História Meu Gêmeo Favorito - Capítulo 22


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Demeter, Dionísio, Frank Zhang, Frederick Chase, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Jason Grace, Júniper, Katie Gardner, Leo Valdez, Malcolm, Nico di Angelo, Octavian, Paul Blofis, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Thalia Grace, Travis Stoll, Tyson, Will Solace, Zeus
Visualizações 53
Palavras 1.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, estou muito feliz apesar de estar atrasado, mas aqui está, espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 22 - A Garota do Sonho


Pov. Duncan

- Tenho uma surpresa pra você. – disse Percy para Annabeth assim que entramos em seu quarto

- O quê é? – perguntou curiosa

Então, Percy tirou a camisa mostrando a tatuagem escrita “Annabeth” em seu lado esquerdo do peito, localização exata do coração, envolta de papel filme. “Eu fiz uma tatuagem” disse Percy.

Em seguida pude ver Annabeth gritar a abraçá-lo.

- É de verdade? – Percy confirmou – Deve ter doído.

- Deve ter doído à beça, pois ele começou a chorar e gritar. – falei

- Ei! – protestou Percy – Eu não chorei e nem gritei. Na verdade achei que iria doer mais, tatuagem não é um bicho de sete cabeças como todo mundo fala.

- Dependendo do lugar onde você faz, dói pra caramba, mas okay. – retruquei – E você gritou um pouco sim. Antes de a agulha encostar em você.

- Tudo bem, eu admito que estava com medo e talvez tenha gritado um pouco. – murmurou

- Por Zeus, Cabeça de Alga! – exclamou Annabeth – É melhor surpresa da minha vida.

Logo, Annabeth e Percy começaram a se beijar, lê-se agarrar um ao outro.

- Ei! Eu estou aqui. Esqueceram? – protestei. Eles pararam? Não. – Eu vou pro meu quarto pegar minha mochila e já vamos sair, ok?

Eu acho que eles ainda sim não me ouviram. Saí do quarto e bati a porta com força, pude escutar gargalhadas. Malditos. Enquanto recolhia minhas coisas, Percy e Annabeth invadiram meu quarto.

- Fomos mais rápido que você Punk Doido. – disse Ananbeth

- Claro, você deixou tudo pronto quando chegou aqui. – retruquei – Vamos?

Então descemos e fizemos o check-out, andamos até a caminhonete recém vinda do conserto e a adentramos. Eu dirigindo, Percy no banco do carona e dessa vez, Ananbeth esparramada no banco traseiro. Dei partida e fomos rumo à São Paulo.

[...]

Após cinco horas chegamos até o nosso destino. A grande São Paulo, uma das cidades que eu mais amo, estava movimentada como sempre, por isso demoramos um pouco até achar um hotel legal, já que eu não sabia de nenhum por perto.

Por sorte, consegui estacionar bem em frente de um hotel. Descemos do carro e quando estávamos a quatro passos de entrar no hotel, ouvimos um grito, que foi seguido por vários, pude distinguir alguns como “É aquele cara, Duncan, o cantor, não é?” e outros como “Oh meu Deus! É ele!”. Logo uma multidão estava a minha volta.

- Você é o Duncan mesmo? – perguntou um menininho a minha frente.

- Sou. – respondi e os gritos começaram a aumentar

Lancei um olhar furtivo para Percy. Ele precisava sair dali, ou iria gerar mais confusão ainda. Annabeth pareceu entender, pois agarrou no braço de Percy e rumou para fora do bolo de gente.

No exato momento em que eu ia começar a atender as pessoas, eu as vi. Empousas. Quatro delas. E... Merda! Elas começaram a se transformar. Preciso sair daqui logo, ou muita gente vai se machucar.

- Desculpa galera, – falei andando para trás – mas não vou poder atender vocês agora, quem sabe eu marco outro dia.

E em seguida abri espaço na multidão e saí correndo. Olhei para trás e as empousas estavam abrindo caminho no bolo e vinham em minha direção. Encontrei no caminho Percy e Annabeth, que estavam falando com alguém no orelhão. Imediatamente os puxei e os arrastei comigo.

- Duncan, seu louco. – gritou Annabeth – O quê aconteceu?

- Você aprontou alguma? – perguntou Percy – Pois tem um bando de gente correndo atrás de nós.

- Empousas. Quatro. Sem. Tempo. Pra. Explicar. – falei ofegante enquanto corria.

Arrisquei a olhar para trás e me arrependi. Liderados pelas quatro empousas, meio mundo vinha correndo, nos perseguindo. Elas estavam se passando por fãs, mas que malditas.

Corremos pelo que pareceu séculos e mesmo assim, as quatro ainda estavam na nossa cola. Puxei Ananbeth e Percy bruscamente por um arco e adentramos um parque. Ótimo. Estamos no Parque Ibirapuera, tem vários policiais por aqui, assim que virem a multidão vão fazer perguntas, aí eu me ferro.

