História Meu Falso Amor - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Drama, E-mail, Médico, Romance, Virtual
Visualizações 55
Palavras 1.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - 8 Capitulo


A sexta-feira havia chego, era por volta das 15h, Clara e Maria caminhavam pelo bosque da barra, Maria estará conhecendo o local depois de Clara ter dito tão bem sobre o mesmo e ali ela olhando com seus próprios olhos tinha que admitir que a amiga estará com a razão, o local era lindo, caminhando Clara avistou a pequena Duda e ao vê-la abriu um sorriso.

– Olha quem esta aqui. – Clara com um sorriso estampado em seus lábios mudou a rota em que caminhava com a amiga e foi de encontro à pequena que brincava com outras crianças. Maria então apressou-se para alcançar novamente a amiga. – Dudinha. – disse ela assim que aproximou-se da menina que ao vê-la a abraçou forte. Porém rapidamente apareceu a Vera posicionando-se atrás da menina.
– Tia Clara. – A pequena estará visivelmente animada.
– Que bom te encontrar aqui de novo. – disse Clara apertando de leve a bochecha dela.
– É que a minha casa é aqui pertinho, ai as vezes a Vera. – Nesse istante ela olhou para cima mirando a mulher que estará atrás dela. – me trás.
– Ah que bom, aqui é muito bonito né?! – a pequena assentiu.
– Tia vamos brincar de pique-pega é muito legal! – disse ela animada.
– Meu amor eu adoraria, mas não posso, tenho que mostrar para a tia Maria – Clara então apontou para a amiga que acenou para a criança que sorriu. – o bosque por que ela não conhece e não posso demorar muito aqui hoje, mas eu te prometo que da próxima vez a gente vai correr esse bosque todo, ta legal? – ela levou a mão ao alto para a menina bater e assim a pequena fez.
– Ok tia. – Clara a puxou para um novo abraço e beijou a bochecha da menina. 
– Agora vá brincar vai. – Disse Clara. A menina assentiu e saiu correndo indo de encontro a seus amiguinhos. Vera já ia saindo porem Clara pegou no braço dela. – Me de um minuto. – Vera assentiu. – Provavelmente você me acha uma louca, Lucas deve ter lhe dito tanta coisa ruim de mim que entendo que queira proteger a Duda de mim, mas eu não sou louca, não sou retardada e muito menos irei fazer mal a menina, ela gosta de mim e eu gosto dela, não acho justo que julgue minhas ações sem me conhecer... – Vera a cortou.
– Eu estou fazendo o meu trabalho, mas não vou negar que me assusta, seu Lucas é um garoto muito bom, ele jamais falaria algo de uma pessoa se não houvesse motivos. 
– Então você acha que sou louca? 
 Não posso afirmar, não há conheço. – Clara assentiu.
– Chegamos no ponto, você não me conhece, me de a oportunidade, não sou louca e nem mesmo uma mexera que quero afetar o Lucas através de uma criança, só me de uma oportunidade. Deixe eu cumprir minha promessa de vim brincar com ela. Apenas isso. – Vera ficou calada, seu semblante era pensativo. Clara então abriu sua bolsa e retirou sua pequena agendinha e uma caneta, então anotou seu telefone e arrancou a folha entregando-a – Só uma oportunidade. 
 Irei pensar. – a mulher guardando o papel em sua bolsa e Clara sorriu.

 

****

 

            Era por volta das 19h quando Lucas estacionará seu carro na porta do endereço dado por Clara. Ele desceu do carro e caminhou até a porta da casa que continha o numero indicado no pedaço de papel, ele então bateu na porta e não demorou muito para a própria Clara abrir a porta, neste instante ele teve que admitir aquela mulher era um espetáculo, faltou pouco para o ar lhe faltar, ela estará incrível, vestia um vestido no tom azul marinho um pouco acima do joelho, justo a seu corpo, porém nem um pouco vulgar, seus pés calçavam um scarpin na cor marrom claro,com um salto de aproximadamente 10cm, a maquiagem estará fraca em todo rosto exceto nos lábios vermelhos intensos, seus cabelos estavam metade preso na parte superior e em baixo soltos e com ondulações que provavelmente haviam sido feitas por um baby lise.


– Esta pronta? – Foi o único que ele disse, poderia elogia-la porem tratando-se dela ele não achou uma boa idéia. 
– Sim, só vou buscar minha bolsa, espere um momentinho. – Ele assentiu e ela foi buscar a bolsa.
 

