História Meu garoto proibido. - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Chad Michael Murray, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Misha Collins, Tom Welling
Personagens Chad Michael Murray, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Misha Collins, Tom Welling
Tags Colégio, Revelaçoes, Romance
Visualizações 27
Palavras 3.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiii. Eu sei muito cara de pau né. Primeiramente desculpe-me eu demorei muito. Mas prometo que não vou deixar isso acontecer mais. Bom espero que gostem e não desistam de mim.

(Ahhh Talita obrigado pela gentileza para pedir cap novo. eu acho)

Capítulo 4 - E so desejo?


Você provoca em mim, os desejos mais secretos, faz com que meu pensamento voe e viaje por caminhos de prazer e êxtase. 

Te desejo por inteiro. Com toda força e carinho, com tremor no corpo e na voz e com um desejo quase insaciável de sentir você junto a mim, você tem o poder de me abalar e de me fazer querer deixar tudo para trás e ficar com você. 

Você me excita e eu gosto, gosto muito do que vejo e enlouqueço só de pensar, que esse desejo e tão proibido. EU QUERO VOCÊ. 

** 

Jared estava ali estático, olhando o belo loiro a sua frente. Em sua cabeça uma confusão se instalava, não sabia ao certo o que Jensen queria dizer com “colocar um ponto final nisso”. Ele poderia simplesmente pergunta como assim? Que ponto final? O que você está pensando em fazer? Mas ao invés disso perguntou a primeira coisa fácil de se dizer que passou por sua mente. 

- Como você consegui subir? – Jensen franziu o cenho. Realmente não era o que esperava ouvir.  

- Bom, parece que o seu porteiro tem uma ótima memória e lembrou de mim da primeira vez que estive aqui, então só precisei de um sorriso e duas piscadas e ele me disse o número do seu apartamento. – disse convencido e sorriu. Jared até entendia seu porteiro, aquele sorriso era capaz de tirar muita coisa dele também. 

Jared saiu da frente da porta dando passagem como quem diz “pode entrar”. Quando Jensen a atravessou, o moreno  respirou fundo. Está ali tão perto e sozinho com o loiro o deixava extremamente nervoso.  

- Você quer beber alguma coisa? – Jared estava tentando parecer o mais calmo possível não sabia se estava funcionando, mas estava tentando. 

- pode se um whisky, ou vinho sei lá alguma coisa forte. – respondeu sentando naquele sofá que possuía algumas boas lembranças.  

- Você não deveria beber, ainda não tem vinte um. – 

- É sério isso. Devo te lembrar que você me conheceu em um bar. –  O loiro sorriu como se tivesse lembrando do que aconteceu depois de conhecer Jared no bar. 

- É verdade. Até por que esse foi um dos motivos por eu ter achado que você tinha mais de vinte um, e não dezoito. –  foi até Jensen e entregou lhe um copo, sentando se em uma poltrona ao lado do sofá. 

- verdade. Bom como meu pai e muito conhecido eu acabo tendo alguns privilégios. Como não receber multa, e entra em lugares que eu seria facilmente barrado pela minha idade.  

- É pois é, se você seguisse a lei isso não estaria acontecendo. – Jared falou irritado. 

- se você tivesse me dado um fora, ou se você não fosse meu professor isso também não estaria acontecendo. – o loiro disse com sarcasmo. – olha eu não vim aqui brigar com você. Eu realmente quero passar por isso, quero que tenhamos um bom relacionamento. E eu sei que não vou conseguir fazer isso sem resolver essa “coisa” que está acontecendo entre nós. 

Jared respirou fundo colocando as mãos no rosto. Não era do tipo que saia com o primeiro que visse, não era do tipo que transava por uma noite e seguia para o próximo. Jared sempre foi romântico, nunca ficou com alguém só pelo desejo. O que ele sentiu quando viu Jensen foi algo que nunca aconteceu com mais ninguém.  

- Porque isso tinha que está acontecendo comigo. Logo agora que eu finalmente arrumei um emprego ótimo, o que eu sempre quis. – Jared falou com as suas mãos em seu rosto fazendo Jensen revirar os olhos. 

- quanto drama, olha sua vida não vai acabar por isso. E outra se alguém descobrir meu pai vai dar um jeito, conversa com o Misha ou compra a Santa Monica e acaba com o problema. – Jensen sorriu como se tivesse arrumado a solução de todos os problemas e eles já podiam pular a falação e ir aos finalmente. 

Jared gargalhou e o loiro pareceu não entender o motivo da graça. - Sabe o que é engraçado? Eu sabia exatamente o que você iria me dizer. Esse e o pensamento que esperei que você teria, mas infelizmente Jensen as coisas não funcionam fácil assim. Seu pai não iria arriscar a imagem da família dele só para o filho ter um caso com o professor. Não se pode ter tudo que quer, acostume se com isso ou sofrera muito futuramente. 

