História Meu irmão ou eu? - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Fantasmas, Romance, Sobrenatural, Vingança
Visualizações 12
Palavras 939
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa é minha primeira fanfic, ela é original e eu fiz inicialmente para um jogo que acabou não saindo por razões de preguiça já que programar da muito trabalho kkkkk
Esses dias acabei vendo ela criando "pó" no meu computador e resolvi relê-la, apesar de ainda não ter terminado fiquei com vontade de posta-la, ela não vai ser muito comprida e eu já escrevi boa parte dela, espero que gostem dessa minha tentativa de fanfic, e por favor me digam o que acharam dela e se tem algo que pode melhorar.
É isso fiquem com o primeiro capítulo...

Capítulo 1 - Meu passado


Eu sei que eu e tudo a minha volta pode parecer estranho, mas por que ele esta fazendo isso comigo quando eu...? Por quê?


Bom, você pode estar perdido por não saber do que eu estou falando, então vou te contar a minha história e no final você decide em quem acredita.


Há 8 anos atráz eu e meu irmão gemeo Luan estavamos animados com a chegada do hallowen. Essa era a nossa época do ano preferida e nossos avós nos deixaram sair para pedir doce.


Mahina: Finalmente nós vamos poder sair pra pedir doces.


Daichi: Verdade, mas o melhor de tudo é que vamos conhecer novos amigos na vizinhança.


Mahina: Será que eles vão gostar da gente? Tenho medo que nos achem estranhos.


Daichi: Por quê? Eu acho que somos crianças normais como qualquer outra.


Mahina: É que eu estou nervosa com essa coisa de casa nova, além disso você não achou o vovô e a vovó meio estranhos?


Daichi: Bom, eles são meio calados, mas acho que no futuro isso vai melhorar. E se agente não tentar nunca vamos conseguir nada aqui, então não precisa ter medo.


Mahina: Tudo bem, se você diz eu...


Daichi: É assim que se fala, vamos!


Daichi me puxou até duas crianças.


Eu não lembro bem do rosto delas, na verdade a maior parte das minhas memorias daquele tempo são meio embaçadas.


Daichi: Oi, meu nome é Daichi e essa é minha irmã Mahina, nós somos novos na cidade, então, prazer em conhece-los.


Daichi sorriu tão inocente que nem dava para dizer que estava passando por tudo o que estava.


Menino: Oi, vocês são gêmeos?


Daichi: Somos sim.


Menina: Nossa. Que legal, eu nunca tinha visto gêmeos antes!


A menina da qual eu não lembro o rosto falou aquilo com uma animação tão grande que por um instante eu senti um alivio por pensar que talvez não fosse impossível fazer amigos. 


Depois de conversar um pouco com as outras crianças nós resolvemos ir pedir doces entes que ficasse tarde demais.


Mahina: As casas aqui são bem mais enfeitadas que na nossa antiga cidade.


Daichi: É mesmo. É mais divertido quando as pessoas da cidade também comemoram.


Menina: Aqui sempre foi assim, é uma época mais comemorada do que o próprio natal.


Mahina: Sério?


Menino: Sim, meu pai diz que é porque essa cidade era cheia de bruxas antigamente e elas nos ajudaram muito, então como agradecimento a elas todos na cidade comemoram o Hallowen.


Daichi: Nossa, que história legal!


Por um momento nós ouvimos passos de outras duas pessoas passando por nós, eram adolescentes e eram bem maiores que a gente, eles estavam chutando as decorações e sujando as ruas.


Nesse momento o menino e a menina que estavam com a gente começaram a parecer assustados e cochicharam para nós.


Menino: É melhor a gente sair daqui.


Meu irmão sempre foi muito certinho em certos pontos e estava irritado com o que estava vendo.


Daichi: Por que eles estão fazendo isso?


Ele disse isso em um tom um tanto alto e a menina desesperada falou.


Menina: Shii! Você está louco, se eles nos ouvirem estamos fritos.


Menino: Vamos logo antes que de algo muito errado!


Mahina: Vamos Daichi, por favor!


Daichi: Mas olha o que eles estão fazendo. Isso não deixa vocês bravos?


Menino: Essa não é a questão aqui...


Derrepente aqueles delinquentes estavam do nosso lado, todos nós ficamos brancos, mas Daichi não parava de encara-los.


Delinquente 1: Ei pirralhos, cadê os doces de vocês?


Daichi: Não interessa, por que você está fazendo isso com as decorações das pessoas?


De repente meu coração começou a disparar. 


Delinquente 2: Olha que pirralho mais abusado, quem você acha que é para dar sermão na gente, em?


De repente ele da um empurrão no meu irmão. Eu comecei a chorar.


Mahina: Vamos embora Daichi...


Nesse momento eu ouvi as crianças atrás da gente cochichando eles me olharam e de repente correram.


Delinquente 1: Ei, o que a gente faz com eles.


Delinquente 2: Nada, nosso problema é com esse aqui.


Mahina: Por favor, deixe a gente ir embora.


Daichi: Calma Mahina, eu vou cuidar deles.


Delinquente 2: Ha, ha, ha. Você ouviu isso?


Eu vi nesse momento um olhar de raiva do meu irmão.


Eu estava para sem fazer nada e resolvi pedir para aquele delinquente nós deixar em paz, mas nesse momento ele me empurrou também.


Só ouvi o grito do meu irmão.


Daichi: Deixe ela em paz!


A parti dai tudo passou em camera lenta na minha frente, o desespero e o medo só almentavam eu só queria ir pra casa com o Daichi, mas...
Ele correu até um dos delinquentes e bateu nele, nesse momento eles o empurraram, deram um chute nele e fugiram.


Quando eu olhei meu irmão estava caido no chão com a cabeça ensanguentada derrepende as duas crianças tinham voltado junto com adultos.


Para mim tudo ficou escuro e eu só escutei o barulho de uma ambulância, quando percebi já estava no cemitério, eles estavam enterrando meu irmão, eu havia perdido mais alguém.


Primeiro meus pais, depois meu irmão, meus avós não trocavam uma palavra comigo e eu não queria mais sair, comecei a ter aulas particulares, mas depois disso boatos sobre coisas estranhas que aconteciam na minha casa começaram a se espalhar, pessoas viam um vulto de um menino no terreno, escutavam barulhos estranhos e outras coisas absurdas. Mas se fosse realmente o fantasma do meu irmão... quem sabe eu teria um pouco de vontade de vê-lo.


Mas finalmente depois de oito anos me sentido presa, mas ao mesmo tempo protegida em minha casa, eu resolvi sair...


Notas Finais


Bom foi isso, eu dei uma revisada, mas se tiver algum erro me avisem, e não se esqueçam de deixarem as suas opiniões ;)


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