História Meu doutor - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
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Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 12 - Capítulo 12


Uma semana depois


Adentro o carro após deixar meus filhos com a minha irmã. Coloco o cinto e dou partida, indo em direção ao hospital, para mais um exame antes da cirurgia.

Meu casamento continua a mesma coisa. Namjoon mal fala comigo e mal para em casa. Ele me deixa curiosa e receosa, pois nunca sei pra onde vai.

O Doutor e eu estamos indo bem. Nos falamos algumas vezes por telefone, mas não nos encontramos depois daquele dia. São tantas coisas a se pensar, minha cabeça já não aguenta mais essa " vida ". Tento ao máximo me manter forte, mas às vezes parece que a única coisa que me vem a mente e essa maldita doença. Afinal, o que vai acontecer se eu não consegui? Suspiro batendo a cabeça no volante, parando no sinal vermelho.


| Flashback On |


Eu estava indo comprar algumas coisas no mercado. O tempo estava nublado e uma forte chuva estava por começar. Comprei tudo que precisava e quando estava andando de volta pra casa, esbarrei com uma mulher de cabelos tingidos. Karine .

A ruiva me olhou assustada e depois esboçou um mínimo sorriso. Parecia tensa. Nos encaramos por alguns segundos até eu resolver quebrar o silêncio prevalecido.

-- Por que fugiu de casa? - Indago um tanto baixo.

-- Sério? - Ela ri. -- Eu já tenho vinte e cinco anos, não preciso pedir permissão pra sair.

-- Não poderia ao menos ter avisado seus pais? - Franzo o cenho e ela ri balançando a cabeça.

-- E você, como vai a vida de mamãe?

-- Melhor impossível. - Sorrio amarelo. -- O que faz na cidade?

-- ( S/N ), ( S/N ), sempre tão boba. - A ruiva ri alto, atraindo olhares. -- Continua com o Namjoon?

-- Sim...- Minha voz sai baixa e eu desvio o olhar. -- Escuta, o que você quis dizer com " boba " ? - Faço aspas.

-- Nada. - Sorri mordendo o lábio. - Você não está nada mal, pra quem teve dois filhos.

-- Obrigada. - Sorrio sem mostrar os dentes. -- Está sozinha?

-- Não. - Karine sorri. -- Digamos que eu consegui um Crush.

-- Huh, ele deve ser muito paciente. - Rio debochada. -- Ninguém aguenta tanta falsidade.

-- Sorry, mas eu preciso ir. - A maior me abraça rápido e eu reviro os olhos. -- Tchauzinho.

Rango os dentes e saio dali pisando duro. Cínica. Karine está aprontando alguma, tenho certeza. Reparei Muito bem nas marcas de chupões no seu pescoço e por um segundo pensei em reconhecer o seu perfume, o mesmo que estava no corpo do pálido.

Pessoas realmente mudam.


Karine e eu sempre fomos tão unidas e agora mal nos olhamos. Suas insinuações martelamento em minha cabeça. Aliás, por que ela disse " Boba ". Realmente são coisas estranhas e eu não tenho tempo e nem cabeça para pensar nisso também. Porém, não posso descartar esse sentimento ruim, de que algo está pra acontecer.


| Flashback Off |


-- Esperam! - Grito com os motoristas, que buzinam sem parar. -- Já vou!.


Bufo pisando no acelerador e saindo com o carro. Depois de me perder em um flashback. Mais alguns minutos e eu estaciono no estacionamento do hospital. Pego minha bolsa e saio do carro, observando o céu escuro.

Adentro o prédio indo para o quarto andar, passando pela recepção e seguindo para a sala da Doutora Cristina.


                         (...)


Depois de fazer o último exame, o de sangue, caminho pelo corredor comendo um biscoito que me entregaram. Paro assim que vejo o moreno conversando com aquela garota. Ambos estão sorrindo. Estreito os olhos sentindo algo estranho. Eu definitivamente não posso estar com ciúmes! Droga!


