História Meu híbrido cor de rosa (Namjin) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Híbrido, Jikook, Namjin, Romance, Taeyoonseok, Yaoi
Visualizações 154
Palavras 1.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi! Desculpa pelo sumiço! Estou retornando aos poucos. Espero que gostem!

Capítulo 3 - Good bye


Fanfic / Fanfiction Meu híbrido cor de rosa (Namjin) - Capítulo 3 - Good bye

Seokjin:

Depois de juntar a boca com a do Nam, o Jin sentiu a bochechinha dele quente. Então ele tapou elas com suas mãozinhas. O Nammie, passou a mão pelos seus cabelos e deixou o Jin sozinho aqui em baixo. O Jin sentiu medo de ficar aqui em baixo sozinho, então ele foi atrás do Nam. Chegando lá, ele não achou o Nam. Será que o Nam deixou o Jin? O Jin começou a chorar e procurar o Nam pela casa inteirinha.

– Nammie, cadê você? Você vai abandonar o Jin? Por favor não deixe ele! - o Jin dizia chorando.

Mas aí o Jin ouviu que alguém estava chorando. Será que é o Nam?

– Por quê? Por que tem que ser assim? - o Jin ouviu o Nammie falar.

Então o Jin foi até onde veio o barulho e viu o Nam chorando com a cabeça sobre os joelhos.

– O que aconteceu Nam?

– Por que você está fazendo isso comigo?

– Desculpa Nammie, mas o Jin não sabe do que o Nam está falando.

– Eu não posso me apegar, não devo me prender. - ele dizia sozinho com um olhar vazio.

– Do que o Nam está falando?

– Por que é tão difícil? Por quê? - ele falou olhando para o nada e tomou um gole da bebida que estava em sua mão.

O Jin não sabe o que aconteceu, mas ele sentiu uma enorme vontade de abraçar o Nammie. E assim ele fez.

Namjoon:

Eu senti seus braços me envolverem num abraço caloroso. Não sei bem o porquê, mas eu me senti seguro nos braços dele, como se ali fosse o meu lugar. Eu não podia negar que, aquele abraço era bastante reconfortante, e por um momento, me fez esquecer de tu que estava ao meu redor. Nada mais importava, a não ser eu e ele. Eu descolei nossos corpos e olhei fixamente em seus olhos. Segurei o seu rosto com as duas mãos e pude contemplar a beleza que aquele indivíduo possuía. Era inegável que era uma beleza única, totalmente diferente. Suas orelhas de gato cor de rosa contrastavam perfeitamente com sua pele de porcelana e seus olhos castanhos. Ele era a perfeição em pessoa, e isso ninguém podia negar. Às vezes, eu temo que essa perfeição esteja destinada a ser admirada por outra pessoa, isso definitivamente não pode acontecer. E isso é um dos motivos que me fazem não querer me apegar a ele, o simples fato de ter medo de perdê-lo para uma pessoa que seja muito melhor do que eu.

Ao observar seus olhos castanhos, pude perceber que havia bastante sofrimento. Era como se o passado ruim que ele passou, os deixassem incapazes de brilhar novamente. Como se as mágoas do passado o corroessem de uma forma tão absurda que faziam com que o sorriso lindo que ele tinha fosse guardado dentro de si. Talvez ele esteja preso em si mesmo, e não faça idéia de como sair. Mas, a única idéia que eu tenho no momento é a de explorar essa boca com a minha língua, indo diretamente para um caminho sem volta, que talvez traga algumas dores e lágrimas. Mas eu não me importo, do que adianta cortar o mal pela raiz se, em vez de te curar, isso vai te trazer uma cicatriz? A minha única opção agora é, deixar que o sentimento que eu tenho por ele faça com que o passado não tenha tanto efeito sobre mim. Ele vai me anestesiar contra todo o mal e o fardo que eu carrego há tantos anos. E agora, olhando para esses olhos, percebo quanto tempo eu perdi tentando me proteger do inevitável, afinal, dois imãs que foram feitos para se atrair, jamais vão conseguir se repelir, pelo contrário, isso só fará com que eles fiquem cada vez mais próximos. Então, pra quê separar se eu posso somar? E no momento, a única coisa que eu quero somar é a minha boca na dele, e assim eu fiz, sem medo do que iria acontecer depois. O futuro não importa mais, desde que eu viva bem o presente. E nada melhor do que ficar ao lado de quem só quer te ver sorrir.

