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História Meu Desejo Proibido - Imagine Park Jimin - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Olha só quem reapareceu depois de um longo tempo? Eu mesma meus amores e cheguei eu eufórica por aqui.
Então eu posso dizer, boa leitura.

Capítulo 5 - Eu Tenho Anjo - 05


Fanfic / Fanfiction Meu Desejo Proibido - Imagine Park Jimin - Capítulo 5 - Eu Tenho Anjo - 05

Afasto-me do Park ao ver que quase estamos indo longe demais, o empurro pelos ombros saído do seu alcance, mordo a ponta das minhas unhas encarando a visão que a janela me proporciona. Eu não sou assim, mas estou agindo dessa forma; respiro fundo fechando meus olhos antes de ir e vim com meus pensamentos, contudo sou surpreendida quando sinto meu corpo se colidi contra o seu físico, seus braços me deixam presa em si e acabo respiro fundo até demais quando sinto o roça sobre meu pescoço.

- O que foi garotinha?

- Não vir aqui para isso Park. – Relutante o mesmo me solta. – Você quer saber sobre ela.

- Realmente eu quero saber sobre Helena, mas podemos deixar isso para outro momento. – Aproxima-se. – Você não acha?

- Eu não acho nada. – Afasto com um riso. – Vou lhe dizer de uma e em seguida você abrirá aquela porta e irei embora como se nunca estivesse vindo aqui.

- Você parece demonstrar duas pessoas. – Não demonstro nada diante de si e apenas o encaro fixamente. – O que você sabe __?

- Tudo que eu sei é que Helena é uma egoísta e que só pensa em si própria. Jimin ela me deixo eu tinha nove anos, em todos meus aniversários eu perguntava se ela iria voltar, se ela pelo menos ligaria. – Engulo o maldito choro. – Mas ela nunca ligou até que me dei conta de que nunca mais ela voltaria, ela deixou meu pai por não uma renda o suficiente para ela. – Sorrir incrédula. – Sei que você quer saber de tudo, mas tudo somente ela poderá lhe dizer, é sua noiva não deveria ter segredos um com o outro, mas eu vejo que ambos os dois possuem isso.

- O que você quer dizer com isso Oliver? – Sorri ao ser chamada por meu sobrenome.

- O que eu quero dizer? – Aproximo do mesmo ficando diante de si, sua face encontra a minha e sorri mínimo. – Eu vejo em seus olhos que você está lutando por algo, mas eu não sei o que é.

- Você é bem esperta garrota. – Diz suave. – Eu sei o que você sente e sei que é errado como ela lhe trata, não sei o que me fez querer está perto de você e de lhe proteger. – Espanto-me com sua confissão. – Mas sei que desde aquele dia você não saiu dos meus pensamentos, pensei que era apenas uma turista que vinha no mesmo voo que o meu,1 mas descobrir algo bem mais que isso.

- Que sou filha da sua noiva! – Digo o vendo confirmar. – E são ai que as coisas mudam, eu quero deixar uma coisa bem clara aqui.

- Você me mostrou ter o mesmo interesse. – Diz convicto. – E não posso negar que adorei isso e muito. – Enfatiza sério.

- Não iremos passar de beijos Park, você é noivo dela e eu sou eu mesma. – Digo firme. – Eu sou filha dela.

- Não me importo de ser noivo dela, isso vai bem mais que desejo _. – Soa aflito. – Eu quero isso. Eu estou querendo você, estou ficando maluco por querer algo tanto assim.

- Abra a porta, por favor! – Peço o vendo negar. – Você não deveria ter vindo atrás de mim e eu não deverei ter entrado naquele carro. Não deveria nunca ter vindo aqui, pouparia tudo isso agora.

- Você a odeia tanto assim? – Sua expressão muda e nesse momento sinto meu coração acelera por míseros segundos. Q

- Não é ódio Park. – Afirmo. – Isso se chama decepção, meu pai nunca me bateu e nem quero que ele saiba disso, mas assim que vocês estiverem casados não iram me ver nunca mais. Se você agora puder abrir a porta irei agradecer.

