História Meu Erro - Limantha - Capítulo 23


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Categorias Malhação
Tags Limantha
Visualizações 770
Palavras 2.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cheguei com o capítulo!
Boa leitura.

Capítulo 23 - Aquele do bolinho delicioso


Samantha – P.O.V.

 

- Acho que algo deu errado – falo olhando para o bolo todo murcho. 

- Jura? – Lica pergunta ironicamente.

Olho para ela e solto uma risada. Ela está mais branca que o normal por tá toda suja de farinha, não muito diferente do meu estado ou da cozinha.

Tivemos uma pequena guerra de farinha enquanto preparávamos a massa do bolo. Talvez isso tenha distraído a gente e por isso, saiu esse desastre de dentro do forno.

- Talvez a gente devesse cozinhar você – a puxo pela mão para mais perto de mim – você fica linda assim, toda cheia de farinha. Aposto que viraria um bolinho delicioso – mordo meu lábio inferior enquanto ela ri da minha cantada.

- Tava com saudade dessas suas cantadas – me dá um selinho rápido.

- Tô falando sério! – olho pra ela – Eu te comeria e ainda ia querer repetir – sorrio de canto, ela entende e levanta as sobrancelhas.

- Sendo assim... – Lica diz e dou risada – mas pra isso eu não preciso virar um bolinho ou preciso? – é a vez dela de sorrir sugestivamente pra mim.

Balanço a cabeça negativamente respondendo sua pergunta.

- Não mesmo – a beijo. Ela sobe suas mãos pelas minhas costas por dentro da minha camisa, nos afastamos para que ela se livre da peça a jogando no chão. Não desviamos nossos olhares nem tiramos o sorriso do rosto.

Voltamos a nos beijar, meus braços passando pelo pescoço de Lica. Ela passa suas mãos pelas minhas costas completamente despidas fazendo meu corpo arrepiar com seu toque.

Sutiã é uma coisa que não estamos mais usando durante esse final de semana, assim como calcinha. Decidimos que não vale muita a pena colocar se vamos acabar tirando de novo.

Entro com minha mão por dentro do short de Lica, deslizando meu dedo sentindo sua umidade. Amo saber que ela fica da mesma forma por mim, assim como fico por ela. Sorrio em seus lábios quando ela solta um gemido baixo contra os meus.

Não a quero gemendo baixo, quero ela implorando que eu continue a fodendo.

Baixo a short dela com minha mão, sem parar meus movimentos com a outra. Ela me ajuda a descê-lo e o chuta pra longe. Empurro Lica até que ela encoste na mesa, vou com minhas mãos para trás de suas coxas, ela percebe o que quero fazer e me ajuda apoiando suas mãos, sentando na mesa.

Me posiciono no meio de suas pernas, ela passa as delas pela minha cintura. Arranco a camisa de Lica que logo se apoia em seus braços, ficando com o corpo um pouco inclinado pra trás. Aperto seu quadril deitando meu corpo no dela, vou com a boca até seu pescoço o enchendo de mordidas, beijos e chupões. Tenho certeza de que vai ficar marcado.

Lica tomba a cabeça pra trás me dando mais espaço e aproveito deixando um caminho de chupões por todo o pescoço da garota. Vou até seu queixo e o mordo, logo subo para boca de Lica puxando seu lábio inferior com meus dentes, a beijo intensamente. Lica vai com a mão para os meus cabelos. Deslizo as minhas por dentro de suas pernas, ela fica inquieta ansiando meu toque. Aperta mais suas pernas ao meu redor. Afasto nosso beijo.

- Quer que eu te foda? – sem nem pensar ela balança a cabeça afirmando, seus olhos negros fixos nos meus, é fácil eu me perder neles, poderia os observa-los pra sempre – quero que você fale.

- Eu quero que você me foda, Sammy – ela falando assim dessa forma manhosa com sua voz rouca e falando o meu apelido, não precisa nem falar de novo.

Empurro seu corpo pra que ela se deite por completo na mesa. Vou descendo beijando todo seu corpo. Ela arqueia as costas quando paro chupando seus seios, não demoro e vou beijando sua barriga chegando até sua intimidade.

Chupo seu clitóris e Lica solta um gemido. Continuo a chupando e a penetro com meu dedo sem aviso o que faz ela gemer alto. É isso que eu quero escutar, quero a escutar toda entregue pra mim. Fico a penetrando e chupando, sinto suas mãos em minha cabeça, seu corpo se remexe mais em meu rosto me deixando com mais tesão. Subo para beija-la, sem parar com as estocadas. A olho, ela prende os lábios segurando os gemidos.

- Geme pra mim – ordeno e ela o faz, aumento a intensidade dos meus movimentos conseguindo o que eu queria.

Lica não para de gemer e fico apreciando aquele som maravilhoso. Se ela gemendo fosse uma musica, com toda a certeza seria a minha favorita.

