História Meu demônio possessivo (Tomco) - Capítulo 39


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Categorias Gravity Falls, Star vs. as Forças do Mal, Titãs Simbióticos
Personagens Angie Diaz, Bill Cipher, Cabeça Pônei, Candy Chiu, Dipper Pines, Diretor Skeeves, Dojo Sensei, Ferguson, Gideon Gleeful, Glossaryck, Grenda, Hekapoo, Jackie Lynn Tomas, Janna Ordonia, Lua Butterfly, Mabel Pines, Marco Diaz, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Rafael Diaz, Rei Cabeça Pônei, River Butterfly, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Star Borboleta, Thomas "Tom" Lucitor
Tags Croosover, Grafyty Falls, Lemon Yaoi, Marco X Tom, Star Vs As Forças Do Mal, Tom X Marco, Tomco, Yaoi
Visualizações 106
Palavras 6.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Eu postei um capítulo (que já está excluído) dizendo que eu poderia abandonar a fic ou não, pois sou muito insegura com as coisas e acho que a minha fic não é boa... porém, recebi muitas mensagens me incentivando a continuar, mensagens que me deixaram muito feliz, e como sou sentimental, deixei umas lágrimas caírem de felicidade – pareço uma criança de 5 anos (´°̥̥̥̥̥̥̥̥ω°̥̥̥̥̥̥̥̥`) – pedi

conselho para minhas duas amigas e meu amigo – que são os únicos que eu deixei ler a minha fic na minha sala – e eles falaram para eu continuar, meu amigo disse que ter imaginação é algo muito bom e que tem que ser explorada, minhas duas outras amigas falaram coisas relacionadas, então aqui estou eu, postando.
Eu realmente gosto de escrever, mas estava ficando cansativo receber pelo menos um comentário negativos a cada capítulo, mas agora me sinto bem melhor, e vou Ignorar comentários desagradáveis e nada construtivos.

Bom, agora sobre o capítulo!
Esse é o primeiro episódio da segunda temporada, também é um resumo do que aconteceu durante a primeira temporada, e com os fatos que você vai ler após vai ter idéia do rumo da segunda temporada!

Espero que estejam gostando da fic, qualquer dúvida é só perguntar aqui nos comentários, vou responder com o meu lado fofa de ser (´∩。• ᵕ •。∩`)
Boa leitura!

Capítulo 39 - Prólogo - Segunda temporada


Fanfic / Fanfiction Meu demônio possessivo (Tomco) - Capítulo 39 - Prólogo - Segunda temporada

Narrador: Marco Diaz.


1 fevereiro de 2025


Olá, eu sou Marco Diaz. 

Aparentemente, sou somente um adolescente mexicano de 18 anos que sonha em cursar direito.

Porém, minha vida não é tão simples assim.

Dês que eu conheci uma princesa herdeira de outra dimensão e que, possívelmente, tem alguns parafusos soltos, minha vida mudou drasticamente, todavia, mudou para melhor, no meu ponto de vista.

Como eu já disse; sou um garoto mexicano de 18 anos que sonha em cursar direito. Faço aniversário dia 10 de Março. A pouco tempo eu descobrir que não sou um humano comum, e que minha mãe nem humana é. Meus pais guardaram um segredo sobre a minha própria raça. Eu deveria ficar bravo com eles, mas eu não gosto disso, ficar bravo resultaria em quê? A única coisa que aconteceria era a minha mãe ficar estremamente magoada e se culpando, meu pai do mesmo jeito e nós não se falando.

Aparentemente, eu sou descendente de um anjo da classe/força Potência – esse anjo no caso é minha mãe –. Pelo o que eu percebi junto aos outros é que minha mãe foi expulsa do reino Angie pois se apaixonou por um humano chamado Rafael Diaz, e por isso foi expulsa. Mas, pouco tempo depois que já estava na Terra as coisas começaram a mudar no seu antigo reino, começou a ser aceito que ouvesse relacionamentos a partir dos anjos com outras espécies como demônios, humanos e etc. Porém, minha mãe já havia feito uma vida na Terra, teoricamente já havia se tornado uma humana, “teoricamente”. E quando a minha mãe deu a luz a mim tirou todas a hipóteses de sua cabeça que eu poderia ter traços angelicais na minha genética. Mas ela estava errada. O seu lado anjo só foi selado dentro dela, passando facilmente esse DNA para mim, só que selado, igualmente a ela.

Tive alguns problemas por causa disso pois eu não posso mais me transformar em demônio – como eu estava planejando com o Tom –, tivemos que pedir para os pais de Tom para que eles deixassem ele assumir o trono do inferno sendo o seu marido um anjo, Tom iria deixar o trono se os pais dele não tivessem aceitado. Que bom que deu tudo certo no final.

