História Meu errado professor - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Ino Yamanaka, Kakasaku, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Naurto Shippuden, Sakukaka, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Visualizações 294
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oláaaa leitores queridos, agora a parada ficou séria hehehe :x




Divirtam-se :*

Capítulo 5 - Meu passatempo secreto


- Vai deixar suas amigas por aí?

- Ah elas se viram melhor sem mim.

Um solavanco me fez tremer. Quando pensei que estava seguindo um assunto legal (o que não é verdade), a noite de verão fez jus a seu renome e o maior apagão do ano atingiu-nos em cheio, sem dar tempo de pensar.

Com certa graça, eu me agarrava ao suporte do elevador com as pernas bambas e dizendo algo como “a gente vai morrer”.

- Ei, Sakura, a gente não vai morrer.  – Jogou a lanterna do celular na minha cara.

- Como tem certeza disso? – Agora eu via o efeito do álcool em mim.

Apertando um botão vermelho fluorescente, tocamos o interfone para quem quer que aguardasse do outro lado.

- Fiquem tranquilos, a equipe de segurança está cuidando disso. O elevador possui uma trava de segurança ótima que...

- A GENTE VAI MORRER? – gritei o interrompendo.

- Obrigado. – Kakashi tomou a frente – Iremos aguardar. Sabe o que está acontecendo?

- Apagão amigo, na cidade toda.

Suspirou e se afastou ainda com a lanterna ligada. Como quem anda numa corda bamba eu me soltava do suporte com temor, mas uma pequena parte minha ainda se preocupa com a imagem que estou passando a Kakashi.

Ele abriu os primeiros botões do seu blusão e eu o parei.

- O que tá fazendo?

- Calor. – Seu tom de voz mudou para quase irritado – O ar condicionado parou, não está sentindo?

Estrategicamente ele me olhou por inteiro, e eu só me contive no canto.

~vinte e cinco minutos depois~

Sr. Hatake não é o pervertido que eu achei que fosse. Passamos o tempo em conversas mais que aleatórias, ele terminou de retirar o blusão depois de me perguntar se eu não me incomodaria e eu balancei a cabeça obviamente ansiosa para vê-lo. E é exatamente como as meninas falam: deus grego. Recostou-se na parede do elevador e falava olhando pra cima sobre como começou a aventura de ser professor.

No início eu tinha de me esforçar para não me perder no seu abdômen trincado, mas realmente me rendi a sua boa lábia e prestei atenção aos detalhes.

Kakashi tem um irmão mais novo, não tem pais, não tem filhos, não tem namoradas – eu perguntei. Resumidamente é um cara que vive de amizades e cachorros. Parece normal.

- E você?

- Ah eu tenho meus pais – engoli a seco todo ressentimento – Nenhum irmão, nem filhos – Fiz como se fosse óbvio – Nem namorados. Alguns amigos e sei lá, não tenho cachorros, mas tive um hamster uma vez.

- Deve ser uma boa cuidadora de animais.

- Não imagina o quanto. – Com sarcasmo consegui tirar-lhe uma risada.

Finalmente o calor me atingindo. Minhas coxas suavam até pequenas gotas se formarem no chão, atrás meu cabelo começava a ceder  e encaracolar pouco pelo suor da nuca, e eu já me abanava com um papel que ele achou no bolso.

Parei repentinamente e pus o papel contra a luz curiosa.

- Não é uma revista pornô. – Assegurou.

Naquele instante algo correu pelos seus olhos, insegurança me tomou. A gente sempre aposta no quanto as pessoas são boas, mas o mundo é a maior prova de que qualquer um pode ser um maníaco.

- Por que tinha tantas no carro?

- Acho que você está oficialmente bêbada.

- É. – Sugeri com a cabeça – Mas fala sério, cinco? No porta-luvas? Uma coisa é embaixo da cama...

- Tá legal. Apesar de precisar preservar minha autoimagem como professor, não aguento mais você me olhando como se fosse te sequestrar – Pausou para filtrar as palavras – Eu apenas gosto, bastante, do nudismo.

Fiz minha cara de “tá de sacanagem?”.

- Do nudismo, pornô, sexo. Existem pessoas que gostam e consomem, mas não são nem um pouco doentias ou coisas parecidas. É na verdade preconceituoso julgar alguém que admite uma prática que 98% da população mundial tem.

- Está dizendo que você é apenas alguém que se assume?

