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História Meu Demônio - Capítulo 10


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Notas do Autor


Primeiramente quero me desculpar por não ter postado ontem o capítulo, já que tive alguns pequenos problemas.

Quero agradecer a todos que entenderam meu pequeno desabafo, e aquelas (eles) que ficaram ao meu lado e concordaram comigo, vocês são incríveis e obrigada ❤️❤️.

Bem, compensei vocês né? Mais de 6000 palavras, acho que está bom kkkkkk.

Estão se cuidado? Lavando as mãos? Passando álcool em gel? Fazendo as tarefas da escola? Espero que sim kkkk ^_^


Bem, eis a foto de como imagino o Meliodas em TODAS as minhas histórias, ele é alguns centímetros mais alto que a Elizabeth, ela tem 1,62 e ele eu resolvi deixar com 1,70, achei perfeito essa altura 8 centímetros a mais, pode fazer diferença, mas pra mim está bom o altura dela pegar exatamente no queixo dele.

Obs: essa observação será tirada quando o capítulo for corrigido.

Desculpem os erros

Boa leitura *-*

Vejo vocês nas notas finais.

Capítulo 10 - Capítulo dez.


Fanfic / Fanfiction Meu Demônio - Capítulo 10 - Capítulo dez.

Quente, estava cada vez mais quente, o quarto era enorme as paredes bem pintadas em branco impecável, as cortinas vermelhas e longas junto de uma grande varanda, os vidros bem limpos c detalhes em branco junto da cortina, as portas de madeira com um verniz perfeitamente posto, pinturas em quadros enfeitava duas paredes, se resumiam em flores, ou naturezas mortas sem muita cor. Preto e branco.

No centro uma cama de casal enorme, estava em cima da mesma cama com lençóis brancos tinha uma mulher, com cabelos loiros curtos e encaracolados, olhos verdes como a grama, apesar de uma mulher extremamente bela.

Nesse momento estava com o rosto vermelho, os olhos espremidos e dentes cerrados, gemidos e gritos saiam de sua boca enquanto a mulher fazia força, sua posição na cama...com as pernas abertas com lençol branco em cima dela, outra mulher estava entre suas pernas com um coque em seus cabelos castanhos, um vestido cinza bufante com um avental em sua cintura, olhos castanhos e puxados tinha a mulher que era gordinha, porém ainda sim tinha sua beleza. Ela pedia para que a mulher fizesse mais força, estava acostumada com os gritos.

Ao lado da cama um homem alto e elegante, com um terno negro vestindo, o rosto bonito observava com uma frieza quase palpável sua mulher que estava a dar a luz a seu filho, suas mãos estavam atrás das costas e estava com uma postura impecável, não esboçava nenhuma reação ao ver o sofrimento da mulher.

– Vamos você consegue! Ja estou vendo a cabeça - a parteira diz.

O quarto parecia pegar fogo, suor escorria pelo rosto belo da mulher enquanto a mesma fazia ainda mais força, a dor era dilacerante, não sabia explicar cada vez que fazia ainda mais força a dor aumentava, mas ainda almejava ver seu bebê a cada vez mais, algo lhe dizia que ele seria sua luz naquele mar de trevas que teve que ir ao lado de King Demon.

– É um menino! - grita a parteira.

Uma onde de alívio se forma dentro de si quando sente que o bebê havia nascido, um choro agudo e sofrido é ouvido da criança que estava no colo da parteira que se preparava para cortas o cordão umbilical, a loira sorri e estende os braços para segurar a criança agora enrolada em um pequeno pano azul. Sorri em direção a seu filho erguendo os braços, porém é interrompida por King Demon que o pega antes olhando fixamente para o rosto de seu filho que gritava de tanto chorar.

A mulher olha a reação de marido que não esboçava nada além de olhar fixamente para a criança, estava com medo, medo do que ele faria com seu bebê.

Então, uma nova onda de dor começa a ter dentro de si, como contrações fortes de quando ganhou o bebê, porque? O que estava acontecendo?

– Está vindo outro bebê, são gêmeos! - a parteira diz ao se por na mesma posição que estava antes.

A mulher arregala os olhos e então olha diretamente para seu marido, que ainda encarava a criança em seu colo sem nem ao menos olha-lá.

– Faça força!

E então tudo de novo recomeçou, a mesma dor, as mesmas contrações, gritava a cada dor que sentia, lágrimas escorriam de seus belos olhos verdes enquanto sentia seu interior rasgar e sua intimidade cada vez mais dilatar para que passasse o próximo bebê. A dor era agonizante, mas, por mais surpresa que estivesse, estava feliz. Teria dois filhos lindos para que fossem sua luz, Charlotte estava feliz.

Feliz.

Uma coisa que não ficava a muito tempo.

Ao escutar o outro chorinho de seu bebê automaticamente esquenta seu coração, sorriu ao ver a pequena criança com ralos cabelos negros indo para seus braços, lágrimas escorriam de seu rosto, juntamente do bebê que se acalmava aos poucos para olhar o rosto belo de sua mãe, os olhos negros da criança mostravam felicidade.