-você está me chamando de mimado? - O loiro perguntou se levantando irritado. 

-Achei que tivesse sido claro suficiente. Você sempre teve tudo que quis, os melhores carros, as melhores festas, todo e qualquer privilegio que quisesse, uma vida perfeita. Mas eu não Jensen, eu tive que trabalhar duro, me esforça ao máximo para chegar aonde estou. Não vai ser um garoto que está acostumado a ter tudo que quer, que vai tirar isso de mim. - O moreno falou irritado indo até a porta e dando passagem para que o loiro fosse embora. 

Jared não queria termina aquela conversa. Não sabia se conseguiria deixar Jensen sair daquela casa sem ao menos o tocar, sem sentir o gosto daqueles lábios que o embriagava de prazer. 

-Tudo bem então, eu vou. Só me diz uma coisa. O que vai acontecer quando nós encontrarmos em corredores ou em sala de aula? Você vai continuar fingindo que nada aconteceu, fingindo que não sente nada, vai continuar disfarçando sua ereção a cada vez que coloca seus olhos em mim. -A cada palavra Jensen se aproximava mais do moreno. - então ''professor'' me manda embora, diz que você não me quer. - as últimas palavras saíram quase como um suspiro. 

Por mais que jared não quisesse admitir, ele queria e queria muito. -eu, eu não posso. – 

O moreno simplesmente não conseguiu. Puxou Jensen pela gola de sua camisa selando de vez seus lábios. Não era um beijo de um casal apaixonado que não se viam a tempos, era um beijo necessitado de homens que se desejavam muito. Desejo esse é o único sentimento compartilhado dos dois.  

Jared fechou a porta, descendo o zíper e tirando a jaqueta que  Jensen vestia  o empurrando até o sofá.  

-calma aí. E melhor irmos direto para a cama, seu sofá ainda continua horrível. – o loiro sorriu puxando Jared até o quarto onde se lembrava muito bem do caminho.  

Chegando no quanto Jensen sentiu as mãos do moreno na barra de sua blusa e levantou os braços para se livrar da peça. As mãos grandes de seu professor desciam de sua nuca até abdômen. Apesar de jovem Jensen tinha um corpo bem desenvolvido e atlético graças aos esportes que praticava.  

-Você está tirando todo o meu juízo garoto.- Jared empurrou o loiro sobre sua cama deitando por cima e o beijando desesperadamente. 

A cada toque ambos sentiam que estavam queimando. Seus gemidos poderiam ser facilmente ouvidos por todo o edifício. Foi o mais puro e profundo desejo que já sentirão em suas vidas. 

-ahhh Jared- o loiro arfou quando sentiu um trilha molhada desce em direção ao seu membro. Jared parou em um de seus mamilos chupando e dando um leve mordida, arrancando um gemido de Jensen que poderia ser ouvido a três quarteirões. 

Continuou seu trajeto até chegar no cós da calça de Jensen, desabotoou e a desceu junto com sua cueca box preta. Umedeceu seus lábios ao encarar o membro pulsante do menor que suplicava sentir sua boca. Jared o chupou como um profissional, como se precisasse sentir o gosto de Jensen para sobreviver, em sua cabeça não era o certo a se fazer, mas seu corpo pedia ou melhor implorava o toque, o cheiro, o gosto daquele garoto, não queria nem pensar que seria a última vez que o tocaria na vida. 

-Jared eu vouuu. - Jensen começava a sentir um formigamento conhecido avisando que iria gozar a qualquer momento. Jared interrompeu o ato recebendo um gemido de insatisfação, sabia que o outro tinha uma disposição invejável para sexo, mas não era o momento. A noite seria longa para os dois.  

O moreno subiu até a boca de Jensen e o beijou, com tamanha intensidade que fez com que ambos  precisassem de um bom tempo para recupera o folego. – essa é nossa segunda e última noite juntos, então ela precisa ser marcante e inesquecível. – 

Jared voltou a beija-lo dessa vez com menos alvoroço. Suas mãos percorreram cada parte do corpo um do outro, como se estivessem memorizando cada parte. Suas línguas dançavam juntas em uma perfeita sincronia. Apesar do pouco que se conheciam, sabiam exatamente cada ponto de desejo um do outro.  

E aproveitaram como se fossem dois detentos condenados a perpétua realizando seu último desejo. E fizeram amor, sim amor porque quando seus olhos se encontraram eles souberam ali que desejo ou tesão não era mais o único sentimento que compartilhavam. 

