História Meu delegado - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~NoemyMc

Postado
Categorias Sou Luna
Tags Ruggarol
Visualizações 1.660
Palavras 2.124
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 22 - Capítulo 12 - Ruggero


Ruggero



Nossos corpos continuam suados e colados um no outro. Continuo também dentro dela. A melhor sensação do mundo é poder senti-la. Sentir o seu gosto, o seu corpo nu colado ao meu.


Sentir a sua respiração ofegante e seu rosto escondido na curvatura do meu pescoço, os seus gemidos, ora contidos, ora escandalosos, saindo de sua boca. Ela é simplesmente perfeita.


Isso tudo é tão novo pra mim. Esse sentimento... Essa transa. Eu nunca tive um sexo assim. Eu não estou falando do sentido Dom. e Sub. Até porque eu já disse que isso não é um vicio pra mim. Eu consigo muito bem me satisfazer em uma transa “normal”. Mas eu falo que é diferente, pela forma como tudo aconteceu. A forma como eu estranhamente consegui me controlar e não ser rude e grosseiro com ela, como eu sempre fui em toda a minha vida. Eu queria que fosse algo especial pra ela. Eu queria que ela fizesse dessa noite a sua primeira vez. Que ela, pelo menos por um momento, se esquecesse tudo o que ela viveu no passado, tudo que aquele filho da puta fez com ela. E só queria que ela se recordasse desta noite.


Da nossa noite.


E com toda certeza do mundo essa noite foi bem especial pra mim. Não foi uma transa qualquer. Tinha algo que nunca teve nas outras tantas. Tinha paixão. Tinha carinho. Tinha sentimento. E eu não sabia que desse jeito era tão bom.

Estou parecendo até um boiola pensando desse jeito. Mas é que realmente tudo isso que aconteceu hoje aqui, é novo pra mim. E eu gostei disso, gostei muito.


Sinto o meu pau endurecer novamente dentro dela e ela rapidamente retira seu rosto do meu pescoço e me olha acanhada. Tomo sua boca na minha e ela se mexe um pouco no meu colo.


Um gemido contido sai de minha boca e no mesmo instante, posso senti-la apertando-me dentro dela, novamente... E porra! Isso é muito bom.


- Que tal um banho? – digo distribuindo beijos em seu pescoço.


Ela faz movimentos lentos e torturantes. Subindo e descendo em cima do meu pau.


- Uhuum. – apenas geme e acena com a cabeça.


Levanto-me da cama, ainda com ela no meu colo, e vou para o banheiro. Coloco-a sentada em cima da bancada da pia, dou duas leves estocadas e me retiro de dentro dela. Tiro a camisinha, que por incrível que pareça, não tinha estourado, jogando-a no lixo.


Vou até a enorme banheira e ligo as torneiras para enchê-la mais rápido. Jogo alguns sais de banho dentro e me volto para a Karol que está exatamente onde eu a deixei. Ela está fazendo um coque em seus cachos, lindamente. Posso ver seu rosto ainda corado, seu olhar é um pouquinho baixo.

Vou até ela e passo minhas mãos por sua cintura, colando nossos corpos e deposito um beijo em seu pescoço. Eu amo fazer isso. Amo sentir o seu cheiro e amo mais ainda deixá-la levemente marcada pelas mordidas que deixo ali.


- Está arrependida? – pergunto apenas para ter mais certeza de que não. Ela não está arrependida.


Ela passa seus braços pelo meu pescoço juntando mais os nossos corpos e diz.


- Não. Eu não estou arrependida. Se eu tenho uma certeza nessa vida é que eu não estou e nunca irei me arrepender de ter me entregue a você.


O meu ego foi até o céu e voltou.


Se fosse qualquer uma falando isso pra mim eu nem me importaria. Mas ela não. Ela é diferente.


- Obrigada por ter feito a minha primeira vez a mais especial de todas.


Eu a entendo quando ela diz “primeira vez” mesmo já tendo um filho. Aquela vez não valeu pra ela. Foi algo sujo. Forçado. Não pode ser considerado de fato como uma primeira vez.

Para o homem, a primeira transa é normal. Basta aparecer uma menina que nos deixe com tesão e pronto. Acontece. Mas com as mulheres, não. É diferente. Para elas, ou pelo menos para a maioria delas, têm que haver sentimento e ser com uma pessoa especial. E a Karol não teve isso. A chance de escolher quem seria o seu primeiro, foi tirada dela.


- Também foi muito especial pra mim. Acredite. – deixo um beijo no seu pescoço. – Mas ainda não acabou.