Tom é meu namorado, seu nome é Thomas Lucitor Cipher – Tom é somente um apelido –  ele tem 912 anos onde eu passei esse seu último aniversário com ele. Começamos a namorar dia 4 de dezembro, hoje é dia primeiro de fevereiro, nem dá para acreditar que só passou uns 60 dias que estamos namorando sendo que aconteceu várias coisas no decorrer desses dois meses. Também não dá para acreditar que somente com esses poucos dias de relacionamento nos amamos como se fosse um relacionamento de anos. Acho que foi porque ambos gostavamos um do outro dês que nos conhecemos, porém, fomos muito cú doce e só começamos a namorar cinco anos depois quando eu tinha acabado de terminar minha escola junto a Star. Como já devem saber, graças ao meu envolvimento com o Tom eu vou me tornar o imperador do inferno, ou o companheiro do imperador, sei lá, não faço a mínima ideia de como isso funcione, mais tarde, quando for necessário, eu pergunto. Bom, e graças a mim também, Tom irá fazer direito junto a mim pois seus pais acharam interessante, convenci eles sem mesmo ter intensão disso, acontecendo a mesma coisa com a Star e a Katrina.

Star Burtterfly, com já disse, foi a causa o motivo a razão e a circunstância de minha vida mudar tanto. Nos conhecemos com quatorze anos, onde o diretor me obrigou a ser o guia dessa maluquinha, eu mal sabia que isso faria minha vida ser mil vezes mais interessante. Confesso que já tive uma ‘paxonite por ela. Mas algo mínimo, estremamente passageiro e nem tão significativo. Star, assim como eu tem 18 anos e é uma das pessoas mais extrovertida de todo o universo. Graças a Star eu também comecei a namorar o Tom. Se não fosse por ela eu seria um adolescente normal como aparento ser.

Katrina Lucitor, tem 800 e alguma coisa de idade, é a namorada de Star dês da festa de aniversário de Tom entre o dia 23 e 24 de dezembro e é a prima de meu namorado, no primeiro dia que nos conhecemos ela me sequestrou com seu irmão gêmeo James pois pensaram que eu de alguma forma havia entrado no quarto de Tom sem permissão. Apesar de ela ser um pé no saco, ela é ‘legalzinha, a pouco tempo parou de odiar os humanos e parece está melhorando.

Todos vão fazer faculdade de direito por minha causa – como já disse –, mas não pense que foi tão fácil não. Minha mãe teve que quebrar muita a cabeça para consegui colocar Katrina e Tom em uma faculdade. Motivos? Eles são dois demônios que não contém RG, CN, nem nada do tipo. Star já possui tudo isso. O bom foi que tudo deu certo, Tom e Katrina receberam um documento especial de pessoas de outra dimensão, e os documentos que Star possuía foi trocado para essa adaptação.

Os últimos acontecimentos foram um tanto intenso; fui assediado – pela segunda vez no inferno – em uma festa de uma boate de um ogro que se denomina como Oni, que foi o mesmo que também me assediou. Enfim, não quero me recordar disso, só saibam que agora ele será preso, e só não foi morto por minha causa, já que eu sou a única pessoa sã que tem nossão que não se matam todo mundo pela frente.

Nesse período eu conheci várias pessoas também, como; Bill Cipher, Dipper, toda a família real Lucitor e Burtterfly, Vivian – a secretária de Tom –, e muito mais.

Agora, os acontecimentos que estão ocorrendo aqui na Terra;

Aconteceram mais coisas aqui na Terra do que no inferno, e como eu não estava acompanhando esses acontecimentos fiquei surpreso com os fatos.

Eu sou uma das pessoas mais famosas do mundo nesse momento. Motivos? Bom, eu estou namorando um demônio – mesmo as pessoas não tendo muita nossão do meu relacionamento com ele na Terra, toda vez que eu saio para algum canto tem um demônio de três olhos e dois chifres na cabeça do meu lado – minha melhor amiga é Star, uma garota que tem uma varinha mágica e que realiza feitiços com ele e, para complementar a minha lista de porque estou tão famoso; eu estou sendo shippado com todos os membros de Love Sentence! Sim, a banda que eu idolatrei durante toda a minha adolescência e o fim da minha vida como criança, sempre sonhei – quando tinha uns 13,14 anos – namorar o Junstin Towers ou algum outro membro do grupo de idols, mas, pela graça do destino, eu tive que negar pois já estava – e estou – apaixonado por outro que me corresponde. Por incrível que  pareça, tem mais gente shippando do que fazendo declaração de ódio pois ideia  os LGBT, pois estão incomodados sobre quem dá para quem. E todas as declarações de ódio — pelo menos as que eu vi — estava sendo xingados pelos os LGBT e até quem não é do grupo arco-íris estava falando um monte para esses escrotos. Parece que existe mais LGBT , fujoshis /fudanshi e aliados do que eu pensava. Um viva para a raça humana minha gente, estão evoluindo, que lindo!

