História Meu Gêmeo Favorito - Capítulo 21


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Demeter, Dionísio, Frank Zhang, Frederick Chase, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Jason Grace, Júniper, Katie Gardner, Leo Valdez, Malcolm, Nico di Angelo, Octavian, Paul Blofis, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Thalia Grace, Travis Stoll, Tyson, Will Solace, Zeus
Visualizações 30
Palavras 1.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bem?
Mais um capítulo aqui pra vocês dessa vez no dia certo hehehehehe
Boa leitura!

Capítulo 21 - A Coruja e a Lira


Pov. Percy

Desde o incidente da floresta, passou-se uma semana. Por incrível que pareça, nenhum mostro nos atacou, não houve nada de anormal. Passamos tranquilamente por Mato Grosso, Goiás e tínhamos acabado de adentrar em Minas Gerais.

Estávamos a duas quadras do hotel aonde iríamos nos hospedar quando o carro fez um barulho estranho e fomos perdendo velocidade. Duncan conseguiu estacionar e logo em seguida o carro morreu. Meu irmão tentou ligá-lo novamente mas nada aconteceu.

- O que houve? – perguntamos eu e Annabeth juntos

- O carro quebrou. – respondeu Duncan – E o mecânico mais próximo fica a uns 10 quilômetros. Fora que de madrugada o guincho não funciona.

Pov. Percy

Resolvemos deixar o carro estacionado naquela vaga do além mesmo. O hotel ficava somente a duas quadras, então dava para ir a pé. Novamente eu e Duncan ficamos em quartos separados, porém não rolou nada entre mim e a Sabidinha, afinal estávamos bem cansados dos acontecimentos passados.

Acordamos relativamente cedo, pois precisávamos levar o carro o quanto antes ao mecânico.

Tomamos café da manhã no restaurante do hotel e logo em seguida Duncan ligou para um guincho. Dez minutos depois o caminhão-guincho chegou levando o carro e a gente embora. Era melhor ficar perto do lugar onde a caminhonete ia estar, assim não era preciso se locomover muito.

O mecânico avisou que houve uma pequena falha no motor, bem normal já que aquela camionete tinha feito um baita esforço nos últimos dias. João, o mecânico, disse que poderíamos passar pela parte da tarde para pegar o carro.

- O que vamos fazer em quanto isso? – perguntei

- Vamos a algum lugar comer. – propôs Annabeth

- Mas acabamos de comer no hotel. – pontuou Duncan

- Sai dessa, eu sei que você é um saco sem fundo e também quer comer. – contrapôs Annie – E você também Percy.

Então andamos sem rumo em busca de uma lanchonete, três quadras depois achamos uma e a adentramos. Sentamo-nos em uma mesa, uma moça veio nos atender e esperamos nosso tradutor, vulgo Duncan, pedir alguma coisa.

- O que você pediu? – perguntei quando a moça se retirou

- Quatro pães de queijo. – respondeu

- Quatro? – indagou Annabeth erguendo uma sobrancelha – Mas somos três.

- Dois pra mim. – disse

- Gordo. – murmurei

- Me chama de gordo agora, pois quero ver quando você comer um e quiser outro. – falou Duncan

- Não sei não. – falei – Pão de queijo não é uma coisa que você fala “nossa que delícia cara”.

- Você diz isso porque nunca provou um pão de queijo feito no Brasil, principalmente aqui em Minas.

- Qual a diferença?

- Qual a diferença? Oito palavras, querido: Aqui É A Terra Do Pão De Queijo. Outra: O troço é recheado.

- Já veio aqui antes? – perguntou Annabeth a Duncan, dando por encerrada nossa discussão sobre pão de queijo. – Você fala tão bem o português, parece até que já morou no Brasil.

- Já vim aqui em Minas sim. Um amigo meu mora aqui. – respondeu ele – Ele acabou me ensinando já que vim diversas vezes para cá para shows.

Annabeth iria dizer algo, mas foi interrompida quando a garçonete chegou com nosso pedido.

Mordi o pão de queijo enorme que estava em minha mão.

- Cara, você estava certo. – falei – Esse troço é bom mesmo.

- Eu não te falei?

- Queria voltar para o hotel e dormir. – comentou Annabeth quando havíamos acabado de sair da lanchonete.

- Decorou o caminho até o mecânico? – perguntou Duncan. Annabeth assentiu – Pode voltar então, encontra a gente lá pelas 17 horas.

- Mas eu vou a pé?

- Não. – disse Duncan tirando algo da mochila que carregava – Você vai de skate.

- Mas eu não sei andar nessa coisa. – protestou Annie

- Quer dormir? Se vira. Garanto que é mais fácil que um helicóptero.

- Boa sorte, vai precisar. – falei dando um selinho nela.