Seu marido, que ainda observava a criança em seu colo, tirou os olhos dela e enfim encarou o belo bebê que estava no colo de sua mulher se aproximou junto dela na cama.

– Como quer chamá-los? - a voz rouca pela falta de uso era baixa enquanto olhava de uma forma fria para a criança no colo dela.

– Meliodas - olhou amavelmente para a criança no colo do pai - e Zeldris - olhou com o mesmo olhar para o que estava em seu colo - meus gêmeos que amarei incondicionalmente.

– Claro - a forma sarcástica que a mulher ouviu do homem ao seu lado fez sua espinha gelar, olha para o mesmo que ainda encarava o bebe com traços loiros no colo dele. O mesmo ainda tinha um ar choroso, provavelmente queria mamar.

Tinha medo do que suas crianças poderiam ter em seu futuro.



5 anos depois.


Os Gêmeos estavam cada vez mais lindos, a forma com as amigas de Charlotte chegavam e apartavam as bochechas daquelas belas crianças, os deixavam bravos e com as bochechas vermelhas, uma verdadeira graça.

Os Gêmeos não se desgrudavam, corrias e faziam traquinagem para tudo, dois verdadeiros demoniozinhos na terra, mas mesmo assim a mãe deles os olhavam de uma forma meiga e amável, amava suas crianças e fazia de tudo por elas.

Amava seus filhos mais que tudo.

Nesse dia, por volta das 22:00 Charlotte estava mais uma vez dentro de quarto, lia um belo livro que tinha achado naquela imensa biblioteca que tanto ama, um livro de romance onde ela se aventurava querendo ter o mesmo final feliz que a protagonista do livro teve. Infelizmente a vida não é dessa forma.

Ainda se lembrava da forma que fora praticamente dada para King Demon para que pudesse ter as riquezas que o marido tinha e salvar o nome da família, nunca entendera o que ele viu nela, uma mulher simples que nunca fez muita coisa para cuidar de si mesma, não tinha vontade de se arrumar na época e nem usava vestidos que destacasse as belas curvas que tinha, apenas...era comum. E mesmo assim ele foi atrás dela, ela se encantou pelo homem, não podia negar que a beleza dele era enorme.

Não.

Ela tinha que se enganar.

O que ele tinha de beleza tinha de maldade, quando se casaram ele fez a vida dela o inferno para se tornar uma Demon de respeito, era uma moça apenas 22 anos, era nova e queria se divertir. Apenas teve mais compromissos para se tornar uma verdadeira dama mesquinha e nojenta.

Suas amigas, todas se voltaram contra ela dizendo o quanto a mesma tinha mudado e se tornado uma pessoa nojenta e mesquinha, se lembrava dos insultos psicológicos do marido a ameaçando para que não contasse nada a ninguém, colocando sua família em risco. Infelizmente a vida foi cruel com ela.

– Posso saber o que está lendo? – uma voz rouca é ouvida do quarto, a loira se arrepia sorrindo em direção a figura que entrou.

King Demon havia saído e a deixado sozinha, ele tinha uma série de guarda costas que tomavam a bela mansão em que viviam, já que o mesmo tinha muitos inimigos. Não passa de um covarde.

Contratou um específico para Charlotte, já que ele estava viajando demais a negócios, e agora estavam vivendo na cidade de Liones em Londres, estava finalmente tendo uma pequena felicidade, já que o marido não estava.

– Um belo romance – sorriu em direção ao platinado de cabelos longos.

O mesmo sorriu malicioso chegando perto da cama que a mesma estava sentada coberta, com o livro no colo, apoiada na cabeceira, estava de camisola e era decotada mostrando os seios fartos cheios de sardas da loira. Subindo na cama o platinado beija o rosto dela, Charlotte sorri.

– E esse romance seria algo sexual? – sorri mais ainda olhando a mulher que corava. O mesmo se curvava quase chegando perto dela.

– Mael! Não diga essas coisas – ela solta um riso baixo se deitando na cama e deixando o homem ficar por cima de si.

– Você fica não linda envergonhada – sorri doce beijando os lábios da mesma.

– Não diga essas coisas – sorrindo e entregando seus lábios os mesmos são colados.

Beijo intenso, mostrando o amor que a mesma sentia pelo belo guarda costas que ela ama, sentia a ardência do amor dentro de sua barriga onde borboletas dançavam ao sentir o doce sabor do beijo daquele homem tão amável e doce.

– Eu amo você.

– Eu também amo você.

Se ela soubesse que seria a última vez que diria isso ao seu amado, teria feito com mais intensidade.

Dessa forma eles se amaram, sem ela saber o que lhe aguardava.



[...]


Uma pequena garoa caia naquele dia, por volta das 17:00, o vestido preto rendado delineava as curvas belas da mulher em pé, a barriga saliente de redonda marcava o vestido, o guarda chuva também preto estava em sua cabeça juntamente de um chapéu também preto com renda que cobria parte de seu rosto belo e choroso.

