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História Meu Doce Guardião - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Hey pessoinha tudo bom com vocês? Espero que sim porque eu estou bem.
Primeiramente não é porque eu escrevo essa historia que eu apoio o crime organizado muito pelo contrario sou contra.
Temos que saber diferenciar o mundo real de um historia ok.
essa historia foi inspirada em A PROTEGIDA vou deixar o link nas notas finais

Capítulo 1 - Meu Doce Guardião I


Fernando 13 anos

Estava terminando de arrumar minha mochila para fugir de casa era 5h da manhã conforme dizia o relógio na parede da sala, tinha colocado um bilhete na geladeira falando que não era para me procura e que não iria voltar.

Estava indo para a rodoviária há caminho do rio de janeiro – ainda bem que essa casa era perto da rodoviária sai.

Quebra de tempo

Avia acabado de chegar na rodoviária do Rio e estava indo para a saída pronto para pegar o táxi. — Vamos para onde meu jovem? – pergunta o motorista em quanto ajeitava o GPS.

— Para o bairro do alemão. – digo em quanto procurava o celular para ver que horas era.  Após pegar um engarrafamento tinha acabado de chegar no alemão, o rapaz que dirigia tinha acabado de avisar que não iria entra lá dento então só confirmo e pago saindo do carro.

Bom e lá vamos nós. Já estava tudo arrumado para mim trabalhar aqui, tinha conseguido o contato de alguém que trabalhava lá dentro e tinha mais ou menos a minha idade e estaria me esperando perto da entrada do alemão.

Procuro o numero dele no telefone logo para fazer uma ligação, ele atende no segundo toque. – Eai tapado onde tu tá?

— Tô perto de uma sorveteria chamada Tavares. –digo olhando para o slogan da sorveteria.

 — pode deixar que já chego ai.

— beleza estou com uma mochila azul nas costas.

— okay. Já estou te vendo vou desliga aqui.

— Beleza. Olho de um lado para o outro pra vê se encontro ele acabo vendo alguém vindo em minha direção. –acho que deve ser ele, olho para o celular pensando que vou ter que me livrar dele.

— Te achei. –diz Pedro, já me dando um mata leão de brincadeira do nada.

— oh seu arrombado me larga. Então onde nós vamos?

— Vamos lá em casa primeiro. –apesar de Pedro mora aqui desde que nasceu ele fugiu do orfanato quando tinha a minha idade hoje ele tem 15 anos e mora no moro mesmo, ele trabalha para o crime organizado do complexo do alemão. — Então ele vai te testar primeiro, ele vai te manda fazer uns corre por ai antes de ter certeza que você esta dentro dos negócios.

Três semanas depois

— Fala ai Fernando qual é a boa. –diz Pedro entrando com tudo na minha goma sem bater na porta.

— Um dia você vai se arrepender de entrar assim aqui. Vou ter que fazer um corre lá no asfalto volto só amanhã. –termino de falar e pego uma blusa no guarda roupa. —Agora mete o pé que já estou vazando. –digo já empurrando ele e pego a bolsa que estava ao lado da porta tranco tudo e meto o pé.

–Por onde eu começo. -Olho o endereço das três casas que tinha que passar ainda hoje, era 14h e a mais próxima fica a meia hora tinha todos os  todos os dados do pessoal e a hora de quando eles saiam. —Bom vamos.

Já estava na ultima casa e ia dar 04 horas da manhã esta um frio do caralho e a merda da casa ficavam quase do outro lado da cidade mereço uma merda dessa o cara ainda trabalha de guarda noturno ao menos isso.

Entro num beco que estava escuro para espera o cara sair e percebo uma menina lá no fundo toda encolhida. Ela olha para mim já assustada e escuto o seu estomago roncar.

— Ei. Pequena porque você está aqui sozinha? –pergunto pra ela que estava toda encolhida e mais assustadas

— A mamãe ficou brava outra vez e falou que o papai vai dorme para sempre aí disse que íamos passear. –Diz um pouco mais encolhida por causa do frio. — E que íamos brincar de esconde-esconde, mas quando eu desce do carro ela foi embora. –quando ela fala isso me da um aperto no coração me sinto com vontade de cuidar dela e não deixar nada de ruim acontecer com ela, sua voz me acalma de uma forma que não consigo explicar.

Me abaixo ficando da sua altura e pergunto. — Quantos anos você tem? –então ela mostra os dedinhos dizendo que tem seis anos. Olho pra trás vejo que o cara esta saindo depois volto o olhar para ela.— Não saia daqui está bem agorinha eu volto.

— Você promete que vai voltar mesmo? E não vai sumir que nem a mamãe fez.

— Prometo. –estendo o dedo mendinho pra ela. —De mindinho, agora tenho que ir. Não saia daqui até eu voltar fechado.

— Fechado. – fala com aquela voz fofa dela então entrelaçamos os dedos.

Saio de onde estava e vou para dentro da casa do cara e começo a colocar tudo de valor que tinha lá dentro. Quando termino vou para a cozinha pegar alguma coisa de comer para a menina, porque até chegar em casa vai demora muito pego umas frutas e saio de lá, entro no beco. — Voltei podemos ir agora, aqui pega come um pouco você está com fome certo.

— Sim.

— Qual o seu nome? – pergunto ao entregar uma maçã.

— Amanda.

— Lindo nome princesa mas agora temos que ir. – ela então segura na minha mão e começa a falar enquanto andávamos.

Após muito tempo chegamos ao morro e por sorte não teve engarrafamento nessa madrugada de sexta- feira.


Notas Finais


link da historia https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-protegida-18228507
abandonar crianças é crime denuncie.
ensinem sempre as crianças o numero de emergência e os do responsáveis, o seu endereço e o nome completo dos pais ou responsáveis por ela.
educação se recebe em casa e praticamos na sociedade.


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