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História Meu inimigo... - Capítulo 43


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Notas do Autor


oi pessoal...me desculpem não ter postado esses dias é que u tinha muita coisa da escola acumulada...mas agora eu já entreguei tudo...to livreee

Até mandarem mais né...

Capítulo 43 - "Nem sempre acaba bem..."


Fanfic / Fanfiction Meu inimigo... - Capítulo 43 - "Nem sempre acaba bem..."

SINA ON

xx- olha se não é a loirinha pela qual meu filho se apaixonou!- essa voz eu conheço, levantei  minha cabeça devagar e..

-senhor Urrea?

SU- por favor querida, me chame de Clock aqui...

-Clock? Sério?

C- pois é.. não tive muito tempo pra pensar em um disfarce!

-sabia que você tinha  alguma coisa haver com tráfico! Sua cara não engana!

C- não só tráfico, roubos, assassinatos e cafetania! Aliás, você daria uma boa cafetina!- falou passando as mãos em meus seios por cima da blusa.

-NÃO ME ENCOSTA SEU IMUNDO!

C- as bravinhas são as melhores....ótimas na cama!- ele desatou as minhas mãos e depois os meus pés, me deixam solta.- se não se importa, tira a roupa pra mim analisar o seu corpinho!

-é claro que eu me importo! Não vou fazer isso!

C- se não fizer isso, seu namoradinho é quem vai sofrer....olha, a única coisa que tem que fazer, é ficar nua pra mim te analisar... eu posso simplesmente  matar o seu Jayjay se não fizer!

-por que? O Noah nunca te fez nada.... por que o odeia tanto?

C- eu não gosto de crianças...eu não queria ter filhos e nem quero, esse menino só atrapalha... eu nunca gostei dele... esse garoto é uma mala pesada na minha vida!

- então por que simplesmente não deixa ele em paz? Manda ele embora,  ameaça.... por que simplesmente o esquece?

C- ele sabe de mais... eu não quero ele atrapalhando mais ainda meus planos! A mãe dele o ama tanto, que é capaz de ir junto e eu não quero isso! Agora, eu posso pensar nisso, se ficar nua pra mim! –sabendo que ele é capaz de meter uma bala na cabeça de Noah...comecei a tirar a minha blusa, meus olhos logo se encheram de água, por mais que eu já tenha ficado nua na frente do Noah, não era a mesma coisa. Eu estava mal, com vergonha e com nojo do homem na minha frente. Assim que eu terminei de tirar toda a minha rupa e ficar totalmente  exposta, ele pareceu me analisar atentamente.- até que aquele idiota tem bom gosto!

-posso me vestir novamente?

C-  não! Fica de joelhos querida...quero ver o seu trabalho!-ele veio chegando mais perto e abrindo o cinto da calça.

-POR FAVOR NÃO! NÃO, NÃO!- ganhei um tapa na cara que me fez ficar tonta. Ele assegurou meus cabelos e me colocou de joelhos no chão. Ele abaixou as calças e pude ver o volume por baixo da cueca. Aquilo me deu uma ânsia..

L- senhor, seu filho acaba de chegar!

 

C- se livrou putinha...mas depois nós terminamos!- ele arrumou as calças, pegou as minhas roupas e saiu da sala.

 O medo tomou conta de mim, me encolhi num cantinho e comecei a chorar descompassadamente.

NOAH ON

Chegamos em Los Angeles e fomos direto pra casa da Úrsula, estacionei o carro de mau jeito e saí correndo.

As lágrimas no rosto da mulher loira, me diziam que as coisas não estavam bem, abracei ela e deixei que suas lágrimas molhassem a minha camisa branca.

U- noah, me explica o que aconteceu! Eu não entendi, o que seu pai quer com ela?

J- noah! Meu Deus cara, o que houve?

- meu pai descobriu que eu fugi, ele pegou ela pra chegar até mim! Eu tenho que achá-la... meu Deus, eu nunca vou me perdoar se acontecer alguma cosa!

R- mas fugiu da onde?

- dum internato...

V- olha...isso não é o mais importante agora, Sina está em perigo!

U- por que?

- meu pai é um traficante...um dos piores de LA!

J- pera, como assim?

R- mas que porra é essa?

U- Meu Deus!- eles começaram a discutir, meu sangue ferveu e a minha cabeça começou a funcionar.

Sabina não o conhece, minha avó não sabe aonde ele  está, então só me resta...

Entrei no carro e saí cantando pneu, dobrei a esquina e estacionei o carro na contra mão na frente da minha casa, saí e toquei a campainha.

M- boa noit...Noah? O que está fazendo aqui?

- meu pai pegou a minha namorada porque eu fugi do internato que ele me colocou! Quero saber aonde ele está e eu sei que você sabe!

M- querio, do que você está falando?- já vi que é só enrolação.

Corri pra dentro e fui até o escritório, procurei por uma das gavetas e achei o revólver prateado, juntamente com as balas, voltei pra sala e apontei pra minha mãe.

