História Meu cupido é gari - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Baby Gguk, Bottom!jungkook, Bts, Bttm!jk, Crack!fic, Cupid!au, Daddykink, Dom!jin, Haneul Loves Jinkook, Hyung+macknae, Jikook Melhores Amigos, Jikook!friendship, Jimin, Jimin!cupido, Jin, Jin Daddy, Jin Homão Da Porra Toda, Jin!seme, Jin!top, Jinkook, Jungkook, Jungkook Baby, Jungkook Baby Boy, Jungkook Passiva, Jungkook!uke, Kookjin, Kpop, Lemon, Marília Mendonça, Música Brasileira, Nochu!passiva, Side!yoonmin, Suga, Sugamin, Suji, Top!jin, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 181
Palavras 2.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


2 thousand years later…
Oi? Alguém aqui ainda? rsrsrs
Eu sei, demorei muito e tudo mais
BUT!
eu tenho uma ótima justificativa para minha demora em atualizar, e a resposta é: bloqueio. Pois é, amorinhas, essa coisa é um porre enorme na minha vida. Bom, eu estou passando por N problemas e isso afeta no meu desempenho como escritora e tudo mais, porque eu me odeio quando tento desenvolver algo e nada sai como o esperado, dessa forma eu me fecho para o mundo feito uma flor.
Nós últimos tempos minha vida não anda nada boa e minha depressão piorou em níveis extremos, tanto que eu quero matar minha psicóloga idiota por não saber lidar com meu problema e sempre alegar o bom e velho “drama juvenil”. Meu cansaço aumentou tanto que ao final do dia minha mente parece sofrer um curto e nada passa por ela. Sabe, eu me sinto a pior pessoa do mundo por ter deixado de lado meus amigos que eu tanto amo, só que vamos deixar isso de lado.
Obrigada pelos +80 favoritos, vocês me deixam tão feliz, sério, parece pouco, mas para mim é uma coisa com enormes proporções.

Fiquem com esse capítulo que já está mofando desde mês passado <3

Capítulo 3 - A conversa; coração calejado


— O que você faz aqui? — Jin virou-se, encarando o garoto irritadiço.

— Você me deixa plantado na entrada da balada e ainda quer uma explicação? Onde está o seu “amigo”, Seokjin? — o outro me mediu da cabeça aos pés, o rosto contorcido em uma careta insatisfeita.

— Meça suas palavras! Eu não te devo explicações sobre a minha vida! Nós terminamos, não temos mais nada! Nada! Coloca isso na sua cabeça, Hyun! — Jin revirou os olhos, encarando o menor com um olhar irritado.

— Você me trocou por esse tipinho? Ah, Jin, pelo menos tinha ficado com algo melhor que essa criança! — levou as mãos para o alto, em uma pose dramática demais na minha opinião.

— Quem você está chamando de criança?

— Você.

— Como se sente sabendo que seu ex te deixou plantado na frente de uma balada para quase transar no banheiro com uma criança? — sorri, descendo da pia e cruzando os braços.

— Isso não me afeta em nada. Seokjin disse que iria investir em um garotinho para tentar me esquecer, mas não achei que seria uma criança como você. Não me leve a mal, eu só não acho que você serve para alguma coisa, não com esse cheirinho de talquinho de bebê e leite. Garoto, quanto ele está pagando para você? Porque, pelo que vejo, você deve ser um garoto de programa bem ruimzinho, daqueles baratinhos que ficam nas esquinas.

— Idiota! — partir para cima do outro, dando um soco no rosto alheio. Estava possesso de raiva, pouco sabia como derrubei o menino e comecei a desferir diversos socos seguidos na cara dele.

— Jeongguk, para! Não precisa de tudo isso! — Jin gritava, tentando me tirar de cima do tal “Hyun”. Pouco me importava com os berros alheios, apenas focava em dar socos e mais socos no corpo abaixo do meu.

— Me solta, Seokjin! — estava totalmente fora de mim naquele momento, tamanha a raiva que sentia. Desferi um tapa na cara do mais velho que nem mesmo eu percebi, o empurrei para longe e sai do banheiro às pressas, empurrando algumas pessoas que estavam no meio. Estava desnorteado. Como alguém consegue ser tão petulante? Aquele garoto me julgava como se tivesse algum tipo de culpa! Oras, Jin terminou com ele antes de me conhecer, de onde aquele maluco tirou essa ideia?

Passei pelo bar, pegando uma garrafa de vodka com o barman, que estranhou meu pedido, mas não negou. Jimin não iria aparecer tão cedo, se é que apareceria depois de hoje, por isso não estava me importando em chegar em casa bêbado. A balada já estava um tanto vazia, a maioria das pessoas estava nos cantos, buscando algum tipo de apoio por não conseguirem permanecer em pé sozinhas.

Segui meu caminho para fora da balada, dando grandes goles na bebida que trazia. Meus olhos marejavam à medida que caminhava rumo ao meu apartamento. Grande idiota que você é, Jeon Jeongguk. E se tudo que aquele garoto disse fosse mesmo verdade? Que ótimo jeito de entregar o coração, logo para um babaca de primeira!