Star está conhecida como fada, alguns até a chamam de anjo. Suas redes sociais tem mais de 200 fuck milhões de seguidores!

Tom é o demônio aparentemente bonzinho.

Katrina está na mesma situação que Tom.

E eu sou o humano que conhece esses seres de outra dimensão – como alguns animes –, todos sabem que sou gay – por causa dos shippers com o Love Sentence eles adivinharam – e alguns dissem que fiz pacto, que não sou dessa dimensão e que eu também posso ser um anjo – como a teoria da star – ou um demônio.

São muitas teorias que eu encontrei na internet (humana) somente pesquisando no Google algo relacionado a nós. Deve ter informações sobre nós até na Deep Web!

Enfim! Agora, neste exato momento, Tom, Katrina, Star e eu estamos indo para o aeroporto com um motorista por aplicativo. Star está sentada na frente, Katrina na janela direita, Tom no meio e eu na janela esquerda.

Dês que o motorista nos viu começou a suar frio, e não tira os olhos de Tom e Katrina.

— Motorista, a cara da minha namorada virou GPS? — Star pergunta irritada.

Katrina nem liga e não para de enrolar o longo cabelo de star em seu dedo indicador – pois Star está em sua frente.

— D-desculpa senhorita Star — ele mantém o olhar fixo na estrada.

— Como sabe meu nome?

— Minha filha me mostrou algumas fotos de vocês que ela estava vendo na internet... — ainda está estático.

— Para de dá piti Star — Katrina puxa uma mecha do cabelo da loira.

— ! — faz cara de cachorro abandonado.

— Fiquei pensando, Marco — Tom chama a minha atenção — que tal eu mudar a minha aparência para ficar parecido com traços humanos.

— E você consegue fazer isso? — pergunto.

— A maioria dos demônios e alguns os anjos que tem classificação alta conseguem.

— Você pode ficar com qualquer aparencia que quiser?

— Sim — ele respondi.

— Você também consegue, né Trina? — Star olha pelo o retrovisor onde reflete – no ponto de vista dela – a Katrina.

— Consigo.

— Então, meu pequeno — Tom me olha — acho que é melhor eu e a Katrina mudarmos para que os humanos se acostumem melhor.

— Não quero que faça isso — digo com cara emburrada — quando eu fui para o submundo não precisei mudar a minha aparência.

— Mas no nosso caso — Tom começa a argumentar — os demônios já sabem sobre a existência dos humanos e também sabem que humanos não fazem e nem podem fazer mal a eles.

— Eles já sabem como vocês são, e estão de boas com isso, as pessoas estão é curiosa e querendo conhecê-los, parem com isso.

— Eu só quero ficar mais parecido com a sua realidade — faz bico.

— Gosto de você do jeito que é, Tom! — falo cansativa.

— Que tal eu mudar somente algo bem diferente.

Revirei os olhos — não Tom, você não vai mudar, gosto de você assim e os humanos têm que si acostumar com o que está por vim... — o encaro — daqui a algum tempo, os demônios e pessoas de outras raças começaram a dá a cara nas ruas, é um avanço muito bom da humanidade.

— Você tem certeza?

— Sim, amor — coloco minha mão em seu rosto — até porque, mesmo você sendo diferente, é muito lindo.

Ele sorri de canto e sela nossos lábios rapidamente — fofo...

— Se forem começar a si beijar eu saio do carro — a Katrina fala ignorante.

— Faz o que você quiser, ué — Tom diz simplista.

Katrina faz uma cara de brava.

— Chegamos no aeroporto — o motorista avisa.

— Quanto que ficou a viajem — pergunto.

— Pode ser uma selfie? — ele vira para nós com um sorriso sem graça.

— Tudo bem.

Ele retira o celular do bolso e então tira a selfie — obrigada! — agradece super feliz.

Gostei bastante de fazer aquele cara ficar feliz somente com uma selfie.

O motorista assim que chegamos saio do carro para tirar nossas malas e então volta para dentro dele.

Quando saímos do carro eu retiro quatro notas de cem e entrego para o cara pela janela do acento ao lado do motorista — obrigada pela viajem — estendo a mão para sua direção com um sorriso.

— Nã-não precisa disso moço — fala sem graça — a viajem nem custaria tanto assim.

— pode considerar o dinheiro a mais como gorjeta.

Ao ver que eu não ia desistir ele pegou, ainda tímido — obrigada... irei usar esse dinheiro para comprar um presente para os meus dois filhos.

— Eu que agradeço.

Nos despedimos e ele dá partida no carro.

— Você é muito fofo, Marco! — Star me abraça por trás se pendurando na minha clavícula.

— Sei lá, acho que estou gostando de ter esses cinco minutinhos de fama. 