Vejo que ela vai gozar e vou para entre suas pernas novamente. A chupo novamente a estimulando até que ela goze na minha boca.

O corpo de Lica cai sobre a mesa ofegante enquanto ainda sinto todo seu gosto.

Lica levanta e me puxa para um beijo lento. Me afasto sorrindo com a imagem da garota ainda ofegante, sua pele branca corada, os lábios vermelhos e os cabelos bagunçados. Ela é muito linda, mas assim desse jeito, é muito mais. Puta que pariu!

- Já tá satisfeita? – ela pergunta com um sorriso safado – não quer repetir? – solta uma risada.

- Não me provoca, Heloísa – digo e deixo um beijo em seu pescoço – a gente tem que comer, comida – ela ri.

- Sabe o que eu acho? – murmuro um “hum?” – que a gente precisa de um banho antes.

Olha eu concordo, concordo muito. Já falei que concordo? Sim? É porque eu concordo! Quero esse banho desde o capítulo vinte.

Esse momento é meu, Brasil!

Mas não vou falar desse jeito pra Lica, apenas balanço a cabeça concordando com a ideia.

Ela me beija e correspondo na mesma intensidade. Saímos esbarrando nas coisas sem querer nos desgrudar fazendo o caminho até o banheiro entre beijos e risadas. E desculpa dona Marta por quebrar um, ou talvez vários, de seus enfeites, nem olhamos só escutamos o barulho.

Entramos no quarto de Lica, ela me encosta na parede pra maltratar meu pescoço enquanto suspiro sentindo seus lábios e sua língua quente na minha pele. Não demoramos muito ali, seguimos em direção ao banheiro. Entro já me livrando do meu short, Lica me agarra me fazendo entrar no box. Liga o chuveiro e me empurra pra baixo, seu corpo junto do meu. Ela me beija sua mão massageando meu seio, me agarro em seu pescoço.

Ela coloca sua perna no meio das minhas pernas fazendo uma leve pressão, com meu corpo extremamente sensível, solto um gemido. Começo um movimento de vai e vem deslizando minha intimidade molhada em sua perna, gemendo mais com o atrito. Vejo Lica suspirar quando aumento a velocidade. Ela deve tá pirando, começo a me movimentar o mais rápido que consigo, Lica me segura firme contra a parede. Fecho os olhos e começo a gemer alto tentando aliviar o tesão, me segurando o máximo pra não gozar agora.

E então Lica se afasta, olho pra ela confusa, já pronta pra xingar, mas antes de que o consiga fazer ela vira meu corpo pra que fique de costas para ela. Seguro na parede o corpo um pouco afastado, ficando um pouco empinada pra ela.

Lica se encaixa atrás de mim. Suas mãos passando pelas minhas coxas, minha cintura e chegando a meus seios os apertando. Sinto os seus em minhas costas quando ela cola completamente seu corpo no meu começando a morder meus ombros. Faz o movimento voltando com suas mãos até minhas bunda, dá um tapinha me fazendo soltar um gemido arrastado. Ela a aperta e vai com a língua até minha entrada me penetrando com a mesma, fazendo meu corpo tremer. Caralho, ela vai me deixar louca!

Lica entra e sai com sua língua, passa por todo meu sexo, pra em seguida me penetrar com seus dedos. Os movimentando, ela coloca o corpo nas minhas costas novamente. Com sua mão livre ela coloca meu cabelo pra apenas de um lado e fica beijando a parte de trás do meu pescoço, sua mão agarra meu seio firmemente e ela continua me fodendo. Empurro meu corpo pra trás contra seus dedos dando mais intensidade as estocadas, sem conseguir mais controlar o volume dos meus gemidos que saem altos e sem parar. Minha respiração descontrolada, completamente louca de prazer.

Só ela faz com que me sinta assim, só o toque dela me deixa louca de prazer dessa maneira, só ela faz com que eu tenha um orgasmo desses. Senhor!

Lica segura meu corpo quando arfo gozando em seus dedos.

Amém sexo no chuveiro!

Viro de frente pra ela tentando controlar minha respiração. Ela vem com a boca ao encontro da minha, me dando um beijo carinhoso, apenas o recebo, correspondendo da mesma forma, sem aprofunda-lo.

Nos afastamos e sorrimos, a água ainda batendo em nossos corpos quentes, ela me abraça encaixando seu corpo no meu, a aconchego em meus braços e não precisamos falar nada pra saber o que a outra está sentindo nesse momento.

Ficar assim com ela, apenas nos duas, é algo inexplicável. Me sinto bem, relaxada, feliz, me sinto completa.

 

Depois do nosso banho, que foi bem demorado. Resolvemos arrumar a cozinha porque estava um desastre. Lica disse que a Leide não ia gostar nada se a encontrasse assim na segunda. E também pedimos uma pizza, era mais seguro do que comer aquele bolo ou tentar fazer outro. Eu até queria tentar, mas Lica disse que se eu bagunçasse a cozinha de novo ela não me ajudaria a limpar nada, então desisti.