Em dado momento já estava chorando, bebendo o restante da bebida que tinha para logo jogar a garrafa em um container de lixo próximo. Céus, minha cabeça dói como se algo fosse precionado contra ela sem piedade alguma. Encostei em uma parede, descendo até sentar no chão e colocar as mãos na cabeça, apertando meus olhos por sentir tudo rodar e ficar mais e mais escuro.

Sentia tudo ficar mais distante, como se uma onda de calmaria invadisse meu corpo, levando minha consciência e deixando o cansaço. Suspirei fundo diversas vezes, tentando não desmaiar ali, mas foi impossível, porque tudo ficou escuro e não pude fazer mais nada.


[...]


Acordei em minha cama, envolvido pelos cobertores fofos e o ar-condicionado ligado, deixando o quarto com um clima agradável. Espera, minha cama? Franzi o cenho levantando em um solavanco. Como vim parar aqui? Melhor, como eu estou no meu apartamento, vestido com meu pijama favorito e, aparentemente, sem ressaca?

Meus olhos quase saltaram quando o mais óbvio veio à minha mente. Park Jimin! Só poderia ser ele! Céus, meu melhor amigo não desapareceu novamente! Então quer dizer que ele poderia ficar na terra sem nem ao menos conquistar alguém? Isso é tão maravilhoso! Mal posso acreditar que nunca mais terei dúvidas sobre a aparição do outro!

Tomado pela animação, corri pelo apartamento, crente que encontraria Jimin resmungando pelos cantos sobre qualquer asneira. Mas, para minha surpresa e total insatisfação, não encontrei Jimin assim que cruzei a porta da cozinha. De costas para mim, preparando algo no fogão, estava Kim Seokjin! Como caralhos esse demônio entrou aqui? A cruz na sala não transformou ele em pó? Preciso rever meus conceitos sobre “como afastar demônios”, assistir somente Supernatural não está funcionando.

— Bom dia, amor. — o maior virou-se, arrumando o avental branco no corpo. — Como você acordou?

— Mas… — balbuciei, tentando lembrar de algo, mas nada me vinha à mente além de imagens borradas e a voz baixa de Jin. Bebida faz coisa, meus caros. A primeira delas é esquecer das possíveis merdas que cometeu, em uma noite que tinha tudo para acabar com nós dois transando loucamente num banheiro de balada no centro da cidade.

— Não se preocupe, nós não transamos ou qualquer outra coisa, ok? Eu encontrei você passando mal perto da balada e te trouxe ‘pra casa. Não toquei em você da forma que está imaginando, somente o necessário. — secou as mãos em um pano, encarando meus olhos de maneira profunda.

— Eu… — suspirei fundo, coçando a nuca.

— Apenas te dei banho e remédios, Jeongguk. — o maior suspirou fundo. — Não vamos discutir, sim?

— Desculpa. Sobre ontem… — fitei o chão, de repente me sentindo arrependido pela cena ridícula que protagonizei. — Eu não quis fazer aquilo, sabe? Apenas não consegui me segurar quando aquele idiota começou a falar tantas asneiras.

— Eu entendo, pequeno. — Jin sorriu, vindo até mim calmamente. — Não precisa se desculpar. — acariciou minha bochecha, logo abraçando meu corpo carinhosamente. — Você tem uma bela bunda.

— Hyung! — desferi um tapa no outro, minhas bochechas ficando vermelhas como um tomate. Oras, como alguém pode ser tão tarado em uma situação que tinha tudo para ser fofa e romântica?

— Vem, preparei seu café da manhã. Espero que esteja do seu agrado. — desprendeu-se de mim, mostrando a mesa recheada de comidas. — Hoje você terá um café da manhã francês, porque essa é minha especialização. — declarou, orgulhoso de si mesmo.

— Parece tudo tão bom. — sorri, puxando um dos banquinhos.

— Não parece, está bom! Afinal, foi Kim Seokjin que preparou. Agora coma tudo, depois teremos uma conversa bem séria, Jeonggukie.

— Tudo bem. — forcei um sorriso. A comida não só parecia, como também estava ótima! O dom da culinária caiu sobre Jin de forma divina, tudo estava uma maravilha! Enquanto comia, meu vizinho me observava, comendo algo vez ou outra. Era estranho ter alguém comigo, na maioria das vezes estava sozinho nesses momentos, porque Jimin ainda não havia aparecido.

Uma ponta de preocupação me fez pausar minhas ações. Onde estaria Jimin? Estaria bem? Seguro? Já teria voltado? Morreria se soubesse que algo tivesse dado errado e Jimin nunca mais poderia voltar. Céus, aquele cupido já faz parte da minha vida, não posso perdê-lo tão de repente!

— Você está bem? — Jin cruzou seus olhos com os meus, um tanto preocupado por meu estado catatônico repentino.

— Sim. Eu só… Perdi a fome. — afastei o prato, suspirando fundo.