-- ( S/A )? - Escuto sua voz grave ecoar por meus tímpanos.

-- Sim...- Balanço a cabeça sorrindo fraco. Suga e a garota estão na minha frente. -- Oi.

-- Olá. - Ele ri. -- Huh, deixa eu te apresentar, essa é a Carolina.

-- Oi. - Sorrio e dou um leve aceno.

-- Oi. - A garota diz sorrindo alegremente.

-- Carolina está fazendo estágio aqui. - Suga sorri.

-- Eu, preciso ir..- Mordo o lábio sentindo meu estômago borbulhar. Droga de sentimento! -- Foi bom te conhecer, Carolina. Tchau, Yoongi.

Saio dali em passos rápidos. Por que isso sempre acontece comigo? Tudo o que eu queria era poder arrancar esse sentimento criado. Mesmo não sabendo muito bem se é amor ou apenas afeto. Yoongi me ajudou muito e eu sou grata por isso. Sinto sua mão segurar em meu pulso levemente, viro o rosto parando de andar.


-- Não vá. - Sua voz sai baixa. -- Vamos tomar um café, sim ?


Apenas assento e em silêncio saímos do hospital. Suga guarda suas mãos no bolso do seu jaleco e respira fundo. Sinto o seu olhar, sua respiração, meu corpo estremece por apenas sentir seu perfume. Paramos em frente ao Starbucks. Entramos e sentamos numa mesa não muito longe da saída. Fazemos nossos pedidos e nossos olhares se cruzam por rápidos segundos.


-- Como você está? - Ele pergunta em um tom de preocupação.

-- Indo, um dia de cada vez. - Sorrio. -- E você?

-- Melhor com você aqui. - Sorri mostrando suas covinhas. Desvio o olhar sentindo minhas bochechas ruborizarem. Desde quando o Doutor ficou tão romântico?

-- Aish, não fale isso. - Abaixo a cabeça e solto um suspiro sentindo minha cabeça doer, mais um efeito dos remédios. -- Suga? - Levanto a cabeça e olho em seus olhos.

-- Fala. - Sua destra faz um leve carinho em minha mão, que está em cima da mesa.

-- Eu... Acho que preciso desabafar. - Sorrio fraco e ele assente. -- Desde o dia do shopping eu venho pensando nisso. Em como você me ajudou e está me ajudando, já está na hora de você saber... Eu posso confiar em você?

-- Sempre. - Yoongi sorri pondo uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

-- Eu estou com câncer. - Falo quase que num sussuro. Sinto um nó na minha garganta e meus olhos ardem. -- Suga, eu juro que estou tentando ser forte, mas parece cada vez mais impossível disso acontecer.


Por um momento inesperado, lágrimas percorrem minha face, mostrando todo o meu sofrimento. E mesmo querendo ser forte, na frente dele eu não consigo. Seus olhos me perseguem e parece querer chorar junto a mim. Seu polegar passeia por debaixo do meu olho enxugando as lágrimas.


-- Eu estou aqui. - Sorri mínimo, acariciando minha bochecha, permitindo-me a fechar os olhos. -- Vamos passar por isso juntos.

-- Suga...- abro os olhos vendo os seus olhos marejados. Sinto um aperto no peito ao pensar em Jungkook e Jiwoo. -- Eu tenho medo, medo de não conseguir. De perdê-los.

-- Shiuu..- Uma lágrima cai do seu olhos puxado.


Em um movimento rápido, seu corpo se cola ao meu. Seus braços envolvem minha cintura, deixando minha cabeça descansar em sua curvatura. Seguro firme na barra do seu jaleco, o sentindo molhar com minhas lágrimas.


-- Eu não vou deixar você partir. - Sua voz sai junto a um soluço. -- Eu vou te ajudar, te curar e você será minha, Kim ( S/N ).