Star para de se pendurar em mim e puxa a minha mão — vamos! Estou animada para entrar no ônibus que voa!

Assim que entramos — com nossas malas, é claro — todos mantém o olhar sobre nós; é bom e ao mesmo tempo me incomoda. Alguns estão felizes, outros surpresos, alguns envergonhados, até tem gente com um pouco de medo... 

— Tom, Star e Katrina — chamo a atenção deles para mim — vamos esperar na fila para fazermos o check-in, okay?.

— Tudo bem, Mar...— Star foi interrompida por uma ‘montidão de pessoas que se formou em um piscar de olhos a nossa volta.

— Que merda tá acontecendo aqui? — Katrina questiona irritada.

Por favor, tirem uma foto com migo! — uma moça faz cara pidona.

Algumas pessoas pedem coisas relacionadas a isso; são autógrafos, fotos, vídeos e etc.

Outras começam a puxar nossas roupas.

Okay... as coisas estão saindo um pouco do controle!

Não esperava que seria assim...

— Po-por favor — tendo acalmar as pessoas — calma! Iremos falar com todos.

Olho para Tom, ninguém está conseguindo movê-lo, porém, ele está com um sorriso de canto.

Estranho...

Star está cambaleando para trás e para frente com os empurrões e puxadas com uma cara de ‘tonta.

Já Katrina, acabou de ter seu longo cabelo roxo puxado por alguém e estou rezando a Deus que ela não surte.

Os seguranças do aeroporto, derrepente, resolverão nos ajudar; entraram pelas pessoas e foram afastando-as ficando dessa vez ao nosso redor.

— Vão para trás! — os seguranças disseram.

Assim que as coisas foram retornando ao controle, eu agradeço; — muito obrigada — falo a todos os seguranças, totalizando em 10, que estão ao nosso redor.

— Recebemos ordens, senhor — um deles disse — do gerente dessa aviação.

— Dá próxima vez aconselho ao senhores contratarem seguranças particulares — outro fala.

— Marco — Katrina usa sua voz irritada — por que não vamos usando um portal?! Que droga de humanos tóxicos! Um deles queria arrancar o meu cabelo, só pode ser isso!

— Eu estou cansado de usar portais, já falei sobre isso — cruzo os braços — quero fazer coisas simples, estou ficando muito dependente das magias de outras dimensões.

— Para de reclamar Trina — Star fala.

— Senhores — chamo a atenção dos seguranças — eu tenho que fazer o check-in.

— O gerente disse para levá-los para uma sala antes de tudo, senhor Marco Diaz — um segurança fala.

— É... tudo bem então.

Fomos levados para uma sala reservada, onde tem um sofá preto extenso com algumas poltronas também, televisão e uma mesa com um banquete.

Um segurança nos diz que é para esperarmos, e fazemos isso.

Sentamos no sofá e Star nem esperou um segundo e já foi pegando um bolo com as mãos mesmo.

— Tom — chamo o demônio ao meu lado.

— Sim? — coloca o braço em volta da minha nuca.

— Quando estávamos sendo atacados por “fãs” você estava sorrindo, por quê?

— O Tom estava sorrindo? — pergunta Katrina indiferente — cuidado viu Marco, acho que o Tonzinho estava gostando dos toques daqueles humanos barulhentos.

Faço uma cara brava para ela.

Star dá um tapa na cabeça da maior — para de ser idiota Trina — quando a demônio foi contráriar a Star enche a boca dela com bolo.

— Não é nada que a Katrina disse Marco — Tom diz com um tom de voz gentil que só usa com migo — eu só... fiquei feliz e aliviado.

— ? Como assim? — faço cara de confuso.

Tom dá uma risadinha e me dá um selo nos lábios — é que... eu estava com medo que os humanos, as pessoas da mesma raça que a sua, não me aceitassem e me achassem estranho ou talvez ficassem com medo de mim.

— Por quê?

— Pois eu quero ser aceito pela sua espécie, bobão.

— Tecnicamente eles não são tooootalmente da minha espécie. Sou metade angelical.

— Mas você cresceu e viveu aqui, não é? 

— Sim, parte aqui e uma pequena parte em Mewni.

— Então. Eu ligo em ser aceito pela sua raça.

— Por quê?

— Porque sim.

— Porque sim não é resposta.

— E por que também não é uma pergunta completa e com um propósito direto.

— Humnnn — faço bico — você é irritante.

— Só agora você percebeu — Katrina diz com a boca cheia de bolo.

A porta se abre, saindo de lá um homem alto, com pele bronzeada, cabelo marrom e curto e olhos pretos usando um terno azul prussiano e sapatos sociais pretos — que bom que chegaram aqui inteiros — fecha a porta em que entrou e senta em uma poltrona a nossa frente — do jeito que vi seus fãs em cima de vocês pensei que estariam amarrotados, que bom que os seguranças agiram rápido e e foram eficientes.

