História Meu Delinquente - Capítulo 16


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Categorias EXO, Kris Wu, Lu Han
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Projetoxoxo, Sookai, Sulay, Taoris, Xiuchen
Visualizações 214
Palavras 2.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Biu ~

Capítulo 16 - 01 - Achado e Kris


CAPÍTULO 16
 
 
 Eu estava sentado tomando café na mesa do EXO, nenhum dos meninos estava presente, todos ainda dormiam, até Jongin. O moreno ficou dormindo no quarto com um bico infantil.
 
 - Oh, menino Do. - ouvi uma voz desgastada e olhei em direção a ela, era a vovó Park.
 
 - Vovó Park, como está a senhora? 
 
 - Bem... - eu me levantei e puxei a cadeira para ela, a senhora se sentou  sorrindo e eu voltei ao meu lugar. - Acho que quer respostas, não é mesmo?
 
 - Por favor. - pedi.
 
 - Eu conheci seus pais a anos atrás, quando você ainda era pequeno. - ela olhou em meus olhos e sorriu. -  Foi durante os primeiros sequestros, não me lembro bem qual ...
 
 - Espera... Você estava com eles? Mas eles me abandonaram!
 
 - Entenda que os criminosos não seguem as regas criança. - ela disse seria. - Naquele dias seus pais estavam desesperados e queriam te recuperar a todo custo, mas eu pedi para que fossem frios, que não fizessem nada do que os bandidos pediram. 
 
 - Sabe o quanto eu sofri? 
 
 - Me deixe terminar! - ela ficou brava e eu me calei. - Como eu ia dizendo, eu pedi para que não se respondessem os homens de forma positiva, eles não queriam só dinheiro, não. Eles queriam a cabeça de seus pais. Não sei se sabe mas eles um dia foram agentes policiais, mas assim que tiveram você resolveram que era hora de parar, o ultimo caso deles foi uma operação para prender o líder de uma das maiores mafias de toda Coreia, e eles conseguiram, porem, anos depois o homem mandou seus capangas tirarem a felicidade deles e o mandaram atrás de seus pais. A principio o plano era matar sua mãe mas assim que te viram perceberam que poderia tirar a felicidade deles e causar uma dor ainda maior.
 
 - Por que?
 
 - Seus pais tiraram a unica coisa boa de uma pessoa, a liberdade. - ela suspirou. - Sabe. Kyungsoo, até pessoas ruins tem famílias, e por incrível que pareça eles tem pessoas que os amam, mãe, pai, esposa, filhos. Esse homem tinha um filho, três na verdade, duas meninas e um menino. As crianças só tinham o pai e depois que ele foi preso elas foram separadas, a menina mais velha conseguiu fugir e voltou para a antiga casa, lá ela encontrou os compassar e amigos de seu pai, ela jurou vingança e começou a liderar o império de sua família novamente.
 
 - Ela está atras de mim? 
 
 - Não sei dizer. - ela tomou um gole do suco que havia se servido a pouco.  - Depois do seu primeiro sequestro outras pessoas resolveram  te caçar a acabar com sua vida.
 
 - Isso não faz sentido! Eu não tenho nada haver com os meus pais e o antigo trabalho deles!
 
 - A dor muda as pessoas. - ela suspirou. - Mas eu acho que não é a menina que está atras de você.
 
 - Por que acha isso? 
 
 - Kim Ha Ni, pode ser tudo mas ela reconhece quando alguém não tem haver com a historia. Quando Hani mandou que te sequestrassem da primeira vez ela não tinha ideia que o capanga que havia se oferecido para o trabalho tinha negócios pendentes com seus pais.
 
 - Hani? Eu ouvi esse nome antes.
 
 - Ela frequentava sua casa, ela se tornou próxima de vocês antes de montar seu plano. 
 
 - Como sabe de tudo isso? 
 
 - Ela me disse, bom, não diretamente. - ela bebeu mais do suco. - Tem uma parte no seu passado apagada, Kyungsoo, ela está ai, mas você se naga a lembrar, isso pode ocorrer em situações traumática... Que eu me lembre você desmaiou e acordou tempo depois sem se lembrar de uma parte importante de sua vida, mas nessa só havia cinco pessoas presentes, você, seus pais e dois indivíduos. Quem são, Kyungsoo, e por que você se nega a lembrar? 
 
 Ela me olhou e eu senti uma dor muito forte na minha cabeça, me abaixei e encolhi meu corpo com o aumento da dor, eu não conseguia parar de me encolher a medida que a dor ia aumentando... Até que eu fechei meus olhos.
 
 Eu conseguia ver uma enorme arvore, vários brinquedos espalhados nos chão e duas crianças deitadas, o menor estava encolhido próximo ao corpo do maior. 
 
