História Meu irmão suicida REMAKE ( incesto ) - Capítulo 33


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Categorias Histórias Originais
Tags Bullying, Cortes, Drama, Gay, Hematomas, Incesto, Lemon, Mutilação, Romace, Triste, Violencia, Yaoi
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Palavras 1.138
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu tenho um amigo que gosta de atacar cadeiras nos outros...

Capítulo 33 - A culpa é de vocês


   Pedro ainda dormia, uma enfermeira trocava a bolsa de soro que estava em seu braço, Mike estava ansioso, mesmo sabendo que o irmão ficaria bem, quando alguém que você ama está numa situação dessas é normal ficar nervoso.

- Ele vai ficar bem, não se preocupe! – disse gentil.

- Eu sei... – disse Mike cabisbaixo.

    A moça retirou a máscara de ar do garoto, Pedro já conseguia respirar sozinho, a enfermeira deixou o quarto.

  Mike acabou cochilando na poltrona ao lado do mais novo.

(...)

   Pedro acordou, sua visão estava meio turva, mas logo o mundo foi tomando forma. Ele olhou para o lado e viu o mais velho dormindo ao lado.

- Mike? – disse com uma voz fraca, Mike acordou piscando algumas vezes.

- Pedro, como se sente? Tudo bem? – perguntou se levantando rapidamente.

- Eu... Estou bem... – respondeu.

- Pedro... Eu fiquei tão preocupado... – disse baixo, Pedro não respondeu – NUNCA MAIS FAÇA ISSO! –gritou Mike, o mais novo se assustou com o tom do irmão.

  Mike percebeu a besteira que tinha feito.

- Desculpe... É que eu fiquei realmente preocupado, de verdade! – disse sentando-se na poltrona.

  Pedro tentou levantar, mas uma tontura o fez deitar de volta.

- Você não deveria se levantar agora, vou chamar o médico! – disse Mike se levantando, Pedro agarrou seu braço e apertou com todas as forças que ainda tinha.

- Não vai... – disse.

- Eu não vou embora, é rapidinho... – disse gentil.

- Não... Mike não vai... Fica aqui! – respondeu chorando, Mike rapidamente o abraçou, Pedro estava frio, apavorado.

- Tudo bem... Eu estou aqui, não precisa chorar está tudo bem! – disse em seu ouvido.

- Eu não devia ter feito i-Isso... D-Desculpa... – sussurrou Pedro.

- Está tudo bem agora... Nós vamos para casa logo tudo bem? Só descanse um pouquinho... – disse afagando a cabeça do irmão.

   Pedro continuou chorando baixinho, sua cabeça estava encostada no peito do irmão mais velho, Mike nunca havia o visto daquele jeito antes, nem mesmo da primeira vez que se viram, quando o mais novo ainda morava com os pais.

- Calma... Calma... Deite aqui... – Mike ajudou o mais novo a deitar na maca.

- Eu vou chamar o médico, não se preocupe... – disse o beijando.

  Pedro controlava alguns soluços, Mike saiu do quarto para chamar o médico para examinar o mais novo.

- Ele está bem, amanhã a tarde ele pode voltar para casa! – disse o médico, Mike agradeceu. Pedro ainda estava cabisbaixo, ele estava arrependido, nunca deveria ter feito aquilo, mas ao mesmo tempo estava triste... Ainda mais porque Mike havia gritado com ele, o mais velho nunca tinha gritado com ele antes, mas não foi por maldade.

   Ele queria voltar para casa logo. Mike não queria deixa-lo sozinho, mas tinha que voltar para casa e o mais novo tinha que descansar.

- Durma agora Pedro, você precisa descansar para voltar para casa comigo logo, tudo bem? – sugeriu Mike, Pedro assentiu em resposta.

(...)

   Marcos caminhava pelos corredores da escola, seu olhar era sombrio, as pessoas que passavam do seu lado eram apenas silhuetas sem rosto, ele só pensava em um rosto: Matheus.