Então Annabeth colocou um pé em cima do skate e empurrou o outro no chão. Cinco minutos depois desapareceu em uma esquina.

- Até que ela manda bem no skate. – meu irmão murmurou

Quando demos um passo para começar a andar novamente sem rumo, uma espécie de espinho passou zunindo pela minha cabeça e se cravou na parede a frente. Só podia ser uma coisa: Mantícore.

Puxei Duncan e logo estávamos correndo sem rumo. Corremos sem parar, dobrando aqui e ali, mas do mesmo jeito o monstro não perdia o nosso rastro. De repente, Duncan me empurrou pela porta de alguma loja e entrou junto. Pude ver o mantícore passar reto por nós e desaparecer. Recuperei o fôlego e olhei ao meu redor. Entramos em um estúdio de tatuagem. Um rock qualquer tocava ao fundo.

- Posso ajudá-los? – perguntou uma mulher que deveria ser a recepcionista do lugar.

- Err... – comecei a bolar uma desculpa, mas Duncan me cortou

- Viemos fazer uma tatuagem. – disse ele com firmeza

- Como é? – sussurrei, porém ele me ignorou

- Tem horário marcado? – perguntou a moça.

- Não. – respondeu Duncan – Estávamos passeando quando avistamos o estúdio e resolvemos dar uma passadinha pra ver se tinha algum horário.

- Por sorte não tem ninguém marcado para agora. – disse a recepcionista – Podem entrar nessa porta.

- Obrigado. – meu irmão agradeceu

Passamos pela porta e entramos em uma sala, havia uma cadeira, parecida com aquelas de dentista, no centro, em uma mesa estavam espalhados desenhos e em uma pequena bancada havia vários tubos de tinta. Um homem careca e barbudo que usava óculos de grau e tinha os braços cobertos de tatuagens, estava sentado em frente ao computador e se virou quando entramos.

- Duncan? – perguntou o homem – É você mesmo cara?

- Sou eu. – respondeu – Espera... Dave?

- O próprio. – então Duncan e o homem chamado Dave trocaram um abraço de macho, aqueles com tapas até fortes demais nas costas. – Há quanto tempo!

- Pois é... Já faz tempo que você saiu de São Francisco. – disse Duncan

- Quem é esse cara? – perguntou Dave – É seu clone?

- Digamos que sim. – respondeu – Dave, esse é meu irmão Percy. Percy, este é Dave, um velho amigo.

- Irmãos? Como descobriram?

- Longa história. – falei

- É tipo Casos de Família. – disse Duncan – Muita treta desnecessária por trás.

- Entendo. – disse Dave – Mas e aí? Vão fazer o que? Uma tatuagem? Ou fazer outro furo nessa carinha linda?

- Vamos fazer uma tatuagem. – afirmou Duncan.

- Vamos? – perguntei

- É, vamos. – respondeu – Sabe de alguma coisa que queira tatuar?

- Não.

- Tudo bem, pensa aí que eu faço a minha primeiro – declarou.

- Vai ser o que dessa vez? – quis saber Dave

- Uma coruja tocadora de lira. – respondeu Duncan – Na coxa, já que é os braços estão ocupados...

- Coruja tocadora de lira... Interessante. Posso saber o porquê?

- Meus pais.

- Falando neles como estão?

- Mortos.

- Woow! Sinto muito cara, eu não sabia. – murmurou Dave.

- Não faz mal.

Duas horas se passaram desde que eu me sentei em uma cadeira e observei Dave tatuar o desenho em Duncan. Não pensei em nada que pudesse fazer nesse tempo, só pensei no quanto devia ser doloroso. Ou talvez não, já que eu ainda tinha a Maldição de Aquiles, apesar de que um tempo pra cá ela começou a perder o efeito. Será que o desenho ficaria na minha pele?

Saí do meu transe quando Dave terminou de enrolar um papel filme entorno da tatuagem recém feita.

- Pensou em algo? – perguntou Duncan enquanto vestia a calça novamente

- Na realidade não pensei em nada. – confessei

- Me deixa pensar... – disse ele – Que tal fazer o nome da Annabeth, eu sei que vocês não vão se separar nunca então é tranquilo, ou fizer um tridente, representando Poseidon.

- Curte mitologia grega Percy? – indagou Dave

- Curto. – respondi sorrindo - Beleza. Vou fazer

- Qual delas? – perguntou Dave

- As duas. – respondi

- Esse é meu irmão! – bradou Duncan


Notas Finais


Então gente, eu tive 1 comentário, inclusive agradeço muito a pessoa que comentou, MAS eu sei que vocês são capazes de comentar mais né gente, apareçam, eu não mordo, vou ficar bem feliz com suas palavras.
Enfim, por hoje é só, até terça.


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