História Meu Falso Amor - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Drama, E-mail, Médico, Romance, Virtual
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Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - 7 Capitulos


Aquele encontro era algo tão improvável que Clara chegará a rir, havia saído para distrair a mente, para não pensar mais em Lucas e encontra a sobrinha dele, era até cômico, ou seria um sinal? Um sinal de Deus para que ela não desistisse? Para que não o esquecesse? Para que ela insistisse? É poderia ser, fazia sentido, será que os céus conspiravam para esse amor? Poderia ser, Clara então em mais uma de suas decisões precipitadas decidiu ir novamente atrás dele, uma nova tentativa, já estará tão machucada que achará que nada poderia magoa-la mais, ele já havia a machucado tanto que seria muito difícil dele se superar nesse quesito. 
            Clara então correu para a frente do bosque e o primeiro táxi que viu parado ali adentrou, ela pediu que o taxista a deixasse no hospital central e o motorista deu inicio a partida, os minutos até o local pareceram eternidade e quando por fim chegou ela pagou a corrida, saiu do carro, entrou no hospital e foi caminhando ate a recepção, deu seu melhor sorriso e ficou aguardando a recepcionista que conversará com um homem de boa aparência, seu terno era impecável, o homem aparentará ter no máximo uns 61 anos. A recepcionista assim que viu Clara, deu um leve sorriso enquanto escutava o homem, o mesmo ao perceber que a recepcionista havia desviado por um momento a atenção, olhou para ver a distração da mesma, e abriu um sorriso ao ver aquela bela mulher loira, ele a olhou de cima em baixo e Clara sentiu uma pontada de constrangimento com a situação.


– O dr. Schnneider esta atendendo uma paciente no momento. – Disse a recepcionista com um tom de voz doce. 
– Ah sim, Obrigada! 
– Paciente do Dr. Schnneider?! – perguntou o homem enquanto a olhava, sua voz saiu suave.
– Não Dr. Alberto, ela é namorada do Dr. Schnneider – A recepcionista apressou-se em responder.
– Namorada?! – disse o homem que agora já saberá que se chamava Alberto. – Eu já admirava o Lucas por ser um bom profissional, agora admiro ainda mais pelo excelente gosto que ele possui – novamente Clara sentiu-se constrangida.
– Obrigado! – disse ela um tanto envergonhada.
– Não tem que me agradecer, estou apenas sendo realista. – Afirmou o mesmo.
– Mesmo assim eu agradeço. – disse ela.
– O que acha de enquanto aguarda essa consulta do Lucas nos irmos tomar um café na lanchonete, para você não ficar aqui na recepção aguardando. – Clara então olhou para o homem com um sorriso um pouco sem jeito estampado em seus lábios. 
– Não, Obrigada. – Respondeu ela.
 Porque não? Irá ter que aguarda-lo de todo o jeito.
– Senhor, perdoe à indelicadeza, mas não irei aceitar, Lucas poderia não gostar!
– E porque acha que ele poderia não gostar? Uma vez que estamos falando apenas de um café. – Alegou ele.
– Mesmo assim, dispenso. – Insistiu em sua resposta.
 Sabe, a olhando assim, não diria que é do tipo de mulher que age pensando no homem em primeiro lugar. – Comentou.
– E realmente não sou, mas não gosto de virar motivo de fofocas, não que me importe com o que falam de mim pois não é isto, mas veja bem, nos não nos conhecemos, se eu aceitar para nos dois pode parecer o inicio de uma bela amizade, porem para alguns que assistirem a cena poderá parecer uma falta de respeito com o meu namorado, e ate mesmo falarem que estou dando lhe confiança! – Alegou ela o olhando.
– Ou seja, tem medo da interpretação alheia?! – perguntou com um sorriso nos lábios.
– tenho medo do que isso pode causar para Lucas, não seria nada bom que um médico de prestigio como ele vire motivos de piadas! – argumentou.
– Me daria essa mesma resposta se eu lhe dissesse que sou dono deste hospital? – Perguntou ele lançando um novo sorriso e ela assentiu. – mesmo que isso pudesse prejudicar um pouco a Lucas? Digo, não é bom destrata o chefe do namorado não concorda?
– Mesmo assim nada mudaria, exceto que eu iria achar o mesmo que todos, que o senhor não quer começar uma nova amizade com a namorada de um dos seus funcionários e sim que está tentando me galantear! – Respondeu totalmente segura de si. Neste momento o homem começou a rir deixando-a desconcertada com a situação.
– Uma mulher de princípios, agora sim eu admiro ainda mais o Lucas, escolheu uma mulher com caráter e isso é muito bom, fique tranquila, leve tudo que foi dito por mim na brincadeira, e saiba que você ganhou pontos comigo! – Ele então levou a mão ao ombro dela e alisou, porem não de forma vulgar, maliciosa, na verdade havia sido apenas uma forma de cumprimentar, nada a mais que isto, o que a deixava mais desconcertada ainda.