 - Eles dormiram. - uma voz se fez presente no lugar e eu busquei por ela, a figura borrada de uma mulher apareceu. - Desculpe por incomoda-los, meu irmão sempre foge de mim. 
 
 - Ele queria brincar, não vimos mal nisso. - uma voz doce e gentil, era minha mãe, ou o que ela costumava ser. 
 
 - Mana? - o maior se levantou, ele estava com os cabelos bagunçados e um biquinho fofo nos lábios. - Temos que ir? 
 
 - Sim, amanhã vocês brincam mais. 
 
 - Ta, Soo... - aquela voz infantil. - Soo? Kyungsoo? KYUNGSOO!
 
 Abri meus olhos e vi todos os meninos sentados na mesa. 
 
 - Bom dia, filhos! - era a Vovó, ela estava com uma roupa diferente da que estava quando conversamos, em vez do pijama cor de rosa ela estava usando uma blusa florida larga e uma calça rosa bebê que combinou perfeitamente com a blusa, já que o fundo da blusa era preto. - Kyungsoo, querido, não deite sobre a mesa.  - ela sorriu e eu assenti.
 
 - Não te vi levantar, está aqui desde que horas? - Jongin perguntou e eu o olhei e dei de ombros. - Ei...
 
 - O que vai fazer sobre aquele assunto, Kyung? - Baekhyun perguntou e eu o olhei pensativo.
 
 - Acho que tenho que treinar, tipo, muito!
 
 - Podemos te ajudar! - Tao disse enquanto apontava dele para Kris. - Somos bons, não que os outros não sejam, ah, meus irmãos lutam também.
 
  - Obrigado. - agradeci sorrindo.
 
 
 O Café da manha foi regado de sorrisos e brincadeiras. Os meninos tornavam tudo uma coisa unica e maravilhosa. Percebi que Junmyeon não estava presente e Lay estava com cabeça baixa.
 
 - Lay... - chamei e ele me olhou. - Tudo bem? 
 
 - Meu Junnie não atende, estou preocupado...
 
 - Ele está bem. - segurei sua mão por cima da mesa. 
 
 
 [...]
 
 
 Eu não havia ido para a escola com os meninos, as mulheres da casa haviam ido para o restaurante. Eu estava sozinho na casa, tentei ficar na sala assistindo televisão mas eu não consegui, algo em mim dizia para que eu saísse daquele lugar, então eu comecei a explorar a casa. Vi novamente todos os lugares da dela, até subi no quarto das mulheres, mas nada. Nada de novo. A não ser.
 
 Voltei ao andar de baixo e encarei a estatua. 
 
 Não poderia ser como naquela casa onde tem pessoas com um segredo mais do que cabeludo, certo? Comecei a mexer em toda a estatua até que eu apertei em sua placa, o objeto ressaltado parecia apenas uma placa dourada com o nome da estatua, de artista e o ano de criação juntamente com uma legendada, mas normalmente eles não afundam e ambre uma escadaria que leva para não sei onde. 
 
 Desci a escada sem medo, e sem uma lanterna também. No final da escada tinha uma luz acessa, tomei coragem e pisei no ultimo degrau e assim que eu fiz isso outras luzes acenderam e formaram um corredor, caminhei por ele até uma porta ela se abriu e eu vi um lugar impressionante. Havia um tatame gigantesco, um armário de vidro com todo o tipo de objeto cortante. Do outro lado tinha uma parede, a porta novamente se abriu e eu arregalei os olhos ao ver um estande de tiro, as cabines separadas e com o nome dos meninos, na parede também havia um armário com armas, mas ele não tinha o vidro, apenas as armas expostas, todas elas tinham um quadrado indicando seu nome e poder de fogo, algumas tinham umas bolinhas coloridas nelas, a verde estava presente em todas as placas. Andei até o fundo da sala e vi um quadro com o nome de todos os meninos, o verde estava no topo e tinha o nome do Sehun.  
 
   Me vi de frente para a ultima cabine, em cima dela estava depositado um fone, um óculos de proteção, um colete e uma pistola. Segurei na arma e senti seu peso e apontei para um dos alvos, mesmo escuro eu atirei. 
 
 - Use a proteção. - olhei para o lado e vi Kris parado na porta. 
 
 - Por que não está na escola? 
 
 - Não gosto muito de seguir regras, sou um delinquente. - ele respondeu vindo em minha direção.
 
 - Xiumin disse que vocês não são delinquentes.
 
 - Ele mentiu. 
 
 - O que é isso tudo? - olhei ao redor e o maior sorriu.
 
 - Estamos aprendendo a nos defender, só isso. 
 
