História Meu irmão tarado! - Capítulo 5


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elizabeth Liones, Gelda, King, Meliodas, Merlin, Zeldris
Tags Elizabeth X Diane, Incesto, Meldris, The Seven Deadly Sins, Zeliodas
Visualizações 409
Palavras 1.449
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora, minhas provas e a feira de ciências já começaram. Então fico um pouco sem tempo de escrever para vocês, e pra piorar estou tentando arrumar alguns problemas daqui de casa.

Sem mais demoras...

Espero que gostem (^~^)

Capítulo 5 - Trabalho de escola e confusão.


P.O.V's Meliodas


Esperei dentro do carro, e infelizmente ao lado de Elizabeth. Não tinha ninguém para fazer dupla, bem que eu devia ter chamado o Ban. Zeldris entrou no carro e olhou feio para a platinada, chegou a ser cômico seu ciúmes bobo.

Helbram nos levou para casa, entramos, eu e Elizabeth fomos para meu quarto fazer a porcaria do trabalho de uma vez. Peguei todo o material necessário, arrumei tudo em cima da minha cama. A folgada ficou só olhando, começamos a fazer, já havia pesquisado sobre o assunto antes.

O cartaz já estava pronto, faltava apenas as falas, o que iríamos falar na frente de todos, pelo menos isso, ela fez sozinha. Quando pedi o corretivo para apagar o que estava escrito errado e de caneta no papel, Elizabeth simplesmente pulou em cima de mim.

Ela lambeu meu pescoço e o mordiscou, me debati ao máximo, ela era mais forte do que eu pensava, tampou minha boca com uma mão, a outra tentava me estimular embaixo, ela deixou um chupão bem visível. Era nojento, eu ficava com ela apenas para fazer ciúmes no moreno.

Surtei, consegui a chutar para meu lado, passei a mão no local marcado, estava molhado e doía. Desgraçada...

Ouvi a porta ser aberta. Ferrou, era Zeldris, ele me olhou assustado, viu o chupão no meu pescoço e a quase albina limpando sua boca com os lábios. Ele me olhou e bateu a porta.

A olhei furioso, ela apenas sorriu sínica, a mandei para fora do quarto imediatamente, ela obedeceu e eu corri para o quarto do menor. Estava trancado, bati na porta mil e uma vezes, ele nem respondeu, ouvi um choro baixo vindo de dentro. Forcei a porta desesperado, sempre odiei ver ele chorando.


— Zeldris! Abre a porta! – Gritei, estava ficando com mais raiva da Liones.

— Sai daqui! – Escutei aquilo como um sussurro.


Já vi em filmes que pessoas conseguem abrir uma porta com uma prisilha. Fui para o banheiro e peguei uma prisilha que a Gelda havia esquecido. Por que eu sei? Gelda vive perdendo isso, voltei de frente para a porta e, por incrível que pareça, deu certo. Entrei no quarto.

Zeldris estava debaixo das cobertas chorando, ainda não percebeu a minha presença. Caminhei até ele silenciosamente, me sentei ao seu lado, que logo percebeu, se levantou rápido. O puxei para meu colo, acariciei seu rosto, estava com os olhos vermelhos, cabelos bagunçandos e com uma roupa leve. Ele tentava dar soquinhos no meu tronco.


— Idiota... – Encostou sua cabeça no meu colo – V-você disse que gostava de mim...

— E ainda gosto – Fiz carinho em seus cabelos pretos.

— P-por que beijou... Ela.

— Ela pulou em cima de mim – Me olhou ainda não acreditando – É sério, eu nunca beijaria ela por que quis, eu... Só fazia ciúmes em você – Falei rápido.


Ele apenas disse um “Hum”, continuou com a cabeça em meu colo.


— Saiba que a única pessoa que eu gosto é você – Ele se levantou e ficou de frente para mim.

— Não me ama?

— Bom... Amar é uma palavra muito forte pra mim irmãozinho – Ele abaixou a cabeça – Descobri meus sentimentos a pouco tempo, não posso já dizer que eu te amo, estaria mentindo. Mas, eu te gosto.


Ele riu fraco e levantou a cabeça, sorri de lado e ele me abraçou. Devolvi o abraço, levei minha mão até debaixo da sua blusa, seu corpo estava quente, se arrepiou com o choque da minha mão gelada.


— M-Meliodas! – Deu-me um tapa de leve quando sentiu eu passar minha mão em suas costas.

— O que foi? – Perguntei fingindo inocência.

— I-idiota! – Desfiz o abraço – Onde ela está?


Provavelmente estava sem referindo a Elizabeth.


— La embaixo.


