História Meu Falso Amor - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Drama, E-mail, Médico, Romance, Virtual
Visualizações 8
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - 10 Capítulos


 Lucas estava sentado em sua mesa esperando o próximo paciente entrar quando a porta se abriu e Melissa com um sorriso em seus lábios pintados de vermelho entrou, ela caminhou até uma das duas cadeiras acolchoadas que havia diante da mesa dele e se sentou. 


– Bom dia, espero não estar lhe atrapalhando. 
Não, imagina. – Ele sorriu para ela.
Soube que jantou na casa do Dr. Alberto ontem com sua namorada. – Lucas pareceu bem surpreso com as palavras de Melissa. – As noticias correm.
Estou vendo. – Ele deu um leve sorriso. – Sim, eu jantei na casa do Dr. Alberto ontem, mas como já te disse a Clara não é minha namorada. – Afirmou.
Então o que ela é? – Melissa o olhou nos olhos. – Porque fica difícil acreditar em você quando diz que não tem nada com ela, mas as situações provam o contrario.
Eu sei que é difícil de compreender, até mesmo para mim é difícil, mas confie em mim, não tenho porque mentir, não tenho nada com essa menina, mas ela enfiou essa historia na cabeça. – Ele respirou fundo. – eu realmente acho que ela precisa de ajuda.
De um psiquiatra talvez, não sua. – Afirmou ela.
Esta com ciúmes? – Questionou ele dando um leve sorriso.
Não digo que seja ciúmes... – Ela sorriu. – Mas sabemos que temos interesses um pelo outro e a chegada dessa menina pode ter um lado bom. – Ele franziu o cenho. – Isto me mostrou que não posso mais perder tempo se não uma maluca pode tirar você de mim. – Ele riu e ela acabou rindo também. – Não queremos isto, não é mesmo?
Pode ter certeza. – Concordou ele com os olhos fixos nos dela.

 

Melissa nunca havia sido do tipo de mulher que aguardava a atitude alheia, pelo contrario sempre foi uma mulher cheia de atitudes e neste caso não seria nem um pouco diferente, ela levantou-se e contornou a mesa, parando em frente a cadeira de Lucas que a esta altura já estará de pé, então sem esperar pela atitude que para muitos deveria ser dele, ela o beijou, o beijou com vontade.


O que significa isso? – Foi a pergunta que fez com que o beijo chegasse ao fim.

 

            Dentre todas as pessoas que poderiam ter visto aquele beijo, era Clara quem tinha pego os dois no flagra. Naquele momento mesmo em meio toda a dor que se passava dentro dela, ela conseguiu ligar as coisas, talvez esse era o motivo pelo qual Lucas fingia que não lhe conhecia, que nunca trocaram e-mails, que não namoravam, tudo por que ele tinha uma outra pessoa, tinha uma medica assim como ele ao seu lado e por isto a descartou como se fosse algum tipo de lixo, era isto o que havia acontecido, Clara tinha certeza.


Como eu puder ser tão idiota? – Uma lagrima escapou do rosto dela enquanto ela adentrava a sala lentamente. – Como pude acreditar em você...
Clara... – Lucas até tentou argumentar porem ela o impediu.
Me poupe das suas explicações eu não as quero. – Ela limpou as lagrimas com a costa de sua mão. – Eu vim aqui apenas para te entregar isto. – Ela jogou o palito na direção deles porem o mesmo caiu ao chão.
Clara, me escuta... – Insistiu porem desta vez foi interrompido por Melissa.
Lucas eu não estou entendendo, se você realmente não tem nada com essa garota por que quer dar explicações a ela? Vocês tem ou não tem alguma coisa? – Ela perguntou o olhando seriamente.
Eu nunca menti para você. – Alegou ele para Melissa. – Eu nunca tive nada com ela... – Clara o interrompeu.
Mentiroso! – ela sentia seu coração latejar de tanta dor.
Olha só menina, vá embora ou procure o psiquiatra do hospital, faça o que tiver vontade, apenas deixe o Lucas em paz, ele nunca teve e nunca vai ter nada com você entendeu?
Eu não sou louca! – Afirmou ela em meio ao seu choro.
Então pare de se portar como uma, agora saia! – Melissa então caminhou até Clara e segurou no braço da mesma na tentativa de tira-la da sala.
NÃO TOQUE EM MIM! – Gritou Clara, soltando-se dela. – VOCÊ ACHA QUE EU SOU LOUCA? ENTÃO EXPERIMENTA ME TOCAR DE NOVO PARA VOCÊ VÊ!
Clara não grite, por favor. – Pediu Lucas.
Ah, você quer que eu pare de gritar? Por que? Pra ninguém saber o mal caráter que você é ? Pois bem doutor, EU QUERO QUE TODO O HOSPITAL SAIBA O POUCO HOMEM QUE VOCÊ É, O SEM CARÁTER.
Chega garota. – falou Melissa sem sucesso.
AGORA EU ENTENDO... – Ela riu enquanto limpava mais uma vez vestígios de seu choro. – VOCÊ NEGAVA O NOSSO RELACIONAMENTO POR QUE JÁ ESTAVA SAINDO COM ESSAZINHA AI!
Essazinha não. – disse Melissa que faltava pouco explodir de raiva.
ESSAZINHA SIM, PORQUE VOCÊ SABIA MUITO BEM QUEM EU ERA, POR QUE EU TE DISSE, MAS VOCÊ NÃO SE IMPORTOU, VOCÊS NÃO SE IMPORTARAM, SABE-SE LÁ QUANTAS VEZES JUNTOS NÃO RIRAM DOS MEUS E-MAILS, OU DE QUANDO CHEGUEI! A TROUXA QUE VEIO PRA CÁ ATRÁS DE UM BABACA!


            Os gritos de Clara acabaram chamando a atenção que quem passava próximo a sala e não demorou muito para a sala ser invadida por um dos seguranças do hospital, em seguida alguns enfermeiros e até mesmo o dr. Marcos apareceu com a gritaria.


 o que esta acontecendo aqui Doutor?! – perguntou um segurança.
– Clara por favor, se acalme. – pediu Lucas.
Você é o pior dos homens! – Afirmou ela com os olhos vermelhos pelas lagrimas.
O que esta aconteceu? – Perguntou o Dr. Marcos.
Conta... – incentivou. – Conta meu amor, conta para o seu amiguinho o lixo de homem que você é. CONTA! CONTA QUE EU ENTREI AQUI E PEGUEI VOCÊS DOIS SE BEIJANDO, CONTA COMO FOI BOM RIR DA MINHA CARA! – ela limpou seu rosto com suas mãos em meio a um suspiro.
O QUE QUER? – Lucas então respondeu pela primeira vez no mesmo tom que ela. – é destruir minha carreira? Arruinar meu trabalho? Por que se esse é o seu desejo vá em frente, esta quase lá.
Não, a única coisa que queria de verdade é que você fosse aquele cara que você fingia ser, que me amasse como demonstrava... Eu só queria que as coisas fossem como deveria ser... Mas já vi que aquele homem não existe mais, se é que algum dia existiu. – Ela respirou fundo mais uma vez. – Eu não sei qual era a sua intenção, mas se era destruir o meu coração, parabéns, conseguiu com louvor. – Ela então se virou e saiu daquela sala. Era tudo o que ela mais queria. 


Notas Finais


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