História Meu Indomável Bruxo - Jikook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Lendas Urbanas
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bruxaria, Jikook, Magia Negra
Visualizações 59
Palavras 2.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí!!! Cheguei com mais uma historinha para vocês meus amores! Ela era um TwoShot, provavelmente terá bônus.

⚚Vamos lá meus caros bruxinhos⚚

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Meu Indomável Bruxo - Jikook - Capítulo 1 - Prólogo

Jungkook vivia em uma cabana abandonada no meio da floresta, morava sozinho, pois era filho de uma bruxa negra e isso assustava a maior parte das pessoas na quela época.

Jimin, um simples humano que sempre se metia em confusão. Era muito curioso e isso sempre o colocou em perigo. Nessa história não é diferente...

Park estava explorando novos ares novamente, descobrindo novas coisas. Estava outra vez naquela mesma floresta, sabia que não devia, pois já ouvira várias histórias sobre um descendente de bruxos que praticam magia negra.

Ninguém nunca vinha por aquelas bandas, já ouvira também relatos de pessoas que viram o tal bruxo, diziam que ele era horrendo. Tinha a pele craquelada, como se fossem vários cortes entreabertos, era branco e as marcas por seu corpo e rosto, pretos. Vestia se com um manto negro, seus olhos eram azuis cintilantes que hipnotizava as pessoas. Até mesmo seu sangue era negro, unhas grandes e quebradas, muitos falavam que usava uma varinha que continha poderes do mau, outros falavam que usava livros de feitiços para atrair pessoas, mata-las depois, devora-las.

O rei já havia mandado vários de seus soldados atrás desse bruxo, nunca se achou nada, alguns soldados nem voltaram, o que fez o rei perder muita gente nessa busca sem sentido, quanto mais saldados desapareciam nas caçadas, menos vontade o rei tinha de continuar isso.

Lógico, se ele sessasse as buscas de vez, o povo se revoltaria e agiria contra. Então, decidiu que mentiria para as pessoas dizendo que tinha capiturado o bruxo e que ele foi morto, mas como não havia provas concretas disso, as pessoas ainda tem receio de sair a noite, sozinhos, ou até mesmo ir buscar remédios na floresta. Por isso muitas famílias tem seus próprio canteiros de medicamento ao lado de casa.

Também existiam pessoas que não acreditavam nessas bobagens que o povo fala. Mas, contudo, houvera uma vez em que esse mesmo bruxo foi visto perto do vilarejo arrastando um corpo consigo, estava coberto de sangue. Ninguém sabe ao certo se isso era verdade, mas é melhor prevenir do que arriscar.

Jimin andava pelas matas ciliares sem se importar com que viria a frente. Não estava procurando nada, nem fugindo de nada, era apenas ele caminhando em um lugar tranquilo para exparecer um pouco. Não estava com medo, tão pouco acreditava que essa história de bruxo fosse verdade. Para ele era apenas alguém que não gostava de companhia e preferiria a calmaria da floresta do que alguma vila perto do reino.

Estava perto de uma clareira onde uma cachoeira corria entre as pedras, a água cristalina caía do alto e descia entre as rachaduras, ficava cada vez mais brilhante quando encontrava-se parada no lago a sua frente.

Inspirou fundo sentindo aquele cheiro de ar fresco, abriu os braços e deixou sua que sua pele absorvece a vitamina D que vinha diretamente do sol escaldante. Chegou fechar os olhos e sorriu, fazia tempo que não se sentia tão leve assim.

Ouviu um barulho perto de onde estava, logo abriu os olhos para espiar em volta, não viu nada de imediato, mas, observando melhor a mata atrás de si, viu a figura de alguém agachado colhendo algum mato curandeiro.

A pessoa, que julgar pelo seu físico era um homem, estava com um manto preto sobre os ombros e também tinha um capuz na cabeça que cobria seu rosto até o nariz, deixando apenas sua boca a monstra.

O Park se escondeu atrás de uma árvore grande que o cobria por inteiro, e fixisou seu olhar no rapaz a sua frente. Não dava para ver muito, Jimin pode jurar que viu um sorriso castro nascer em seu lábios. Quase caiu para trás quando o moço de preto levantou-se com tudo, movendo sua capa como se fosse o próprio Drácula.

Jimin sentiu sua mão coçar em curiosidade, seu lado aventureiro e curioso se ativou automaticamente como um clik. Não esperou que o cara se afastasse mais e logo tratou de segui-lo. Escondendo-se entre as árvores e arbustos, Park estava alguns passos atrás, nem muito perto nem muito longe. Era uma distância considerável.