O homem ao seu lado com o terno bem feito e elegante, encarava com ar de deboche a lápide em sua frente, a vontade de rir era gigantesca. Porém se conteu, seu rosto era belo olhar negro era frio.

– Isso é o que acontece quando você não me obedece Charlotte – sorriu se virando para a mulher que tinha o rosto vermelho, os dentes amarelados atormentaram a mulher.

– V-você não t-tinha esse direito King! – ela se virou de frente para o mesmo, estava destroçada – como pode?

O homem pegou nas bochechas da mulher as apertando com força formando um pequeno bico na boca dela, seu olhar era gélido e lhe dava medo.

– Esse era o destino dele quando pensou em se envolver com minha esposa – empurrou o rosto dela com raiva – essa criança bastarda, que me escondeu com vestidos longos por 4 meses, vai nascer – ajeitou seu terno e ajeitou seus cabelos que estavam penteados para trás – afinal, não posso dar o gostinho pra minha família que essa cria não é minha.

Mordendo seus apertando os punhos Charlotte chorou mais.

– Você é um monstro – sussurrou – um verdadeiro monstro! – dessa vez elevou sua voz em um grito.

Seu rosto virou para a esquerda e sua bochecha ardeu ao receber fortemente o tapa.

– Não ouse elevar sua voz para mim mulher! – falou em um tom calmo – você não é ninguém, so serve para procriar apenas fique calada e mostre quê e digna de ser uma Demon! Escolhi você pois parecia ser a mais obediente e bela, mas vejo que de inteligência não tem nada.

A loira chorou, chorou por seu amado que morreu em seus braços com mais de 10 tiros, chorou pelo assédio que já sofreu do marido, chorou pelas garotas inocentes que o marido levava e as tratava em bordéis de luxo como se não fossem nada, chorou pela vida de seus filhos que estavam na garras desse monstro, chorou pela sua vida.

Não poderia fazer nada.

Era fraca.

Fraca.

Fraca demais.

– Espero que lhe sirva de lição a morte desse homem – virou-se para entrar no carro que o chofer esperava – vamos!

– Deixe-me ficar mais um pouco, sozinha – falou baixo mas o homem ouviu.

– 5 minutos – virou suas costas e andou até o carro o adentrando.

Charlotte se virou para o túmulo de seu amado.


Mael Solaris.

Descanse em paz.

1880-1914”


Um sorriso triste apareceu em rosto belo da mulher que lia o que estava escrito na lápide, lágrimas desciam enquanto ela acariciava a barriga com a mão esquerda livre do guarda chuva.

– Meu amor, se soubesse que essa tragédia iria acontecer eu teria feito tudo diferente – falava olhando fixamente para a lápide – nosso filho será o fruto de quem eu amei verdadeiramente como homem e mulher – olhou para a barriga – eu amo ele, assim como amo meus gêmeos, eles serão o único motivo para que eu continue nessa família, farei de tudo para que eles não sofram, tentarei meu melhor – sorri determinada olhando a chuva que parava de cair – nosso pequeno Estarossa - olhou para barriga sorrindo – um dia irei te encontrar novamente meu amor.

Olhando para o horizonte Charlotte enfim observando as nuvens saírem de frente ao Sol, que iluminou a lápide e a ela, se acolhendo com o calor confortável, então um vendo passou pelos seus cabelos como se estivesse a acariciando...e então ela sorriu, um sorriso verdadeiro para o sol que estava se pondo. Mael era seu sol, seu belo sol que iluminava tudo com o belo sorriso de seu rosto. Ela só torcia para que esse sorriso verdadeiro, não fosse o último.



5 meses depois.


Os gêmeos estavam agitados e loucos para conhecer o novo integrante da família, esperavam obedientes sentados no sofá da sala enquanto balançavam as perninhas ritmadas, estavam aflitos para conhecer o novo irmãozinho.

– Meliodas, será que ele vai ser legal? – Zeldris questionou o irmão que o encarou com as grandes jades brilhando.

– Não sei irmão – olhou para baixo com as bochechas gordas infladas – ele vai ser um bebê né, precisamos cuidar dele.

O moreno virou o rosto aflito, estava demorando demais o parto.

– Onde está o Mael? Sinto falta dele, ele brincava com a gente o dava doces – sorriu quase babando lembrando dos maravilhosos doces que Mael dava.

– Papai falou que ele foi embora com a família dele – seus olhinhos verdes se encheram de lágrimas – ele nem se despediu da gente Zel – abaixou a cabeça deixando as lágrimas finas rolarem, dentre os dois Meliodas era o mais sensível isso irritava seu pai.

– Sinto falta dele – Zeldris também tinha lágrimas nos olhos, mas tentava não demonstrar fraqueza, era orgulhoso.

Zeldris a cópia de seu pai.

Meliodas a cópia de sua mãe.

Irmãos gêmeos e tão diferentes.

Olharam para a escadaria que daria ao quarto de sua mãe que estava em trabalho de parto, se levantaram ao ver a empregada chegando perto deles.

– O pequeno Estarossa nasceu, querem ir vê-lo?.