O mesmo não ousou em dizer-me mais nada, mas foi ao abrir a porta que demos de cara com seu pai e o mesmo rapaz que esteve no jantar na noite anterior, ambos me olharam e apenas cumprimentei sabendo que ali teriam uma descoberta do que eu estava fazendo ali sozinha com meu futuro padrasto. Sair do elevador e seguir para fora daquela empresa, peguei um táxi que passará ali e seguir para qualquer lugar da cidade; onde passei a vagar sozinha. Pensei em até mesmo em cogitar a ideia de ir embora antes desse casamento acontecer e até pensei em desistir desse meu plano louco como meu primo disse.

Suspirei lembrando do que aconteceu mais cedo com minha mãe na frente do Park e acabo sorrindo amargo vendo que o rapaz que me sentir atraída é seu noivo e por mais que agora eu relute contra o que sentir, o desejo demonstra se aflora por vingança não contra ele, mas contra ela. Voltei caminhando para casa e assim que entrei me deparei com a mesma lendo uma revista em mãos, tentei subir distraída do seu campo de visão, contudo meu nome foi chamado onde parei a encarando sem lhe dizer nada.

- Onde você estava?

- Dando uma volta por ai.

- Jimin e eu acabamos brigando. – Eu já sabia. – E foi por sua culpa!

- Minha culpa? – Indago. – Olha eu já vir coisa demais por hoje, quero somente ficar sozinha Helena.

- Você não vai ficar sozinha. – A mesma deixa a revista de lado e suspiro. – Eu não posso perder o Jimin, não agora.

- Eu não entendi o que você quer dizer em perder o Park. – Sua expressão muda ao me ouvir. – O que o Jimin é para você Helena? Por que ele? Por que um rapaz como ele?

- Eu gosto do Jimin querida. Tentei até gostar do pai dele, mas ele ainda pensa na falecida.

- Falecida? – Não compreendo.

- A mãe do Jimin garota. – Olhei para si sem acreditar. – Ela era cismada em achar que eu queria algo com o seu marido, sendo que não era verdade. – Sorri. – Na verdade era sim.

- Como a mãe dele morreu?

- Acidente de carro, tem mais ou menos dois anos. – O que não compreendo são suas expressões. – Jimin nunca quis nada comido até meses atrás, finalmente conseguir enlaçar o mesmo.

- Você quer se casar por mais dinheiro e não por amor Helena?

- Isso se chama negócios e você deveria fazer o mesmo com o Jeon. – Nego amarga. – Pobre do seu pai por ter uma garota burra como você. – Grita. – Achei que minha filha seria como a mim.

- Já disse para não falar do meu pai Helena – Altero minha voz ao ver meu pai ser mencionado, nem ao menos me importei. – Meu pai cresceu muito depois que você foi embora e acredite ele está muito bem com a vida dele, mas eu torço para que ele encontre o verdadeiro amor que você não soube dar.

- Então o Jean ficou rico, que interessante querida, mas não ouse falar mais assim comigo, aquela bofetada não é o que costumo fazer, mas que pode virar uma rotina.

- Você quer me mudar, mas não mudarei ou você aceita ou eu pegarei o primeiro voo para longe dessa palhaçada.

- Eu só irei lhe perdi uma coisa _. – Permaneço calada. – Fique longe do Jimin.

- Por que eu faria isso?

- Por que eu vejo como ele te olha querida, eu conheço muito bem quando um homem se atrair por uma mulher. – Engulo minha saliva encarado a mesma. – Sei quando a desejo em apenas um olhar.

- Helena você está com ciúmes do seu noivo? – Acabo sorrindo e mesma continua seria a minha frente. – Eu tenho muito mais o que fazer do que ficar aqui ouvindo isso, se agora me der licença eu tenho que ir.

Não daria mais ouvidos a mesma, porém o que me chama atenção é seu pedido repentino para ficar longe do Park. Diante mão não poderia contar nada a meu pai ou ao meu primo, não quero causar um alvoroço, certamente que agora eu teria que esperar e ver se pelo menos faço alguma amizade aqui nesse país e quem sabe eu não darei uma volta novamente depois.

Entro dentro do meu quarto e o tranco logo em seguida, evitando assim que ela entre aqui do nada mais uma vez, encaro o teto acima tentando distinguir em o que farei para não ficar louca e o que recebo em seguida uma ligação a qual fiquei vendo tocar até a ver cair. Fecho meus olhos lembrando dos acontecimentos que o envolveram e creio que os socos que meu primo lhe deu não deram tanto resultado quanto pensamos que daria. O que ele queria me ligando?