Um sorriso bobo molda meus lábios ao ouvir suas doces palavras. Choro ainda mais, pouco me importando com as outras pessoas em nossa volta. Sinto um afago em minhas madeixas e fecho os olhos, pensando em relaxar. Consigo ouvir seu coração bater rápido, assim como o meu.

Foi aí que eu vi. Somos um só. Uma loucura? Sim. Mas é a mais pura verdade. Yoongi e eu parecemos ter um tipo de ligação incompreensível. Em meio desse loucura lá está ele, sempre me levantando de alguma forma e me fazendo sorrir. Me pergunto como uma mulher poderia o abandonar, o moreno é único. Jamais poderia imaginar um homem mais perfeito do que ele.


-- Me desculpa. - Peço quase inaudível, enxugando minhas lágrimas.

-- Não. - Nos afastamos e nossos olhares se encontram. -- Você não precisa pedir isso.

-- Eu não aguento mais. - Engulo seco fechando meus olhos.

-- Escuta, você precisa aguentar. - Segura meu rosto e sela minha testa, em seguida olhando em meus olhos. -- Pelo kook e Jiwoo, e por mim também.

-- Por você? - Franzo o cenho.

-- ( S/N )... Eu te am-

-- Espera um pouco. - O interrompo, ouvindo meu celular tocar. Respiro fundo vendo o nome do Namjoon. -- Só um minuto. - Me levanto atendendo a ligação.


- Alô.

-- ( S/N ), venha pra casa, agora! - Sua voz é um tanto assustadora.

-- O que aconteceu? - Suspiro passando a mão em meu cabelo.

-- Precisamos conversar.

-- Tudo bem, eu já estou indo. - Desligo o aparelho, o guardando na bolsa.


-- Era seu marido? - Suga se levanta e eu assento sorrindo fraco.

-- Ele quer conversar. - inflo minhas bochechas em seguida soltando o ar.

-- Você não pode ir. - Seu olhar é sério. Suas mãos segura meu pulso em tanto forte, me fazendo arregalar os olhos. -- Desculpa. - Ele solta meu pulso e coça a nuca.

-- Porque eu não posso ir? - Pergunto olhando em seus olhos.

-- Você vai se machucar. - Morde o lábio fechando os olhos e abrindo.

-- Eu não estou entendendo...- Sussurro chorosa, sentindo um medo percorrer minha espinha e uma dor no coração. -- O que você quer dizer com isso?

-- Eu não sei... Eu só, sinto. - Seus olhos se enchem de lágrimas, me assustando ainda mais.

-- Desculpa mas eu preciso ir. - Saio dali o mais rápido possível.


Consigo ouvir um " Espera! ". Mas apenas continuo a correr até o estacionamento, adentrando o carro e partindo com o mesmo. Lágrimas molham minha face e eu não sei o que estou sentindo. Eu podia ver o medo em seus olhos, sentir e até imaginar. Tudo ao meu redor está girando. Não raciocínio, não vejo, apenas sinto. 

Bato a porta do carro e adentro a casa. Namjoon está em pé e se vira com o potinho de remédios na mão. Seus olhos estão vermelhos e seus lábios entreabertos.

-- Por que não me contou? - Seu corpo se aproxima do meu. -- Por que simplesmente não confiou em mim, hm?

-- Eu estava com medo. - Mordo o lábio abaixando a cabeça, com medo do olhar em seus olhos escuros.

-- Olha pra mim! - Nego chorando mais. -- Olha pra mim, Kim ( S/N )! - Faço como ele pede. -- Tinha que ser pelo meu irmão?

-- Não era pra ser assim...! - Seguro em seus ombros. -- Drogas! - Bato a cabeça em seu peitoral.

-- Não acredito que está com câncer e não me contou! - Altera seu tom de voz, jogando o potinho longe. -- Porra!

-- Também não está sendo fácil pra mim. - Sussurro chorosa.

-- Eu te odeio! - Suas palavras saem como facadas.

