História Meu errado professor - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Ino Yamanaka, Kakasaku, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Naurto Shippuden, Sakukaka, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Visualizações 441
Palavras 1.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus queridos leitores! Sejam bem vindos à mais uma doida Fic alternativa do universo de Naruto que há na minha cabeça. Dessa vez criando um casal que nem todos concordam, mas o mundo inteiro já chegou a suspeitar né... Aviso que haverá muitos outros casais fugindo do óbvio e um mistério sobre alguém que admiro bastante no Anime!

Obs.: Possuo outras duas alternativas, uma SasuSaku e outra sobre Kakashi-senpai. Além de uma One de ShikaTema!


Divirtam-se :*

Capítulo 1 - Estranhos acontecimentos


- O que está fazendo essa hora na chuva, senhorita Haruno?

Seu olhar é fatalmente sério. Cruzou os braços na porta sendo molhado pela chuva gélida.

- Minha carona furou. – limitei-me a responder sem rodeios.

- E agora você não tem com quem ir.

Por que ele se importa? Nunca me dirigiu a palavra em sala.

- Vou andando.

- Até aonde eu sei você mora há quinze minutos daqui de carro, a pé levaria uns quarenta ou mais.

- É. Não precisa me lembrar – Levantei de supetão – passar bem professor Hatake.

Sua expressão é obsoleta. Inclinou a cabeça para o lado e gesticulou para dentro.

- Vem, vou leva-la.

Sem olhar pra trás rumou para o estacionamento certo de que eu o seguiria. Bufei. Meu tênis encharcado. Bati os pés aumentando minha raiva e não tive outra escolha a não ser ir atrás do homem. Sinceramente grata pelo pouco de calor que me sobreveio. Tirei o suéter jogando na lixeira mais próxima. Minhas atitudes quando estou puta são simplesmente retardadas.

Modelo Audi A3 se não me engano, baixo e inteiramente preto, incluindo a vidraçaria que retém um fumê indiscreto. O único contraponto é um pequeno adesivo vermelho de bulldog na traseira. Combina com o estilo do professor.

O cheiro me invadiu repentinamente, de carro recém-lavado e lustrado. Um pequeno pingente pendia no retrovisor principal: uma folha de ferro.

Sorri com o canto dos lábios. Poderia estar numa pior; Sasori poderia ter aparecido com a cara lavada e inventando uma caralhada de desculpas.

- Avenida Vermelha, certo?!

Assenti com a cabeça. Ele dirige com maestria tenho de admitir. Eu já teria feito muitas merdas principalmente ao dobrar o cruzamento. Enquanto parávamos num sinal, Kakashi olhou por cima do ombro e eu me mantive focada no asfalto. Ok. Estranho.

- Quer um lenço?

Espirrei no segundo seguinte. Como ele...?

- Por favor. – Aceitei vendo-o pegar um pacote do bolso.

- Você é maníaco de limpeza? – Escapou da minha boca.

- Como?

- Ah você sabe, que tem nojo de germes essas coisas. Todos acham isso na escola, Professor Kakashi o esquisitão da máscara. – Joguei as verdades na mesa.

- Vocês são mais retrógados do que eu achava. Mas respondendo de uma forma politicamente correta: eu me considero apenas organizado e atento à higiene.

- E de uma forma não politicamente correta?

- Pessoas de máscaras são mais atraentes.

- Quem disse isso?

- Um estudo em Havard. E uma ex namorada. Porra. – Reclamou ao ser fechado no trânsito.

Ri involuntariamente ao ver em primeira mão um professor da rigorosa academia Folha xingar.

- Você discorda?

- Do que? – Passava os dedos pela abertura do aquecedor.

- De que eu seja atraente.

Franzi o cenho.

- As garotas te acham... – Engoli a palavra “gostoso” – Legal. Que até sairiam com você.

Satisfeito com a resposta ele virou outra esquina e ligou o para-brisa no máximo.

- Quer?

- Sair com você? – Arregalei os olhos.

- Gomas de café, Sakura. – Riu suavemente.

- Valeu. – Enfiei de uma só vez na boca desejando morder minha maldita língua.

- Não vai ligar para os seus pais? Já está bem tarde.

- Nem vão atender. – Reviro os olhos afastando estes pensamentos.

- Trabalhando? – Confirmei – E quem viria te buscar?

- Meio intrometido da sua parte.

- Preocupar-me com uma aluna minha? Não acho.

- Touché. Um cara que é um grande filho da puta.

- Entendo. E ficou até essa hora para...?

