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História Meu doce Magnata - Capítulo 9


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Notas do Autor


Annyeonghaseyo! 👋🏻

Desculpem qualquer erro e boa leitura! 💜

Capítulo 9 - Você é só minha


______'s pov

Tirei os sapatos de salto segurando-os no salto e os joguei para trás. Fiquei bem mais baixa que Hoseok. Com os saltos eu ainda não ficava cara a cara com ele.

- Deixa eu te tirar do sério. - beijei sua boca suavemente. - Você não disse que me queria de joelhos me dedicando ao seu pau?

- No meio da minha reunião?! - ele estava excitado com a ideia, mas fingiu estar chocado com o meu pedido. - Você deve me achar um poço de autocontrole.

- Você é. Não? - virei a cabeça de lado. - Quanto você pode resistir, Jung Hoseok?

- Ah, está bem. - disse ele ofegante abrindo a braguilha de sua calça.

Ele se sentou na cadeira com a calça arriada e a cueca também, mas impediam de abrir as pernas mais. Seu membro já estava enrijecido a minha espera. Dei a volta na mesa e passei por debaixo engatinhando prestes a atacar a minha presa.

Hoseok limpou a garganta e colocou o fone na orelha direita e esticou o braço para frente. Obviamente ligando o monitor do computador. Sorri e segurei em seu membro. Corri a língua pela glande de forma lenta e lambi delicadamente toda a extensão de seu pênis.

- Olá a todos. - disse Hoseok. - Já leram o memorando? Ótimo. Assim mesmo que eu gosto. - disse ele quando o introduzi todo para dentro de minha boca. Acho que ele falou isso para mim. - É claro. - ele limpou a garganta. - Eu não estou entendo da demora para entregar esse produto, senhor Lee. É a segunda vez que o senhor fala uma coisa dessas para mim. - Hoseok estava tenso e eu aumentei os movimentos e o colocando todo para dentro de minha boca. - Olha, só, vou mandar uma equipe de TI na segunda-feira para verificar esse processo. - continuei o masturbando com destreza e Hoseok levou sua mão a minha nuca. Se ele queria que eu fosse mais devagar, estava me forçando a fazer o contrário. - Se o senhor não quiser, o tiro do projeto, senhor Lee. Claro que posso o tirar independente de o projeto ser seu ou não. - ele soltou o meu pescoço. - Sugiro que quando o senhor chegar em casa leia atentamente o contrato que assinou.

- Ai. - disse baixinho enquanto o masturbava com a mão.

Hoseok passou a língua pelos lábios, umedecendo-os.

- Olha, só... - disse Hoseok aflito. - Querendo ou não vai ter um grupo na segunda aí para supervisionar o trabalho de sua equipe. Sei disso. - disse ele frustrado batendo a mão em punho na mesa. - Merda. - eu o chupava com mais força. - Eu entendo isso senhor Yu. - disse ele. - E também entendo a situação do senhor Lee. Olha só, senhor Yu... - Hoseok elevou a mão direita. - eu entendo o que está dizendo, mas surgiu um assunto muito sério que requer a minha atenção imediata aqui. Desculpem e nos falamos depois. - Hoseok desligou a chamada, o monitor, tirou o fone do ouvido e me colocou de pé segurando em meus braços. - Caralho. Eu não aguento mais, mulher. - ri e ele me colocou sentada sobre a mesa de vidro. - Prefiro comer você do que ficar falando com esses chatos.

Hoseok puxou a minha saia para cima e afastou a minha calcinha para o lado e me penetrou com força.

- Ahhhwnnnn....

(...)

- Oi? - ouvi a voz de Jimin enquanto eu terminava de colocar a mesa. - Cheguei.

- Oi, amor. - disse com um sorriso. - Como foi seu dia?

- Foi tudo bem. - disse ele tirando a pasta a tiracolo que usava e colocando sobre a bancada da cozinha. - Aqueles pestinhas me matam um dia. - riu e eu o acompanhei. - Isso está com um cheiro bom, hem?

- Obrigada. - sorri. - Com fome?

- Com certeza, gata.

- Vai lavar as mãos e se trocar. - disse autoritária. - Temos visita para o jantar.

- Temos? - ele olhou para trás na hora que Hoseok voltava do banheiro. - Ah, temos. - sorriu sem graça.

- Jimin, lembra do Hoseok, não é?

- Claro que sim. - ele sorriu. - Bom te ver cara. - Jimin pegou a pasta sobre o balcão. - Eu voltou logo. - seguiu para seu quarto.

- Não sei se fico feliz de você morar com um homem.

Ri.

- Fala sério, Hoseok. - segurei o riso. - É o meu irmão.

- Irmão que não é tão irmão assim, não é, senhorita Yan?

- Nunca aconteceu nada entre Jimin e eu. - garanti. - Fica calmo. Ele é o meu melhor amigo e é o meu irmão. O irmão que eu escolhi para ter. - ele comprimiu os lábios. - Por falar nisso. Sua irmã me ligou hoje à tarde.

- Ligou?