-- E-Eu pensei que...- Gaquejo incrédula. -- Namjoon, eu não estou te entendendo.

-- Não precisa entender nada! - Se afasta e puxa seus fios de cabelo. -- Sua... Piranha!


Perco o tempo é a fala. Presumia que sua reação não seria das melhores, mas também não pensei que seria tão frio. Solto um grunhido ao sentir sua mão apertar meu braço e me fazer olhar em seus olhos. Nego mordendo o lábio. Isso só pode ser um pesadelo!


-- Você, é um, cretino! - Cuspo as palavras em gritos. -- Eu te odeio Kim Namjoon e quero que você morra, eu quero que você queime no fundo do inferno!

-- Eu vou te matar! - Sua mão defere um tapa em meu rosto.

-- Pensa que vai ficar assim?! - Rio enxugando minhas lágrimas. Levanto minha mão devolvendo o tapa e vendo seu rosto ficar vermelho.

Namjoon trinca o maxilar e me olha com o puro ódio. Dou passos para trás e sinto meu corpo sendo jogado para o chão. Levanto rápido e caminho até ele que está de costas.

A única coisa que vejo é tudo girar, junto ao meu corpo. Em um ato rápido, seu braço se volta para mim, batendo em minha face e me jogando para o chão. Caio segurando meu pulso que dói, por ter batido na quina do degrau da escada. Um relâmpago ilumina nossos corpos. Sinto o sangue escorrendo pelo meu nariz e pela minha boca.

Namjoon está bebendo e o vejo pegar um punhal. Ele ri e se vira para mim, tombo a cabeça e analisando o punhal. Choro baixo tentando me levantar, mas não consigo. Me sento com dificuldade e empurro meu corpo para longe, com medo do que ele quer fazer.


-- Namjoon, pare! - Peço com medo.

-- Você vai morrer mesmo, eu só vou antecipar a sua ida, meu amor. - Sua voz sai Extremamente aterrorizante.


Já não consigo respirar. Fecho os olhos fortemente sentindo meu corpo fraquejar. Nada está dando certo. Uma forte chuva cai lá fora, junto com ela está a minha dor e o meu sofrimento. Em formas de pingos, relâmpagos, trovões e raios.

Sinto seus passos firmes cada vez mais próximos, então fecho meus punhos, chorando. No entanto, percebo algo passando rapidamente por mim, e logo escuto sons de porradas. Abro os olhos tendo a visão do Doutor, ele está brigando com o pálido. Está molhado e dá vários socos no outro, que ao menos se dá o trabalho de se defender.


-- ( S/N )! - Ele se vira me olhando. Seus olhos estão vermelhos, como suas bochechas, denunciando seu choro.


Arregalo os olhos vendo o pálido se levantar com o punhal em sua mão. Abro a boca, mas não sai nada além de ar. Namjoon passa a mão em sua boca, limpando o sangue que escorre e levanta o braço, ameaçando cravar o punhal no moreno que me fita chorando.

-- Cuidado...! - Junto todas as minhas forças e consigo sussurrar.


O Doutor se vira, mas não conseguem escapar. Ponho a mão na boca, vendo o seu braço sendo cortado e um gemido escapar dos seus lábios. E mesmo ferido, ele luta contra o pálido, enquanto eu vejo tudo em câmera lenta. Yoongi é forte e parece querer lutar por mim. Seus golpes são rápidos, comparado aos do outro. Sorrio fraco vendo sua face e analisando-a, seus lábios e nas suas expressões. Pisco algumas vezes sentindo meu coração acelerar a cada soco que o médico da em Namjoon. Então eu percebo, estou completamente apaixonada pelo Doutor.

Apaixonada?


-- V-Você está bem? - Seu corpo está colado ao meu.


Viro o rosto observando Kim Namjoon gemendo de dor no chão. Direciono meus olhos para o seu braço, que jorra sangue. Yoongi passa a mão em seu cabelo e respira com dificuldade.

