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História Meu gatinho ousado - Ladynoir - Miraculous - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gentiii
Me perdoem pela minha demora! Aconteceu bastante coisa e tals e só agora que tudo está voltando a ficar estável.
O capítulo iria ser muito grande, mas eu o cortei, assim eu postarei essa parte hoje e a outra hoje também (só que depois que eu acordar rsrs)
Mas já digo, o próximo capítulo ta prometendo! E também talvez já seja o ultimo ou penúltimo.
Bem, por hora, deliciem-se com este! :3 Não esqueça a múica hottie:3
<3

Capítulo 4 - Boa noite.


Fanfic / Fanfiction Meu gatinho ousado - Ladynoir - Miraculous - Capítulo 4 - Boa noite.

Retomando:

Uma viagem ao Canadá, com o intuito de derrotar um akumatizado, acaba se tornando umas férias para nossos heróis. O gatinho aproveita o clima frio para poder aquecer a sua joaninha.

Depois do gatinho ter visto sua joaninha só de toalha e ter deixado a mesma a desejar por mais após experimentar o felino explorar o corpo dela.

Anteriormente:

- Não se preocupe! – Falava sem desmanchar seu sorriso ladino e seu olhar hipnotizador. – Terminaremos o que começamos à noite... – E assim ele se retirou do quarto, me deixando para trás, nua, com as pernas ainda bambas e com meu corpo pegando fogo, a desejar por mais.

Continuando:

Eu vou matar aquele gato!

Coloquei minha Lingerie e vesti o traje rapidamente. Minhas bochechas estavam pegando fogo. Por que eu deixei que ele chegasse tão longe?

 Nem eu mesma entendo o que eu sinto por ele...Ao mesmo tempo que ele me irrita, ele me domina... Ao mesmo tempo que ele mostra esse seu lado ousado, ele mostra um lado gentil e terno, um grande parceiro. E talvez seja isso que me fascina tanto nele. Seu jeito fofo, amoroso e, ao mesmo tempo, pervertido e ousado, isso me atrai de formas inimagináveis. Só tenho medo que isso interfira na nossa obrigação como heróis.

Por mais que eu tenha um certo título de liderança, quando ele começa a me beijar, quando eu começo a sentir sua mão vagando pelo meu corpo, o calor do seu corpo tocando no meu e a companhia do seu amor, eu acabo me deixando ser levada pelo prazer. De certa forma, ele é quem assume a liderança e, de algum jeito, eu o dou essa liberdade. Aposto que esse gato se delicia pelo fato de poder tomar o controle, de me ter na palma da sua mão como uma joaninha obediente. Será que existe maior mico que esse? Em Mostrar a ele que posso ser dominada assim tão fácil? Cedendo só por causa de um gatinho com umas mãos bobas? Eu não quero dar esse gostinho a ele!

Espera, ele disse que quer “terminar o serviço” à noite??? Acho que terei que ir dormir mais cedo. Se eu já me descontrolo com alguns toques, exibindo minha satisfação com expressões involuntárias e comprometedoras, imagina se prosseguíssemos...

Depois de devidamente vestida, saí do quarto e segui o corredor até a cozinha, onde se encontrava o Viperion arrumando a mesa.

- Bom dia!!! – O garoto harmonizou assim que eu apareci.

- Bom dia – Respondi-o com um sorriso de leve e, ao mesmo tempo, sobreolhando a cozinha para ver se certo gato preto estava por ali. – Você viu Cat Noir? – Viperion apontou a mão para um ponto cego ao meu ponto de vista, devido ao zig zag de paredes.

