o gesto amoroso relembro de quem possa estar ao meu lado francamente Pedro Daniel abro os olhos, ora quem são os verdadeiros anjos imprevisíveis simplesmente surtei.

- Zélia, Eugênio, Pedro Daniel!

- Somos nós Lua.

- Como se sente amiga?

- Muito mal super destruída.

- Olha, o que fez comigo.

- Não deixaremos ninguém te machucar nem mesmo chegarem perto fique tranquila.

- O que vocês estão fazendo aqui?

- Te encontrei desmaiada no sofá ensanguentada fiquei desesperada, então liguei pra Eugênio ele chamou a ambulância, samu sei como se chama o importante é que você está viva aqui entre nós foi por pouco amiga.

- Precisava chamar esse aí Zélia!

- Quem mesmo?

- O ruivo metido a machão odeio ele mande embora.

Ele é um excelente amigo Lua, por que expulsar sem ensejo algum.

- Quero ele fora daqui.

- Coitado ele te salvou daquele delinquente Lua quer mesmo que o mande passear Pedro Daniel passou a noite inteira esperando você acordar.

- Aposto que por dentro está dando gargalhadas do meu sofrimento conheço bem essa espécie de homem com cara de bonzinho.

- Isso chama se ingratidão da sua parte Lua é possível que esteja com ciúmes daquela moça.

- Silêncio Zélia, não fale asneira menina.

- Vamos esquecer esse assunto minha linda.

- O demônio fugiu Lia?

- Infelizmente Lua!

Ouvi a porta se abrir cobri com o cobertor fino fingindo dormir estava cansada dolorida com muito medo alguém aproxima em passos largos como se estivesse com pressa ao vê - la estremeci por completa entrei em pânico, berrei alto, ou seja, gritos estrondosos quando notei os meus amigos estavam perto de mim, Clara apoiou suas mãos na cabeceira da cama e começou a descarregar toda raiva em mim apenas chorei.

- Bem feito Antoniel devia ter te matado sua desgraçada, praga do inferno aí meu pai, por que você não morreu ser despresível.

- Aquele tonto desbotado deve gostar muito de você para te salvar das garras do seu pai maníaco.

- Pena que Pablo, não esta aqui pra ver você debilitada nessa cama imunda cheia de bactéria que maravilhosa você foi violentada pelo próprio pai lembrando a partir de hoje você não mora mais na minha casa procure outro pelo péssimo gosto a rua é livre querida.

- Tenho nojo de você Lua.

Clara não presta mesmo como pôde detonar a própria filha palavras machucam bastante a mulher escorpião a colocou pra fora do casa, nossa que mãe desnaturada, maldosa, diabo humano e agora o que vai ser dela, por favor, Cristo nos mostrem a saída nos iluminem durante o trajeto.

- Desculpe - me não conseguimos conte - la na recepção do hospital.

- Tudo bem Zélia a culpa foi minha eu quem provoquei, eu pedi pra ser abusada sexualmente Clara tem razão sou tão fracassada inútil.

- Psiu!

- A culpa é do Antoniel o miserável a polícia encontrou e prendeu aquele criminoso, acalme - se tudo irá resolver confie em mim por favor.

- Pedro Daniel ainda esta aqui Lia caso esteja diz que necessito conversar com ele.

Zélia saiu desnorteada do quarto pensando nas atitudes de Lua por um lado ela compreendia sua dor levando em consideração se não fosse o coitado do Daniel que a libertasse há essa hora estaria morta acontece que prefere magoar o mesmo com insulto de baixo calão.

Tenho o coração mole Daniel também esta bem machucado com os murros de Antoniel tomara que já tenha ido embora assim pouparia – o dessa crueldade por parte de Lua.

Desejando desaparecer sem sequer reencontrar com ele impossível esse rapaz disfarça muito bem os dois estavam sentado frente á frente numa conversa animada ressaltou a presença de Inês ao lado dele preocupada com o que aconteceu nem queria aproximar dos pombinhos quando ia retornar a sala de observação onde Lua estava ele chamou – me e não pude como não atender seu chamado.

- O que foi Lia?

- Zélia!

- Nada importante já estou indo embora Daniel.

- Achei que fosse ficar com sua companheira.

- Vou descansar um pouco acalmar os nervos.

- Como ela está?

- Quem Daniel?

- Uaí sua amiga Lua!

- Ela esta bem na medida do possível.

- Já que você está de saída, então vou visitar Lua pra ver se esta tudo bem mesmo.

- Não... Começei gaguejar.

- Odeio quando mente pra mim, por favor, Inês vá a frente depois chego a casa.

- Sim, meu amor cuidado essa menina é confusão na certa.

Elas retiram - se juntas observei quando saiu Zélia e Inês sem sequer abrir a boca acho que essas duas, não se dão bem deve ser por causa da amiga autoritária que tem se Eugênio mudou, então não pode ser tão complexo assim.

O médico entrou na sala onde Lua se encontra tenho pena dessa menina mal agradecida ela fala tanto do babaca do Guilherme, até agora ele nem apareceu só pode ter morrido, portanto faz tempo que esse satânico sumiu, ah foi fazer uma visita ao diabo no inferno largei meus pensamentos de lado.

- Oh, que bom você veio!

- Sim, como se sente Lua?

- Imagine seu ótario.

- Chega já estou cheio dos seus insultos você acha é a dona da verdade, que o universo gira em torno de si sabe de uma coisa eu não entendo como aqueles seus amigos te aguentam, reclama a cada segundo você é insuportável deveria me agradecer tem mal que serve pro bem.

- Quem você pensa que é?

- Cuida da sua vida infeliz.

- Some daqui.

Pessoas como Pedro Daniel deveriam ser extintos da face da terra nem sei como aquela horrorosa da Inês pode gostar dele tão sem graça pele ruiva com sardas nojentas no rosto inteiro, desvanecido acho que ele usou o sangue dos gêmeos falecidos como tinta de cabelo. Falei mal mesmo e assumo fiquei cega de raiva quando ele disse a seguinte frase “por que você, não volta para a senzala” eu te odeio, realmente peguei pesado com ele.


Notas Finais


Gente quero informar que esse capítulo não contém "hot" longe de mim é uma situação gravíssima, aliás, essa página trata a respeito da violência sexual isso também é crime, afinal ninguém é obrigado a passar por isso todo mundo tem o direito de viver em plena paz, abuso sexual é crime e precisa ter fim.

Desculpe os erros boa leitura!


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