            Neste instante Lucas apareceu na recepção, já havia acabado sua consulta e ao ver seu Chefe e Clara juntos ele chegou a arregalar seus olhos, por um segundo temeu aquele encontro, não sabia do que ela era capaz e de forma alguma queria provocar algum mal estar em seu local de trabalho, ainda mais na presença de seu chefe. Porem assim que eles o avistaram ele pode respirar aliviado.


– Grande Dr. Lucas Schnneider, não morre tão cedo – Brincou Alberto dando um sorriso. – Acabo de conhecer sua namorada, que mulher fascinante com todo o respeito. – Lucas ficou sem ação, pensou até em desmentir, porém não sabia qual reação ela teria, e provocar a fúria dela na recepção diante de seu chefe não parecia ser a melhor idéia.
– Ae? – Foi a única coisa que ele conseguiu dizer naquele momento.
– Lógico, me encantei pela personalidade e caráter dela, teve muita sorte em conhece-la, ou melhor, ambos tiveram sorte em se conhecerem! – Clara abriu um enorme sorriso enquanto Lucas tentava digerir aquilo. – Quer saber, os convido para um jantar na sexta à noite em minha casa, tenho a certeza que minha esposa irá adorar conhece-la. – Disse ele para ela.
– Nossa... Estou encantada. – Clara não podia acreditar no que estará acontecendo.
– Pois bem, irei combinar direito com o Lucas depois, agora vou deixa-los, preciso falar com o Dr. Rangel. Foi um prazer conhece-la querida. – ele então a cumprimentou, cumprimentou a Lucas e saiu deixando-os ali na recepção. 
– Vamos na minha sala. – disse Lucas para ela que assentiu.

            Eles caminharam lado a lado até a sala de Lucas em silêncio, porem foi só adentrar aquela sala e fechar a porta atrás dele para Lucas que até então não conseguirá dizer uma frase começar a falar.

– O que foi aquilo? Você foi até o meu chefe dizer que somos namorados? Quantas vezes vou te que te dizer que nos não... – Ela o interrompeu.
– Ei, pode parando por ai, pra começar eu não falei nada! – Afirmou ela. – E eu também não fui até seu chefe, ele quem começou a falar comigo, eu sou educada, não vou deixar de falar com ninguém por que é conhecido seu, me desculpe! 
– Não estou lhe proibindo de falar com ninguém, você pode falar com quem você quiser, mas daí falar que somos namorados se você sabe que não somos absolutamente nada, nunca fomos!
– Ok Lucas, se quer continuar com esse joguinho por mim tudo bem, vamos atrás do seu chefe e falamos que tudo não passou de um desentendimento, que você acha que eu necessito de cuidados psicológicos e eu digo a minha versão. – Ela cruzou os braços e o encarou. – Vamos la?
– MERDA! – Ele bufou. – de algum modo ele gostou de você! – ele caminhou ate sua mesa.
– Nossa, falando assim parece até que sou uma aberração. – Ela revirou os olhos. Ela estava magoada, mas não iria chorar na frente dele novamente.
– Não é isto. – Ele se sentou. – Só que... Eu não sei o porque dele ter simpatizado tanto assim com você.
– Talvez eu seja legal. – Disse ela o encarando e então ele a olhou nos olhos.
– Você entendeu o que eu quis dizer, não entendeu? – Ela assentiu.
– Talvez o fato de eu ter negado um café e insinuado que ele poderia estar com segundas intenções tenha ajudado um pouco. – Comentou ela.
– Você o que?! – ele não conseguiu conter a risada, não dará pra acreditar que ela havia dito aquilo. Ela acabou rindo junto e caminhou até a cadeira sentando-se na frente dele. – Não acredito que tenha feito isto. Como pode?
– O que queria que fizesse? Queria que eu aceitasse o convite para um café e deixasse que seu nome fosse para na boca de uns e outros como o corno do hospital? – Ela ria.
– Eu não seria corno, pois não temos nada. – A afirmação dele fez o sorriso dela desaparecer.
– É, eu sei, você sabe,mas e o restante do pessoal que trabalha aqui? Eles não sabem. – Lucas respirou fundo.
– tem razão!
– e agora? O que iremos fazer? – ela o olhou de forma doce e ele passou a mão pelo rosto em meio a um suspiro.
– Teremos que ir neste jantar, depois dizemos que terminamos e seguimos nossas vidas um longe do outro. – Disse ele e olhando nos olhos.
– Pra você e muito fácil né?! – ela o encarava – pra você tudo é um jogo, mas tudo bem Lucas jogarei com você e você verá que aquela bobinha dos e-mails também sabe jogar esse maldito jogo. – ela pegou um pedaço de papel e uma caneta e começou a escrever algo, depois entregou o papel a ele. – ai esta meu endereço, e não se atrase meu bem – ela deu um leve sorriso de forma cínica e então levantou-se e saiu da sala o deixando sozinho.



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