Não ser pega comprando camisinhas.

- Aulas de piano.

- Se importa se eu passar numa cafeteria?

- De jeito maneira.

Girou o volante encostando-se a uma lanchonete 24 horas com um alegre drive thru. Placas vibrantes indicavam o nome.

- Ichiraku Lámen, boa noite. Em que posso ajuda-los?

- Boa noite, quero um expresso duplo com cacau por cima e quatro rosquinhas da casa. Vai querer algo?

Por que não?!

- Cerveja amanteigada.

- Algo que não seja proibido para a sua idade.

- Faço dezoito em alguns dias.

Firmou aquelas duas íris fantasiosamente vermelhas e eu me dei por vencida.

- Chá com energético batido.

Sem titubear ele repassou o pedido e prosseguimos parando atrás de outro carro. Rapidamente chegando até a área de retirada, fomos atendidos por uma simpática moça que quase derreteu e arrancou a roupa na frente do meu professor.

- Pode pegar minha carteira no porta-luvas, por favor.

- Ok.

Cliquei e abri calmamente esperando encontrar mais um compartimento límpido deste veículo impecável, mas ali começou a perdição do meu professor. Quatro – ou mais – revistas caíram aos meus pés, e nas capas mulheres nuas em posições instigantes. Eu arfei claro, não saberia lidar com isso, devo sair do carro e denunciá-lo por ter playboys?

- Sakura, a carteira. – Tirou-me do transe sem nem mesmo se importar com minha descoberta.

C-a-c-e-t-e. Que cara maluco. Passei a ele o objeto de couro. Pagou e acelerou com o pacote no colo. Quieta estava, quieta permaneci. As revistas nada educativas ainda nos meus pés. Cadê a coragem para coloca-las de volta?!

A viagem duraria menos de cinco minutos agora. Kakashi olhava pra frente como um robô, daria de tudo para ler seus pensamentos. Paramos no ultimo sinal que antecedia minha casa. Merda, não vou aguentar.

- Você viu o que caiu no chão?

- Sim.

- Quer que eu coloque no lugar?

- Se não for pedir demais, ou se você não estiver conseguindo olhar as imagens... Pode deixar aí que eu ajeito.

Ele tá achando que eu sou uma lesada? Como assim eu não conseguiria olhar?! Eu tenho as mesmas partes destas moças, talvez menos definidas e com alguns pelos, mas está tudo aqui no lugar.

Peguei a primeira revista como birra e desamassei. Uma mulher negra exibia-se de costas com as nádegas mais redondas que já vi. Na segunda eram duas se abraçando e com seios fartos. Ao juntar a terceira, ele passou num quebra mola, e desajeitada como sou deixei que uma página dupla se abrisse revelando a vagina mais bonita que se pode imaginar. Essa imagem vai comigo pro caixão.

- Quer levar pra você?

Eu senti seu tom de ironia, para quebrar o gelo, mas isso lá é comentário que se faça? Estou praticamente redescobrindo a anatomia humana e esse idiota me vem com essa.

- São belas revistas. – Tentei mostrar toda minha maturidade.

- Qual gostou mais?

- Sem dúvidas a da vagina gigante.

Gargalhou e parou o carro. Será que ele vai me investir? Suei frio.

- Chegamos, sua casa.

Ah é verdade. Engolindo a seco todo este monte de gafe e merda, eu fechei finalmente o porta-luvas e agradeci pela carona. Professor Hatake se manteve de semblante misterioso e eu vi seus braços, extremamente marcados por malhação intensa, evidenciarem suas veias ao me entregar o pedido feito na cafeteria.

Só percebi meus mamilos ressaltados na camiseta branca fina quando bati a porta do carro. Droga, ele viu. Claro que viu! O cara é praticamente um ninfomaníaco. Tudo bem, talvez não seja, mas ele certamente me viu excitada.

Contra minha vontade, essas coisas fogem do controle as vezes.

Vi seu carro sumir rua abaixo enquanto vasculhava os bolsos procurando minhas chaves. Ao entrar o escuro me invadiu e eu tive vontade de ligar pro professor. Não seja essa safada Sakura. Contenha-se.

Sentei na cozinha em minha própria companhia comendo meu doce e bebericando o vinho que escondia dos meus pais, pensando e repensando em como teria terminado a noite se eu tivesse levantado a blusa pro senhor Hatake.

- Shanaro. – Minha voz ecoou pela casa.


Notas Finais


E então o que achou? Lembrando que esta é uma fic com portas abertas à opiniões de vocês!


Até a próxima :D


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