- É. - disse sem graça. - Achei que você ia falar alguma coisa sobre o almoço e eu não disse nada porque... enfim... - dei um tapa no ar.

- Eu não falei nada porque não estou sabendo de nada. - disse ele com a voz firme. - O que Li Na disse?

- Ela me convidou para um almoço na casa do seus pais no sábado.

- Ah.

- Eu não disse que ia. - comecei sem jeito. - Eu só conheci seus irmãos. Eu não conheço seus pais quer dizer... É cedo, não é?

- Se a Li Na ligou é porque ela não parou de falar de você com a minha mãe e agora ela quer conhecê-la. - disse ele juntando todos as lacunas. - E não é cedo nada, a gente vai. - ele pegou um pedaço do frango frito que estava sobre a travessa. - Humm. Muito bom.

- Tem certeza. - disse tensa.

- Claro. - ele engoliu o frango em sua boca. - Por que eu mentira? - ele apontou para o frango. - Isso está muito bom.

- Não foi isso que eu quis dizer. - disse entre dentes.

- Está tudo tranquilo. - ele sorriu.

E eu me encolhi por dentro.

(...)

Três dias depois...

Coloquei um vestido cor pastel e ele tinha umas flores na barra do vestido. Olhei o meu reflexo no espelho e retoquei o batom.

- Bom dia, senhora Jung. Obrigada por me receber em sua casa. - sorri. - Isso dou terrível.

- Então o negócio está ficando sério. - disse Jimin encostando no batente da minha porta que estava aberta. - Jantares, trepadas sacanas até altas horas da madrugada e você agora vai conhecer os pais dele.

- É o que parece. - disse tensa.

- Você não acha que isso está indo rápido demais? - indagou com preocupação.

- É, eu acho. - admiti. - Mas... Estou feliz. O Hoseok me trata bem. É gentil.

- Vocês se conhecem só uma semana.

- Tecnicamente uma semana vai ser segunda-feira. Daqui dois dias. - elevei dois dedos.

- Estão especulando sobre você na internet. - disse Jimin cruzando os braços.

- Eu vi. - disse firme. - Você disse que não era para me preocupar com isso e que eu estava muito diferente de seis anos atrás.

- Eu sei. - ele afirmou com a cabeça. - Só que eu disse isso achando que o lance de vocês não ia durar. - deixei os braços pendentes na lateral do meu corpo, frustrada. - Desculpe, mas eu achei isso. - ele deu de ombros. - Quem ia ligar para uma mulher que fosse vista com ele uma ou duas vezes.

- Eu sei que está preocupado. - disse me aproximando dele. - Mas eu não posso ficar me escondendo a vida toda. - coloquei a mão direita sobre o ombro de Jimin. - E tenho o seu sobrenome. - sorri. - Vai ficar tudo bem.

- Espero que sim. - disse ele sinceramente.

- Me deseje sorte. - sorri e dei um beijo na bochecha de Jimin.

- Sempre.

Sai do apartamento e um carro prata estava parado junto a calçada a minha espera.

- Senhorita Park? - disse um senhor formal, de terno. - Sou Liu, o motorista de Jung Hoseok.

- Ah, sim. Prazer em conhecê-lo, senhor Liu.

Ele abriu a porta para mim e eu entrei.

- Você está muito bonita. - olhei para Hoseok que estava com um blazer marrom sobre uma blusa branca.

- Você também.

- Algumas coisas que temos que falar. - ele sussurrou em meu ouvido passando o braço direito ao redor dos meus ombros. Liu entrou no banco do motorista e colocou o carro em movimento em seguida. - Meu irmão é louco. - o encarei assustada. - Fica longe dele.

- Eu conheci seu irmão e ele pareceu simpático. - disse com o cenho franzido.

- Fachada. - disse ele dando de ombros. - Ele quer o que é meu.

Prendi um sorriso.

- O que é seu? - Hoseok revirou os olhos. - É muita presunção.

- É sério, ______. - ele estava sério e eu recolhi o meu leve sorriso. - Nós não nos damos muito bem. Fingimos que nos damos pelos nossos pais.

- Nossa. Que chato. - disse triste. - Eu não sabia. Prometo ficar longe dele, mas se ele vier falar comigo não posso ser grosseira.

- Eu não pediria para você fazer isso. - disse ele sério. - Mas eu ordeno que não permaneça em locais fechados sozinha com ele.

- Ordena, é? - sorri e dei um beijo rápido em seus lábios.

Com sua mão esquerda ele segurou o meu queixo.

- Você é só minha. - disse e me beijou.

Sua língua não teve dificuldade de adentrar minha boca. Seus beijos sempre me levavam ao delírio e eu podia até esquecer onde estávamos... nada mais importava. Só eu e Hoseok contra o mundo... Estava tão necessitada dele que tudo parecia certo. 


Notas Finais


Acompanhem minhas outras fics @Kathy95

Então?
O que acharam??? Digam para eu saber. Amo saber o que pensam e o que querem.
Até o próximo capítulo.
Vejo vocês em breve!
XX Kathy


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