Depois de gozaram e Jensen ter um orgasmo que ele auto intitulou como o melhor da vida. Os dois caíram na cama exaustos, suas respirações estavam tão fortes que parecia até que tinham corrida um maratona.  

- isso foi  

- incrível. – Jensen o cortou olhou para o lado e sorriu. – não se acha não, mais acho que essa foi uma das melhores fodas da minha vida.  

- sou obrigado a concorda. Foi realmente incrível.  

Um estranho silêncio tomou conta do lugar. Somente suas respirações podiam ser ouvidas, e foi ali naquele momento que ambos perceberam que tinha sido um despedida.  

- bom então e melhor eu ir. – Jensen se pronunciou levantando e procurando por sua cueca que estava perdida, em meio às roupas que foram despidas e jogadas no chão. -vem cá seu quarto e sempre bagunçado assim, ou só foi para eu não me sentir mal.  

-engraçadinho. Estava muito bem arrumado antes de alguém chegar. –  

- Você precisa ensinar bons modos a essa pessoa. Isso é um absurdo. – Jensen o respondeu com a maior cara de desentendido que conseguiu.  

Achou sua cueca debaixo da montanheira de roupas e começou a se vestir, quando procurou seu celular nos bolsos de sua calça lembrou que tinha esquecido em casa quando saiu correndo para o apartamento de Jared. – Droga meu pai vai me matar, já deve ter me ligado mil vezes. Quantas horas são?  

- quatro e vinte e sete. Olha já vai amanhecer daqui a pouco, creio eu que Jeffrey ficará bem mais irritado vendo você chegar de madrugada. Essas horas e perigoso, faz o seguinte quando o sol nascer você vai. Até lá vou fazer um café para espantar o cansaço e se quiser pode tomar um banho.  

Jensen concordou E sorri, não era uma má ideia, e realmente Jeffrey odiava quando ele chegava de madrugada sempre dizia que o perigo mora na escuridão.  

Sentado em um dos bancos da linda cozinha americana o loiro acompanhava cada movimento que Jared fazia enquanto preparava um café. Jared o contou como era sua vida no Texas e como ele decidiu ir morar em Los Angeles. Falou da sua convivência com seus pais e de como foi difícil se assumir homossexual. Jensen ouvia tudo com um sorriso de admiração. Jared não teve uma vida fácil, lutou bastante para chegar aonde estava e foi ali que começou a entender o medo que ele tinha de perde seu emprego. 

- mas chega de falar de mim. E você o que o capitão do time e filho de Jeffrey Morgan tem a me dizer. – Jared falou lhe entregando uma xícara. – Por que algo me diz que é bem diferente do que aquele cara no bar me contou.  

Jensen sorriu meio sem graça lembrando de alguns detalhes que omitiu naquela noite. – bom não tenho muito o que falar. Sou filho único e de acordo com o senhor Morgan o segundo maior sonho dele, o primeiro era ser um milionário conhecido. Estudo em Santa Mônica dês de pequeno então conheço absolutamente todo mundo ali. Entrei para o time de basquete aos 13 e me tornei capitão aos 15, seria um atleta profissional se meu pai não insistisse que eu tenho que me torna um grande advogado ou me preparar para dirigir a empresa.  

- É como filho único e normal que ele queira que você cuide dos negócios de família. Mas ele sabe que você...  

- Que eu sou gay? Ahh ele sabe sim, eu contei para ele quando tinha 14 anos. Quando eu beijei pela primeira vez um garoto.  

- como ele reagiu?  

- bom primeiro ele me perguntou se já poderia comprar os ingressos para a turnê da Lady gaga. Mas depois ele falou que não importava do que ou de quem eu gostava, e algo particular meu é que nunca interferiria no sentimento que ele tem por mim, porque ele me amava mais que a própria vida. – Jensen terminou com lágrimas nos olhos.  

- Oh. Ele foi incrível jen.  

- E ele e incrível mesmo. Sabe provavelmente ele é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo, ele me protegeu, cuidou de mim nos momentos mais difíceis até quando só era nos dois. 

- Como ficou tão fofo assim? – jared perguntou com um sorriso. Era bom ver esse lado do loiro. 

- eu nasce assim. Qual é sua desculpa?- Jared corou e sorriu sem graça olhou para uma janela e se assustou ao percebe que o dia Já a raiava.  

- Jensen acho melhor você ir. – Jared disse quase como um sussurro. Não queria que ele fosse embora, mas precisava deixar, esse era o primeiro passo para superar o que eles estavam sentindo. Tinha que se preparar para ser só o professor dele e nada mais. 