Seguimos ele com os olhos até o mesmo sentar na poltrona a nossa frente, onde á a mesa de centro com o banquete entre o sofá e a poltrona.

— Prazer, eu sou o gerente da aviação. Fui eu que pedi para os seguranças colocarem uma ordem naquilo.

— Muito obrigada senhor... — deixo ênfase no nome desconhecido dele.

— Me chamem de Albert — disse simplista e gentil.

— Prazer, eu sou Marco Diaz — digo normalmente com um sorriso — está é a Star Burtterfly, minha melhor amiga.

— Olá! — fala após terminar de engolir o bolo.

— A outra é a Katrina Lucitor, namorada de Star.

Katrina ignora a apresentação e começa a limpar o rosto da princesa loira que está toda suja de comida — você come com a boca ou com a testa?

— E esse é Thomas Lucitor, primo de Katrina, herdeiro do submundo e meu namorado.

— Namorado? — pergunta confuso — pensei que estava namorando um dos integrantes daquela banda famosa.

Tom faz uma cara de bravo — Marco não tem nenhum laço íntimo com aquela banda problemática — fala frio.

— Desculpe-me o engano, herdeiro do submundo — se desculpa sem jeito.

— Não tem problema, né Tom? — faço uma careta para o Tom de insatisfação com o demônio — seu erro é totalmente compreensível, não precisa se desculpar.

— Só não repita que o meu Marco tem alguma relação com aquela banda mais forte que de um amigo — Tom fala novamente frio.

— Para de ser chato, Tom — faço bico — enfim! Em nome de todos nós quatro digo obrigada. Sem a ajuda dos seguranças que o senhor mandou aqueles fãs iriam nos soterrar.

— Não a dique, jovem Marco Diaz. Eu só queria poder ver vocês de perto, já que são extremamente inacessíveis, me achei muito sortudo em poder ter uma chance de contato com vocês.

Dou um sorriso para o mais velho.

— Vocês podem me dar os seus documentos para eu fazer o check-in — ele se levanta.

— Ah, sim — pego os documentos e o dinheiro.

— Não precisa do dinheiro, a viagem fica por conta da aviação.

— Quê? Não precisa, eu realmente já estou muito grato pela a ajuda dos seguranças, e não nos importamos com gastar dinheiro, não precisa mesmo.

— Dinheiro para mim também não é um problema — diz simplista — só é uma gentileza que desejo fazer.

— Melhor você desistir — Tom fala derrepente — esse birrento não muda de idéia a não ser que um milagre aconteça.

— Baka!

Ele sorri — okay então, me dê os documentos e o dinheiro, por favor.

Entrego a ele, digo exatamente para onde é o vôo e então o mesmo anda até a porta — pedirei para que alguém venha chama-los antes de todos para evitar tumulto. E não se preocupem que tem dois seguranças na porta para evitar fãs.

— Certo, e obrigada novamente — agradeço.

Esperamos mais um pouco e então uma comissária de bordo, ou aeromoça se preferir, nos chamou, levando nós até o avião sem que ninguém nos visse.

Chegando no avião e fomos recebidos calorosamente pelas comissárias de bordo, piloto e co-piloto.

Fomos levados para a primeira classe e sentamos eu e Tom, sendo que eu fiquei na janela e atrás de nós Star e Katrina, onde Star ficou na janela.

Star começou uma conversa com todas as pessoas que via, até mesmo outros passageiros da primeira classe, sorte dela que não havia ninguém ignorante para ficar irritado com a sua extrovertida personalidade.

Katrina até que gostou, mas sendo fria como é não quis expressar isso detalhadamente.

Já Tom e eu ficamos assistindo filmes em quanto comiamos algo.

A viajem foi tranquila e divertida, foi bom eu voltar meus costumes como humano e fazer do jeito “normal”, que seria pegar um transportes para ir ao tal lugar em vez de ser somente por um portal. 


[...]


Já pousamos e estamos esperando todos saírem do avião para sairmos sem problemas.

Pedi para que Star, Katrina e Tom cobrissem seus rosto, claro que fiz a mesma coisa. Cobrimos com capuz mesmo estando um calor lá fora.

Ao sairmos parecia que a aviação estava sendo assaltada pois havia uma gritaria lá. Chegando mais perto vimos que havia várias adolescentes olhando atentamente para nós, e então correndo para perto.

A aproximação foi impedida por seguranças, só que dessa vez não foi da aviação, e sim daqueles particulares. 

Mas, ué, pelo o que saiba nenhum de nós contratou guarda-costas... 

Pera um pouco, eu estou reconhecendo esse estilo dos seguranças... são... são os seguranças do Love Sentence!

Os seguranças abriram caminho entre as pessoas, onde um Junstin com uma feição atrevida nos olhou.