- Procurando por mim, my Lady? – Adentrei mais a cozinha até avistar o gatinho de costas, usando um avental, em frente ao fogão preparando alguma coisa, enquanto me jogava um olhar ladino e um sorriso presunçoso. Minhas bochechas coraram por lembrar do ocorrido mais cedo. Aqueles mesmos olhos verdes que presenciaram uma joaninha delirando de prazer mais cedo, agora lhe fitavam e, certamente, o dono desses olhos devia estar recortando disso neste exato momento, se é que tirou isso da cabeça em alguma hora. A presença de Viperion no mesmo ambiente deixava o clima ainda mais constrangedor. Tentei me recompor para que o cabelinho-azul não desconfiasse. – Quer ver o que eu estou preparando? – O gatinho chamou minha atenção. Andei até ele, ficando ao seu lado. Havia uma panela fumegante na qual continha um conteúdo marrom claro e pastoso. Pelo cheiro parecia ser um doce.

- O que é isso? – Indaguei.

- Gemada! Uma receitinha especial minha! Quer provar? – Cat Noir, que mexia o doce com uma colher, pegou um pouco dele na ponta da colher e levou até em frente aos seus lábios, assoprando para esfriar. Em seguida, levou a colher até a minha boca, esperando que eu degustasse do seu doce. Agora ele acha que já pode ficar me dando comida na boca? Ha! Nem pensar! Antes que me desse na boca, agarrei a colher da sua mão e eu mesma a lambi, exibindo um sorriso presunçoso.

- Está muito doce, não acha? – Questionei-o, erguendo uma sobrancelha.

- É para compensar o doce que provei hoje mais cedo! – Ele sussurrou. Corei bruscamente. Percebi que seu braço se esticou atrás de mim e que, em seguida, a levaria até minha cintura. Agarrei seu pulso antes que prosseguisse com tal façanha. Olhei para trás para ver se Viperion havia visto algo suspeito.

- Na cozinha não, chat! – Sussurrei, esbravejando entre dentes.

- Hmmm, então em outro lugar poderia? – Eu suspirei, tentando conter minhas bochechas que coravam ainda mais pela vergonha e pela raiva.

- Dá para você parar de ser tão convencido? – Deixei o gatinho sozinho no fogão e me sentei à mesa, fazendo companhia à Viperion. Olhei para trás e vi um gatinho fazendo biquinho. Eu ri e puxei assunto com Viperion só para provocar o gatuno.

...

Passamos o dia explorando alguns outros pontos da cidade e discutimos que seria melhor cessarmos com as férias não planejadas. Este já era o terceiro dia que estávamos longe de paris. Decidimos que sairíamos no dia seguinte. Ao entardecer, aproveitamos para comprar as passagens da volta.

Já no chalé, depois de jantarmos, nós três nos sentamos no sofá e assistimos a um filme americano com legenda.

Por um momento, acabei parando de prestar atenção ao filme, dando lugar à pensamentos repentinos, me relembrando do que aconteceu de manhã no meu quarto. Olhei para o gato ao meu lado. Ele parecia focado no filme, mas sei que estava pensando nisso também ou que, em algum momento do dia, voltou a pensar. Só de pensar que ele voltaria a me tocar, de que me tornaria sua, que eu sentiria o prazer do seu corpo ao meu, meu interior já começa a chamuscar de desejo... Não! Espera... Não posso fazer isso! Como eu disse, não vou dar esse gostinho a ele, nem que me implore! Relações fazem parte da minha vida civil, como Marinette, já minha vida como Ladybug deve ser focada em proteger Paris e a derrotar Hawk Moth! Cat Noir apenas se encaixa como meu parceiro!

Já que será assim, vou ir para meu quarto mais cedo.

Levantei-me do sofá e, sem olhar para eles, bocejei e me despedi.

- Sinto muito, mas vou para minha cama que o sono já bateu... – Resmunguei. Eu não estava de fato com sono, mas tentei ser a mais convincente possível, com o intuito de enganar o felino que me jogava um olhar ladino às minhas costas.

- Boa noite! – Viperion me desejou meio cabisbaixo pela minha partida. E, enquanto eu caminhava à passos lentos, esperei que Chat também fosse me desejar um boa noite, mas o mesmo nem sequer se deu ao trabalho... Grosso!