 - Te algo mais com vocês, não são só adolescentes querendo se proteger de alguém, me diga, Kris.
 
 - Todos temos segredos, Kyungsoo, você ainda não está pronto. - ele respondeu virando de costas, segurei a arma firme e virei em sua direção, coloquei meu dedo no gatilho. - Tsi, crianças não deveriam brincar com armas, é muito perigoso. - ele me olhou sobre o ombro e eu gelei. 
 
 - Nunca de as costas para um inimigo. 
 
 - Pensei que estivesse do nosso lado, criança. 
 
 - Estou. - abaixei a arma e ele se virou para mim. - Só estou avisando mesmo. 
 
 - Sei me cuidar em combate, não se preocupe.
 
 - Já que está aqui me ajuda a treinar. - deixei a arma sobre o balcão e andei até a outra sala, o maior me seguiu. - De quem são essas facas e espadas? 
 
 - Do meu Taozi. - ele tirou a jaqueta que usava. - Acho que você não viu a tabela  ao lado do mostruário. 
 
 - Do estande de tiro é o Sehun. 
 
 - Sim, ele é um prodígio. 
 
 Fiquei em posição de ataque quando o maior se virou para mim. 
 
 - As vezes eu sinto que estou em um ninho de cobras. - eu disse olhando em seus olhos. - Não conheço nada e nem ninguém, a cada passo eu piso em um buraco. 
 
 - Ninguém conhece ninguém, Kyungsoo, conhecemos a face que a pessoa quer nos mostrar. 
 
 - Quem você é? 
 
  Ele correu em minha direção e me deu um soco na barriga, tudo foi tão rápido que quando eu percebi o que ele havia feito eu já estava no chão. O olhei e vi um brilho em seus olhos. Kris tentou me socar de novo mas eu rolei para o lado e lhe dei uma rasteira, o maior cambaleou mas não caiu, ele sorriu e ameaçou pisar em minha perna mas ele não fez isso, o olhei confuso e ele se abaixou na altura do meu rosto. 
 
 - Eu sou o homem que fará de tudo para proteger quem ama. 
 
 - Traição não é amor.
 
 - Aquele dia na festa, eu não estava triando por trair. Fui colher informações. - Kris me ajudou a levantar e seguiu comigo até a parede onde ele me colocou sentado em um banco acolchoado, de onde eu não fazia a minima ideia de onde havia saído. - Tem botões escondidos pela sala, uns liberam objetos de lutas, outros obstáculos e tem os que liberam sofás, bancos e um frigobar.
 
 - Tudo isso parece brincadeira. - falei ao maior. - Em um dia eu estou vivendo como um garoto normal que sofre com pais ausentes e com valentões na escola. No outro estou com um bando de delinquentes que lutam por suas vidas, louco não? 
 
 - A vida é uma caixinha de surpresas, baixinho. - ele olhou para o teto. - Eu não sou coreano.
 
 - Seu nome denuncia tudo. - disse rindo e ele me acompanhou mas logo voltou a ficar serio.
 
 - Eu sou chines... Em um dia eu estava em Pequim ajudando minha noiva a escolher o vestido das madrinhas e em outro eu estava em um caminhão preto transportando outras pessoas para um lugar desconhecido. 
 
 - Você foi sequestrado? - perguntei e ele negou. 
 
 - Eu... Eu sou de uma família de assassinos de aluguel. - ele disse com pesas e eu arregalei meus olhos ainda mais. 
 
 - Não brinca. - fiz um "O" com a minha boca e ele sorriu triste ainda olhando para o teto. 
 
 - É a mais pura verdade. Bom, como eu estava dizendo fomos levados a um lugar desconhecido, assim que chegamos fomos retirados do caminhão, um homem começou a distribuir armas e munição, ele disse que entraríamos na mata e mataríamos por nossas vidas. Uns se negaram e então o homem mostrou nossas famílias e disse que matariam um a um de nossos familiares se não fizéssemos isso. 
 
 - Deve ter sido difícil. - eu disse e ele assentiu. 
 
 - Havia mais balas do que o número de homens no lugar, então o sujeito disse que haviam outras pessoas nesse desafio.
 
 - Qual era o premio? 
 
 - Uma quantia em dinheiro com tantos zeros... Eu não precisava do dinheiro, naquele momento eu só pensei na minha família. 
 
 - Você é uma boa pessoa. - ele riu cinicamente.
 
 - Entramos no matagal e o mata-mata começou, em um momento eu estava coberto de sangue, tanto meu quanto dos meus concorrentes. Eu estava sobrevivendo. 
 
 - Para onde estava indo? 
 
 - Para uma clareira. Eu consegui chegar lá primeiro, o homem disse que um homem e uma mulher sobreviveriam no final e ambos trabalhariam juntos em uma missão. 
 