Os gêmeos sorriram abertamente saltando do sofá e pegando na mão da empregada – um de cada lado – levando eles até o quarto que a mãe estava.

Ao adentrarem o quarto, observaram a mãe que estava sentada com as costas na cabeceira da cama grande, coberta por uma manta vermelho vinho, tinha um pequeno pacote de pano nos braços, os gêmeos sorriram subindo na cama e um de cada lado da mãe olharam para o bebê.

O pai deles não estava lá.

– E então mãe? – questionou Zeldris.

– E então o que? – sua voz era cansada, mas estava feliz ao ver os gêmeos ali.

– Menino ou menina? – falou Meliodas entusiasmado.

– Menino – sorriu a loira – deem Oi para seu irmãozinho Estarossa.

Meliodas e Zeldris se aproximaram do bebê que tinha os olhos fechados, os ralos cabelos prateados estavam em sua cabeça, suas bochechas eram gordinhas, estava inchado e era extremamente fofo.

– Ele tão gordinho – o moreno falou.

– Ele é tão fofo – Meliodas passou a mão na cabeça do irmãozinho.

– Tão frágil – Zeldris pegou na mãozinha do irmãozinho que se fechou em volta de seu dedo, o moreno quase chorou com a fofura.

– Seja bem-vindo a Família Estarossa – Meliodas fala sorrindo ainda acariciando a cabeça do bebê.

– Nós iremos te amar muito – sorri Zeldris.

– E iremos te proteger – falaram os gêmeos juntos, e então cada um deu um beijinho na testa do bebê.

Charlotte que até então observava a interação dos gêmeos com o bebê, apenas sorriu por ver que seu bebê seria amado assim como os gêmeos são.



•••


Os tempos passavam e cada dia mais os gêmeos estavam mais lindos, Estarossa crescia e era sempre protegido pelos irmãos mais velhos que sempre defendiam ele de qualquer enrascada, o platinado tinha o corte de cabelo idêntico ao seu irmão Meliodas, amava o corte de cabelo do irmão e então decidiram deixar iguais. Estavam sempre unidos, crescendo juntos como uma amabilidade imensa.

Charlotte não poderia estar mais feliz ao ver seus filhos se dando bem.

Quanto ao seu marido? Apenas dava atenção ao mais velho, a loira não entendia sua fixação por Meliodas, mas tinha medo pelo futuro dele.



9 anos depois.


Felicidade era seu nome, Meliodas não poderia estar mais feliz com seus 19 anos, era um homem perfeito, seu maxilar trincado, os olhos verdes como verdadeiras jades que brilhavam sobre a luz do sol, desde criança mostrando a todas as mulheres seu caráter bem feito, seu cavalheirismo era o que mais encantava as mulheres além de sua beleza. Estava feliz, já que tinha encontrado uma bela moça que por si só além de bela chamou muito atenção de si, tinha um temperamento forte, sua voz era melodiosa e alta, tinha sua altura, seus cabelos ruivos e curtos acompanhados de uma franja ruiva que cobria seu olho direito que tinha cor diferente do esquerdo, uma heterocromia linda. Falava para ela sempre aumentando sempre a autoestima da mesma, o quão linda era ela e o quão feliz estava ao seu lado. Meliodas dirigia tranquilo pela estrada pensando que era o homem mais feliz do mundo por ter encontrado sua perfeita Liz. Dirigia com calma com a caixinha de veludo vermelha no bolso, suas alianças ali maravilhosas e bela esperando adentrar o dedo delicado da ruiva, estava prestes a pedi-la em casamento, felicidade era seu nome.

Enquanto divagava e pensava no quão sortudo era, começou a se lembrar de sua família, principalmente seu irmão gêmeo, os cabelos negros arrepiados com o mesmo rosto que si, a mesma altura que entre os homens poderia se considerar na média, seu irmão apesar dos olhos frios e postura rígida parecia sempre estar alerta. Mostrava seu verdadeiro charme e encantava as belas damas daquela cidade, em qualquer lugar que oe gêmeos fossem.

Algo que sempre incomodou Meliodas foi como Zeldris conheceu, agora, sua atual cunhada. Nunca entendera, já que quando a conheceu ela chegou na mansão sem mais nem menos e Zeldris a apresentou como sua noiva. O moreno nunca foi visto andando com outras moças e o loiro até achava que ele era virgem, não conversavam sobre isso, ele parecia fechado demais. E após ter encontrado essa bela moça...eles se distanciaram? Meliodas achara estranho no começo, porém agora não poderia ligar menos...sentia falta de seu irmão, porém seu orgulho nunca o deixaria admitir.

Já seu irmão mais novo Estarossa, estava até mais alto que ele, um belo homem muito alto, amavam seu irmão mais novo era um homem feito e atraía olhares e Meliodas sempre reparou que seu irmãozinho pegava todas, não poderia se importar menos. Ia aos bailes e só voltava no dia seguinte, apesar de ser considerado de menor Estarossa ainda sim saia e o loiro nunca entendeu que ele nunca chamou King Demon de pai, apenas pelo nome...era como se seu pai nem ligasse para o mesmo e o ignorasse na mesa de jantar, a única a lhe dar atenção era Charlotte e os gêmeos que o amavam de coração.