Tom encarou ele com desgosto.

— Iaê?! — ele mantém uma mão no bolso e a outra usou para acenar até que chegou bem próximo de nós.

Os seguranças fizeram um circulo ao nosso redor.

— Junstin? O que faz aqui?

— Eu vim salvar vocês de seus novos fãs — ele colocou o braço em volta da minha nuca, fazendo as fãs gritarem de excitação pela a cena. Junstin dá um sorriso maroto — saiu em um canal de um youtuber em seu stories que estava viajando com vocês quatro, ele mandou localização e horário que o avião iria pousar. A notícia se espalhou rápido e era óbvio que várias pessoas iriam vim aqui, também deduzi que vocês não tem seguranças e então vim aqui para proteger vocês.

— Muito obrigada Junstin — sorrio — mas você pode tirar seu braço de volta de mim, você sabe que o Tom não gosta.

Ele leva seu olhar para Tom, onde vê que o mesmo está com olhar de ódio. Junstin ignora totalmente — me dá um beijinho na bochecha primeiro.

— Quê? Por quê? — pergunto normalmente.

— É claro que é porque vai deixar o nosso shipper mais forte e então isso vai promover mais a banda.

— Mas eu não quero que as pessoas pensem que eu estou com você Junstin — o repreendo — pensei que estava dando em cima do James.

— Co-como assim...?

Katrina bufa — você está gostando do meu irmão, não é? Ele me contou que você o chamou para sair.

É... meio que estou gostando dele... — faz bico e então um sorriso de canto — mas estou fazendo isso porque Bill me pediu, falando para eu promover mais a minha banda e blá, blá, blá.

— Bill pediu? — Tom parece mais bravo.

— Na verdade, ele ordenou — deu de ombros — e então Marco? Vai me dá o beijinho na bochecha?

— Não Junstin — começo a tirar seu braço em volta de mim.

Junstin, antes de ter seu braço tirando de cima de mim, me vira para ele e beija minha testa e então dá uma piscadela. As garotas gritam de excitação novamente.

Eu suspiro, o olho cansado disso e espero Tom dá a crise de ciúmes dele. (눈‸눈)

— Que chato, antigamente você corava — faz bico ainda mantendo suas mãos em cima de meu ombro.

— Pare de tocar no meu namorado antes que eu arranque suas mãos e faça você engulir! — puxa minha cintura para longe do anjo como se eu fosse uma boneca de pano, vejo que as garotas se surpreenderam pelo o ato do demônio.

Que bom que não conseguem ouvir o que falamos, se não a imagem de demônio bonzinho que as redes sociais colocaram no Tom iria ser bastante questionada.

— Calma principe Thomas, eu só estou brincando — diz sem jeito.

Como todas todos fizeram silêncio agora, as pessoas mais próximas conseguiram ouvir o que James disse.

— Para com essas brincadeiras com o Marco, sabe muito bem que você não tem a mínima chance com ele! — me abraça por trás, parecendo uma criança segurando seu brinquedo favorito em quanto a mãe insiste pro filho deixar o coleguinha brincar com o seu precioso brinquedo — você está interessado no meu primo, então pare de dar em cima do meu namorado, vai deixar James com raiva e pensando que está brincando com ele por ter levado vários foras do Marco.

Só a voz do Tom fazia barulho alí, todos muito curiosos, qualquer um que fizesse um mínimo ruído mandavam calar a boca.

— Calma Thomas, eu estou só brincando.

— Te aconselho a não brincar com o namorado do herdeiro do Submundo — encara friamente o Junstin.

— Para de dar chilique Tom — falo novamente com uma voz cansada, por causa da situação — todos estão ouvindo.

— É bom que todos escultem mesmo, para saberem que eu sou seu namorado, e não esse idol tarado e iludido.

Hi, hi, hi — Star faz uma cara de animação — Tom com ciúmes é algo tão fofinho!

— É porque não é você que fica no meio da discussão — repreendo a loira.

— Por quanto mais tempo essa cena ridícula vai rolar? — Katrina pergunta itediada.

— Nem mais um instante — me solto do abraço possessivo de Tom e pego minhas malas.

— Vamos pegar algum transporte humano ou vamos por um portal? — pegunta Star.

— O que vocês querem? — pergunto.

— Portal — Katrina responde itediada.

— Transporte humano! — Star responde animada.

— Qualquer coisa que você decidir está bom — respondeu Tom.

— Okay então, vamos por um transporte humano, já que Star está muito animada.

Todos concordam sem contráriar.

Yeee! Vamos ir de transporte humano! — saltita.

— Ye... — Katrina fala com um tom de hostilidade.

— Meus seguranças vão levá-los, minha limosine está lá fora, podem usar.

— E quanto a você? — pergunto.

