História Meu Erro Foi Te Amar - Capítulo 4


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Categorias Amor Doce
Personagens Armin
Tags Amor, Armin, Drama, Rimace
Visualizações 24
Palavras 1.566
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Opa demorei não?
Estou cheia de trabalhos pra entregar na escola 😵
Bom mais cheguei né!
Ei pessoas, o que acham de cap maiores? Em vez de 1000 pq não talvez 2000 ou mais? Vcs que decidem.

Capítulo 4 - Desentendimentos.



Dizem que o sol sempre surge depois de um dia ruim. Mas será que um dia meu sol vai surgi pra mim?

Ellys.



- Amiga, você esta horrível!

- Eu sei...

Diz Ellen sentando numa mesa onde seus amigos já se encontravam. Era seu horário de almoço e sempre ia para aquele restaurante pra comer com Rosa E Alexy.

O ateliê de Rosalya e Alexy era perto do hospital que também era perto do restaurante. O fato era que eles nunca iriam se desgrudar e que mesmo velhinhos a amizade deles continuariam intacta.

- Não dormi direito anoite, passei a manhã toda fugindo do Viktor e ainda por cima quase ia dando o remédio errado pra uma criança! – Ellen passa as mãos por seus cabelos os bagunçando

Ela estava com medo de cometer algum erro no hospital, pois Ellen nunca se perdoaria. Seu trabalho era muito importante e cometer um erro era como uma pizza sem queijo.

- Você não devia fugir do Viktor, não foi sua culpa. – Diz Rosa

Alexy apenas observava as duas.

- Eu to com tanta vergonha e além do mais, olha como eu to. Cheia de olheiras e com cara de sono! – ela aponta pra seu rosto

- Não é nada que uma maquiagem resolva, não é Lexy?

- Hun.

- E pelo o que eu vi, ele parece ser um homem bom do tipo que não se encontra fácil por ai, e tenho certeza absoluta, de que ele entendeu toda aquela situação.

- Tomara...

- Você gosta do Viktor Ellen? – diz Alexy que até o momento permanecia calado

- Por que isso agora Alexy? – pergunta Ellen confusa e Alexy apenas a encarava esperando sua resposta – Bem... Viktor é um homem muito bonito, cavalheiro e...

- Eu perguntei o que você sente por ele e não suas qualidades. – Alexy a interrompe

- Eu acho que sim... mas por que você esta me perguntando isso?

Alexy apenas da de ombros. Ellen estranha aquela atitude repentina do amigo.

Chega um garçom a mesa e os três fazem seus pedidos. Quando o homem se retira Alexy volta a falar.

- Falei com o Armin hoje cedo, ele me contou tudo o que aconteceu ontem. E ele ta do mesmo jeito que você, para ser mais exato, ele ta um pouco pior pois bebeu o resto da noite. - comenta Alexy.

- Ele deve esta se fazendo de vitima. – responde Ellen

- Não, eu conheço bem o Armin e sei que ele não mentiu. – Ellen revira os olhos ao ouvir as palavras de Aelxy

- Eu não duvido de mais nada que venha dele.

Rosalya apenas observava sabendo em que rumo aquela conversa iria dar.

- Você fala como se meu irmão fosse a pior pessoa do mundo! – Alexy a olha indignado

- Gente... – Rosa tenta falar

- E ele é, a pior pessoa do mundo! – Ellen bate na mesa

- Ellen você tem que parar com isso! Ele errou e nós sabemos, mas ele se arrependeu!

- Eu não acredito no arrependimento dele.

- E eu não acredito quando você diz que esqueceu o Armin. – Ellen o olhou surpresa

Como ele poderia falar uma coisa dessas?

- Eu não sinto mais nada pelo Armin entendeu? Ou melhor, eu sinto sim, mas o que eu sinto é ódio!

Ellen estava irritada com Alexy, mas sabia que ele tinha que defender seu irmão e que ela foi longe de mais em suas palavras. Mas ela não podia se conter pois seu orgulho era mais forte.

- Parem com isso vocês dois! Nunca em toda nossa historia juntos vocês tiveram uma discursão por mais mínima que seja. Somos amigos e temos que nos apoiar e ficar juntos. Ellen o Alexy tem razão em defender o irmão e Alexy, a Ellen tem toda a razão em esta magoada com o Armin. – Rosa olhava de uma para o outro – A questão aqui e que os dois estão certos, mas ninguém quer colocar o orgulho de fora!

Ellen se sentiu mal pelo seu amigo, Rosa tinha razão eles nunca brigaram. Eles sempre diziam que eram os três mosqueteiros e que nunca se separariam. Ellen nunca imaginaria sua vida sem aqueles dois, pois foram eles que ficaram do seu lado, mesmo nos momentos ruins os três ficavam juntos.

- Me desculpe Lexy, eu passei dos limites... – Ellen meche em seus cabelos olhando completamente arrependida para seu amigo

Aquilo era um toc seu. Sempre que ficava nervosa com alguma coisa era seu cabelo que pagava o pato.

