História Meu delegado - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~NoemyMc

Postado
Categorias Sou Luna
Tags Ruggarol
Visualizações 1.580
Palavras 1.084
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Capítulo 8 - Ruggero


Ruggero



Tanto que eu evitei. Tanto que eu lutei contra isso.


MAS ELA TINHA QUE MOLHAR A PORRA DO BABY DOLL BRANCO E ME DEIXAR DE PAU DURO?


Nesse momento eu perdi o pouco de juízo que eu tinha e fui pra cima dela. Não dei chances para que ela saísse dos meus braços... Para que ela fugisse. Nem me importei se estava ou não sendo grosseiro com ela. O que eu acredito que não, pois ela estava gostando muito. Sei que estava.


Porra o seu gosto... Sua boca é melhor do que tudo que eu já tenha imaginado um dia. Ela é quente, doce, maravilhosamente boa.

Porra! Se eu estou assim por conta de um beijo, não imagino o que essa mulher pode provocar em mim, em cima de uma cama e nua.

Não dou ideia para o que ela disse. Eu sei que ela falava aquilo da boca pra fora. Ela queria o beijo tanto quanto eu. Eu sei muito bem disso. Novamente não a deixo dizer uma palavra a mais. Pego-a pela cintura, colocando com força em cima da bancada da pia. Sem perder tempo nenhum calo a sua boca com a minha. Com minhas mãos apertando forte sua fina cintura, a trago um pouco mais para perto de mim. Esfrego o meu pau ereto em sua intimidade. Ela solta um leve gemido, que me deixa ainda mais louco de tesão. Ela enrolou suas pernas na minha cintura fazendo com que o contato seja um pouco maior. E porra! Está muito bom. Mas seria muito melhor se estivéssemos nus e de preferência, na minha cama.


Tiro minha mão direita de sua cintura e vou subindo lentamente por sua barriguinha. A cada toque meu eu sentia seu corpo se arrepiar em resposta. Sem desgrudar nossas bocas, minha mão sobe mais, ela solta um gemido mais alto e abafado quando finalmente consigo tocar seu seio. Eles são tão durinhos e macios. Nem parece que já é mãe. Quando estava indo passar a minha mão para o outro seio, ela desgruda rapidamente sua boca da minha e me empurra com toda força.


A sua respiração é acelerada e suas bochechas estavam vermelhas. Eu podia ver um misto de arrependimento e vergonha em seu olhar. Ela desce da bancada e abaixa a cabeça, em momento nenhum ela me olha. Decido chegar perto dela novamente, mas ela se afasta.


- Não chega perto! Por favor. – ela estica os seus braços para manter uma certa distância nossa.


- Karol não preci…


- Isso foi um erro... Droga que vergonha. – ela está visivelmente envergonhada. Nem nos meus olhos ela tem coragem de olhar, o seu olhar é fixo ao chão.


Percebendo que eu não irei mais me aproximar dela, ela cruza os braços e encolhe os ombros.


- O senhor deve estar pensando que eu sou uma pu…


- Não! Lógico que não. Por que eu pensaria algo assim de você?


- O senhor ainda pergunta? Olha! Eu não sou assim tá legal. Eu não sei o que deu em mim agora, mas…


- Tesão, isso foi o que deu em você. – digo e dou um passo para perto dela, que recua.


- O Senhor, por fav…


- Se você realmente não quiser que eu te foda agora, é melhor que pare de me chamar de senhor.


Ela rapidamente levanta a sua cabeça, me olha assustada e dá um passo pra trás.


- E-eu vou embora daqui. É melhor você arrumar outra empregada.


- O quê? Não! Você não vai embora. Eu não vou deixar. – digo firme.


De jeito nenhum eu vou deixá-la sair da minha vid... Da minha casa desse jeito.


- Você não pode me impedir, eu vou embora sim.


Ela se vira para sair da cozinha. Mas com apenas algumas palavras ela petrifica no lugar.


- Você vai deixar o Matteo passar necessidades por conta do seu orgulho besta?


Ela se vira. Agora com um resquício de incredulidade e raiva no seu olhar.


- Eu prefiro que ele passe necessidades, a eu ter que ir pra cama com você.


Posso ver os seus olhos lacrimejarem. Mas ela respira fundo fechando-os.

Porra! Eu não deveria ter dito isso. Não deveria tocar no nome do Matteo. Eu estou sendo um filho da puta jogando tão baixo desse jeito. Mas eu realmente não entendo essa reação dela e muito menos a minha de querer tanto mantê-la aqui, perto de mim.


Muitas mulheres não perderiam a oportunidade de ir pra cama comigo. Seja pela minha aparência. Pelo cargo que eu ocupo que enche os olhos de muitas mulheres, ou pelo meu dinheiro. Mas com ela... Com a Karol isso parece não ter importância nenhuma. E essa é mais uma prova de que ela é totalmente diferente de qualquer mulher que eu venha a ter conhecido um dia.

Sem sombra de dúvidas ela é diferente.


- Olha Karol, me desculpa. Eu errei. Realmente eu errei. Não deveria ter feito isso. Não deveria ter te beijado.


- Não deveria mesmo. – diz séria.


- Só não vá. Pensa no Matteo. Pensa na sua mãe. Pensa na vida melhor que você quer dar á eles.


- Eu já disse que não vou tran…


- Eu não quero transar com você. – as palavras saíram de minha boca com mais agressividade do que deveria.


Vejo-a ficar totalmente envergonhada, mas logo depois ele volta à expressão normal.


- Vamos esquecer o que acabou de acontecer aqui, tudo bem? Isso não significou nada. Foi só um beijo e mais nada. Isso não vai se repetir.


Porra é tudo mentira. Se dependesse de mim isso se repetiria por muitas e muitas vezes. Se dependesse de mim eu estaria a fodendo agora nesse exato momento. Mas algo dentro de mim não pode e não quer deixá-la sair, não quer deixá-la ir embora. Algo dentro de mim estranhamente quer tê-la por perto. E quando ela disse que iria embora um medo muito grande tomou conta de mim.


- E então? Vai ficar?


Ela fecha os olhos, suspira fundo algumas vezes e quando os abre, posso ver seus olhos coberto por lágrimas.

E porra! Isso acabou comigo.


- Pe-pelo o meu filho eu vou ficar... Mas agora quem quer distância sou eu. Agora sou eu que peço para que só se dirija a mim em caso de extrema urgência.


Caralho! Eu não estou me reconhecendo. Eu nunca deixaria uma empregadinha falar assim comigo. Nunca deixaria uma empregadinha me fazer exigências. Mas ela não é qualquer uma.

QUE PORRA DE MULHER!


- Vai ser melhor assim. Cada um no seu devido lugar. Você como uma simples empregada e eu como o homem que paga suas contas.


Falo e antes que eu me vire para ir embora vejo uma lágrima descendo pelo seu olho. Isso me machucou mais ainda.


Melhor assim.


Notas Finais


É pessoas! Nem tudo são rosas ...
Já já tem mais


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