História Meu gatinho é um gatinho. (Shortfic Xiumin) - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais, Xiumin
Tags Abo, Amor, Comedia, Drama, Exo, Fluffy, Hentai, Romance, Tragedia, Xiumin
Visualizações 1.558
Palavras 1.593
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão!👋

Alguém pediu Xiumin oppa?

Novidade do verão... uma fic ABO com nosso lindo hyung. Eu sei que é muito clichê e repetitivo, deve ter milhares desse tipo aqui, mas queria investir nesse tema, então espero que gostem.

Boa leitura! 😘

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Meu gatinho é um gatinho. (Shortfic Xiumin) - Capítulo 1 - Prólogo.

" Miau, miau, faz o meu gatinho... Miau, miau, ele é bonitinho... Miau, miau quando quer carinho, ele balança o rabinho."

Acariciei o pêlo de Xiumin, um gatinho de rua que depois que o alimentei pela primeira vez, não saía da minha porta, só não coloquei ele dentro de casa por conta da alergia do meu pai, mas todos os dias deixava comida e água para ele, dei-lhe esse nome por conta da carinha fofa que tinha.

Fazia três meses que havia descoberto que tinha câncer, aquilo me arrasou, perdi todo o cabelo, a pele corada ficou pálida e os olhos que antes eram brilhantes, ficaram apagados e tristes.

Mas a pior parte era o olhar das pessoas, pena e eu não queria que ninguém sentisse pena de mim, então foi nesse meio tempo que Xiumin apareceu na minha vida e trouxe cor.

O bichano só aparecia durante à noite, provavelmente com medo do meu pai que já tinha jogado um sapato nele, quando ele aparecia na janela do meu quarto com seus olhinhos fofos, aproveitava cada minuto, porque quando o sol raiava, Xiumin simplesmente sumia.

__ Onde você vai toda manhã, Xiumin? _questionei enquanto acariciava seu pêlo e o mesmo me encarou pendendo a cabeça para o lado. __ Por acaso você é como a princesa Fiona? Gato de noite e príncipe de dia? _dei uma risada e ele ficou de barriga para cima querendo carinho.

__ CAMILA!!! _ouvi minha mãe gritar, estava na hora do culto.

Frequentávamos uma igreja perto de casa, minha mãe acreditava que eu seria curada através da fé, já meu pai que era ateu e médico, achava aquilo um absurdo e dizia que com o tratamento certo eu poderia viver alguns anos antes do câncer se alastrar, parecia uma teoria racional e um pouco cruel, então preferia a versão da minha mãe, era mais reconfortante.

__ Preciso ir Xiumin! Não vire príncipe antes de eu chegar! _acariciei sua cabeça e saí do quarto.

As orações sempre me davam ânimo, mas no fundo sentia que daquele ano eu não passaria, os médicos eram tão cruéis quando queriam, nunca davam uma ponta de esperança, por isso minha mãe se agarrava a sua fé, porque acreditava que eu ficaria bem e livre do câncer.

Tive que largar a faculdade por conta dos tratamentos e também meu emprego em uma loja de sapatos, então passava meus dias no quarto esperando a noite chegar e poder ver televisão com Xiumin.

Ele era meu único amigo, pois quando fiquei doente, todos se afastaram e até meu namorado me largou, só que nisso ganhei o melhor dos melhores.

[...]

Era um dia ensolarado, sentei na janela vendo o movimento na rua, até que um caminhão parou em frente a casa vizinha, ela estava à venda algum tempo, mas finalmente alguém comprou. Fiquei ali esperando a nova família, mas na verdade só desceu um homem em um carro luxuoso.

O que é isso?

O cara estava de óculos escuros e ficou observando os homens descarregarem o caminhão, ele parecia bem jovem e com muito dinheiro, porque aquele carro devia custar a rua inteira, então continuei ali olhando, porém não era a única, a vizinhança inteira parou para ver o novo vizinho.

O que um cara como ele, faz em um bairro de classe média?

De repente ele tirou os óculos, assim pude ver que além de não ser brasileiro, era muito bonito, mas o que me chamou atenção foram seus olhos de gato, eram muito impressionantes.

Então o mesmo se virou olhando para mim, arregalei os olhos e não sabia para onde olhar, não queria que ele pensasse que eu estava o espionando.

Porém sua atitude foi diferente do que imaginei, ele sorriu e acenou para mim. Mesmo um pouco envergonhada, acenei sem graça e o mesmo abriu um sorriso muito lindo.

Desde que fiquei doente, nenhum homem sorriu daquele jeito para mim, foi um momento tão único que me peguei o resto do dia pensando no sorriso dele.

__ Do que está rindo? _minha mãe adentrou no quarto me pegando com um sorriso bobo.

__ Ah... nada de mais, só estou feliz! _respondi encarando a janela que dava acesso ao quintal.

__ Parece que viu o passarinho azul! _ela respondeu com um sorriso maroto. __ Ou será que foi o novo vizinho bonito? _arregalei os olhos e me virei para minha mãe que soltou uma risada. __ Será o mesmo vizinho que seu pai convidou para jantar? _pulei em um sobressalto correndo até o guarda roupas.

Não podia aparecer daquela forma, usando o pijama dos ursinhos carinhosos, então saí escavacando algo decente para vestir. Minha mãe só fazia rir do meu desespero, certo que nada ali me deixaria bonita, mas pelo menos não queria ficar só o resto.