Manteu-se a segui-lo por mais algum tempo e logo o viu abrir uma passagem atrás de uma cachoeira mais distante do reino, a trilha pela qual Jimin viera já não podia mais ser vista. Olhou para trás, pensando se era mesmo isso o melhor a se fazer, então decidiu que sim, iria atrás do cara desconhecido que poderia ser o tão famoso bruxo Jeon.

Park não sabia se era seguro fazer o que estava fazendo; seguir um completo estranho pela mata fechada, e que era preciso abrir uma passagem para acha-lo. Lógico que não era seguro, era uma completa idiotice. Mas Park não era de pensar o que é certo ou errado, seguro ou perigoso. Agia sem pensar a maioria das vezes, e isso poderia custar sua vida.

Logo avistou uma cabana a frente, era de carvalho e tinha um pequeno muro de pedras cobertas de musgo, estava quebrando na parte da frente onde dava na porta. O desconhecido abriu a porta e logo entrou a fechando, Jimin olhou para os lados e procurou um lugar que ouvesse uma brecha para ele entrar, até que viu uma janela entre aberta. Correu até ela e abriu logo pulando para dentro.

Tentou fazer o mínimo de barulho possível e andou até onde parecia uma cozinha e se escondeu atrás da porta, viu o homem parado em frente a um balcão, parecia esmagar alguma coisa. Colocou uma chaleira de ferro esquentar em cima do fogo acesso em uma espécie de fogão improvisado com pedras.

Continuou esmagando as ervas em um mini pilão, colocou um pouco de água e aquilo virou tipo uma pasta, ele tinha feito uma pomada para ferimentos caseira.

Mas ele sem si, não parecia estar machucado, pelo contrário, estava vendendo saúde. Então para quem seria esse remédio?

Jimin olhou em volta e viu várias estantes com diversos livros empilhados sobre elas, em fileiras de pé em perfeita ordem. Tinha uma pequena sala perto da porta de entrada e uma lareira em frente a um sofá com almofadas, logo para trás uma cama, era um lugar pequeno mais aconchegante. Park nunca foi acostumado com luxo mesmo.

Levou um susto e seu coração disparou quando ouviu uma voz grave vindo de trás de si, da cozinha. Virou tão de presa que quase caiu para trás.

— Já pode sair daí. Esse corte em seu braço não vai se curar sozinho. – proferiu o desconhecido.

Park nem avia notado que ao decorrer do trajeto até ali, lhe rendeu um belo corte no braço esquerdo feito por algum espinho. Sua camisa branca, agora estava com uma mancha vermelha bem onde seria seu bíceps. Olhou para o próprio braço e depois o homem, que agora estava sem a capa.

Trajava roupas pretas, seu cabelo grade e castanho estava muito bem bagunçado e colocado para o lado, onde tapava uma parte de seu rosto. Tinha que admitir que era bonito.

Deu um pulo para trás quando uma varinha feita da árvore de sabugueiro foi colocada contra sua garganta, levantando seu queixo. O suposto bruxo serrou os olhos, estava bem posicionado para como se fosse batalhar com alguém.

Park ficou imóvel, engoliu o seco e olhou para a varinha em sua garganta, um movimento brusco e já era. Era uma varinha bem detalhada, muito bonita na verdade.

— O que faz aqui? Por acaso é um saldado do rei mandado para caças bruxos? Ou alguém que busca por um feitiço? – o jovem bruxo o analisou bem, podia ver o pavor explícito em seu rosto e uma gota de suor descer por sua face.

Jimin não conseguia nem respirar direito, quem dirá falar algo coerente!

— E-eu... N-não, eu s-só tava c-caminhando. – tentou explicar da maneira mais convincente possível.

— O que quer, trouxa? – Park não entendeu o porquê do xingamento, logo uma expressão confusa tomou conta de seu rosto.

— Trouxa?

— É quem não é bruxo! – falou revirando os olhos. Park abriu a boca e um "aah!" baixo saiu. — Porque estava me seguindo?

— Por nada! Só queria saber quem era você. – tentava a todo custo não se enrolar nas palavras.

— Você podia simplesmente bater na porta, não precisava invadir minha casa! – já cansado, o bruxo abaixou a varinha e a guardou no bolso novamente.

— Você podia me atacar, ou sei lá. Não é muito comum ver pessoas vagando pela floresta.

— Então o que você fazia lá? – ricocheteou cruzando os braços, apertou os olhos, não confiava nele.

Mas quem confiaria em alguém que invadiu sua casa?

— Eu estava caminhando, vi você e fiquei curioso, te segui até aqui e entrei pela janela. Então se você não se importa eu já vou indo... – apontou para trás com o polegar, dando pequenos passos em direção a porta.

Em um movimento rápido, o bruxo passou em sua frente e o empurrou pela cintura – pois seu braço estava machucado – até o balcão onde estava trabalhando, e o prensou ali. Park agarrou a borda do balcão, suas mãos suavam de nervosismo, Jeon precionou sua cintura para ele não tentar escapar. Estavam próximos.