-Me dia aonde ele está agora!

M- meu anjinho, ele está trabalhando!

- ELE NÃO TÁ  TRABALHANDO! EU SEI O QUE ELE É OK? ELE É UM TRAFICANTE!  Vocês são traficantes...vocês me dão nojo! Eu sei que tu sabe... a última vez que me chamou de querido eu tinha oito anos, agora me fala...AONDE QUE ELE ESTÁ!

 M- ele deve estar no galpão... abaixa essa arma por favor! Eu sou a sua mãe!

- você deixou de ser a minha mãe no momento em que deixou que ele jogasse na minha cara que não me amava! Você vai me levar até lá!- agarrei seu braço e fui puxando pra dentro do carro, onde liguei o mesmo.. Coloquei as balas no revólver e dei partida.

M- dobra a esquerda na próxima rua e vai reto até o final, acho que dá um total de vinte quarteirões!

Logo chegamos, avistei o carro vermelho do meu pai, e reconheci que era mesmo o dele, ela marca do adesivo de “melhor pai do mundo” que eu colei quando era pequeno. O dia em   que eu soube que era um lixo.

Flashback on

Eu tinha seis anos, Josh a recém havia virado meu amigo, éramos inseparáveis, tanto, que estávamos em dupla hoje, sexta feira.

No domingo seria o Dia dos Pais, eu estava super ansioso, eu tinha acabado de aprender a ler e escrever, meu maior sonho era fazer meu pai feliz.

A professora mandou nós fazer um cartãozinho, para uma lembrancinha.

Eu fiz um desenho dele, com um coração ao lado e escrevi a seguinte frase “ Feliz Dia dos Pais...O senhor é muito importante pra mim...com Amor Noah!”, pintei e coloquei no envelope.

Eu e Josh estávamos esperando o sinal tocar pra irmos embora, a professora nos entregou as lembrancinhas e junto dela, um adesivo escrito “melhor pai do mundo!” para colar no carro.

Quando o sinal tocou, fomos correndo até a tia ursa, que sempre vinha nos buscar. Eu passava a tarde na casa do Josh, e a noite eu ia embora.

O domingo chegou super rápido, minha ansiedade estava a mil, eu tinha planejado muitas coisas pra esse dia. Levantei da  cama e ainda era escuro, peguei a cartinha ao lado da cama e calcei as minhas pantufinhas do bob esponja, abri a porta do meu quarto e  desci até a cozinha.

Como eu era pequeno, ainda tinha seis aninhos, fiz o que eu sabia, leite com nescau e bolacha com margarina e subi até o quarto dos meus pais. Larguei a bandeja com o “café” no chão e abri a porta, ligando a luz logo em seguida.

Mas antes de entrar, corri até o meu quarto e peguei o maldito adesivo e desci até a garagem. Procurei um lugar bom pra colar e bom...eu amava meu pai, queria que todos vissem isso, então, o colei no meio da porta do motorista.

Feliz com o resultado, subi as escadas novamente e por fim, entrei no quarto junto com a bandeja, a coloquei em cima do criado mudo e bem devagarinho chacoalhei ele.

-papai...acorda, hoje é o seu dia!- ele não abria os olhos, então, na inocência eu o abracei forte. Acho que ele se assustou, pois levantou comigo ainda em seu  corpo e me assegurou pelo pescoço e me jogou no chão com força. Seu susto foi tão grande que eu acabei batendo a cabeça na parede e em seus olhos havia raiva.

 P- NUNCA, nunca mais encoste em mim! Me entendeu?- eu apenas balancei a cabeça em afirmação, mas o que eu poderia fazer? A culpa foi minha..

Ele foi pro banheiro e a minha mãe saiu do quarto. Eu me sentei na cama com a bandeja em mãos, e fiquei esperando que ele voltasse...até preparei um discursinho pra pedir desculpas.. Assim que ele voltou, eu me levantei e ergui a bandeja em sua frente.

-papai, eu fiz o seu café hoje! Me desculpe por te assustar...-ele me olhou e sorriu.

P- eu nunca comerei esse lixo!- e saiu do quarto...eu fiquei com vergonha.

Ok, o café não era dos melhores.. quem sabe ele não goste de nescau, ou margarina...

Desci correndo e fui até o carro. Fiquei na frente do adesivo com a cartinha escondida nas costas. Esperei por muito tempo até que ele viesse...estava na hora de ele e minha mãe saírem pra trabalhar, me levantei e me arrumei todinho.

-papai...quero te desejar um Feliz Dia dos pais....

P- você não desiste né garoto...olha, eu não quero presente, não quero café da manhã na cama, não quero esse cartão- pegou da minha mão  e rasgou, senti meu coração se rasgando também- e principalmente eu não quero ser seu pai!- ele me empurrou e então viu o adesivo- QUE PORRA É ESSA? VOCÊ TA BRINACANDO COM A MINHA CARA? ME DIZ GAROTO?- um tapa, dois...- some da minha frente! Eu te odeio seu monte de merda!