 - Você sobreviveu, isso não foi bom? - perguntei e ele negou. 
 
 - Eu continuei matando qualquer homem que se aproximava, uma mulher apareceu na clareira e ela gritou meu nome, olhei para trás ...
 
 - Me diz que não era sua noiva. - pedi e ele sorriu, seus olhos estavam marejados. 
 
 - Ela estava machucada mas estava lá, viva. Ela correu até mim e eu até ela, nós nos abraçamos e sorrimos, estávamos a salvo. O homem apareceu e mostrou que havia depositado o dinheiro em nossa conta, mais ricos do que antes,  voltamos para casa, nossa família estava bem. 
 
 - Como conheceu o Tao? O que esta fazendo aqui? Onde ela está? 
 
 - Morta. - ele disse. - Ela, nossa filha e nossa família. 
 
 - O que?
 
 - Depois que voltamos para casa, minha noiva começou a passar mal, fomos ao médico e descobrimos que ela estava gravida, no mesmo instante pedi para que ela parasse com as atividades de nossa família e ela concordou. Um tempo depois, três meses depois para ser mais exato, o homem voltou com a minha missão, eu deveria matar pessoas que estavam em seu caminho, com medo de que ele pudesse fazer a Luxin eu concordei. Comecei minha investigação e depois de algumas semanas o dossiê estava quase pronto, mas eu precisava de mais informações. Um dos meninos que eu estava atrás me pareceu uma boa opção, depois de uma noite de bebedeiras eu o encontrei sentado no balanço da pracinha próximo de sua casa, eu conversei com ele e descobri muitas coisas. A verdade era que essas pessoas não haviam feito nada de errado, eles apenas desobedeceram as ordens de um homem rico que não é acostumado a ouvir um não. Depois de descobrir a verdade eu marquei uma reunião com o homem e disse que eu não poderia fazer isso, não no meu pais, então eu desisti...
 
 - Tudo isso aconteceu na china? - perguntei e ele assentiu. 
 
 -  O homem não gostou muito deu ter desistido do trabalho, aleguei que o dossiê não estava pronto,  devolvi todo o dinheiro dele, agradeci e voltei para a minha casa, mas, no trajeto eu queimei o dossiê que eu havia feito. Talvez esse momento tudo aquilo deveria ter acontecido... - Kris parou um momento e respirou fundo. - Eu  continuei meu caminho... Assim que  cheguei em casa eu percebi que não havia ninguém, eu procurei por todo o lugar... Quando eu os encontrei, minha família estava morta, todos amarrados nas cadeiras da mesa de jantar, com suas gargantas cortadas, liguei para a ambulância, para a policia mas já era tarde, estavam todos mortos.
 
 - O que fez depois disso? 
 
 - Fui atrás do homem, e conheci o Chanyeol. - ele me olhou.
 
 - Espera... Você...
 
 - Eu conheci o Tao e os meninos por que eles eram meu alvo. 
 
 - Isso significa que...
 
 - O senhor Byun me contratou para matar a família dos meninos, como eu não cumpri o trato ele matou a minha, fui tentar me vingar mas eu me deparei com uma cena diferente, como eu, suas famílias estavam mortas. Chanyeol me convidou para vir morar na Coreia com ele e com os meninos mas eu precisava terminar de organizar o funeral da minha família. 
 
 - Por isso o Tao não mencionou que te conhecia antes? 
 
  - Ele passou por muita coisa e eu demorei para vir atrás deles na coreia, ele também não poderia lembrar de um homem quando estava pra lá de bêbado. Eu vim pra coreia uns meses depois, quando a dor do luto diminuiu, encontrei Chanyeol e vim morar com o EXO, pelo luto eu perdi muitas aulas e não terminei a escola e por isso eu ainda estudo.
 
  - A vida de todos é tão complicada ... Por que será que a vida nos uniu? 
 
  - Não sei... - ele sorriu. - Sabe, eu vou te ajudar com uma coisa. 
 
 - Com o que? 
 
  - Kai.
 
  - O... O que tem ele? 
 
  - Quer conquistar seu moreno, ignore ele, Kai odeia ser ignorado.
 
 - O que isso tem haver com tudo? - perguntei.
 
 - Aliados, Kyungsoo, é sempre bom ter... Também é bom ter alguém com que passar a noite. - ele sorriu. - Vamos voltar a treinar!
 
 - Você vai me bater? 
 
 - Não se aprende a andar de bicicleta sem cair! 
 

Notas Finais


Olá, como estão? Eu estou mal aosaisoak Espero melhorar, vou tentar voltar o mais rápido possível.

Desculpem os erros... É isso. Xau.


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