História Meu desejo, meu irmão. (incesto) - Imagine DK SEVENTEEN - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Lee Seokmin "DK", Soonyoung "Hoshi"
Tags Dk Leeseokmin, Dokyeom, Seventeen
Visualizações 76
Palavras 995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Essa é a primeira fanfic que escrevo sozinha. ~uaaaaah surto abafado~
Pensei muito antes de resolver escrever uma fanfic nessa temática, ainda mais sendo de início.

Espero que gostem, aproveitem!

boa leitura :*

Capítulo 1 - Essa decisão é mais minha do que sua.


Fanfic / Fanfiction Meu desejo, meu irmão. (incesto) - Imagine DK SEVENTEEN - Capítulo 1 - Essa decisão é mais minha do que sua.

Resolvi contar minha história como que para conceber a ideia das decisões que estou tomando a partir de hoje. Tudo o que estou dizendo ou direi, saiba que está ou estará acontecendo em tempo real. Como uma narrativa mental que se externaliza e se materializa até vocês.

Eu, Lee So Heun, 21 anos, filha mais nova do casal Lee com dois filhos, vos conto como se dá, e dará, a vida de uma jovem relativamente apaixonada pelo irmão.

“Relativamente?” você deve estar se questionando. “Como alguém pode ser apaixonado por alguém R E L A T I V A M E N T E ? Que guria doida…” Calma, eu entendo. Mas deixe-me explicar. Chamo assim pois o que eu sinto por ele não é algo romantizado, fofo, idealizado ou que me fazem suspirar com corações saindo pelos olhos, que me deixam corada e abaixando os olhos timidamente. Ahh, não! Com certeza não é! Pelo menos não mais hoje.

O que eu sinto por ele vem sendo uma espécie de paixão carnal. Aquela que arrepia a espinha e e te faz cruzar as pernas na tentativa de interromper impulsos. Aquela que te faz apertar os olhos e imaginar o maior em posições e ações muuuito mais “descontraídas”. Eu não tenho vergonha dele, muito pelo contrário. Mas tenho consciência.

Durante muitos anos consegui separar as coisas e me mantive firme em não demonstrar meus delírios para com ele. Embora sendo muito difícil, ainda mais por respeito a casa de meus pais, nunca nem sequer insinuei nada ao meu irmão.

De maneira alguma prejudicaria nosso ótimo relacionamento como irmãos e família. Uma amizade invejada e uma cumplicidade inimagináveis não seria tão fácil assim de se reconstruir após quebrada.

 

Mas voltando ao fio da meada, agora me encontro em meu apartamento pequeníssimo, alugado, quase vazio e silencioso. Moro em outra cidade para estudar. Sou universitária e como qualquer outra que passa numa universidade pública fora de sua cidade, moro nesses predinhos em que a gente só dorme, come, toma banho, mas não passa o dia inteiro se não tem uma crise existencial pelo isolamento.

 

Minha pequena mala já está pronta e me despeço do local desligando todos os pouquíssimos aparelhos, fecho a porta e desço as escadas em direção a entrada do prédio. Para fora do carro meus pais estão me aguardando. Entrego a mala ao pai e o mesmo a coloca no porta malas:

- Olá, minha flor, pronta para mais umas férias numa casa de verdade? hahaha - cumprimenta-me meu pai sorrindo.

- Olá, minha filha! Pois é verdade, meu coração não aguenta te enviar todo começo de semestre para esse lugar pequeno e pouco arejado. - completa minha mãe me abraçando forte e com uma expressão de tristeza.

- Hahaha, capaz, gente. É tranquilo e vocês sabem… Quase não fico aqui, passo o tempo todo dentro do campus, nem percebo o desconforto. - respondo tentando tranquilizá-los.

Eles fazem uma expressão de quem pouco acredita, mas decidem não insistir. Por mais desconfortável que seja, ainda sei que sentem orgulho por estar seguindo minha vida e por estudar numa boa universidade.

- O DK não veio? - pergunto olhando para dentro do carro e um pouco desapontada por não ver meu irmão lá dentro.

- Aaah, o SeokMin? Ele está ocupado com as coisas dele… Queria muito vir, mas tinha que terminar uns joguinhos de computador, foi ele que disse. - respondeu meu pai fazendo uma cara de bravo e desgostoso.

- Não são joguinhos de computador, meu amor! São SIMULAÇÕES! Quantas vezes teremos que te dizer que o computador também serve para pesquisa?! - minha mãe o repreende, sente muito orgulho de um filho fazendo mestrado.

    Entramos no carro.

- Tanto faaaaaz… - digo rindo para os dois. Ambos riem em resposta. Seguimos viagem e me encosto no vidro do carro esperando descansar antes de chegar em casa.

[..]

    Estacionando o carro, percebo que o carro de meu irmão está na garagem. Fico de certa forma feliz, pois sinto falta dele, mesmo que isso signifique sofrer uma enorme tentação. Antes de entrarmos completamente, digo:

 

- Pai, mãe… Entrem primeiro, quero respirar um pouco aqui fora. - sorrindo de lado, olho para eles com carinho.

- Claro querida, estaremos lá dentro. Vou preparar algo para você comer. - responde minha mãe com cumplicidade.

- Só não demore muito, SoHeun! - brinca meu pai, ainda dando uma piscadela enquanto seguia andando abraçado com minha mãe e minha mala.

    Por quê decidi demorar um pouco? Porque eu preciso me preparar antes de entrar. Antes de voltar para casa, já havia tomado uma decisão. Não sei se a mais madura, mas a que eu mais queria: se eu sentir muuitas “coisas” enquanto estiver com meu irmão, não irei me negar. Irei com tudo, sem que isso demore um tempo. E não pretendo me arrepender. Só vou.

Caso nada aconteça, eu tocarei o barco e é isso mesmo.

Dando uma baita respirada, dou meia volta e me direciono para a porta. A abro.

[..]

    Logo ao entrar na sala, meu irmão vem trotando enquanto desce a escada:

- Mas olha se não é a mais nova Embaixadora da Coreia do Sul entrando na minha humilde casa, família Lee! - vem em minha direção rindo.

    Me vira e começa a esfregar meu cabelo com o punho fechado.

- Ah, misericórdia DK! Quando você vai crescer? hahaha - respondo meio rindo, meio suspirando. Ele está incrivelmente lindo.

Me viro e dou um beliscão no meio da sua barriga:

- UAU, nem tem mais barriga para apertar. Andou malhando, senhor Lee Seok Min?

- Que nada, eu nasci assim. Você que nunca prestou a atenção devida em mim.

Parei de repente. Séria. Eu sempre prestei atenção em você e com certeza prestarei ainda mais.

Dk deu uma risadinha fraca ignorando minha reação e foi em direção a cozinha.

Eu permaneço aqui, parada, e tomei minha decisão. Você mal perde por esperar, Lee Seok Min.

 


Notas Finais


E então? Aprovada?!
Aviso que não fiz nenhuma revisão. Não ainda, então perdoem qualquer erro.
Espero que continuem acompanhando.
Um abração da noona e fiquem na luz! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...