Alguns segundos depois ela voltou, segurando uma pequena bolsa marrom clara em suas mãos, combinando com os sapatos, em silêncio se dirigiram ate o carro, ele abriu a porta do carona para ela entrar, ela entrou e ele fechou a porta, em seguida se dirigiu ate o lado do motorista, entrou no carro, ligou o mesmo e deu partida, no caminho trocaram apenas algumas palavras e assim que ele estacionou o carro enfrente aquela casa que mais parecerá uma mansão, ele desceu do carro, contornou o mesmo e abriu a porta para ela, depois caminharam ate a porta principal da casa e apertaram a campainha logo uma mulher abriu a porta com um sorriso nos lábios, era a empregada, ela os guiou ate a sala de estar aonde os donos da casa os aguardará. Assim que adentraram a casa Clara prestou atenção em cada detalhe, tudo era impecável e maravilhoso, alguns moveis de época que deixará um charme naquela casa imensa. Assim que chegaram na sala de estar, Alberto que estará em pé com um como de wisk na mão deu um sorriso mostrando seus dentes e sua esposa que estará sentada de costa para eles se levantou virando de frente para eles, a mulher mesmo não sendo nova era muito bela e fina.


– Que bom que chegaram. – Disse a mulher sorridente. – pode servir o jantar. – Disse a empregada que assentirá e deixou a sala. – Lucas, meu querido, como está? – Disse ela o cumprimentando com um beijo na bochecha.
– Muito bem Mariza e você? – perguntou ele.
– Ótima, feliz coma visita! – Afirmou ela, então ela foi cumprimentar a Clara. – E você é a...? 
 Clara. – respondeu Clara sorridente.
– Olá Clara, você é muito bonita. – ela também há cumprimentou com um beijo na bochecha.
– Igualmente senhora.
– Oh não, Mariza por favor.
– Desculpe. – Uma sorriu para a outra.
– O jantar esta a mesa. – disse a empregada que acabará de adentrar novamente a sala de estar.

 

Eles então dirigiram-se a sala de jantar que por sinal era muito luxuosa, mas o que esperar daquela casa que até mesmo vista de fora era um luxo. Eles sentaram-se e logo o jantar começou a ser servido. Após o maravilhoso jantar voltaram para sala de estar, Clara sentou-se ao lado de Mariza.


– Aceita uma bebida Lucas – perguntou Alberto.
– Aceito, sim! – Respondeu Lucas e logo Alberto o serviu com um copo de wisk com gelo.
– Não vá beber muito pois você ainda irá dirigir. – disse Mariza para Lucas que sorriu para ela.
– Fique tranquila.
– Mas me contem, ainda não sei como vocês se conheceram? – Perguntou Mariza pegando Lucas desprevenido, ele logo olhou para Clara que deu um leve sorriso para Mariza.
– Nos conhecemos pela internet, provavelmente perceberam pelo meu sotaque que não sou daqui, nos conhecemos em uma sala de bate-papo para ser mais exata, começamos a conversar e nos demos muito bem logo de cara, conversávamos praticamente o dia todo, ficamos dois anos trocando e-mails somente, sem nenhum tipo de maldade, na verdade eu já gostava dele – ela o fitou e depois voltou a olhar a Mariza – mas tinha vergonha de dizer e ele não sentir o mesmo, ate que em uma noite me declarei, e quando recebi o e-mail dele, ele disse que correspondia os meus sentimentos, então decidimos engatar em um relacionamento a distancia, e então eu decidi vir atrás dele... – Contou Clara como se lembrasse de tudo como havia acontecido, por mais que olhava para Mariza seu consciente estará longe, estará em tudo o que ela falava. Já Lucas a observava enquanto ela falava calado. 
– Jamais imaginei que Lucas fosse do tipo que entra em salas de bate-papos. – disse Alberto e Lucas apenas virou sua bebida em um único gole.
– Tenho que concordar. – disse Mariza.
– Eu concordo com vocês, mas saibam que essa carinha linda dele engana. – Ela riu e ele já ficará apreensivo. – Há tantas coisas que ele já fez que ninguém imagina. 
– Como o que? – perguntou Mariza curiosa. 
Deixe-me pensar... – Ele buscava com seu olhar os dela, para impedir que ela dissesse qualquer coisa sobre a historia dos e-mails, mas ela nem mesmo o olhava. – Já sei... – Ela sorriu. – Na 8° serie ele ganhou um concurso de dança na escola, e acreditem, ele participou somente para impressionar uma única garota que ele gostava na época, ela era jurada e para impressiona-la ele foi capaz de dançar jazz na frente de praticamente todos da escola, só para que a menina o notasse. – Clara riu após terminar o relato junto com Alberto e Mariza, porem Lucas arregalou seus olhos.
– Meu Deus! – Mariza ria demais – você fez isso? – ele deu uma risada.
– Ela era muito bonita! – ele disse em sua defesa, enquanto olhava para Clara tentando encontrar respostas. 
– Pagaria uma boa grana para ter visto essa cena. – disse Alberto rindo.



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