Eu só saí correndo...corri, corri muito. Fui parar na casa do Josh, eles estavam na frente da casa, o tio Ron recebia os presentes. Eu me escondi atrás de uma árvore e limpei as lágrimas dos olhos, coloquei um sorriso na cara  e fui até lá.

U- oi noé!

Josh- oi cara...

S- Jayjay!- ela veio e me abraçou, melhor coisa de todas.

-oi sininho! Oi tia ursa...fala aí cara!- fiz o nosso toque.

R- oi pequeno Urrea!

-oi tio Ron, feliz dia dos pais! Você é como um pai pra mim...desculpa não ter um presentinho!

R- que isso carinha! Muito obrigada! Você também é um filho pra mim, eu amo você!- ele me abraçou...eu simplesmente chorei. Derramei todas as lágrimas que estava segurando. Eles ficaram preocupados e perguntaram o que estava acontecendo...eu lembro que inventei uma desculpa qualquer...

Flashback off

Saímos do carro e agarrei o braço da minha mãe, coloquei o revólver na cabeça dela e entrei no galpão. Não tinha muitos guardas, apenas dois. Minha mãe mandou que eles nos levassem até onde meu pai estava, mas antes eles me entregaram as armas que carregavam. Um deles foi até uma porta e colocou apenas a cabeça pra dentro dela, chamando meu pai, que saiu logo em seguida. Meu sangue ferveu ainda mais, quando vi que ele estava apertando o cinto da calça.

 P- você é bem corajoso em Noah! Sua namoradinha também...tem a língua bem afiada!

-cadê ela?

P- lakota, por favor, traga a sina pra cá!- ele assentiu e logo trouxe sina pra cá. Me partiu o coração vê-la chorando, mas o sentimento de culpa me tomou quando vi que ela estava pelada.

-p-por favor, solta ela!

P- se você se entregar...posso pensar no seu caso!

-eu me entrego, mas por favor...

S- não! Noah, para!- empurrei a minha mãe pro lado do meu pai, joguei as armas no chão e fui até a Sina, que tentava de qualquer jeitinho, tapar seu corpo exposto- não precisa fazer isso!- tirei a minha blusa e a minha bermuda e entreguei a ela, que logo vestiu.

- não é isso que você quer? Estou me entregando, faça qualquer coisa...mas me prometa que vai entrega-la em casa, segura e viva! Ela não tem culpa de nada... sou eu que você quer!

P- como eu sou uma pessoa que ainda tem coração, dou três minutos pra se despedirem!- ele fala e se afasta.

S- noah, não faz isso por favor! Olha...va-vamos achar um jeito...- segurei seu rosto.

- Sininho...não tem outro jeito! Você sabe que é a pessoa mais importante pra mim não é? Eu te amo mais que a mim mesmo...

S- para com isso... PARA!

- escuta...eu vou te proteger da onde eu estiver, eu jamais vou deixar de te amar...nunquinha, jamais! Você é a minha vida, você é meu tudo, e é por isso que eu quero que siga em frente! Eu não vou me importar se você arrumar outro cara, eu até vou te ajudar a achar um que realmente te ame, não mais do que eu, porque ninguém vai te amar mais do que eu!

S- NOAH, CALA A BOCA!-  nós dois chorávamos desesperados- para, pelo amor de Deus, vamos sair daqui juntos!

- me promete uma coisa? Se você tiver um filho, coloca o nome de Harry? Você sabe que eu amo Harry Styles e que eu sempre quis esse nome...se for menino óbvio, e se for menina, coloca de Maria, eu amo seu segundo nome!

S- eu não vou te prometer, porque nós vamos ficar juntos!

-nem sempre as coisas saem como planejado!- colei os nossos lábios em um selinho salgado por causa das lágrimas.- não esquece, eu te amo sininho!- o outro cara puxou ela do meus braços e a levou gritando pra fora do galpão.

P- estou te prometendo que essa menina vai ficar bem, não me olha assim!- minha mãe estava com as mãos na boca, chorando também.

Limpei meu rosto e caminhei até a salinha, sentei na cadeira e esperei. Logo meu pai entrou e parou na minha frente apontando uma arma na minha cara.

- por que? O que eu te fiz?

 P- você nasceu! Eu nunca te quis! Você só foi um encosto na minha vida! Não sabe  a minha felicidade em fazer isso agora! Vai pro inferno!

Fechei meus olhos, onde logo veio a imagem da minha loirinha sorrindo, o que me deixou mais calmo.

Muitas imagens nossas passaram pela minha cabeça.

Sorrisos. Gargalhadas. Brigas.

Nosso primeiro beijo.

O beijo no banheiro.

Nossa primeira vez.

E então......o barulho do tiro.

Nem sempre acaba bem...


Notas Finais


QUE FINAL HEIN....

desculpsss


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