Quanto ao seu pai? A um belo tempo que parecia que seu pai estava lhe dando uma atenção especial desde os seus 10 anos, gostava da atenção mas seu pai queria que ele governasse tudo que o que ele tinha, no caso a bela empresa de automóveis que o mesmo criou, apesar da Ford estar cada vez mais grande...estava longe de alcançar a linha de carros dos Demon. Gostava da empresa e sabia que iria herdar tudo, era o primogênito – por mais que seja 5 minutos de diferença - sabia que seu pai tinha uma linha de bordéis de luxo que comandava no submundo, porém nunca se importou por perguntar sobre e muito menos pesquisou sobre. Algumas perguntas devem ser feitas abertamente para serem respondidas.

Seu pai estava “treinando” ele para que pudesse herdar a empresa, as contas que ele deveria fazer, como ler linha por linha do contrato, argumentos para fins futuros, e outros tipos de abordagem para que conseguisse lucrar e que a empresa crescer cada vez mais. Seu pai era inteligente, fez essa empresa grande aumentar cada vez mais, para fora do país sua expansão era grande e seu nome era conhecido. Gostava de seu pai e tinha orgulho dele, o respeitava por tudo que conquistou...mas tinha alguma coisa errada...nunca se aprofundou nesse pensamento para que perguntasse sobre ou desconfiasse de seu pai.

Quanto a King Demon que estava tendo dificuldades com seu filho, precisava contar para ele sobre os bordéis e como pegavam as garotas, porém seu filho infelizmente não puxou seus genes, o gêmeo mais novo o puxou o que dificultava, precisava de frieza e uma pessoa que não tivesse piedade de nada, ao ponto de multilar uma carne para que vencesse na vida. Meliodas era frágil e chorão como sua mãe, desde criança, seus olhos eram expressivos e com cor...isso o irritava de uma forma absurda, precisava do primogênito para que erdasse tudo...seu orgulho daqueles bordéis mas principalmente a empresa que lutou tanto para que se expandisse, se ele continuar dessa forma não iria herdar nada e falir com tudo, iria ferrar com tudo, precisava dar um jeito naquele garoto. Uma forma de disciplina.

E para ele a melhor forma de disciplina é pela dor.



3 horas antes.


Os cabelos curtos e ruivos se mexiam suavemente pela brisa que estava aparecendo perto daquele penhasco que ela estava, olhava o pôr do sol. A mulher era linda, diferente das outras, que amavam esbanjar vestidos bem feitos e pomposos, Liz usava calças, com bota de couro marrom, uma blusa que pertencia a Meliodas que ficava grande em si, onde ela amarrou na cintura demarcando a mesma para que ficasse mais feminina a roupa. Amava usar calças, onde todas as julgavam como louca, Meliodas a olhou a chamou de bela, isso a fez sorrir enquanto encarava o pôr do Sol, lembrando que Meliodas tinha os cabelos loiros como sol, e seu sorriso iluminava tanto quanto.

– Bela imagem não é? – uma voz fria e grossa foi ouvida, Liz se arrepiou e fechou a cara na hora.

Olhou rapidamente para o homem ao seu lado que se aproximava mantando uma distância de dois passos.

– O que você quer? – ela diz de uma forma neutra tentando não demonstrar o quão nervosa estava por estar sozinha com o mesmo – porque me pediu para vir aqui?

O mesmo a olhou e sorriu, um sorriso psicopata que lhe dava calafrios.

– Hora minha dossura – se aproximou um passo da mesma que se manteve dura no local – queria um local sozinho com você já que não se desgruda do meu filho.

– Até parece – sua voz era baixa porém firme – eu vim aqui pois você disse que tinha assuntos de meu interesse e que era sobre Meliodas.

– Sim, sim, claro – ele fechou a cara em uma expressão de tédio – quero que se afaste totalmente do Meliodas e que venha trabalhar para mim.

Liz piscou umas três vezes, absorvendo o que lhe fora proposto, antes de dar uma gargalhada alta e debochada.

– Eu? Trabalhar para você – riu mais colocando os braços em volta da barriga, o homem continuava sério olhando para ela – vocês só pode estar maluco, acabou seus neurônios? Acho que uma lobotomia te ajudaria em – riu mais.

– Ria o quanto quiser – mais um passo perto da mesma, ainda atônita pelo riso a mesma acabou se afastando um passo do mesmo – você vai trabalhar naquele local, não se preocupe terá o luxo que quiser e prometo te deixar mais cara – sorriu.

– Não me interessa ser uma putinha sua, eu estou com o Meliodas e não pretendo largar ele para ficar ao lado de um ser como você.

– Ser como eu? – sorriu mais ainda achando graça da mulher.