— Eu vou usar a tesoura tridimensional que James me deu, já que não existe mais segredos que existe uma dimensão além da Terra eu posso usar magia sem que isso seja totalmente estranho — pega a tesoura no bolso abre um portal — até! — entra no portal, deixando os fãs surpresos pelo o portal.

— Vamos! — Star anda carregando somente a sua varinha, deixando todas as suas malas para nós carregarmos.


[...]


A viajem durou cerca de uma hora, a limosine era grande e muito bonita, cheia de comida, bebida e eletrônicos.

E então... finalmente chegamos no campus... estou tão animado, meu coração está quase saindo pela boca...

Ao descermos da limosine vimos algo que não nos surpreendeu tanto; um bando de jovens nos esperando.

Que saco. (눈‸눈)

Uma mulher que aparenta ser a diretora estava nos esperando também na frente dos estudantes.

Assim que o motorista retirou nossas malas do carro, se despediu e saiu com a limosine.

Nos deixando de frente ao campus com uma diretora a nossa espera e quase todos os estudantes universitários do acampus nos esperando e olhando curiosos.

Nós aproximamos da diretora.

— Prazer, sou Marco Diaz — sou o primeiro a me aprensentar.

— Eu sei bem quem são, até porque vi a matrícula de vocês — fala simpática — vim aqui para dar boas vindas, estou feliz que esse seja o primeiro campus que abriga estudantes de outras dimensões. Se sintam bem vindos.

Todos agradecemos.

— Eu só peço que não utilizem magias que possam assustar os alunos.

— Não precisa se preocupar com isso, o máximo que faremos será abrir portais — falo.

— Bom, se vocês quiserem entrar sintam-se a vontade, eu irei esperar outro aluno que resolveu vim aqui que é de outra dimensão, e graças a iniciativa de vocês ele também resolveu entrar.

— Sério?! — pergunta Star animada.

— Foi o que ele me disse.

— Vamos esperar ele Tom-tom? — pergunto olhando ele.

— Vamos, talvez ele se sinta deslocado já que não conhece ninguém dessa dimensão e esteja vindo sozinho.

Sorrio para Tom. Ele é ciumento e um pouco cabeça dura, mas sabe ser gentil.

— Já eu não quero, vamos deixar que esse cara se vire — Katrina fala, como sempre, itediada.

— Para de ser chata Trina, vamos esperar esse menino sim!


[...]


Tom está me abraçado por trás esperando o garoto em quanto a Star esta tendo uma conversa descontraída com a diretora. Até que um portal azul é aberto na frente de todos; primeiro malas foram jogadas para fora do portal, em seguida um cara da exata altura de Tom sai com um pirulito na boca e cara de arrogância e hostilidade, assim que saí totalmente do portal o mesmo se fecha com um estralar de dedos que o maior dá.

O cara, é da mesma altura de Tom — como já citei — tem cabelos escorridos e pretos que vão até uns três centímetros abaixo do ombro, possui dois chifres negros fazendo uma espiral para baixo, olhos azuis meio apagados, unhas pretas um pouco grandes e pontudas, pele cinza, corpo escultural e uma cara de arrogante misturado com tedioso.

— Bem vindo ao campus! — a diretora é a primeira a se pronunciar.

O ogro passa o olho lentamente um por um dos meus amigos, até chegar em mim; lembra que eu disse que ele estava com uma cara arrogante e hostilidade? Então, a sua feição mudou instantâneamente para um olhar sapeca e um lindo e grande sorriso, onde ele mostrou seus dentes caninos pontudos.

Todos perceberam, eu fiquei com uma cara de “é... que foi?” Tom ficou olhando para mim e para o acinzentado, Star ficou confusa e Katrina concerteza está pensando “ótimo, tem pessoas para causarem crises de ciúmes no Tom até aqui!”.

— Marco! — ele se aproxima de mim que nem uma criança, e quando fica próximo de mim inclina a cabeça para baixo e eu para cima, pois ele tem a mesma altura de Tom — é você mesmo! Que saudades! — ele me dá um abraço apertado, onde ele me levanta para cima.

Quem esse doido é?!

— Ca-calma, quem é você?!

Ele me coloca no chão e me olha com uma cara de repreensão — tá de sacanagem, né? Não é possível que você não lembre de mim!

— Desculpa cara mas... eu não lembro.

— Jonathan Blando! Nós éramos melhores amigos, tínhamos até uma amizade colorida, se lembra?

.

.

.

Péra

Jo-jonathan Blando...? 

Aquele garoto que eu namorei quando criança?

Não é possível! 

Quando? Como? Por quê?! 

Quê que tá acontecendo aqui?!!!

— Eu sei que eu mudei bastante, minha pele ficou cinza, minhas unhas mudaram e eu criei chifres, mas eu continuo o mesmo.