— Acha que pode me seguir, invadir minha casa e ficar por isso mesmo? – seu tom era ameaçador, baixo, rouco e uma pontada de raiva.

O menor não respondeu, não estava apto a isso, olhava para baixo, prestando atenção nos braços fortes e com varias veias que o deixavam sexy e atraente. Jimin mordia os lábios a todo momento, Jeon umedeceu os próprios em frustração.

Responda! – disse rude, faltou pouco para gritar. — Acha mesmo que vou deixá-lo sair sem mais nem menos?

— N-não. – finalmente Park conseguiu dizer baixinho, bem como um sussurro.

— Isso mesmo, não vou. – conduziu Park até uma cadeira ali ao lado e o colocou sentado. — Mas antes, vou cuidar desse ferimento.

Pegou a pomada caseira que havia preparado, e se aproximou, puxou outra cadeira e sentou-se em sua frente. Cortou o tecido da camisa do menor, lavou o corte, não era tão grave mas poderia inflamar caso não tratado. Depois de passar a pomada, enfaixou e apertou bem para que não soltasse.

— O que vai fazer comigo? Vai me matar? Ou me jogar um feitiço? – perguntou olhando para frente, não queria encara-lo.

— Bem que podia, mas seria um desperdício, quase um pecado mata-lo. – analisou o garoto de cima abaixo mordendo os lábios, Park notou e seu nervosismo só aumentou.

Agora estava com medo! Medo de ser violado e até morto depois, seria horrível uma morte assim.

— V-você é mesmo um... U-um bruxo? – desviou do assusto para ganhar tempo e pensar em algo para fugir dali.

— Sou. – respondeu ainda olhando para o garoto em sua frente. Jimin estremeceu ao sentir o toque de seus dedos em sua bochecha. — Mas não precisa ter medo, meu caro mortal. – sussurrou baixo próximo ao seu ouvido.

— Como posso confiar em você?

— Eu ainda não lhe matei, já um passo enorme. – estava certo, se quisesse mesmo mata-lo, já teria feito.

— O que você vai fazer comigo? – perguntou de novo. Seu desejo era apenas ir embora e nunca mais voltar. — Por favor, deixe-me ir!? Prometo não contar a ninguém sua localização.

Jeon riu, abaixou os olhos para as pequenas mãos de Park, depois olhando em seu olhos.

— Não. – se afastou e com um aceno de mão, todas as portas e janelas que estavam abertas se fecharam em um estrondo alto, trancando-se automaticamente. Park estava preso com um bruxo. — Sabe? Eu sou muito sozinho aqui, nunca recebo visitas, fiquei até feliz quando você veio gentilmente me visitar. – falou ironicamente e sorriu ladinho.

Jimin arqueou uma sobrancelha, ele estava se sentindo sozinho e queria que Park ficasse lhe fazendo companhia?

— Só pode estar de brincadeira! – debochou rindo desacreditado.

— E eu estou. Mas você ficara sim me fazendo companhia por um tempo, preciso de um assistente para meus feitiços.

— Nem a pau que eu vou mexer com magia negra! – protestou indignado.

— Você não tem escolha, meu caro. E você não irá praticar magia negra, são feitiços simples, não lido com magia negra com muita frequência. Só quando necessário. – piscou lentamente. Park estava perdido, não acreditava que isso estava acontecendo.

Quando dizem que a curiosidade matou o gato, não estavam brincando.


Notas Finais


Quem aí notou referências de filmes? Vai ser uma mistura louca de João e Maria Caçadores de Bruxas e Harry Potter.

A varinha do Jungkook é a mesma do Dumbledore. Próximos capítulos vão ser só fotos, da varinha, da cabana e do Jungkook com a capa lá que o Jimin viu.

Feitiços:

⚚Abaffiato.
⚚Accio.
⚚Aguamenti.
⚚Alohomora.
⚚Bombarda.
⚚Estupefaço.
⚚Expectro Patronum.
⚚Expelliarmus.
⚚Petrificus Totalus.
⚚Homenum Revelio.
⚚Homorfo.
⚚Incendio.
⚚Imperius.
⚚Lumos.
⚚Lumos Maxima.
⚚Sectumsempra.
⚚Nox.
⚚Obliviate.
⚚Obscuro.
⚚Peso de Pena.
⚚Protego.
⚚Reducto.
⚚Revelio.
⚚Rictusempra.
⚚Vera Verto.
⚚Wingardium Leviosa.

Maldições Imperdoáveis:

✶Imperio.
✶Crucio.
✶Avada Kedrava.

Achei interessante colocar algumas maldições e feitiços do Harry.


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