- Nossa nem vi que já tinha amanhecido. Então eu já vou indo, obrigado pelo café. E por tudo. – Jensen se levantou e foi em direção a porta sendo seguido pelo o moreno. – sabe o que é engraçado eu nunca planejo rever alguém que conheço na noite, mas eu guardei seu cartão e eu ia te ligar.  

- eu também esperava que você fosse ligar. Mas agora não importa mais, foi bom, foi incrível mais precisa acabar aqui. – o moreno tentou parecer o mais frio que conseguiu, mas dizer aquilo doeu.  

- É você tem razão. E melhor que acabe aqui mesmo. Até segunda senhor Padalecki.  

- Tchau Jensen. -  

Em sua cabeça jared pensou que era o mais certo a se fazer. As consequências de alguém descobrir esse relacionamento eram graves, um escândalo de envolvimento com um aluno poderia acabar com a sua carreira. Mas porque, por que quando Jensen entrou naquele elevador e ele não pode mais ver o brilho intenso daqueles olhos verdes esmeraldas, seu coração dizia para ir atrás. Para jogar tudo pro auto e passar todos os dias o beijando até que sua respiração o impedisse de continuar.  

Quando fechou a porta do apartamento o moreno já tinha recuperado sua sanidade e precisava esquecer, precisava aguentar ver Jensen todos os dias e não o tocar, sentir, se pudesse evitaria até olhar. Mas precisava esquecer aquele garoto proibido. 

******* 

O relógio batia quase 07:00 da manhã. Por sorte as ruas ainda estavam meio vazias, só avia algumas pessoas que saiam para caminhar. Jensen estacionou o carro na garagem e entrou em casa tentado fazer o menos barulho que conseguiu, não estava com disposição para um interrogamento aquela hora. 

-eu queria muito saber qual a dificuldade de pegar o telefone e avisar para o pai onde estar. Por que assim matar não vai, pelo contrário evita que eu tenha um infarto de preocupação - Jeffrey estava ali sentado em sua poltrona com uma roupa de malhar inquieto com a demora e alta de aviso. Sua expressão não era das melhores. 

O loiro bufou alto. Jeffrey parecia ate ter sensor de movimento. -Me desculpe, com a pressa acabei esquecendo o telefone aqui. Se me der licença eu vou subir e dormi um pouco, estou muito cansado. - Jensen foi em direção a escada tentado fugir daquela conversa. Mas não teve jeito jeffrey o impediu continuando a falar. 

-Eii espera aí, como está o Chad?  

-Chad? Ohh o Chad. - Definitivamente sua memória não era nada boa. Como pode esquecer que usou a desculpa que Chad o ligou precisando de ajuda para sair de casa. Odiava mentir para seu pai, mais dizer a verdade poderia ter sido bem ruim para jared. - Nada demais, ele brigou com a namorada e estava sofrendo atoa. Coisa de gente apaixonada, nos bebemos, jogamos e eu acabei dormindo lá. 

-Chad apaixonado, sério?  

-Pois e quem diria. Nem todo mundo e forte como eu. 

-Vai, vai se gabando eu ainda vou te ver com os quatros pneus arriados por alguém. Agora vai dormi que você está com a cara péssima. Eu vou correr um pouco para manter a boa forma. - jeffrey de um beijo em sua testa e foi saindo. 

-Esse mal e nunca vou passar. Eu sou livre, para que me prender a um se posso ter todos que quiser. E eu sou lindo. - Jensen falou alto enquanto Jeffrey saia rindo de suas palavras. 

Subiu para o seu quarto e caiu na cama. A cada vez que fechava seus olhos as imagens da noite vinham a sua mente, podia sentir o toque e os sons ali em seu quarto. Definitivamente não conseguiria dormi. Levantou-se indo em direção ao espelho, e sorriu sem nem ao mesmo saber a graça.  

Olhou para a gaveta de sua escrivaninha e se lembrou que havia algo bem especial guardado ali. Quando abriu sorriu vendo o cartão que jared tinha lhe dado quando ele foi embora, na primeira vez que ficaram. 

 ‘’Mas precisa acabar aqui’’ as palavras do moreno ecoavam em sua cabeça. Jensen sorriu e negou com a cabeça. -Sinto muito em te decepcionar, mas essa história não acaba aqui. Eu sempre consigo o que eu quero, e não vai ser diferente agora. Vamos ver quanto tempo você aguenta, vai ser um prazer descobri isso. - Pulou na cama e começou a rir sozinho.  

Se depender de Jensen essa história ainda tem muito para acontecer.  

 


Notas Finais


Se você chegou até aqui. vlw se tem alguma critica ou comentário pode deixar ai, não vou me importa. sou bem autocritica comigo mesma então se ajudar pode mandar. Até o próximo. Bye Bye


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...