– Escuta aqui – apontou o dedo para o mesmo – eu não sou aquelas garotinhas que você chega de bom samaritano prometo o céu para elas, e no final elas acabarem em bordéis de “luxo” – revirou os olhos – luxo apenas para seus convidados não e mesmo? Eu sei o que acontece lá, sei que você tortura elas se não fazem o que você quer, sei que os guardas estupram elas como se valessem nada, eu sei de tudo caro sogrinho – olhou debochada para ele – tenho provas que podem te incriminar, e irei mostrar para todos qual é sua verdadeiro face.

King Demon não sorria mais, aquela guria sabia demais, chegando perto em uma velocidade surpreendente o mesmo a pega pelo pescoço, levando até a beira no penhasco onde a segurou apenas pelo pescoço, Liz ainda mantinha o olhar de autoridade.

– Escuta aqui vadia, você não passa de lixo para mim, queria te dar essa dica para que fosse trabalhar para e largasse o Meliodas para que ele parasse com toda essa cerimônia, ele já tem 19 anos e logo herdará as empresas com 21 anos, quero que ele trabalhe como um verdadeiro condenado antes de eu tornar ele frio e calculista para que consiga herdar enfim meus tão amados bordéis.

– Ele nunca será o monstro que você é – ela falou com certa dificuldade, sabia que se ele a soltasse acabaria morrendo sim.

– Você não vale um centavo garota, se vestindo como um homem, nem ser mulher você serve – olhou frio para ela apertando ainda mais o pescoço pálido da mesma – se você não vai fazer por bem, irá ser por mal – sorriu pegando a arma de dentro do terno apontando para o peito da mesma.

Liz não se deixou abalar, olhou ainda mais debochada.

– Vai me matar? As provas que tenho estão muito bem guardadas, você pode destruir aquela mansão e nunca saberá aonde está, você é inteligente King, mas não o bastante para mim.

– Vou matar você vadia! – gritou ele, o eco gerando pelo penhasco apertado ainda o pescoço da mesma que cuspiu sangre, mas ainda manteve o sorriso.

– Então me mate!, sua hora vai chegar King – sorriu – seu império em um momento ira cair, e Meliodas verá o monstro que tem como pai, amo ele mais que tudo, mas se eu precisar morrer para que um dia ele se veja livre de você, então que seja! – então a mesma começa a rir, um riso alto e contagiante, deixava seu rosto vermelho e os olhos heterocromaticos brilhantes, ela para olhando séria para o homem que sempre estava com postura impecável, estava agora todo desarrumado com um rosto em pura raiva, ele engatilhou a arma – te vejo no inferno Demon! – foram suas palavras antes de ouvir o grande som que a arma fez ao seu atirada.

Dizem que quando você morre, você toda sua vida diante de seus olhos, foi isso que Liz viu tudo em câmera lenta, toda sua vida. Desde que nascerá em uma bela família amável, desde que conheceu Meliodas, seu único e verdadeiro amor, aquele que entendeu ela até os ultimos momentos de sua vida. Não poderia ter tido uma vida mais feliz, piscando seus olhos sando duas lágrimas do mesmo, seu último suspiro sendo dado, quando solto seu pescoço e ela caia do penhasco, lembrando do luminoso sol que ela tinha visto, o sorriso que iluminava sua vida, lembrava das provas que encontrou de seu sogro que a deixou chocada, lembrou também de suas noites de amor com Meliodas, sabia que uma hora eles precisariam daquilo e estava muito bem guardadas. E então...ela sorriu, sorriu pela vida feliz que teve pensando em seu amado.

A morte sorriu para ela.

E então seu corpo se chocou com o chão.

King Demon limpava suas mãos cheias de sangue, não sabia como mostrar para sei filho a mulher estava morta, e então agarrado com um papel suicida, onde pediu para que imitassem a letra a da moça de uma forma rápido para que parece que a mesma se matou, ao saber da morte da mãe que aconteceu alguns meses antes.

Liz estava triste com a morte de sua mãe, porém nunca tinha se deixado abalar, era uma mulher forte e independente, o que o irritava de uma forma muito grande. A carta apenas se despedia de Meliodas de uma forma melosa, e dizia aonde se mataria e o motivo, que não podia viver em um mundo onde sua amada mãe estava.

Ele tinha tudo planejado para morte da garota, iria matar a mesma independente se aceitaria ou não trabalhar para ele, porém, não contava que a mesma teria provas contra ele, e no impulso de ira acabou matando a mesma, o deixou ainda mais irritado por se deixar levar...agora tanto fazia, iria achar as provas de alguma forma.

Entrando no carro e arrumando seus cabelos King Demon saiu de lá como se nada tivesse acontecido.



•••



Os olhos verdes estáticos encaravam a carta de suicídio de sua ex mulher, as lágrimas estavam acumuladas nos olhos, o guarda costas em sua frente apenas tinha lhe entregado a carta que seu chefe mandou, seu pai estava atrás de si sentado na mesa do escritório em que estavam. Meliodas estava claramente tremendo, estava claramente aflito, seu irmão gêmeo atrás de si com os olhos arregalados, olhou para seu pai que tinha um sorriso contido em seu rosto, e soube o que tinha acontecido.

