História Meu demonio da guarda - TomTord - - Capítulo 2


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Categorias Eddsworld
Personagens Edd, Eduardo, Jon, Mark, Matt, Tom, Tord
Tags Demon Tord, Tom X Tord, Tomtord, Tord X Tom, Tordtom
Visualizações 91
Palavras 1.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - O charme da besta


Fanfic / Fanfiction Meu demonio da guarda - TomTord - - Capítulo 2 - O charme da besta

Manhã seguinte

No domingo acordei e fiz minha higienes, aproveitando que meu padrasto não estava resolvi sair pois ele nunca deixava, então resolvi ir para fora ficar andando até o antigo lugar favoroto da mamãe, um pequeno local escondido na floresta que era alguns metros da cidade, sim confesso, era cansativo chegar lá mais valia a pena, chegando na floresta fui andando até a parte mais "profunda" dela vendo algumas cortinas que eram feitas com as folhas de algumas árvores, abri elas entrando no local, nele havia diversas flores espalhadas para todos os cantos e direções, também possuia um pequeno lago, nada muito grande e nada muito fundo também. 

O que deixava o local mais lindo eram mesmo as flores pois dentre toda a floresta, ali era o local onde mais tinha delas, as favoritas da mamãe sempre foi todas pois ela dizia que não importava qual era mais sim que ela era uma linda flor tanto por dentro quanto por fora, me sentei próximo as flores e vi um pequeno passarinho caido próximo a uma arvore, fui em sua direção e vi que sua asa estava quebrada, o peguei com cuidado e voltei a me sentar perto das flores, acariciei delicadamente a cabeça dele enquanto ele tremia.

-..calma amiguinho..você vai melhorar..-peguei algumas folhas e algumas raíses que serviriam de corda e prendi as folhas em sua asa fraturada, depois lembrei do demônio que havia se tornado meu amigo no dia anterior..-Tord...-falei quase num sussurro vendo o demônio aparecer na minha frente. 

-..sentiu saudades?...-ele falou rindo logo depois sentando em minha frente, revirei os olhos.-..estou brincando mal-humorado..mais iai..o que está fazendo?..-ele chegou mais perto.

-..hm..-murmurei entregando o passarinho a ele, o maior o olhou atentamente estalando os dedos fazendo a asa do pardal melhorar em questão de segundos, olhei o pequeno pardal sair voando surpreso, o mais velho ficou com a feição indiferente olhando pro lago sacodindo suas asas.

Em fração de segundos pude ver que uma parte do tecido de sua asa estava rasgada, cheguei a mão mais próxima a ela e ele me olhou por cima do ombro.

-..fica a vontade..não doi..-ele suspirou esticando sua asa machucada, segurei ela gentilmente pegando uma agulha e uma linha, comecei a costurar o tecido até que se fechasse, ele levantou olhando a asa sorrindo alegre depois que terminei.-..obrigado..-ele me abraçou com força e eu surpreso o abracei também.

Depois de um tempo ele segurou minha mão e saiu andando para algum lugar da floresta que eu não conhecia, chegando no lugar que ele queria pude ver uma linda cachoeira e muitas árvores ficavam ali deixando o lugar com um ar sereno, não pude deixar de soltar um sorriso e o maior percebeu isso.

-..bonito não?..eu gosto de vir aqui pra pensar...como vi que você é alguém que eu posso confiar decidi compartilhar isso com você..-ele abaixou pegando uma flor e ficando na minha frente colocando a flor em minha orelha, corei e ele segurou minha mão se inclinando dando um beijo nela.-..quer dançar?..-

Apenas afirmei com a cabeça e ele segurou minha cintura com uma das mãos enquanto a outra segurava uma de minhas mãos, a outra ficara sobre seu ombro o segurando ali e começamos a valsar em passos lentos, não havia música, não havia ruidos..apenas o doce som da cachoeira já era uma melodia para nós, os grilos também faziam a melodia..