Em um último relance, aos meus últimos segundos de sair da sala, olhei de canto para ele. Antes que saísse do alcance da minha vista, pude perceber que ele me jogava um sorriso ladino presunçoso. Não me atrevi a voltar e olhar novamente, apenas fui até meu quarto e fechei a porta, ligando o aquecedor e me jogando embaixo das cobertas geladas.

Aquele ultimo sorriso, que ele me jogou, me deixou inquieta. O que ele queria dizer com aquilo? Eu que estou afastando suas tentativas de mim e é ele quem ri presunçoso? Além disso, ele nem me deu um BOA NOITE! Quem ele pensa que é achando que pode brincar comigo e depois ser um grosso!?!

Escutei ambos se dando boa noite na sala e, após algum tempo, irem até seus quartos e fecharem a porta.

Me sentei na cama irritada. Eu nem estava com sono ainda. Eu acabei vindo só para brigar com Cat Noir em meus pensamentos mesmo. Aquele gato pulguento. Como ele consegue mexer tanto com minha mente assim? Mas não vai ficar assim. Quero torcer aquele focinho convencido dele!

Quer saber? Vou lá no quarto dele falar umas coisas na cara dele. Já chega de ser essa joaninha boazinha que aquele gato pode brincar a hora que quer. De agora em diante, vou colocar um limite nessa perversidade dele! Que se dane os meus desejos. Não vou mais ficar caída por ele só por causa de alguns toques.

Me levantei e, à passos rápidos, fui até a minha porta. De forma brusca, abri a porta para trás e me enfiei. O que eu não esperava, era que eu fosse me chocar com um certo gato preto que estava atrás dela bem na hora. O impacto foi tão intenso, que acabei derrubando-nos para fora do quarto. Eu caí com tudo em cima dele que, por azar, bateu as costas na parede do corredor, atrás dele. Meus braços se esticaram em suas laterais, fazendo-me esbarrar minhas mãos ao chão, enquanto que, meu rosto, peitos e o resto do meu corpo, se chocassem contra seu corpo cujas costas se apoiavam na parede. Ele gemeu pela dor da queda. O som da sua voz me fez acordar para a situação. EU ESTAVA EM CIMA DELE! Lentamente comecei a erguer a cabeça com o intuito de olhar para ele. Senti minhas bochechas arderem. Quando, enfim, o vi, ele parecia ainda se recuperar da pancada repentina, mas logo abaixou a cabeça e seus olhos encontraram os meus.

- E-eu sinto muito! – Me desculpei pelo ocorrido.

- Tudo bem! – Ele sorriu de forma amistosa. – Você se machucou? – Seu jeito educado era tão cativante!

- Não, estou bem! – Espera! Minha missão era repreender ele e agora já estou toda querida só por causa que ele foi educado? Mas não vai ficar assim! – Mas o que você ia fazer indo no meu quarto a essa hora? – Esbravejei. Percebi que seu sorriso amistoso evoluíra para um sorriso ladino.

- Eu disse que tínhamos algo para acabar... Tenho palavra de gato! – Minhas pernas esquentaram. O olhei meio pasma. – Acha que aquela historinha de que você estava com sono iria me convencer? – Ele levantou as pernas, dobrando os joelhos, deixando as minhas esticadas entre as dele. – Além disso, você também parecia ir à algum lugar. Seria o meu quarto?

- O que? Não! Espera... sim... Mas não é isso o que você está pensando. Eu estava indo dizer que não vou mais aturar essas suas atitudes pervertidas e depois ser um grosso comigo!

- Grosso? Eu nunca seria grosso com você! Eu sempre serei gentil, a menos que você peça para que eu seja mais selvagem! – Gato pervertido!

- Antes você nem me deu um boa noite sequer! – Esbravejei.

- Ah, ficou chateada comigo por causa disso? – Falou presunçoso.

- Eu não fiquei chatea... – Ele me interrompe colocando seu dedo indicador em meus lábios.

