História Meu desejo, meu irmão. (incesto) - Imagine DK SEVENTEEN - Capítulo 3


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Lee Seokmin "DK", Soonyoung "Hoshi"
Tags Dk Leeseokmin, Dokyeom, Seventeen
Visualizações 36
Palavras 1.469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje cabeças vão rolar, [email protected]!!
Espero que gostem <3

Capítulo 3 - Talvez um tiro no pé.


Fanfic / Fanfiction Meu desejo, meu irmão. (incesto) - Imagine DK SEVENTEEN - Capítulo 3 - Talvez um tiro no pé.

É quinta-feira. Meus pais estão se organizando agitados para a viagem. Nunca pensei que nessa idade desse para ser tão animado com um passeio. A vida doméstica deve ser realmente cansativa!

    “Vida doméstica? Seus pais não trabalham?” Isso mesmo! Meus pais, ambos, estão aposentados. Vou aproveitar esse momento de despedida para lhes contar um pouco sobre eles. Mas bem pouco, o suficiente para se situar na história, não pretendo tirar o foco.

    Meus pais, o casal Lee, já avançam em idade. Minha mãe tem 53 anos e meu pai 60. Tiveram seus filhos tarde pois passaram muito tempo trabalhando e acumulando patrimônio para dar uma vida estável aos seus futuros filhos. E com “acumular patrimônio” não quero dizer que somos uma família rica e  de elite como se imagina. Aah, não! Não somos mesmo, longe disso! Mas digamos que uma família classe média-alta tradicional. Três carros medianos na garagem, uma casa própria na cidade e outra pequena na praia, filhos que estudaram em bons colégios e boas universidades, curso de inglês, canto, dança, esportes e etc. E tiveram o suficiente para durante a vida fazerem duas contribuições de renda para se aposentam cedo e de maneira confortável.

Agora aposentados, se dedicam exclusivamente aos afazeres domésticos e do bairro. Não obstante, justificada está a necessidade de quererem novos ventos e paisagens.

 

- Meu amor, pegou tudo? Não esqueceu sua identidade? As passagens? - indaga minha mãe para meu pai enquanto o mesmo coloca as malas no carro.

- Claro, minha querida. Como poderia esquecer o essencial? - responde rindo educadamente.

- Assim espero, não pretendo perder logo essa viagem. - ela se direciona a mim pegando minhas duas mãos. - E filha, sabe que tem bastante comida na geladeira, tem toalha de sobra no banheiro e se qualquer coisa acontecer eu deixei - nessa parte ela fala quase num sussurro - um dinheirinho embaixo da lata de bolacha ao lado do microondas. - ela ri e eu retribuo.

- Mãe, não se preocupe com isso, nós aqui nos viramos. Pode ir sossegada e pense apenas em descansar e se divertir. - tranquilizo-a.

- Aaah, pai, vê se não esquece o celular na volta! - grito da porta em tom de zombaria.

- Já estou levando minha pochetinha, filha. Daqui ela não sai! ha-ha-ha - brinca ele me enviando um beijo com as mãos.

Faço o mesmo.

- Seok Min, venha logo, não queremos nos atrasar!! - grita meu pai da janela do passageiro em direção a casa.

- Já estou indo. - ele grita aparecendo na porta.

    Olho para Seok Min, que está de calça jeans preta bem colada e uma camiseta branca e um blazer um pouco solto. Ele realmente andou malhando, olha essas pernas!!

- Dk, você deixando os pais no aeroporto volta direto para cá? - pergunto.

- Sim, sim. Volto pois tenho que terminar que analisar as simulações que fiz essa semana e enviar para o meu orientador. Não quero ter que trabalhar quando os meninos chegarem amanhã. - me responde com pressa e sorrindo de lado.

- Okay. - respondo sem querer parecer animada.

    Ele se despede me dando um leve beijinho no rosto e já indo para o carro.

    Fico na porta vendo-os sumir no horizonte. Estou sorrindo muito, mas eles não conseguirão me enxergar. E mesmo que assim fosse, não saberão o porquê.

[..]

Para levar meus pais, deixá-los no embarque e voltar para casa, meu irmão levará em torno de 1h35min. Tempo suficiente para eu preparar o terreno da forma de desejo para dar início ao meu primeiro passo em relação ao meu irmão.

Hoje eu tomarei uma atitude um tanto quanto drástica. Posso por tudo a perder. Mas eu tenho que fazer! Não posso perder a oportunidade desse final de semana quase sozinha com o DK. Não faço idéia de quando terei essa oportunidade novamente.

[...]

Passou 1h da partida do meu irmão com meus pais. Hora de me arrumar.

Estou em meu quarto avaliando o local. Cama arruma? Sim. Fone de ouvido  e celular na mão? Sim. Tirei minha calça e calcinha? Ainda não. Tiro-a. Com blusa larga e sem sutiã? Sim. Então só me resta deitar na cama, e por um travesseiro para apoiar as costas na altura do pescoço e aguardar meu irmão chegar.