Finalmente encontrei uma jardineira short e uma blusa azul de mangas curtas, calcei minhas havaianas e corri para o andar de baixo com minha mãe, por algum motivo meu coração acelerou, eu estava muito nervosa e o estômago se revirou.

__ Pois é, ela tem câncer e os médicos já deram o veredito... _travei ao ouvir meu pai falando aquilo, sempre que tinha uma oportunidade, contava pra todo mundo sobre minha morte eminente.

__ Só que o médico dos médicos não! _minha mãe interviu, pois ela sabia como odiava quando as pessoas me olhavam com pena.

__ Vai começar com esse negócio de crente, mulher? _o mais velho bufou.

__ Não vamos discutir religião com um convidado em casa! _ela sorriu para o outro, enquanto eu estava atrás me sentindo um nada. __ Venha cumprimentar nosso vizinho, filha! _o mesmo se virou e como de dia, abriu um lindo sorriso. __ Essa é nossa filha, Camila! _o mesmo ficou de pé e estendeu a mão.

__ Prazer Camila, me chamo Kim MinSeok! _apertei a mesma e era muito macia.

__ O prazer é todo meu! _respondi um pouco tímida.

Tirando a vergonha que meu pai me fez passar na frente do novo vizinho, o jantar fluiu bem, às vezes pegava o vizinho me encarando, queria realmente ficar feliz com aquilo, ser desejada, mas aquele não era o caso, porque não passava de uma defunta.

No final do jantar, os dois homens foram para a sala tomar café e conversar enquanto eu ajudava minha mãe com a limpeza. Nunca imaginei que aquele homem tão jovem já tivesse vinte e sete anos e era médico, na verdade chefe da ala cirúrgica do hospital que meu pai trabalhava.

__ O que achou do MinSeok? _despertei dos devaneios pela voz da minha mãe.

__ Quê? _franzi o cenho confusa e ela se aproximou com um sorriso travesso.

__ Esse tal de MinSeok é muito bonito, não acha? _corei instantaneamente e ela riu. __ Ele não parava de olhar pra você, Mila! _bateu seu ombro no meu.

__ Por favor mãe, não fale uma coisa dessas... Qual homem seria capaz de se sentir atraído por mim? _respondi cabisbaixa, mas acabei levando um tapa na cabeça. __ Ai mãe!!!

__ Lava essa boca menina! Seu pai não é essas coisas, mas olha pra sua mãe, sou linda e maravilhosa, lógico que minha única filha seria linda também! _sorri com a pose que ela fez, minha mãe era o motivo de ainda me manter firme, ela sempre sabia me animar. __ Olha só aquele rapaz! _apontou para MinSeok que conversava animado com meu pai. __ Se eu não fosse casada, ia pra cima! _arregalei os olhos. __ Nem faça essa cara.

__ Ele é bonito mesmo! _sorri pequeno. __ Mas mãe, eu vou morrer! _rebati.

__ Mila meu anjo, todo mundo um dia vai morrer, essa é a lei da vida, pois a morte é a única certeza que temos, mas não significa que precisa se trancar no quarto e esperar a morte... viva a cada dia com o lindo sorriso que herdou da mamãe! _minha mãe segurou meu rosto com ternura. __ Faça a mamãe feliz, sendo feliz! _assenti sorrindo. __ E se for pra perder a virgindade, que seja com esse doutor coreano lindo! _arregalei os olhos e dei uma risada.

Isso é conselho que se dê?

MinSeok se despediu de nós e saiu, mas minha mãe como é uma alcoviteira, correu me entregando uma marmita para entregar para ele. Fui praticamente empurrada para fora de casa, morrendo de vergonha por fazer aquela loucura.

__ DOUTOR!! _gritei e ele se virou antes de chegar no portão, então caminhei até o mesmo. __ Minha mãe pediu que eu entregasse isso para o senhor. _estendi a marmita e ele sorriu.

__ Ah, obrigado! _ao pegar a marmita, nossos dedos se tocaram e senti um choque estranho.

__ De nada... Ah... minha mãe gosta de agradar os vizinhos. _apertei os dedos nervosa e MinSeok não tirava o sorriso do rosto.

__ Diga sua mãe que estou grato! _assenti. __ Achava que me mudar seria ruim, mas agora mudei de ideia. _encarou meus olhos e depois lábios os quais mordi. __ Tenha uma boa noite, Camila! _deu ênfase no meu nome me deixando sem ar, mas o surpreendente foi sua aproximação e quando dei por mim, seus lábios tocaram minha face bem próximo da minha boca.

MinSeok se afastou, fez uma reverência e saiu, eu nem movi um músculo, estava em completo choque, podia ainda sentir o cheiro de sua colônia masculina e com aquele beijo fiquei totalmente embriagada, como se tivesse tomado todas no bar.

Corri para dentro de casa subindo para meu quarto e me joguei na cama com um sorriso de orelha à orelha. Toquei nos lábios que foram beijados por MinSeok e puxei um travesseiro abafando um gritinho de felicidade. De repente ouvi um barulho vindo da janela, me levantei dando de cara com Xiumin.

__ Xiumin, eu acho que vi um gatinho! _sorri.


Notas Finais


Prólogo curto para deixá-las curiosas.... (Hahaha risada maléfica)
AMO VOCÊS!!!

Vejo vocês nos comentários!😉

💋💋💋 no ❤


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