Deixo um beijo rápido nos seus lábios e vou até a banheira desligando as torneiras. Volto para onde a Karol está, a pego pela cintura descendo-a da bancada. Nós fomos até a banheira, eu entro primeiro e logo depois ela vem, sentando-se na minha frente. Minhas mãos começam a tocar lentamente, mas com precisão, todas as partes de seu corpo, enquanto beijos e mordidas são distribuídos por seu pescoço. Ela deixa sua cabeça tombar no meu ombro dando-me ainda mais acesso para fazer o que tanto amo. Uma de minhas mãos estão apalpando o seu seio e outra o seu clitóris.


- Ruggero... – ela geme o meu nome e isso faz com que o meu pau pulse.


Eu aperto seus seios lentamente. Bem lentamente, quase não fazendo contato nenhum.

Quando eu sinto que ela está prestes a gozar, acelero um pouco os movimentos em seu clitóris.


Ela leva sua mão e coloca sobre a minha que está em seu seio, apertando-a com força. O que me faz soltar uma risada.


Posiciono minha boca próxima ao seu ouvido e digo baixinho.


- Você gosta assim? Gosta quando eu aperto o seu seio desse jeito? – deixo uma mordida no lóbulo se sua orelha e aperto com força o seu seio fazendo com que um gemido tímido saia de sua boca.


- Go-gosto. – sua respiração está acelerada, ela esmaga minha mão entre suas pernas tamanho é o prazer. Resolvo acabar com sua agonia e aumento mais a velocidade da minha mão em sua intimidade.

Quando ela prende mais as suas pernas e um gemido alto sai de sua boca, eu sei que ela gozou.

Assim que sua respiração está mais regular, ela se vira, coloca suas pernas de cada lado do meu corpo e me beija. Levo minha mão até o meu pau extremamente duro e coloco perto de sua entrada. Sem desgrudar os nossos lábios, ela desce.... E porra! Eu já disse o quanto é bom ter o meu pau dentro dela? O quão quente e apertada ela é? Ela é deliciosa demais.

Karol começou a fazer os movimentos de subir e descer devagar e depois foi aumentando cada vez mais…


Depois que gozamos intensamente, nós realmente tomamos um banho de verdade.

Karol saiu da banheira, pegou uma toalha e se enrolou nela. Eu fiz o mesmo e saímos do banheiro.


- Estou morrendo de fome. – digo depois de minha barriga ter roncado.


- Eu também. – diz com aquele sorriso lindo estampado no rosto. – Vou ao meu quarto colocar uma roupa e te espero na cozinha para jantar.


- Tudo bem.


Ela vai até os pés da cama, pega a suas roupas jogada ali e antes que ela saia do quarto eu a pego pela cintura e beijo-a novamente. Quando nos separamos, eu enfim deixei-a sair, ainda enrolada na toalha e eu fui para o closet colocar uma roupa.


Eu tenho que arrumar um emprego pra ela como eu prometi. Não que eu não goste de tê-la aqui em casa. Muito pelo contrário. Mas é que é estranho eu ter que pagar a minha namorada para cuidar da minha casa. Eu não me sinto bem com isso. Eu queria que ela viesse pra cá morar comigo. Ela e o Matt... É claro. Eu amo aquele garoto e não vejo problema nenhum em tê-lo aqui comigo. Se fosse preciso até a dona Caro poderia vir se ela quisesse. Eu só quero e preciso da Karol perto de mim. Por dois motivos. Primeiro que eu já me esqueci completamente como é viver sem a ela. O que é uma porra do caralho, porque eu vivia muito bem sem sua presença. Até ela aparecer na minha vida... Mas agora... Eu estou tão ridiculamente dependente dela. Querendo tê-la sempre por perto. E o segundo motivo pelo qual a quero perto de mim é que aqui seria mais seguro pra ela e pro Matt. Não que aquele apartamento não seja, mas esse condomínio é muito mais seguro. Sem falar que o Lionel não descobriria do paradeiro deles aqui, e mesmo se descobrisse, ele não seria doido de invadir a minha casa. Hum! Aquele maluco, filho da puta está solto por aí e meu faro diz que ele não vai deixar os dois em paz. E no meu faro eu confio, pois ele já me ajudou pra caralho.


Se ele soubesse da vontade que eu tenho de matá-lo, ele já teria arrumado um jeito de se mandar até do país. Outra coisa que seria impossível pra caralho pra ele...