[...]

Escuto um carro estacionar na frente de casa, meu coração começa a acelerar. Um pouco nervosa, me ajeito na posição correta colocando meus fones no ouvido desligados e dando uma olhada rápida para confirmar se minha porta está meio aberta. Está.

Nisso, escuto passos vindo em direção ao andar no meu quarto, é agora.

Jogo meu pescoço para trás no travesseiro e tapo meus olhos com a mão esquerda. abrindo minhas pernas, já deitada, com a mão direita começo a massagear minha intimidade com dois dedos.

Escuto se aproximar da porta:

- Cheguei, SoHeun… - percebo que sua fala se esvai.

- SOHEUNAH, o que você está fazendo? - ela abre abruptamente a porta e para nela. Eu continuo me massageando, lentamente e de vez em quando abrindo a boca na tentativa de mostrar o quanto estou aproveitando isso. Mantenho meus olhos vedados e com os fones, embora desligados, faço de conta que nada escuto.

Sinto-o vacilar na porta, seu silêncio é ensurdecedor. Até que de repente escuto passos abafados e lentos se aproximarem da cama.

    Ele senta lentamente do lado de minhas pernas e eu começo a acelerar meus movimentos, subindo de descendo os dedos por toda a minha intimidade abrindo de vez em quando os lábios inferiores na tentativa de expor meu sexo.

    Eu arfo pesado e escuto ele fazer o mesmo. Sua respiração começa a ficar irregular e com meus movimentos acelerados, começo a sentir os efeitos de meu próprio estímulo.

    Nisso, sinto uma mão se por sobre a minha, me fazendo arrastar com maior precisão os dedos em direção ao meu clitóris. Ele se retém ali, fazendo movimentos circulares, por vezes lento e por vezes rápido. Minhas costas se ergem em detrimento disso e começo a gemer baixinho.

    Tiro minha mão e levo-a até meu seio direito, levantando a blusa que me cobria parcialmente e expondo ele a DK. Escuto-o dizer entrecortado:

- Não, SoHeun, não faça isso. - sussurra e suspira.

Ele intensifica sua mão, a deslizando por todo meu sexo, parando de repente sobre minha entrada. Ele dá leves tapinhas com um dedo sobre ela e devagarzinho introduz apenas a ponta do dedo. Faz isso cinco vezes, enquanto com o dedão massageia meu clitórios.

Nisso, minha respiração começa a falhar e eu instintivamente começo a movimentar meu quadril em desespero com suas falsas estocadas.

    Vendo minha reação, enfia totalmente seu dedo, deslizando devagar e com precisão. Lá dentro dele gira o dedo e faz massagem por toda minha intimidade. Eu arqueio as costas numa tentativa falha de não gemer alto. Ele começa a acelerar e movimento meus quadris acompanhando seus movimentos. Até que ele introduz outro dedo me fazendo perder o tom ao gritar de prazer.

    Sua respiração está acelerada, assim como seus movimentos que agora assumiram uma velocidade alta e precisa.

    Então ele começa a tirar devagar e entra num jogo de um pouco tira, um pouco dá tapinhas em minha entrada, entra novamente, então tira e dá tapinhas novamente em minha entrada. Até que num ápice de estímulo não aguento mais esconder meu olhos e arqueio tão forte as costas que chego a sentar, abrindo mais ainda as pernas.

    Olho para ele desesperada, com as sobrancelhas fechadas mas demonstrando prazer. Tento morder meus lábios não só consigo abra-las pela falta de ar e palavas. Ele me tortura lá embaixo.

    Dk me olha insano. Estava totalmente absorto e nisso junto uma das minhas mãos à dele e unidas começamos juntos a massagear meu clítoris novamente, quase finalizando o processo.

    Começo a sentir as pernas fracas, não consigo mais manter os olhos abertos. Uma onda de arrepio percorre meu corpo. Tremo o quadril e as pernas.

Me derramo.

    Ele passa dois dedos sobre a entrada para recolher o fluido e espalhar por todo o meu sexo. Ainda me estimulando, mas devagar.

    Os últimos resquícios ele puxa com delicadeza e põe sobre minha boca, que chupo olhando em seus olhos. Ele comprime os dele. O percebo tremer e soltar um leve e sutil gemido.

    Tento recuperar a respiração. Ele se aproxima de mim, acaricia meu rosto e me dá um demorado e apaixonado beijo. Fica parado ali, respirando pesado colado ao meu rosto. Até que levantando de súbito, sai pela porta do quarto. Fechando-a atrás de sim.

 

    Eu fico aqui, esperando meu peitoral parar de subir e descer. Sorrindo e ao mesmo tempo desacreditada com o que aconteceu.

    Tudo é conto de fadas até que realmente aconteça.

    E isso foi muito melhor do que um conto de fadas.

 


Notas Finais


Será que ela foi muito cedo?
Será que vai dar ruim ainda?

VAMOS DESCOBRIR!!
Obrigada se leu até aqui e beijos de luz <3 :*


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