- Mas o que será que ele quer?

As perguntas fluem em minha mente e respiro fundo ao ouvir meu telefone tocar, sem perder tempo acabo atendendo me preparando para xingar quem quer que seja.

- Olha aqui seu desgraçado pare de mim ligar! – Praticamente gritei para o outro ser ouvir.

- O que aconteceu para você está falando desse jeito filha? – Agora estou mais ferrada do que nunca. - _?

- Desculpas pai, eu não sabia que era o senhor. – Soou sincera. – Achei que era Ryan novamente.

- Ele anda te ligando filha? – Permaneço em silêncio. – Depois falamos sobre esse destino, quero falar sobre a convivência com sua mãe e o noivo dela.

- Papai eu acho que o senhor é o único que tem que saber sobre o que irei dizer. – Eu teria que contar ou eu ficaria mais louca ainda. – Park Jimin tem idade para ser filho dela e hoje eu descobrir algo. – Respiro fundo. – Eu não quero mais ficar aqui.

- Filha assim que Helena se casar você voltará para a nossa casa. Eu prometo isso a você.

- Te amo pai! 

Helena e toda sua formação a deixaram tão nítida diante do seu novo estado e país de moradia, após finalizar a ligação com meu paia me cair sobre a cama mais uma vez sabendo que tenho que continuar, mas algo em mim diz que não posso. A mente diz para não na tentação que aquele homem carrega consigo, mas tudo muda quando eu me torno outra pessoa, contudo todas as palavras que foram direcionadas a mim por ela ficam em minha mente perambulando a todo instante. Coloco-me em pé e decido andar o mais rápido com isso, o mais rápido que posso ou talvez o meu plano possa vim dar errado.

- Eu farei isso por você papai. – Digo. – Nem que eu tenha que mudar para agradar pela aparência a minha mãe.

 

 

Dias depois.

 

 

Os dias se passaram e Jimin passou a vim cada vez mais aqui em casa – posso chamar de minha, já que estou aqui até esse casamento acontecer -, tive que ouvir os dois durante algumas noites e isso foi revoltante, até perguntei se não tinha algum quarto a prova de som e por sorte encontrei e me mudei para o ultimo daquele extenso corredor.

Em uma das minhas saídas encontrei o mesmo rapaz do dia do jantar, - Jungkook -, ele me ajudou por alguns lugares do shopping e me deu algumas dicas de lugares para serem visitados e isso foi realmente bom, mas me surpreendi quando ele me perguntou se a minha pessoa gostaria de sair consigo e aceitei. Vai ser bom conhecer um pouco dessa cidade.  Coloquei minha jaqueta e soltei meus cabelos e antes de sair do quarto me olhei diante do espelho, apressadamente desci as escadas com uma euforia, mas ao encontrar o Park ali na sala com Helena parei olhando-o atentamente sua feição.

- Onde vai filha?

- Eu vou sair com um amigo. – Digo olhando a mesma.

- Eu o conheço? – Afirmo. – Quem é?

- Ele estava no jantar de noivado de vocês. – Enfatizo a palavra e o Park me olhar arqueando as sobrancelha.

Helena sorrir enquanto diz que fiz a coisa certa, mas a certa seria ela não criar esse joguinho com os Parks, minha atenção se vai quando ouço a porta ser aberta e por ela Jungkook entrar com um sorriso no rosto. Sigo ao mesmo lhe dando um abraço que é retribuído, porém a voz firme ecoada pela casa chama a nossa atenção.

- Jungkook! – Park se pronuncia e vejo o olhar dos dois um para o outro. – Não sabia que tinha virados amigos.

- As coisas mudam e foi por acaso Jimin. – O mesmo responder. – Olá senhora Helena.

- Yah! Não me chame de senhora Jungkook, me sinto tão velha.

- Perdão. – Diz sorridente e então eu noto alguns de seus detalhes, como a pintinha fofa abaixo de seus lábios.

- Jungkook eu me lembrei que temos que conversar depois sobre a situação de contrato. – Encaro o Park e nego.

- Depois veremos isso Jimin, na segunda-feira. – Diz firme. – Vamos ____.