- Eu não te dei um boa noite, porque eu sabia que nós dois ainda tínhamos planos para essa noite! – Ele, novamente, conseguira me deixar sem reação. – Não faria sentido eu te dar um àquela hora, sendo que eu irei te dar um depois.

- Pois quer saber? Nem dê! Eu vou para meu quarto e AI de você se abrir essa porta! – Tentei me levantar, mas ele prensou suas pernas, prendendo meu quadril ao dele. – Hei, me solta! – Saquei meu ioiô e o lancei, acertando sua cabeça. Ele leva suas mãos a sua cabeça dolorida.

- Aii! Também não precisa ser tão cruel! – Ele murmurou fazendo biquinho. Eu levantei e fui até à porta do meu quarto.

- Ninguém mandou você ser tão atrevido! – Fechei a porta com ele para fora.

Suspirei sentando-me na cama. Ele não seria capaz de voltar aqui, seria?

Após alguns minutos sem ter algum sinal sequer dele, apaguei a luz e me enrolei nas cobertas, deitando e relaxando no colchão macio.

Sinceramente, não pensei que ele fosse desistir assim tão depressa. Ele sempre foi tão persistente e, dessa vez, desistiu tão rápido... Confesso que fiquei um pouco chateada, não pelo fato do meu coração ainda estar acelerado e meu corpo estar pegando fogo, à espera de mais momentos com aquele gatinho... DIGO... E-eu só achei que... Sei lá... deu a impressão de que ele está desistindo de mim... Não que eu ligue... Na verdade, eu ligo sim! Por mais que eu negue, eu gosto dele, gosto desse seu jeito ousado e impulsivo, eu realmente tenho um carinho no coração por ele. Mas, como eu já disse a ele, temos a responsabilidade de sermos heróis e temos que dedicar atenção total à segurança da cidade. E amanhã, também, voltaremos para Paris e tudo voltará ao normal.

Quem sabe, se eu tivesse dado só uma chance para ele, teríamos sido mais felizes. Além do mais, ele me disse que poderíamos ter um tempo só para nós dois e ainda poder cuidar da cidade sem comprometer sua segurança (Claro que ele falou de uma forma pervertida, mas a mensagem foi essa).

- Gato bobo! – Cochichei comigo mesma, soltando um sorriso.

- Você é quem deixa a janela destrancada, à mercê do perigo, e eu é quem sou o gato bobo? – A voz repentina me assustou, mas logo reconheci aquele tom presunçoso. Olhei para trás, em direção à janela, e avistei o folgado sentado na beira da mesma. Como eu não havia percebido que ele havia aberto minha janela?

- O único que tem coragem de invadir meu quarto é você! E eu não te disse que não era mais para entrar aqui? – Esbravejei.

- Não! Você disse que não era para eu abrir a porta. – Ui, ele me dá nos nervos.

- Olha... – Me sentei na cama e acendi a luz cujo interruptor era na parede, atrás da cama. – Que tal você sair pelo mesmo buraco por onde entrou e me deixar em paz? – Dei um sorriso forçado.

Ele apenas me ignorou, descendo do beiral da janela e invadindo meu quarto. Deu a volta na minha cama até chegar na minha mala que estava no canto do quarto. Ele abriu o zíper da mesma e começou a puxar tudo o que tinha dentro, jogando-as para fora.

- Hei! O que você está fazendo? – Por sorte, eu não trouxera nada que pudesse ter uma relação à minha vida como Marinette. – Dá para tirar suas patinhas daí?! – Em poucos segundos, ele já havia esvaziado a minha mala.

- Como eu pensei! Não está aqui. – Respondeu de forma animada.

- O que não está aí?! – Esbravejei.

- A sua lingerie de renda azul. Você deve estar usando ela ainda. Eu estava curioso para ver como ficava em você mesmo! – Fiquei boquiaberta.

- E quem disse que eu vou deixar você ver? – Ele sorriu brevemente, mas logo exibiu uma expressão séria. Andou até a minha cama e sentou na beirada, ficando perto de mim.