Mas não foi isso que aconteceu. Virei à cabeça para trás e o bolo de pessoas passou direto pela entrada do parque. Parei de correr e Percy e Ananbeth me acompanharam.

- Caramba! – exclamou Percy ofegante – Você tem muitos fãs! Até por aqui!

- Sou global. – respondi rindo – Mas é uma surpresa até pra mim, não esperava ter tanta gente assim.

- Agora, me diz, – falou Annabeth – o que diabos aconteceu ali?

Abri a boca para responder, mas logo a fechei. Parei de andar e a vi.

- Parou de andar por quê? – perguntou Pecy

Não respondi. Ignorei os protestos de Annabeth e comecei a andar lentamente até a menina sentada, encostada em uma das árvores em um cantinho isolado. Cabelos lisos, levemente enrolados nas pontas e loiros. Os olhos verdes sob os óculos de grau, concentrados em um livro grosso.

Cheguei perto dela e me agachei.

- Hey. – cumprimentei baixinho.

Ela levantou a cabeça e varreu meu rosto com os olhos, assustada, e logo em seguida me lançou um olhar confuso.

- Duncan? – murmurou – O quê...?

- Eu não ganho um abraço da minha fã número um? – perguntei fazendo biquinho

- M-mas é claro que ganha. – respondeu ela, largando o livro na grama e me dando um abraço de urso. – Como? O que está fazendo aqui?

- Sei lá. – respondi – Me deu à louca e resolvi viajar pra cá.

- Ainda não acredito que você está aqui.

- Eu sou real. – sussurrei em seu ouvido – Isso é bem diferente de quando você me encontrou pela primeira vez. Gritos histéricos, choro, pedidos de casamento... Eu estava passando por aqui e aí eu vi você parada aqui, resolvi falar contigo.

- Você me reconheceu? Eu só posso estar sonhando.

Ao som de um pigarro nos separamos do abraço. Percy e Annabeth estavam parados em pé olhando para mim em busca de explicações. Levantei-me e ofereci a mão para a menina sentada na grama, que aceitou.

- Percy, Annabeth, esta é Arabella Dantes, minha maior fã de todos os tempos. – falei – este é Percy, meu irmão gêmeo, é uma longa história. E esta é Annabeth, a namorada dele.

Depois de eles trocarem um cumprimento, olhei para a entrada do parque e a multidão que tínhamos despistado estava começando a entrar no parque.

- Droga. – exclamei – Bella, você sabe de algum hotel aqui perto pra gente ir? De preferência que não tenhamos de passar por aquela entrada do parque.

- Hotel? Com quartos livres é bem difícil. Essa época muitos turistas vem pra cá. – explicou ela – Qual é daquela multidão? Aprontou alguma Duncan?

- Por que todo mundo pensa que eu aprontei alguma coisa? – indaguei

- Porque você é imprevisível. – disseram todos juntos

- Digamos – comecei a explicar – que muitas pessoas me reconheceram e aconteceu uma pequena confusão e precisamos sair daqui agora.

- Eu conheço uma entrada/saída secreta, às vezes eu uso ela pra não precisar encarar ninguém. – disse Arabella – E vocês poderiam ficar na minha casa, pra não gastar com hotel.

- Não sei não... – falei

- Não vai ser incômodo? – perguntou Annabeth

- De forma alguma! – exclamou a loira de óculos – Eu moro sozinha, seria bom ter visitas por algum tempo.

- Tudo bem então? – quis saber Percy

- Sim – confirmou – Vamos, é por aqui.

Quando ela pegou em minha mão eu a olhei profundamente e em seguida uma dor em minha cabeça explodiu e logo estava no chão. Parecia que havia levado vários socos no estômago.

- Duncan? – ouvi uma voz longe dizer. Parecia Percy. – Você está bem?

Mas logo a voz de Percy foi trocada por uma voz antiga e logo a imagem de Gaia estava em minha mente.

- Infelizmente não consegui te impedir de chegar até ela, cria de Poseidon... E pelo visto, Hades também? – disse a deusa rindo – Aproveite seu tempo junto dela, pois será escasso.

Minha visão voltou e a última coisa de vi foi Percy me carregando como um saco de batatas.

Acordei num sofá. Devíamos estar no apartamento de Arabella. Sentei-me e a primeira coisa que vi a minha frente foi ela, que sorriu para mim.

- Você acordou! – exclamou – Como está se sentindo?

- Bem. – respondi – Eu acho.

E foi naquele momento que eu soube que a menina sem rosto do meu sonho era ela: Arabella Dantes, minha fã número um do universo.


Notas Finais


E aí gente, deixem seus comentários! Até o próximo que se tudo der certo sairá na sexta!!
Abraços!


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