— Vem. — meu vizinho segurou minhas mãos, me levando até o banheiro vagarosamente, cada ato sendo calculado para não me assustar. Era impressionante a forma como Jin cuidava de mim, tendo sempre a preocupação de olhar em meus olhos, buscando qualquer sinal que provasse minha insatisfação quanto a sua aproximação. — Lava o rosto. — sorriu gentilmente, apontando para a pia. — Vai te fazer bem. Você não está acostumado a beber, é normal sentir isso. Acho que o remédio que te dei não funcionou muito bem, mas nada que mais algumas horas de sono não resolvam.

— Obrigada. — aproximei-me aos poucos, mas logo mudei minha rota ao sentir meu estômago embrulhar, forçando-me a jogar tudo para fora. O gosto de vômito era horrível, deixava minha boca com uma sensação ruim. Jin abaixou-se e ficou acariciando minha costas, para depois me ajudar a levantar e lavar a boca. Aproveitei a deixa para escovar os dentes e retirar os resquícios que haviam em minha boca, tentando melhorar a sensação ruim.

— Você precisa descansar, pequeno. — afagou meus cabelos, levando-me até minha cama. Seus toques me traziam uma calma surreal, como se ele fosse algum tipo de calmante natural e eu um viciado em tê-lo por perto sempre.

— Que sensação horrível. — suspirei fundo, deitando na cama de forma preguiçosa. Jin deitou ao meu lado, buscando meu corpo para que pudesse me abraçar e beijar minha testa diversas vezes.

— Nós podemos conversar agora? Se você não quiser, podemos deixar para outra hora.

— Não, tudo bem para mim. — sorri de canto, fitando os olhos bonitos que o hyung tinha. Como era possível alguém ser tão belo? Jin era encantador ao ponto de querer parar tudo e apenas observá-lo.

— Você disse que não entende sobre as coisas que eu curto, certo? Então eu vou te explicar, para não haver dúvidas. — afagou minhas bochechas, deixando um beijinho na ponta do meu nariz. — Nesse tipo de relação o dominador precisa de alguém que acate com suas vontades e o faça sentir-se soberano. Existe uma relação de respeito e carinho entre os dois, isso é uma das coisas mais importantes. O dominador sempre tem que fazer as vontades não sexuais do submisso e cuidar dele acima de tudo, proteger, dar amor; porque ele é único e suficiente. Mas, para que isso aconteça, o submisso deve ser disciplinado e acatar com todas as ordens do dominador na hora do sexo, caso ocorra uma desobediência por parte do submisso, o dominador tem todo o direito de puni-lo. Entende?

— Sim, entendo. E… Você me ama mesmo, Jinie? Eu tenho medo de sentir isso, hyung. A verdade é que muitos anos atrás me apaixonei por uma pessoa e não deu muito certo, porque eu não sabia que era amor, eu não sabia agir direito enquanto sentia todas essas emoções ao mesmo tempo. Eu já tive tantos relacionamentos falhos. — suspirei. — Meus fracassos amorosos me afastam de ti, tenho medo de me iludir. Eu já tive alguns amores, mas não tive amor e foi isso que me deixou com o coração calejado, morre de medo de se machucar, ‘pra se entregar de novo tem que escutar.

— Eu te amo. O que eu tenho que fazer? — questionou, seus olhos fixos aos meus, procurando qualquer tipo de resposta.

— Que você vai me amar com força, que a nossa saudade vai ser louca. Se não for ‘pra ser assim esquece, se me quer mesmo ‘pra você promete.

— Eu prometo. — afirmou, plantando um beijo casto em meus lábios. — Então agora nós temos algo?

— Você poderia me pedir direito, não? — sorri, apertando o nariz alheio. Jin sorriu, aproximando o rosto do meu, logo tocando meus lábios suavemente. O beijo se iniciou calmo, ele pediu passagem e eu permiti, levando minha mão esquerda até sua bochecha enquanto as suas estavam em minha cintura. O ósculo era tão gostoso, Jin tinha lábios tão macios que quando o ar se fez necessário, gemi manhoso por não querer que aquilo acabasse tão rápido.

— Posso pensar na possibilidade. Agora você descansa e dorme, ‘tá? — me deu mais um beijo rápido, sorrindo ao final.

— Certo. — aproximei mais meu corpo do outro, usando-o como um travesseiro. Pouco tempo depois já estava sentindo minha mente se anuviar aos poucos, forçando-me a pegar no sono.

Estava fazendo o certo? Me entregar de corpo e alma para Seokjin não me parece uma ideia tão absurda, chega a ser bem mais concreta do que qualquer outro relacionamento que já tive. Se é certo ou não, o importante é que nos braços dele sou mais feliz, me sinto em casa e é isso que importa.


Notas Finais


This is all, people's :')
Quando eu escrevi esse capítulo ainda estava namorando, então eu tava bem softzinha </3
Espero que tenham gostado <3
Obrigada por cada favorito e comentário :'3
Até a próxima~~~
Bye~~~

Depois eu beto direito, ok?


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