História Meu Fazendeiro Possesivo - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Jantar (parte 3)


Fanfic / Fanfiction Meu Fazendeiro Possesivo - Capítulo 9 - Jantar (parte 3)

João Lucas narrando...

Saio de casa animado afinal, hoje eu terei um jantar especial com minha loira, mas vejo a hora exata em que Nicole dá um tapa na minha loira, eu ia partir pra cima dessa velha, mas paro ao escutar o que minha princesa fala, e ela não vai ficar em hotel nenhum, eu vou ao seu encontro em passos rápidos, e a abraço pela cintura, eu toca em seu lindo rosto delicadamente, vejo a mão da Nicole nele e sinto um ódio enorme, mas me controlo pela minha loira, então começo a beijar seu rosto repedidas vezes a fazendo sorri, que sorriso

- Vai morar comigo- eu digo a olhando, e ela enterra o rosto em meu peitoral

-Não quero ser um incômodo- ela diz meio abafada afinal seu rosto está no meu peitoral, e ela nunca seria um incomodo pra mim

-Nunca será um incomodo pra mim- eu respondo a ela que me olha assentindo, e como sou dono de metade dessa fazenda eu aceno há umas senhoras que já entenderam que tem que arrumar as malas da minha princesa, mas minha princesa não entendeu muito- Elas vão arrumar as suas malas, enquanto vamos ao restaurante, e aproposito está linda- eu digo a verdade, embora ela esteja muito gostosa, e ela só tinha que usar essa roupa aos meus olhos, e a Nicole a olha mortalmente, e eu a olho pior ainda então ela troca o olhar e nos olha com nojo, essa velha via ver o que eu vou fazer com ela- E vamos conversar depois

-MAS...

-Ele não está gritando com você, não grite com ele- diz minha princesa calma, beijo sua testa e a guio até meu carro, abro a porta pra ela e sem me segurar lhe dou um selinho, e ela sorri lindamente e envergonhada pra mim, ela adentra o carro e fecho a porta dando a volta, e entretanto no carro em seguida coloco o sinto e ligo o carro rumo ao restaurante, durante o caminho conversamos sobre várias coisas, e eu claro fingi não saber nada ao seu respeito, e conto um pouco sobre mim, ela me escuta atentamente, quando chegamos ao restaurante saio do carro e giro o mesmo abrindo a porta pra ela, estendendo a mão e a mesma aceita e sorri pra mim, aproveito e lhe dou outro selinho

-Eu já te disse o quanto está linda?- eu pergunto a guiando até a entrada do restaurante, que por azar é uma mulher a recepcionista, vejo o seu olhar em meu corpo e ela não tá vendo minha mulher do meu lado?

-Em que posso ajudar?- ela diz ajeitando seu decote, mas nem me importo, tô preocupado é com o decote da minha mulher

-Eu reservei uma mesa, João Lucas Montinegro- eu digo e seus olhos brilham afinal minha família e eu somos praticamente donos de todas as fazendas de Goiânia, Palmas, Belo Horizonte, Manaus, Minas Gerais e Salvador

-Ah sim claro por aqui, senhor Montinegro- ela tá mesmo ignorando minha mulher?

-E a senhora Montinegro, não tá vendo?-eu digo com raiva e minha princesa entrelaça nossos dedos, eu a olho e ela nega com a cabeça, aquela mulher vai ver, chegamos a mesa e puxo a cadeira pra minha princesa sentar, beijo sua testa e ela me puxa e me dá um selinho, não aguento e peço permissão pra invadir sua boca e assim que ela me dá eu beijo com delicadeza e aproveito seu beijo, em seguida me sento e aquela mulher ainda tá aqui?-pode ir

Ela parece acordar de um transe e sai me deixando sozinho com minha mulher, eu pego um cardápio e vejo que ela faz o mesmo, pego sua mão que tava em cima da mesa e a pego entrelaçando nossos dedos ela olha nossos dedos e depois a mim e sorri

Escolhemos nossos pratos e novamente ficamos conversando e quando nossos pratos chegam junto ao vinho que eu pedi, aquela mulher nos serve e abre o vinho, coloca na minha taça e quando ela coloca na minha mulher derrama “sem querer” em sua roupa

-Desculpe-me, não foi minha intenção- ela diz e minha mulher sorrir educada e pega alguns guardanapos e começa a se secar

-Tudo bem, isso acontece- ela diz e aquela mulherzinha não vai ficar assim, olho pro meu irmão que é dono do restaurante ele entende, a chamando, vou até minha mulher e me agacho e começo a ajuda-la a se limpar- Não precisa, se levanta

-Não, aquela mulherzinha fez de proposito- eu digo entre dentes e ajeito a sua saia, sinto dedos macios no meu queixo e ela ergue o mesmo e me dá um beijo

-Se acalme, vamos voltar a comer- ela diz e como um bobo eu assinto voltando ao meu lugar, voltando a comer

Quebra de tempo...

Já havíamos comido, paguei a conta sobre muita luta já que ela queria dividir e claro não a deixei pagar, depois voltamos pra minha casa tenho uma supressa quando chegamos na sala da minha casa

 


Notas Finais


Mano, que supressa é essa?


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