- Olha, eu sei que sou meio chato e persistente, mas eu gosto tanto de você que eu não consigo parar de querer ficar perto. Até que eu descobri como eu posso te conquistar. – Ele falou como se realmente soubesse. Só que nem eu sei direito, como ele vai saber?

- A é? E como é? – Perguntei, convencida que ele diria algo que não teria à ver.

- Você diz que não tem interesse em mim, mas gosta quando eu sou ousado contigo! – Cheguei a engasgar.

- O que? De onde você tirou essa ideia? – Corei bruscamente.

- Uma prova disso é a sua reação às investidas do Viperion. Você não o deixa nem pegar na sua mão, já eu você já me permitiu tocar mais do que apenas a mão. – Engasguei novamente.

- O que? Nada à ver... – Ri desajeitadamente. – Você está presumindo errado... Eu... – Sou interrompida.

- Mas eu não presumi, eu provei! Seu nervosismo prova mais ainda. – Ele riu, me deixando bufando e sem saber como responder.  – Mas fica tranquila. Eu não vim aqui pensando besteira. Eu só queria sua companhia e te incomodar um pouco.

- Hmm? – Exibi uma expressão desentendida.

- Calma, não fique tão triste! – Ele riu.

- Eu não estou triste! – Esbravejei. – Eu apenas me surpreendi. É uma cena rara ver você desistir de algo.

- Eu não desisti, apenas adiei. - Revirei os olhos.

- E por que a visita? – Indaguei.

- O gatinho só queria matar a saudade por ter ficado tanto tempo sem ver sua joaninha. – Ele fez biquinho.

- Primeiro, não faz uma hora que nos despedimos na sala e, segundo, não sou joaninha!

-My Lady. – Ele me olhou sério. Parecia pretender me dizer algo importante. – Você seria feliz se fossemos um casal? – A pergunta me espantou. Não era do feitio dele me pedir coisas assim, como se ele estivesse inseguro.  

- C-como assim?

- Você seria feliz do meu lado? – Ele suspirou. – Eu sei que nem somos um casal, mas, se fossemos, eu conseguiria te deixar contente por ter todo o amor que eu tanto ofereço, ou isso é uma coisa que apenas outra pessoa poderia lhe dar? – Meu coração falhou uma batida. Eu não podia imaginar que eu o fazia se sentir insuficiente. Eu apenas não queria ter uma relação com ele por ser uma distração que arriscaria a segurança da cidade.

- ... – O silêncio se fez presente. O que eu poderia responder? Respirei. – Chat, você é a pessoa com o maior coração que eu já conheci. É responsável, educado, até certo ponto..., é atencioso, prestativo, lindo e fofo, habilidoso e sagaz, eu tenho certeza que a garota que for ficar com você, será muito feliz! Eu tenho certeza disso! – Ele me olhou de forma abatida. Eu sei que não era isso que ele queria ouvir.

- A única garota que eu quero que fique feliz não está interessada, então não sei se o que diz é verdade. ­– Ele olhou para mim e viu que eu havia ficado sentida por ele. Para descontrair, ele exibiu seu sorriso ladino e continuou. – Mas não se preocupe, não vou desistir de conquistar o coração dela! Um dia ainda irei cumprir o que eu prometi naquela noite! – Ele levantou e foi até a janela. – Boa noite, Bugbooh! – E assim ele sumiu.

Eu estava tão focada em uma ideia de superproteção à cidade que nem percebi que essa minha obcecação estava machucando Cat Noir. O pior é que ele não sabe que eu já o amo.

Não posso deixar que essa minha atitude o machuque mais, não posso mais evitar de amá-lo! A cidade não irá ficar desprotegida, pelo contrário, ela estará no zelo do nosso amor.

Fiquei de pé, ao lado da cama.

Tenho certeza que ele irá tirar satisfação de mim depois pelo o que eu irei fazer agora. 


Notas Finais


Desculpem pelos erros.
Sua crítica é bem vinda!!!
Se gostou, pode favoritar e me seguir! Se quiser:3
<3


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