Zeldris era o único que sabia da pedofilia e dos estupros que seu pai fazia, era nojento mas continha-se quieto por enquanto, sabia que uma hora ou outra iria derrubar o império do mesmo, mas estava muito cedo e estava preocupado com seu irmão.

– Ela mando dizer que o amava muito – sorriu ainda King Demon que estava atrás de Meliodas.

O guarda costas estava na frente do mesmo ainda com um ar entediado querendo sair logo dali. Lagrimas desciam dos olhos verdes do mesmo, estava prestes a pedi-la em casamento, conhecia a letra cursiva se sua mulher, estava tremendo.

Foi então que tudo aconteceu, os verdes ficaram opacos, as mãos de fecharam e um sorriso psicopata nasceu de sua boca ao olhar para o guarda costas em sua frente.

– Amava é? – desviou o olhar do mesmo que o encarava, o guarda costas tinha duas vezes o seu tamanho, mesmo Meliodas não sendo pequeno.

– O que foi? Era apenas uma mulher qualquer, tem várias outras por ai – o guarda costas comentou.

King Demon tinha pedido para esse guarda costas vir ali pois sabia que o mesmo tinha papas na língua e falava qualquer coisa, King sorriu ainda mais ao ver a expressão assassina que seu filho deu para o guarda costas, Zeldris ficou atento.

Um riso foi ouvido, riso alto e rouco do mesmo, o silêncio era grande do local o que fez com a voz do loiro ecoasse.

– Outras? – riu – outras? – repetiu – não ligo para as outras.

Então seu olhar escureceu, e atacou o segurança o socando com força no rosto, o loiro estava fora de si enquanto socava o homem que tinha derrubado, sangue saia do rosto do homem que parecia estar sendo desfigurado.

– Meliodas! – gritou Zeldris em sua direção, o loiro não ligou e nem mesmo olhou para o mesmo.

O moreno olhou para seu pai que ria da situação, Zeldris ficou com raiva do mesmo.

– Meliodas já chega! – se aproximou do irmão que ainda socava o guarda costas, estava com uma ira continua – Meliodas! – tocou o ombro do mesmo que parou e olhou para o irmão.

Zeldris não o reconheceu, seus olhos sempre brilhantes estavam opacos, em seu rosto continha sangue e suas mãos também, ele pareceu piscar para enfim reconhecer seu irmão. Virou seu rosto olhando para o rosto do guarda costas que estava irreconhecível, e então se levantou se desviando do irmão e saindo do escritório, Zeldris olhava tonto para as costas do irmão. O que tinha acabado de acontecer?

Olhou para seu pai que sorri mais, desviou o olhar e saiu de lá.

King Demon riu ainda mais.

Enquanto isso, longe dali a loira olhava todos aqueles documentos e uma carta de sua amiga. Ali dizia que se a mesma morresse deveria cuidar daqueles documentos e fotos, e mostrar para as autoridades na hora certa, pedia para que Meliodas fosse feliz na carta, ela chorou por pensar que sua amiga estava morta, afinal ela nunca teria recebido aquilo se estivesse viva. Gelda olhou os documentos que continham provas para incriminar King Demon, as fotos nojentas de mulheres mortas ou sendo violentadas, quase vomitou ao se lembrar do havia acontecido a si mesma. E então se levantou, chegando perto de sua caixinha onde continha um diário da mesma, o diário também tinha provas do que havia acontecido com si mesma quando estava com aquele monstro, guardo ali, chaveando e enfim colocando em uma corrente a pequena chave, e pondo em seu pescoço, guardou a caixa em um cofre. Afinal King iria suspeitar dela? Depois de tudo que ela passou, para ele as mulheres eram burras.

Até parece...iria mostrar o poder de uma mulher e tirar aquele monstro do pedestal.



2 anos depois.


Meliodas tinha passado por uma depressão severa por sua mulher, estava se recuperando, tinha tido mais dois ataques de raiva após o guarda costas, uma em bar onde ele arrumou uma briga feia, outra com outro guarda costas da família. King Demon não poderia estar mais feliz, seu filho fazia tudo o que ele queria da forma que ele queria, o mesmo parecia um boneco sem vida.

Meliodas fazia terapia por seus ataques de raiva e por causa de sua depressão, estava com medo do monstro que poderia de tornar, mas ainda sim seguia a risca as falas e ensinamentos de seu pai.

Estavam agora dentro do carro enquanto seu pai fazia uma compra na loja a frente, estava dirigindo dessa vez, em frente uma floricultura do outro lado da rua. Seu tinha parado ali ao querer mandar fazer um terno dentre os vários que o mesmo já tinha, não podia ligar menos.

Foi então que o mesmo olhou para o lado e viu a beldade em pessoa, os cabelos longos e prateados, a franja bem posta, o sorriso doce e o corpo curvilíneo entre o vestido simples que a mesma usava, em sua mão um pequeno buquê de tulipas vermelhas que a mesma que mostrava a um casal de idosos e sorria terna. Seu coração disparou, sua boca secou, e sentiu em seu estômago um mar de borboletas se mexendo.