Coloco uma boxer, uma bermuda e uma camiseta preta e desço. Não me dou ao trabalho de “arrumar” o quarto e deixo-o do mesmo jeito que está. Já, já voltaremos pra essa cama.

Chego à cozinha e a Karol está tirando os pratos do micro-ondas, colocando-os em cima da mesa.


- Eu sei que você não gosta muito de comida requentada no micro-ondas, mas é que está fresquinha, eu fiz tem pouco tempo. Eu só dei uma esquentadinha porque ninguém merece comer comida fria, ainda mais quando tem queijo nela.


- Tudo bem Karol, sua comida é deliciosa de qualquer jeito. – digo sentando-me à mesa.


Ela pára de abrir a geladeira e me olha espantada.


- Espera aí. Você disse que minha comida é deliciosa? É isso mesmo? Ruggero Pasquarelli elogiando a minha comida?


Ela diz divertida, mas posso ver verdade nesta brincadeira. Solto uma risada e levo minha mão à cabeça coçando-a.


Porra! Está vendo o que ela faz?


- Karol, mesmo não te falando isso, você sabe que eu amo sua comida.


- Meu Deus! O que está acontecendo aqui? O que fizeram com o Delegado ogro, mandão e mal humorado pra quem eu trabalho?


Sorrio com de suas palavras.


- Foi domado por uma morena linda. – me levanto e vou até ela abraçando-a. – Mas não deixe ninguém saber disso.


Ela passa os seus braços pelo meu pescoço e diz olhando nos meus olhos.


- Pode deixar. Eu não irei estragar a sua reputação de Delegado ogro, mal humorado.


- Acho bom mesmo. – deixo um beijo rápido em sua boca, solto-a e volto a sentar-me à mesa.


Ela pega o suco dentro da geladeira, coloca sobre a mesa e se senta ao meu lado.

Eu nunca pensei que um dia eu me sentiria tão bem ao lado de uma mulher, como eu me sinto ao lado da Karol. Ela disse a alguns dias atrás que não temos nada a ver um com o outro. E realmente, nós não temos. Somos completamente diferentes. Mas eu acho que foi exatamente por isso que eu me apaixonei por ela. Foi por essa simplicidade e carisma. A Karol mesmo machucada pela vida, nunca deixou o sorriso de lado.


Porra! Olha eu aí novamente pensando igual um boiola.


Que porra! Olha o jeito que eu fico. O jeito que eu penso quando estou perto dessa mulher.


Ninguém pode me ver agindo desse jeito. Ninguém mesmo!


Terminamos de comer e colocamos a louça na e pia ela veio se despedir de mim.


- Boa noite. – diz depois de desgrudar as nossas bocas.


Ela já ia saindo quando eu puxo-a para perto de mim, novamente.


- Onde você pensa que vai?


- Dormir. Amanhã eu tenho que estar de pé cedo pra fazer o seu café da manhã.


- Ok. Mas aonde você pensa que vai?


- Está surdo Ruggero? Dormir. No meu quarto. – falou parecendo meio óbvio.


- Sim eu entendi a parte do dormir. Mas você não vai dormir no seu quarto e sim no meu.


- Sério? – diz e levanta uma sobrancelha e me olha parecendo não acreditar.


Ela não achou que depois de tudo o que fizemos no meu quarto, eu a deixaria dormir sozinha aqui em baixo, né?


- Muito sério. A partir de hoje eu te quero na minha cama todas as noites. Quero você dormindo do meu lado, sempre.


Ela deixa um sorriso bobo escapar e eu a puxo em direção as escadas.


- Espera Ruggero. Eu tenho que escovar os dentes.


- Tem escova no meu armário. – pego-a pela mão e começo a puxá-la, não dando tempo para que ela tente fugir de mim.


Quando chegamos ao quarto, ela foi direto para o banheiro e pegou uma das escovas de dente nova que tinha ali. Esperei que ela saísse, entrei no banheiro e fiz as minhas higienes. Quando voltei ao quarto ela estava arrumando os travesseiros e a coberta para deitarmos.

Assim que me deito na cama, ela faz o mesmo deitando-se ao meu lado. Eu puxo-a para o meu peito e passo os meus braços por sua cintura, ela me dá um beijo demorado e encosta sua cabeça em meu peito novamente, envolvendo seus braços no meu corpo. Apago a luz dos abajures e deixo o sono me vencer.


Com toda a certeza do mundo, eu tive a melhor noite de todas... Com a melhor mulher


Notas Finais


Ruggero se achando boiola por ser romântico kkkk

Se eu conseguir eu posto outro hoje senão só amanhã mesmo


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