História Meu doce ômega - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Chanbaek, Fluffy, Jeonggukie, Jikook, Jimin!ômega, Jungkook!alfa, Mpreg, Park Jimin, Sope, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 541
Palavras 1.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá minhas cheirosas 😅🌷

Eu sei que demorei, mas trouxe um point do Baekhyun. Com muita calma nós vamos longe.😅🌚

Espero que gostem 🌷✨

Capítulo 6 - Sixth Chapter


Fanfic / Fanfiction Meu doce ômega - Capítulo 6 - Sixth Chapter

Point Of View Byun Baekhyun

Não vou mentir quando disser que não fiquei apavorado de começo. Eu não estava acostumado a ter a presença de um alfa tão perto de mim. Nunca foi fácil para mim e tinha medo de que ele pudesse me machucar novamente. 

Desde novo aprendi que não devemos confiar em todos e tudo, eu aprendi que os mais próximos de você, são aqueles que querem te vê morto. Minha mãe fechou os olhos para o mundo e ficou cega de amor e luxúria, seu marido era um monstro e não sei como tive a capacidade de um dia chamar aquele homem de pai. Eu virei um adulto rápido demais, tive que me vira para consegui o que queria, e nunca tive apoio emocional de ninguém. A forma que o marido de minha mãe me tocava, me dava ânsia. O jeito que ele sussurava palavras como: vai ficar tudo bem; você é meu garotinho ou eu nunca deixarei ninguém tira você de mim. Ele era horrendo e a mulher que se chamava minha mãe, era mil vezes pior. 

Eu lembro de tudo. Eu lembro de todas as vezes que ele me violou, também lembro de quando tudo começou. 

Baekhyun. Eu era apenas uma criança e que confiava demais em alguém para poder suspeitar. Mas um vez eu esperava ansioso por ele em minha caminha, e segurava meu livro preferido na mão. O papai lia livros diferentes todos os dias para mim e eu o amava demais, a ponto de não conta nada para a mamãe. Quando vi seu corpo entrando em meu quarto fiquei feliz, pois ele havia voltado e iria lê para mim. Com muito cuidado o mesmo deitou em meu lado na caminha e me aconcheguei em seus braços. O papai lia para mim aquele conto maravilhoso e eu só podia sorri e agradece por ele não me abandonar. Em algum momento da história eu caí em um sono bom, e não queria acorda nunca pois aquele dia foi o pior de minha vida. 

Senti minha roupinha sendo retirada de meu corpo e resmunguei manhoso por estar com muito sono e preguiça. Arrepiei quando sua respiração quente entrou em contato com meu ouvido.

─ Faça silêncio. Não queremos acorda a mamãe, certo? ─ sua voz rouca ditou em um tom irônico. 

Como passe de mágica, todo meu sono foi embora e trazendo consigo um garoto desesperado. Eu juro que tentei gritar quando aquele homem me invadiu, eu tentei lutar mas nada funcionaria. Por alguns meses foi assim, ele me estuprava e eu tinha que prometer que não contaria para a minha mãe. Céus eu era tão pequeno e frágil, que hoje não sei descrever como me sinto. 

Certo dia, eles cansaram de mim e resolvaram me envia para um orfanato. Eu sentia medo pois não sabia como seria dalí para frente. A senhora Cindy me acolheu e me deu todo amor e carinho que eu não tive quando era mais novo. Ela cuidou de mim e me fez prometer que nunca deixaria ninguém me maltratar outra vez. 

[...] 

Novamente eu estava ali, me arrumando para mais um dia de adoção. Eu não tinha motivos para ser adotado, ninguém iria querer um adolescente traumatizado e que recusava qualquer tipo de toque em meu corpo. Já arrumado, me olhei novamente no espelho e respirei fundo, me desejando boa sorte. Era óbvio que eu ansiava por um lar ou uma família, mas eu tinha medo de tudo ser como antes. 

─ Fique tranquilo, meu jovem. Tudo ficará bem. ─ essas foram as palavras da senhora Cindy, antes de me direciona ao pátio. 

Ficamos em ordem, uns do lado dos outros e evitamos olhar para cima. Eu tremia da cabeça aos pés, e quando a coordenadora começou a nos apresentar, sentir meu estômago embrulhar. Meu nome foi ditado. Eu não conseguia acredita no que havia acabado de ocorrer, alguém havia me chamado. Com muita cautela levantei meu olhar, e me deparei com um alfa grande, de cabelos pretos e orelhas em fartura. Ri com meus pensamentos mas passei a fica sério quando seu olhar foi direcionado a mim. 

[...] 

Foi torturante entrar no carro daquele moço e não saber oque dizer ou oque fazer. Ele havia me adotado sem um motivo óbvio e eu me sentir com medo, pois ele poderia me machucar. Sua respiração era calma e o senhor mantinha seu olha fixamente na estrada, eu queria agradece mas estava envergonhado demais para fazer isso. 

─ Chanyeol. ─ ouvi sua voz grave sendo dita. Olhei para o mesmo confuso e o senhor em minha frente rio nasalo. ─ Meu nome é Park Chanyeol. ─ completou sua frase e eu assenti ainda sem graça. 

─ Meu nome é Byun Baekhyun. ─ disse em um fio de voz e o mesmo assentiu com um sorriso largo no rosto. 

Nosso caminho foi tranquilo e não ficamos naquela tensão. O carro foi parando aos poucos e franzi o cenho quando paramos em frente de uma enorme casa. Parecia um castelo de tão grande que aquele lugar era, tinha um belo jardim na entrada e uma bela jacuzzi. Quem é que tem uma jacuzzi no quintal? Sim, Chanyeol tem. 

Sair do carro em um movimento rápido e sorri ao vê tudo aquilo de perto, Chanyeol pareceu gostar e minha reação, pois o mesmo também sorriu. Devo dizer que passamos um dia inteiro conhecendo cada canto daquele lugar, e o Park me contou algumas histórias de sua casa e família. Me senti acolhido e bem naquela enorme casa, é sua presença não era tão ruim assim.

Para minha infelicidade, meu cio havia chegado mas rápido do que imaginava e Chanyeol respeitou meu lado, e tratou de me deixar em segurança. Seus seguranças eram atados então não teria problemas com meu cio. Logo após isso, fiquei cansado e fraco. Pôr ficar dopado por dias, meu corpo precisava de descanso e alimento. Chanyeol me alimentava na boca, mesmo eu dizendo que não havia necessidade. 

Aquele ser de orelhas grandes, estava sendo um anjo em minha vida e não tinha como ficar melhor quando o mesmo me disse que iríamos viajar para o Japão. Eu nunca havia viajado e seria uma experiência boa para mim. Mas algo ruim aconteceu. 

Naquela manhã eu e Park decidimos ir ao shopping, pois o mesmo precisava de roupas novas e eu também. Tudo iria bem até que me deparei com o casal que infernizou minha vida. Minha mãe e meu pai. 

Ela sorria alegremente e encarava todos. Seu sorriso desfez quando ela me viu, seu olhos lacrimejaram e eu senti minha respiração falhar. Tratei de correr até Chanyeol e pedi seu conforto, e o mesmo não negou. O maior fazia cafuné em meus cabelos e dizia que ele não deixaria ninguém me machucar. 

─ Eu estou aqui. Vou cuidar de você, pequeno Byun. 


Notas Finais


Chanbaek é minha religião. E a de vocês? ♥😅

O que acharam? Comentem, por favor. 🍒🌚

Meu perfil: @Bottompk 🌷✨


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