Afirmo o seguindo para fora da casa, fecho a porta olhando uma última vez o rapas ao lado de Helena. Fecho a porta e sigo ao jardim vendo Jungkook parado ao lado de seu carro, agradeço quando ele abrir a porta permitindo a minha entrada para log em seguida o contornar entrando em seu lugar. Nosso caminho foi totalmente aleatório, seguimos alguns pontos turísticos, virmos alguns apresentações de rua e posso dizer que aqui não seja tão ruim assim. Jungkook insistiu para que fossemos a sorveteria e acabei concordando indo juntamente consigo ao estabelecimento.

- Me fala sobre você.

- Não tenho muito o que falar de mim Jungkook. – Soou sincera. – Do que você vai querer? Eu digo o sabor.

- Milk shake de baunilha!

- Eu vou de chocolate.

- Eu vou fazer nossos pedidos e já volto.

Assentir o vendo se levantar indo ao balcão, retirei minha jaqueta a deixando ao meu lado, olhei para a janela vendo as pessoas caminhando uma ao lado da outra e pergunto-me como estará meu primo e meu pai nesse momento. Olhei para o rapaz e o vir sorrir com as taças em mãos levantei ajudando o mesmo que sorriu vendo meu ato.

- Por que não me chamou?

- Você parecia bem concentrada. – Sorrir. – No que tanto pensava?

- Em meu pai e meu primo. – Digo levando uma colher com o sorvete a minha boca. – Nossa tá muito bom. - Ele sorriu.

- Você parece sentir muita falta mesmo. – Nesse momento tive que deixa o sorvete de lado encarando o rapaz a minha frente. – Você não queria está aqui, não é?

- Eu nunca quis vim aqui sabe. – Respiro fundo. – Eu só queria está ouvindo os gritos do meu pai e está jogando com meu primo seu vídeo game.

- Você vai voltar ____. – Sua mão tocou a minha e sorri segurando as lágrimas o vendo sorrir. – Acredito que você terá muita coisa ainda para descobrir e eu estarei ao seu lado.

- Obrigada Jungkook!

 - Somos amigos ____, nada mais que justo. – Sorrimos. – Vamos comer antes que derreta.

Posso dizer que sair com Jungkook distraiu meus pensamentos e me fez esquecer muitas coisas, na saída tentei pagar por meu pedido, contudo fui ignorada por si que disse que eu poderia espera do lado de fora. Eu tive que me dar por vencida até ver o mesmo sair sorridente do local. Não posso negar que ele não seja bonito, com sua forma de se arrumar, o corpo com músculos bem visíveis, me contenho e entro em seu carro com destino a casa a qual eu ocupo e que por momentos ouso chamar de minha também.

Minutos depois me vejo em frente à casa a qual sair acompanhada, olhei para o mesmo e sentir sua mão em meus fios causando-me um riso, despedir do mesmo com um abraço e sair do carro o vendo se afastar da propriedade. Respirei fundo e entrei dentro de casa vendo tudo em silencio, subir as escadas em direção ao quarto em que ocupo, antes de entrar no mesmo olhei para trás vendo tudo parado e em completo silencio. Abrir a porta e a fechei, retirei minha jaqueta e a joguei em um canto qualquer, levei as mãos as barras da minha blusa, porém antes de a retirar escutei uma risada e ao me virar em direção a varanda vir ali parado sorrindo.

- Pelo visto vejo que se divertiu ____.

- O que você está fazendo aqui Jimin?

- Fala baixo meu anjo. – Seu corpo se aproximou lentamente. – Não vai querer que Helena te ouça, não é?

- Sai daqui Park! – Digo saído de seu alcance.

- Só irei sair daqui quando você me falar o que estava fazendo com o meu melhor amigo.

- Você não tem nada a ver com isso Park ou com o que faço ou deixo de fazer.

- Mas eu tenho anjo. – Sua aproximação foi rápida em minha direção, tentei me desviar de seu toque e o mesmo sorriu negando. Seus braços me enlaçaram pela cintura e me vir diante dos seus olhos sem saída alguma. – Você sabe que és minha ____ e eu irei provar isso agora. 


Notas Finais


Eu posso dizer a frase "Fogo no parquinho......"

Segurem que agora iremos ir bem fundo meus amores. Obrigada pelo carinho e por todo amor meus amores. Foi gratificante receber todo apoio vindo de vocês, estou realmente grata.

Thanks angells! Beijos e muitos beijos. 🌸💜


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