– Liz – o mesmo murmurou ao olhar para ela.

Balançou a cabeça ao comparar sua ex morta com ela, era um anjo em formato de pessoa e estava decidido que a teria para si de alguma forma.

Já fora da loja King Demon olhava para a mesma moça que seu filho, sorriu pensando que era sua próxima vítima e então olhou para o carro que seu filho também a observava. Sorriu tendo uma ideia de como pegar aquela beldade para si quando viu o pai da mesma, era um homem bom e sabia disso.

Mas sabia que aquele homem era ganancioso, e sabia que sua esposa tinha falecido, sorriu ao pensar que oferecendo a quantia certa o homem daria sua própria filha mesmo a amando. Afinal dinheiro não era problema.

Entrando no carro e vendo seu filho dar partida começava a pensar no plano de como pegar aquela mulher de seu filho após o casamento que teria que fazer para o mesmo, era tão fácil manipular as pessoas.



Atualmente.


Meliodas não sabia o que sentir ao ver Elizabeth consigo, achou estranho a oferta de seu pai com a mesma que ofereceu o casamento com ela, ele aceitou afinal o que tinha a perder? A moça era linda e poderia se apaixonar pela mesma. Acreditava ainda no amor mesmo após o falecimento de sua ex mulher, a semelhança entre as duas era grande mas ainda sim, não achava justo estar com ela por lembrar de sua ex esposa.

Lembrava de suas palavras para a mesma no casamento onde dizia que ela seria dele, não soube o porque de falar aquilo, talvez por impulsão? Falou aquilo para Liz quando dançou com ela a primeira vez. A doçura e beleza de Elizabeth não se equivalia a de Liz, a menina era inocente e virgem, queria que fosse especial para ela. Não contava que ao adentrar o quarto a mesma tirasse a roupa, precisava se conter ou atacaria ela.

Lembrava do jeito rude que atacou a prateada ao ver ela pegando a foto de Liz, tinha deixado no borboletario, já que era o local favorito da ruiva sempre tomavam chá lá, o favorito dela... chá de morango.

Lembrou também de quando viu Elizabeth com aquele vestido negro provocante na festa, e quanto ficou irritado com o Hawzer dando em cima da mesma, lembrava do quase ataque de raiva que teve, quase a estuprando. Lembrava que chorou em cima dela ao pensar no quanto isso seria impróprio e nojento. Ele não era um monstro.

Se afastou totalmente, brigou com a mesma falando coisas horríveis para ela que aprendeu com seu próprio pai, Jericho sempre ao lado dela a ajudando ao máximo, achava bonita a amizade delas. Mas Jericho não sabia nem da metade do aconteceu em sua família, apenas algumas poucas.

A mansão que moravam era sua casa onde morou sempre, seus pais tinham se mudado já que Meliodas tinha enfim assumido a empresa, porém não sabia de nada do submundo ainda, King queria lhe mostrar isso em seu aniversário de 22 anos.

Quanto seu relacionamento com Elizabeth? Após aquelas palavras ele se afastou totalmente, sabia que a moça era curiosa e daria um jeito de descobrir o que estava acontecendo, mas ainda sim tinha medo de se descontrolar com ela. Se faziam dois meses que estavam casados e mesmo assim o mesmo dormia na mesma cama que ela, ficava até tarde na empresa para não olhar aqueles olhos azuis que pediram por favor para que o mesmo não fizesse nada. Tinha medo de machucar ela, tinha medo de fazer alguma coisa em seu descontrole.

Não poderia machucar um ser tão delicado quanto ela, tinha compaixão e observava a mesma dormir todos os dias, diria que estava se apaixonado por ela, mas ela? Ela estava? Ou apenas estava curiosa com sua família.

Nem mesmo ele sabia o que acontecia em sua própria família, sabia que Zeldris deveria saber de algo, mas ainda sim tinha medo de ter algum ataque ao descobrir algo ruim demais, ele não era um monstro.

Ou era?


Notas Finais


Foi isso o capítulo, espero que tenham gostado.

Caso me perguntem, eu fiz uma conta, que demorou bastanteeee kkkkkk.

O ano que a Charlotte teve os gêmeos foi em 1909, então em 1930 onde se passa a história ele tem 21 anos.

Chaelotte engravidou deles com 24 e as 22 se casou, e 29 se envolveu com o Mael que tinha 34 anos, então ele nasceu em 1880 e em 1914 ele morreu que foi quando os gêmeos tinham 5 anos.

O relacionamento deles durou meses.

A Elizabeth nasceu em 1911 e atualmente na hora (1930) tem 19 anos.

E quanto a mãe de Meliodas tem 45 anos e King Demon tem 53, atualmente.

Enfim.


Comentem o que acharam, espero que tem gostado, foi feito com carinho e espero que tenham gostado.

Adoro vocês ❤️❤️.


Logo irá sair capítulo novo de "Sedutora".


Beijinhos de luzz.


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