-- Você não deveria ter vindo. - Sussurro chorosa. -- Olha o que aconteceu com você.

-- Eu não podia te deixar, não com esse homem! - Rosna a última palavra.

-- Suga, por favor, vá. - Abaixo a cabeça.


Por mais que eu sinta algo mais forte por ele, não posso o deixar morrer. Namjoon está louco e seria capaz de matar qualquer um que vê pela frente. Eu já não vivo mais, para mim não importa morrer agora ou depois. Meu coração pode bater, mas minha alma se foi.


-- Eu não vou te deixar aqui...!


E sem protestar, o deixo me pegar em seus braços, gemendo de dor. Me encolhi e aperto o seu jaleco, enquanto o maior me tira dali, indo para o seu carro. Sou colocada no banco de passageiro em meio a chuva forte que cai. Yoongi entra e sai com o carro, mesmo estando machucado.

-- Você não... Pode dirigir...- Digo baixo o olhando.

-- Só fique aí. - Sua voz sai quase inaudível. Posso sentir sua dor.


Assento descansando a cabeça no banco e olhando para frente. Suga geme algumas vezes e aperta o volante. Olho para o seu braço e me ajusto com a quantidade de sangue. Ele só pode estar louco! Apanho com um pouco de dificuldade um pano no banco de trás, em seguida amarrando em seu corte. Seus olhos me perseguem e ele faz careta, ao sentir o aperto feito pelo nó.


-- ( S/A )...- Colamos nossas testas, assim que ele para no acostamento.


Nossos olhares se encontram e eu seguro o choro. Seu rosto está cheio de arranhões e sua boca cortada. Isso é culpa minha. Meu peito aperta e eu abaixo a cabeça. As ruas escuras e o som da chuva deixa tudo mais difícil.

Enquanto trovões caiem, meu corpo amolece, me obrigando a apoiar em seu corpo molhado. Envolvo meus braços em seu pescoço, começando um abraço quente. Fecho os olhos aproveitando o carinho que sua destra faz nas minhas costas.

-- Shiuu...- Nos afastamos e nos olhamos. -- Eu disse que não iria te deixar. - Sorri mínimo, enquanto seu polegar passeia por minha bochecha.

-- Você é louco. - Murmuro e em seguida Suspiro.

--- Ele iria te matar, ( S/N ) você precisa denunciar esse homem! - Seu tom de voz sai sério e me assusta.

-- Eu nem sei o que fazer. - Rio fraco. -- Estou perdida, sem rumo. - Sinto as lágrimas molharem minha roupa.

-- Eu sei o que podemos fazer. - Ele sorri segurando meu rosto com suas mãos.

-- Suga...- Olho para os seus lábios, que vão se aproximando dos meus.

-- Deixe-me te amar.


Isso seria uma pergunta? O Doutor se aproxima cada vez mais de mim que consigo sentir seu coração batendo rápido, como o meu.

Olho em seus olhos, relembrando tudo o que aconteceu aqui. Ambos choramls, enquanto a chácara lá fora Continua bruta.

Yoongi parece confuso, assim como eu. Não entendemos o que é isso. Só sabemos que isso não é um simples " amor ".

Ouço seu riso baixo, então sorrio. Em questão de segundos nossos lábios se juntam, em um beijo cálido.


Ele seria a minha cura?

Pra falar a verdade eu nem sei se eu estou viva.

Apesar de tudo, eu quero descobrir, se no fim dessa confusão, o sol brilhará novamente.










Notas Finais


Primeiro beijo do casal.

Será que foi só foi eu que chorei com esse capítulo? 😭😭😭😭😭.

Seriamente eu chipo muito esse casal. Amigo o Suga gente, e vocês?

Esperam que tenham gostado.
Comentem o que vocês acharam, só espero que vocês não sejam leitores invisíveis, okay?

😘😘😘😘😘😍😍
Beijos


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