Estávamos deitadas no sofá, minha cabeça nas pernas de Lica, ela me fazia um cafuné enquanto assistíamos series na netflix. Confesso que estou quase dormindo com o carinho da garota, mas me seguro pra não deixa-la assistindo sozinha. Resolvemos assistir everything sucks, e ficou combinado de que no final iremos xingar a netflix juntas por ter cancelado esse hino de série. Meus esforços para não dormir foram completamente falhos, tínhamos acordado cedo e dormido quase nada. E durante o dia, bom, não tivemos muito descanso também, a não ser na hora que estávamos assistindo.

Acordo ainda deitada no sofá, minha cabeça ainda nas pernas de Lica que também está dormindo toda torta no sofá. Rio com a cena, me levanto de suas pernas.

- Lica – chamo baixinho para não assusta-la – Lica – dessa vez balanço um pouco seus ombros e a vejo se mexer um pouco.

- Humm? – ela resmunga, olho as horas no celular e já é bem tarde.

- Vamos pra cama? – chamo e ela abre os olhos com dificuldade. Me observa ainda um pouco perdida.

- Aham – ela responde e pego o controle desligando a tv que parecia já ter parado a serie há algum tempo.

Levanto e estendo minha mão para Lica, ela segura levantando.

- Não tá com fome? – me pergunta, nego – ainda tem pizza – ela insiste.

- Eu tô bem, e você? Não tá?

- Também não – responde e vou a puxando para o quarto.

- Então é melhor a gente dormir – digo – em um local mais confortável – ela ri – você estava toda torta, não tá com nada doendo?

- Não, Sammy, tô bem – me da um selinho, já entrando no quarto – você é muito fofa toda preocupada – faço uma careta, solta uma risada sem graça – eu sei, não mereço.

- Não disse isso – a seguro pela cintura e a beijo sem aprofunda-lo. Disse que ia com calma e já transamos várias vezes. Não me julguem, é difícil resistir a Lica. E certo que mais uma vez não mudaria nada, mas melhor não. Pelo menos não hoje...

- Se eu não tivesse feito besteira na festa e dado um soco no Felipe, você estaria aqui?

Na minha cabeça vem um “sim” na mesma hora que ela termina a pergunta, mas não era verdade, era? Eu não estaria aqui, ainda estaria tentando evitar qualquer tipo de contato com ela. Foram as atitudes dela que me trouxeram aqui. Porque fiquei preocupada. Mas fiquei preocupada porque gosto dela, isso conta como algo a mais para eu estar aqui, não é? Eu deveria falar isso para ela, não deveria? Resolvi ser sincera, então sim, eu deviria falar.

- Não sei, talvez – falo sinceramente – estou aqui porque me importo o bastante pra me preocupar com você. No fundo não é só porque você brigou, entende? – ela para algum tempo processando o que eu falei e finalmente assente.

Não sei se foi algo muito seguro, mas estamos sendo sincera, não estamos? Vou confiar que sim, que ela realmente entendeu.

Resolvemos conversar e estamos falhando. Assim como eu, Lica não tocou no assunto “passado” em nenhum momento. Talvez ela esteja esperando que eu comece a conversa. Só que eu estou com medo de novo. Pensei em vários momentos no qual podia começar a falar com ela, mas todos estavam tão perfeitos, não queria estragar nada, sabe?

Deveria contar isso pra ela.

- Você vai ao banheiro primeiro? – ela é mais rápida que eu e pergunta mudando totalmente o assunto. Que? A olho confusa com a troca de assunto repentina, esperava que ela falasse algo, ela sempre fala – vai lá primeiro, vou depois – diz sem nem esperar que eu responda.

Continuo parada mais algum tempo e finalmente concordo.

Lica vai em direção a sua cama, fecho a porta e paro me olhando no espelho. Ainda uso as roupas de Lica, já que não trouxe nada comigo.

O que diabos foi isso? A Lica desviando o assunto assim? Ela sempre insiste em conversar comigo, isso chega até a ser chato. Algo está errado, isso é muito estranho. Eu devo questiona-la? Acho que sim, não é?

Meu deus, quantas perguntas, eu vou pirar!

Sim, eu devo! Sei que devo. Ela não faz isso, e eu quero saber o porquê.

E vou saber.

Abro a porta novamente, Lica que mexia no celular deitada na cama, desvia sua atenção olhando em minha direção.

É agora, Samantha. Não dá pra trás, por favor.


Notas Finais


VAI SAMANTHA!!

Gente não sei se vocês escutaram meus gritos, pq eu gritei muito quando a autora de Instante falou da minha fic na dela!! AMO Instante e se alguém que tá aqui não ta lendo (o que eu acho um absurdo), corre lá que é MARAVILHOSA!

E vou repetir isso todo capítulo até que tudo fique ok: pode ser que demore um pouco, mas volto.
Beijos meus lindos, até mais <3


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