- Eu que peço desculpas...

- Não. – Ellen o interrompe – Eu que peço desculpas, você estava apenas defendendo o seu irmão, eu sinto muito mesmo por ter falado aquilo.

- E eu sinto muito por ter te provocado. – diz Alexy

- Estamos bem?

- Total!

Os dois se levantam e se abraçam sorrindo. Essa era amizade deles. Uma amizade de irmãos.

(...)

Depois de pedirem seus almoços os três começaram a conversar e agora com o clima descontraído e leve. Era como se toda aquela discursão e todos os problemas estivessem sumido.

Rosa levou Ellen no banheiro e fez uma maquiagem leve apenas pra tirar as olheiras do rosto da amiga. E os três saem do restaurante .

- Agora vai lá, conversa com seu gato e resolve tudo amiga! – Diz Alexy

- Arrasa!

- Obrigada gente! – Diz Ellen olhando o hospital do outro lado da rua

- Vai logo não deixa o boy esperando! – Alexy a empurra de leve

- Mas ele nem sabe que vou falar com ele! – Alexy e Rosa a olham sérios – To indo, to indo!

Aqueles dois são umas comedia!

Ellen caminha pra dentro do hospital a passos rápidos, mas ao entrar se deparam com um homem gritando por ajuda com uma criança nos braços. Ellen prontamente corre até eles.

- O que ouve senhor?! – ela olha horrorizada para a criança desacordada em seus braços. A coitadinha estava toda arranhada e tinha um corte na cabeça.

- Eu não vi moça eu juro! Foi um acidente! – ele dizia aos prantos desesperado

- Fique calmo senhor! Eu vou ajuda-lo. – ela confere se a criança ainda respira - TRAGAM UMA MACA AQUI RAPIDO!! Me diga o que aconteceu?

- Eu bati nele com o carro, não foi minha culpa, ele apareceu do nada moça! – dizia o homem agoniado

Não demorou muito para que alguns enfermeiros viessem com uma maca. Ellen pega o menino e o põe cuidadosamente na cama. Andando rapidamente pelos corredores com vários enfermeiros em volta da maca finalmente um medico suje.

Mas antes de Ellen ter qualquer outra reação alguém segura em seu braço e a puxa com força pra traz.

- Mas o quê?! – ela olha para a pessoa que a segurava e em seguida para a maca vendo os enfermeiros virando pro corredor a esquerda.

- O André esta te chamando na sala dele, você tem que ir rápido Ellen!

- Eu não posso Iris, você viu que eu...

- Você não ta entendendo né?! – diz a ruiva exasperada chaqualhando Ellen – É o André, o nosso diretor, o velho decrépito e extremamente irritante que esta te chamando! E você sabe que ele pode te demitir por tão pouco não é?

- Diz pra ele que eu vou depois por que estou ocupada. – Ellen se vira pra ir embora mas Iris entra na sua frente. – Iris...

- Deixe que eu vou ajudar, vá logo ver o André! – Iris suspira pesado encarando a amiga – El você precisa mesmo do emprego e sabe disso.

Aquilo era verdade, Ellen precisava e muito daquele emprego. Seu apartamento fica em um dos bairros mas “chiques” da cidade, a escola das crianças era umas das melhores também, mas a escola quem paga é Armin. Já Ellen ficava com as despesas da casa e das crianças, além dela própria também.

Era muita coisa pra ela carregar nas costa, Armin ajuda e isso ninguém poderia negar, mas mesmo assim não deixa de ser muita coisa pra uma mãe solteira carregar sozinha. Mas Ellen conseguia, ela tinha que conseguir, pra mostrar ao Armin que ela conseguia.

- Já estou indo. Você cuida mesmo do garoto?

Iris sorri olhando com ternura para a amiga.

Ellen se apegava a seus pacientes e quando acontecia coisas trágicas com eles, - como a morte de uma adolescente chamada Isabela que lutava bravamente contra o câncer – ela sofria e muito.

- Cuido sim minha amiga, agora vá!

(...)

- Entra!

- Com licença... – Ellen entra meio a contra gosto naquela sala vendo um velho gordinho sentado atrás da mesa

Ela senta na cadeira a frente da mesa do homem. O velho a encarava com um lobo encara sua presa e aquilo a deixava bastante incomodada, já que não era pra menos pois sabia a fama que aquele homem tinha.

- O senhor me chamou para?...

- Minha queria e linda Ellen, você sabe que não é nenhum segredo que é minha preferida não? – Ellen assente estranhando tudo aquilo. O homem curva seu corpo na mesa para se achegar mais perto dela – Sabe... eu estou pensando em te dar um cargo maior, o que acha?

O coração de Ellen bate mais forte, um dinheiro a mais seria muito bem vindo naquele momento.

- Nossa senhor André isso seria ótimo! – diz ela sorrindo verdadeiramente alegre naquele momento

O velho se ajeita em sua grande cadeira e da um sorriso malicioso que passa despercebido por Ellen.


Notas Finais


Beijosss


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