— Co-como vo-você ficou assim?! — me refiro a sua aparência — e por que caralhos você não entrou em contato com migo seu merda! — começo a bater em seu peito e falando pausadamente — vo-cê nã-o sa-be o quan-to eu fi-que-i preo-cu-pa-do com você! — abaixo o meu rosto para o chão.

— Desculpa, eu não podia entrar em contato — o Jonathan levanta o meu rosto com uma mão — vo-você está chorando? — usa uma voz preocupada.

— Eu fiquei muito preocupado — minhas lágrimas caiem sem parar — te procurei muito, mas não te achei... estou com muitas saudades — abraço ele.

 — Não chora, pequeno — me abraça — vai, me solta, deixa eu ver seu rosto — solta do abraço.

— Não! — agarro seu pescoço.

— Diaz, você continua o mesmo birrento — ele tenta me fazer solta-lo, mas então desiste e coloca minhas pernas em volta de sua cintura e um braço atrás das minhas costas, eu mantenho minha cabeça na curvatura de seu pescoço — olá, eu sou Jonathan, vocês são amigos do meu neném Marco Diaz? — se apresenta para meus amigos.

— Eu sou a melhor amiga do Marco! — Star usa uma voz arrogante — Star Burtterfly, princesa herdeira da dimensão do reino Mewni.

— Mas eu sou o amigo de infância do Marco.

— Eu vivi toda a adolescência dês dos 14 anos dele!

— Eu fiz ele ter interesse na jurídica!

— Eu morei com ele durante anos até pouco tempo atrás!

— Eu namorei ele!

— ...  — Star fica sem argumentos.

— O que vocês dois estão fazendo? — pergunto sem sair da procissão de antes.

— Estamos vendo quem é mais seu amigo — Jony fala.

Seus bobos...

— Quem é você? — Jony pergunta simpático. 

— Katrina Lucitor, namorada da Star — ela responde.

— E você é?

— Thomas Lucitor, principe herdeiro do submundo e namorado do Marco — usa um tom de voz bravo.

— Namorado? Marco não estava tendo um caso com aquela banda?

— Não Jony, aquilo era só boatos, eu namoro o Tom — respondo — depois eu te explico melhor.

— Então você está namorando o futuro imperador do inferno?

— Sim.

— Uau, então é por isso que ele está me olhando feio por está tão próximo de você.

Reviro os olhos.

— Esse abraço está durando muito tempo, não acham? — fala Tom.

É melhor eu sair do abraço...

Eu paro de agarrar o pescoço de Jony e coloco minhas mãos sobre o seu ombro — solta minhas costas, eu vou descer, se não Tom vai dá ‘piti.

— Humnn, seu namorado é muito chato — Jony olha para Tom — namorado muito feio! — repreende Tom como se ele fosse um cachorro.

Tom fica com uma feição de “ele é maluco?” não agressivo, e sim confuso.

Eu não aguento e solto umas risadinhas.

— Você está rindo do que? Marco Diaz — Tom pergunta com uma voz séria.

— Na-nada não Tom-tom...

— Sei...

— Eu não vou te soltar! — Jony me abraça forte — não quero! — birrento como uma criança.

— Você não mudou mesmo, né? Ainda é a mesma criança.

— Exatamente, eu sou da mesma forma que antes! Ainda sou apaixonado por você, Marco Diaz! E tô nem aí pro seu novo namorado gostoso! 

...

— Me-meu namorado... gostoso?

— Você está querendo o que seu pateta?! — Tom se aproxima de nós.

— Marco, você pode me dar um selinho como fazíamos como criança toda vez que nos vimos?

— Jo-jony, me solta! 

Tom vai te matar se você continuar falando isso!

Humnn, eu quero um beijo seu! — faz birra que nem uma criança novamente.

— Não é hora de você brincar, Jony!

— Solta o meu namorado antes que eu te arrebente!

— Ca-calma crianças — a diretora pronuncia.

— Calma Tom-Tom — Jony usa uma voz brincalhona — se você quiser eu te dou um beijinho também.

— Você o que Jony?! — pergunto irritado.

— Ué, não precisa ficar bravo Marco, eu tenho só uma boca, mas posso beijar os dois.

— Para de si oferecer para o meu namorado! — fico irritado.

Jony sorri sapeca e me dá um selinho rápido, me soltando em seguida — pronto, só queria voltar para os velhos tempo! Você não sabe por quantos anos fiquei com saudade de fazer isso.



Tinua...!





Notas Finais


Jonathan foi mencionado em um capítulo onde Marco teve um jantar com a família Lucitor, com Bill, Dipper e etc. Se não lembra dá uma passada naquele capítulo do jantar.
Espero que tenham gostado! (。・ω・。)ノ♡
Qualquer erro ou incoerência pode me falar.
Até o próximo capítulo pessoinhas!


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