- Quase isso. – Sentou-se mais perto – Não é hipocrisia me julgar sendo que minha atitude preserva a indústria que sustenta o prazer de milhões?

- Vendo dessa forma...

- E é disso que eu estou falando senhorita Haruno: prazer. Nosso instituto nacional de saúde adverte que passatempos, que não infringem leis humanas, e estão ligados a toxina liberada, que chamamos de “prazer”, são mais do que aconselháveis e necessários à vida.

- Quanta palavra difícil numa única fala.

Riu sem postura alguma.

- Sabe professor, pessoas bêbadas no elevador não falam de ciência, ciência, ciência...

- Do que elas falam então?

Em silêncio nos entreolhamos. Sua respiração pesava e meus mamilos lentamente endureciam cada vez que meu inconsciente imaginava como seria o restante do seu corpo.

- Você tiraria a máscara?

- É nisso que tá pensando.

Afirmei, e ele relutou. Mas sentei ficando frente a frente com ele, pernas cruzadas na lateral mantendo a integridade da minha saia de couro. E ele aceitou o desafio...

- SE você aceitar o meu...

- Qual o seu desafio? – Arqueei uma das sobrancelhas.

Kakashi pegou o celular desativando a lanterna e nos confinando a precária luz que vinha da tela do aparelho e o botão que piscava em vermelho. Acionou alguns aplicativos e o virou pra mim sem dizer palavra alguma.

- RedTube?

- Vamos fazer uma experiência. – Esperei por mais explicações – Você assiste algo, o que quiser, e me diz o que sentiu. Pra comprovar que não há nada de obscuro nisso. E eu tiro a máscara.

- Ridículo, mas justo. – Apertamos as mãos.

Com os dedos eu desci na tela, vasculhando e me contendo para não gritar ou rir dos títulos. Todo tipo de vídeo há aqui. Voltei ao topo acelerada ao ver uma sessão “hard”. Não estou preparada. Uma legenda me chamou a atenção.

- Escolheu?

- Sim.

Ele continuou sem curiosidade alguma para olhar. E, eu e eu, passamos a assistir algo que eles chamariam de... Esquece. O vídeo começava com uma encenação barata e sem graça, uma mulher bem peituda, dois caras na cama deitados. Ela vinha vestida de enfermeira. Com menos de dois minutos e os sons eram desconfortáveis. Decidida a surpreendê-lo eu assisti até o final. Sete minutos. Gritos e gemidos, posições que eu nem conhecia, vi parte por parte.

No final ele parecia tranquilo, como se estivéssemos assistido a uma série feliz.

- E então...?

- É... – Oscilei entre suspiros.

Como assim? Minha respiração está falhada, arfando. Eu estou realmente excitada.

- Gostou então. – Pegou o aparelho e o pôs no chão. – Minha vez de cumprir.

Eu ainda via súbitas imagens do sexo a três. Os movimentos dele me consumiam, ele levou as mãos à máscara e desceu pelo que pareciam horas. Meus olhos tontearam, dedos formigaram. Inclinei para que meus seios ficassem mais levantados e encarei finalmente Kakashi inteirinho.

Queixo másculo ressaltado, barba quase aparecendo e uma pinta bem abaixo da boca. Não ia dar. Minha calcinha está encharcada.

Com ímpeto coloquei as mãos para trás removendo o cropped e deixando exposto meu sutiã fino de renda. Atrevido ele olhou não mais que duas vezes.

- O que pensa que está fazendo?

Abri as pernas deixando que a saia apresentasse uma calcinha pequena e que precisava ser trocada. Vislumbres do vídeo no meu campo de visão, o corpo dele, suor me escorria entre as pernas, aqueles lábios convidativos, seu cheiro.... Um misto de tesão que crescia.

Peguei impulso e me sentei no seu colo. Com certo hesitar ele pôs as mãos no meu quadril e eu ameacei beijá-lo. Sentei com força  e nada, jamais, nunca, negará sua ereção indiscreta e dura.

Um estalo me fez fechar os olhos.

- Sakura?!

Poderia ter sido um sonho indecente. Mas foi realidade. Infelizmente pelo final mal acabado, já que a luz retornara em algum momento que eu não notei devido ao meu surto de selvageria, e junto ao abrir das portas estava o eletricista e Deidara. 


Notas Finais


E então bebês?! Não se esqueçam de comentar o que acharam e fiquem calmos que esse foi só um gostinho pra vocês. Desculpa o vacilo de cortar o clima, mas vou compensar prometoo! hahaha


Até a próxima :D


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