História Meu desabafo, Meu clichê e Minha vida - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Historia Original
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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble, Droubble

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo Único Minha vida e meus clichês


Muita gente me diz que a pré adolescência e a adolescência são formadas por pessoas que só aborrecem.

Mas esqueceram de mim dizer, que também nos aborrecemos. 

Estou cansada. Quando digo isso não acreditam. Mas sim, estou cansada sim! Não é dor física, é dor mental. 

Achei que ter amigos e familiares era somente algo bom. Achei que sabia tudo.

Mas no fim, quebrei a cara. Apesar de amar meus pais, tem hora que simplesmente... dá vontade de morrer.

 Eu cansei. Acabei de perceber que gosto de um dos meus melhores amigos -que tem namorada para variar-. É horrível o jeito que estou me sentindo.

Já se imaginou sendo chamada de empregada pelo seu pai? Pois é, eu também não. Mas foi isso que aconteceu.

Sabe, as vezes dá  simplesmente uma vontade de fazer algo, gritar para o mundo inteiro ouvir que eu não aguento mais, tentar mostrar isso para meus pais. Mas é impossível. 

Chega até ser engraçado o mundo é como ele é. Sempre achei que nunca iria gostar de alguém. Mas o Universo parece que quer me ver quebrar a cara. Me faz gostar logo de alguém que é meu amigo e ainda por cima, quando decido focar apenas nos estudos.

Às vezes dá vontade de jogar para o ar tudo o que quero dizer, mas as palavras parecem fugir. Você já se sentiu assim? Já descobriu que gosta gosta do seu amigo e quando comenta com sua amiga descobre que ela também gosta dele? Parece comédia. Mas só parece.

E o pior era quando me cortava achando que tudo ia parar. A dor só é substituída na hora, depois, volta.

As vezes quero chamar minha mãe e abrir meu coração. Dizer meus medos, pedir conselhos, deitar no colo dela e pedir parae dizer o que fazer, desabafar.

Mas eu não consigo! Tudo o que eu queria era ser entendida, mas parece que isso é um diagrama, algo que tem-se que procurar, pesquisar, usar a inteligência para entender.

Mas não é! É tão na cara. Não consigo falar. Se meus professores -os quais não sou próxima- percebem quando estou mal, por que meus pais não?

Só queria alguém que eu pudesse confiar e contar o que acontece. Mas nem isso posso ter.

Sou invejosa, sabe por quê? Porque fico desejando a felicidade das minhas amigas, das pessoas ao meu redor. Já me acostumei com meus sorrisos falsos, às vezes confundo-os com sorrisos verdadeiros. Mas apenas lembrar que praticamente nada me faz sorrir, lembro que eles são apenas falsos.



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