   O loiro localizou seu alvo, ele estava conversando com João e Enzo, ou melhor, com duas silhuetas na visão de Marcos. Em uma questão de segundos ele jogou uma cadeira na direção do garoto. Matheus foi atingido, com o impacto ele caiu e bateu numa parede, os outros alunos se afastaram.

- O que é isso? – perguntou piscando várias vezes. Enzo e João se levantaram para ajudar o amigo, porém o loiro lançou um olhar psicopata para os dois que pararam no mesmo momento.

- Matheus... Você tem noção do que fez? – perguntou frio.

- Do que você está falando? – retrucou tentando se levantar do chão da escola.

  Marcos o derrubou novamente e pisou em seu estômago, Matheus gritou em resposta.

- Pedro tentou se suicidar ontem... – respondeu frio – Você tem a noção de que ele quase morreu seu desgraçado?! – o loiro nunca esteve tão alterado.

- Quase morreu... E quem se importa? Eu sempre odiei ele, pena que não morreu! – respondeu Matheus, Marcos acertou um soco em seu rosto, Matheus devolveu o golpe acertando o loiro.

  Marcos investiu nele e o prensou na parede, o loiro acertou vários socos no rosto alheio; Matheus se livrou do oponente e por trás o derrubou, Marcos puxou suas pernas fazendo com ele caísse também, os dois começaram uma briga selvagem no meio dos outros alunos.

  Alguns fios de cabelo estavam espelhados pelo chão, Marcos tinha um nariz sangrando e Matheus tinha perdido um dos dentes molares.

  - Eu vou desfigurar essa sua cara imunda seu porco! – disse Marcos.

- Agora chega! – disse Matheus ficando por cima, Matheus acertou socos no rosto do loiro que revidou com chutes em seu estômago. Marcos pegou mais uma cadeira e começou a bater em Matheus com ela, o outro não podia fazer mais nada, Marcos largou o objeto no chão, sua respiração estava acelerada.

  O loiro ainda não havia cansado, ele segurou Matheus pelo colarinho, ambos estavam acabados.

- Parem com isso!- disse João, ele junto com Enzo separou a briga dos dois. Os outros alunos ainda permaneciam onde estavam, tinha sido uma longa briga naquela sala de aula.

- Me solta Enzo! – disse Marcos o empurrando, João ficou na frente de Matheus para protegê-lo Marcos olhou para seu alvo.

- Como pode defender ele, Pedro quase morreu... Ele poderia ter morrido mesmo... – disse o loiro – E vocês também... Por que não ajudaram ele quando o viam claramente sofrendo? – perguntou para os alunos ali presentes.

  Ninguém tinha a cara de pau de responder Marcos.

- Eu o salvei ontem... E se eu não tivesse ligado para ele? – perguntou Marcos – Ele estaria morto agora e a culpa seria toda de vocês! – disse, Marcos se retirou da sala de aula, ninguém se perguntara onde ele havia ido, todos olhavam para Matheus que agiu indiferente.

(...)

   Marcos levava um chocolate consigo, ele corria para saber como Pedro estava, entrou no quarto do hospital e viu o amigo dormindo na maca, Pedro acordou com o rangido da porta.

- Oi Pedro! – disse o loiro, Pedro virou-se para ele.

- Oi Marcos... O que houve com seu olho? – perguntou Pedro.

- Meu olho? – Marcos olhou-se no espelho do quarto e percebeu um inchaço e uma cor roxa em seu olho.

- Nada de mais... Eu trouxe para você! – entregou o chocolate para Pedro.

- Obrigado Marcos... – respondeu, algumas lágrimas desceram de seus olhos verdes.

- Não chore! – disse o loiro passando os dedos em seu rosto secando suas lágrimas.

  Pedro deu um selinho no loiro que acabou se inclinando para trás surpreso.

- Calma, o Mike já sabia disso! – disse.

- Ah é mesmo... – retrucou o loiro.

- Marcos... Fica comigo até o Mike chegar? – perguntou Pedro.

- Tudo bem...

CONTINUA...

 

 


Notas Finais


Ui que beijinho foi esse?


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