Eu pedi passagem com a língua e ele cedeu. Nossas línguas se enrroscavam uma na outra, com um encaixe perfeito. Esse foi o melhor beijo que havia dado na minha vida. E não é só porque ele beija bem, é pelo simples fato de que, qualquer coisa que eu fizesse com ele, só por ser com ele já seria especial e inesquecível. Não eu como se eu pudesse apagar o seu rosto da minha mente, isso seria impossível já que ele foi desenhado involuntariamente no meu coração, com um tinta permanente e inapagável. O beijo ser

tava maravilhoso, mas logo a porra do ar nos faltou e tivemos que no separar.

– Nammie?

– Hm?  

– Você vai deixar o Jin de novo?

– Não pequeno, eu nunca mais vou me afastar de você.

– O Hobi disse que quando uma pessoa ama a outra, essa pessoa beija ela. Você ama o Jin? Por isso beijou ele? - ele me disse com um olhar intenso. Seria impossível mentir para ele e para mim mesmo. Só me resta dizer a verdade.

– Sim, eu realmente te amo. Mas e você?

– O Jin também ama o Nam. Nammie, o Jin pode fazer uma coisa?

– O quê pequeno?

– O Jin pode te beijar?

– Não precisa pedir toda vez que quiser me beijar pequeno, apenas faça.

Então começamos outro beijo. Minha língua percorria toda a extensão da sua boca. Ela tinha um gosto bom de cereja com chocolate, esse sabor chegava a ser viciante. Quando me percebi, já estava viciado em seu beijo, em seu toque, em seu sorriso, e em tudo que remetia ele. É como se tivéssemos um laço inexplicavelmente forte, algo surreal. Mas sempre tinha algo para atrapalhar nosso momento, seja a falta de ar, ou a campainha tocando.

Eu me separo dele e vou até a porta morrendo de raiva. Quem quer que seja vai ser estrangulado por atrapalhar o nosso momento. Eu abro a porta bruscamente, vendo um homem vestido com um terno preto. Ele tinha cabelos castanhos e me parecia ser bem frio.

– Boa noite, o senhor se chama Kim Namjoon?

– Sim, por quê? - eu digo sem muita paciência.

– É que, eu ouvi dizer que o senhor tem um híbrido chamado Kim Seokjin, eu poderia vê-lo?

– Ah claro! Jin, você poderia descer? 

Ele diz que já estava descendo e logo apareceu ao meu lado, balançando a cauda de modo ansioso. Ao ver o rapaz na minha frente, Jin arregala os olhos.

– Oh Jin, se lembra de mim? Eu te procurei feito um louco aquele dia.

– Desculpa Yugyeom, o Jin promete obedecer o mestre a partir de hoje.

– Ótimo, você não sabe o quanto eu senti a sua falta!

– O que você é dele? - perguntei irritado. Ninguém, leram bem, ninguém vai me tirar do meu pequeno.

– Eu sou o dono dele. Ele havia se perdido há alguns dias atrás, nas agora eu estou aliviado por saber que está bem. Vamos pequeno?

Só eu posso chamá-lo assim! Ele é o meu pequeno!

– Você não pode fazer isso! - digo com a voz embargada, mas ela ainda permaneceu firme.

– Não só posso como vou, vamos Jin! - ele disse puxando Jin pelo braço, mas ele o puxou de volta.

– Yugy, eu posso pelo menos me despedir do Nammie?

– Vá, mas a se rápido.

Então ele veio até mim e me abraçou. Eu queria não soltá-lo nunca mais, mas infelizmente eu não podia. Eu desabei no choro e logo separei do abraço para poder olhar em seus olhos. Eu selei nossos lábios uma última vez, tentando aproveitar ao máximo cada centésimo de segundo. Logo aquele infeliz do dono dele nos separou e arrastou Jin pelo braço novamente. Só deu tempo de eu ouvir ele dizer adeus em um sussurro, enquanto eu via as lágrimas rolarem pelo seu rosto. A porta se fechou, e a ficha caiu, agora eu estava sozinho, e jamais poderia vê-lo de novo.


Notas Finais


Mano bateu uma bad aqui agora ;-;

Até qualquer dia!


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