Podiamos ouvir apenas os passos pisando na grama, deitei a cabeça sobre o peito do maior que consequentemente colocou o queixo sobre minha cabeça, estavamos relaxados e tranquilos ali..eu não queria sair dali..aquele demônio..me dava uma certa sensação de..segurança..paz..calma..a presença dele dava a impressão de que todos os meus problemas sumiam..era ótima essa sensação..

Mais eu sei..que tudo não passava de um conto de fadas..mais um conto de fadas que nunca haveria um final feliz..eu continuaria sendo zombado até a faculdade..eu nem sequer sabia se meu demônio da guarda ficaria comigo até eu morrer e ele arranjar outro cara como eu..depressivo..

Continuamos ali por horas talvez..minutos..não sei..mas eu não queria sair dali..não queria ir para..a realidade..Tord além de Edd foi meu único amigo..mais Tord era bem mais brincalhão que Edd..que sempre se preucupava comigo...no dia que Edd se mudou senti minha vida indo junto..éramos amigos desde de criança..Edd era um dos meus únicos meios de ser feliz..

Minha depressão teve inicio quando meu querido amigo se mudou..eu me sentia..sozinho..e quando minha querida mãe se foi..ai que as coisas começaram a acontecer..meu padrasto mostro seu lado podre me xingando e me batendo quando chegava bebâdo, depois os boatos se espalharam pela escola dizendo que eu causei a morte da minha mãe..os rumores diziam que eu fiquei na rua na frente do carro de propósito para que ela se atirasse em mim me empurrando para a calçada..

Foi tudo um acidente..eu não queria que aquilo ocorresse..mais foi ai que começaram a me xingar me pedrejar me chamando de assassino..foi ai que comecei a fazer os cortes e tomar os remédios..mais graças a Tord eu acho que tenho a chance de voltar a ser feliz..

Parei de pensar nisso quando vi que o maior me olhava com uma feição triste mais feliz.

-...que bom que pensa assim sobre mim Thomas...sinto muito pela sua mãe..-ele provavelmente estava lendo minha mente, suspirei e coloquei a mão em seu rosto sorrindo fraco. 

-..você é um grande amigo Tord...obrigada..-encostei a testa a dele e vi suas bochechas ficarem avermelhadas, ri e ele se sorriu maliciosamente.

-..que grude que você está ein...assim vou pensar que está apaixonado por mim..-ele sorriu convencido e eu murmurei, não é como se fosse mentira...-o que disse?..-ele aproximou seu rosto ao meu e eu corei.

-..n-nada demais.....ahn..q-que tal irmos pra casa uh?..-o maior deu de ombros e me pegou no colo se teleportando para meu quarto, olhei em volta e ele me largou fazendo eu cair no chão.-..EII..-cocei a cabeça.-seja mais delicado seu chato..eu so um bebêzinho..-bufei e o maior sentou na cama me puxando para seu colo.

-..ah é..desculpa bebêzinho..-ele sorriu com malicia denovo e eu empurrei seu rosto derrubando ele na cama 

-..palhaço..-bati o travisseiro na cara dele deitando na cama, fechei os olhos por um segundo e quando abri vi aqueles olhos de novo me encarando.-..mmh..perdeu alguma coisa?..-

-..sim..acho que perdi as chaves sabe..e eu não sei onde estão...acho que...-ele falou enquanto ia passando as mãos por baixo da minha blusa com meu moletom me fazendo arrepiar.-hmmm..não está aqui..sera que aqui..-ele foi descendo até chegar em minha calça, dei uma cabeçada nele e cruzei os braços.

-..NEM PENSE..-revirei os olhos.

-..nossa..que agressivo..não sabia wue você era mais lindo com raiva...-quando fui responder ele se assustou e sumiu e a porta de meu quarto se abriu, quando fui ver quem era..







Notas Finais


Ta aprezado as coisas eu zei >:O mais eu to bolanu us esquema ent n reclameim belesma? Kibaum


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