Descemos para a sala e ela não estava lá. Viramos de frente para a escadaria e vimos que ela estava lá.


— E-eu fui para o banheiro – Ela olhava para baixo.


A mandei ir embora, logo ela foi. A noite, Estarossa nos chamou para jogarmos Banco Imobiliário. Jogamos e logo fomos dormir.

[...]

O fim de semana foi um bom descanso para mim, Zeldris e Estarossa. Fomos para o shopping, parque e outros lugares.

Já estava trocado esperando o restante se trocar para irmos a escola. Todos estavam prontos, Helbram nos levou para a escola, quando saimos do carro, alguns olhavam torto para nós, mas...

Os olhares tortos eram apenas para mim e Zeldris. Olhei cada expressão. Alguns eram de nojo - a maioria era de nojo - outros riam e alguns nos ignoravam.

Obviamente tem algo de errado.


— Meliodas – Zeldris sussurrou em meu ouvido.

— Eu sei. Temos que descobrir do porquê – Respondi olhando para um grupo que, logo desviou o olhar.


Entramos na escola, olhamos para casa rosto. Olhamos pra todo lugar, fui até Ban perguntar o que aconteceu.


— Vocês deveriam ter tomado mais cuidado – Olhei para o Zeldris sem entender nada.

— Como assim Ban? – Perguntei.

— Como assim? TODOS sabem sobre o caso de você.


Eu e o meu gêmeo estávamos incrédulos. Mas... Quando, e... Como a escola inteira sabe?


— C-como? – Zeldris parecia bravo.

— Já ouviram falar de Redes Sociais? Teve um twett da Elizabeth...


Ban mal terminou de falar, o menor bateu a mão na mesa que Ban estava, sua expressão era de fúria.


— E... – O platinado continuou – Ela postou uma foto de vocês dois. Alguns não acreditaram, outros zoavam vocês e outros... Nojo.


Respirei fundo tentando recuperar a minha paciência com a platinada. Nada adiantou. Ban pegou seu celular e nos mostrou o twett.

“Uma palavra. N-O-J-O”

A imagem. Eu e Zeldris estamos no quarto nos agarrando... Provavelmente nos espiou quando estava conversando com o moreno.

Noa direcionamos para o campus, a Liones sempre fica lá antes de bater o sinal. Ela estava conversando com alguns garotos do time de futebol americano. Zeldris pegou uma pedra do gramado e jogou de frente com o rosto da quase albina. Fazendo-lhe um corte não profundo em uma das bochechas.

Ela nos olhou assustada, igual ao restante das pessoas ao redor. Alguns nos olham curiosos.


— S-seu pirralho! – Ela apontou o dedo para meu irmão, perdi a paciência com esse retardada.

— Não aponta o dedo para o MEU irmão! – Bati minha mão em seu dedo – Olha aqui Elizabeth – Ela parecia apreenciva – Não se meta no nosso relacionamento. Se eu fiquei com uma piranha como você, por que não posso ficar com meu irmão? Pelo menos eu gosto dele de verdade.


Alguns gritavam com a discussão. Zeldris me abraçou de lado e dei-lhe um selinho. Saimos dali ao bater o sinal.

Cada um foi para sua sala. As aulas passaram rápido, fiquei o recreio inteiro com Ban e Zeldris. Depois das aulas, eu e o moreno esperamos Helbram nos buscar. Ele veio, tivemos que esperar o anta do Estarossa chegar. Entramos e decidimos ir a uma sorveteria no caminho.

Compramos um sorvete cada, eu morango, Zeldris limão, Estarossa chocolate. Até compramos um para nosso pai, de flocos, seu preferido.

Chegamos em casa melados de sorvete, tomamos um banho e esperamos o pai chegar da empresa e almoçarmos. Porém... Não foi como o planejado ele chegar já nos dando boa tarde ou algo assim.

Ele parecia com a cara mais fechada que já vi. Almoçamos normal e ele disse algo que me deu calafrios.


— Quero conversar com vocês dois mais tarde, agora estou meio atrazado – Ele disse apontando para mim e Zeldris.


Então ele voltou para o trabalho. Ficamos a tarde inteira no tédio, jogamos video game, assistimos TV. Coisas monótonas. Estava quase no horário dele chegar, decidimos ver os comentários da postagem.

Entrei no perfil da platinada e o twett ainda estava lá. “Comentários”

Cliquei.

“Credo! Onde já se viu?” - @Gilthunder

“Nojoooo” - @Jericho

“Nojo vai ser sua cara depois que eu der umas tijoladas nela” - @Meliodas

Respondi mesmo!

“Shippo!” - @Harlequin

King, esse sim é um bom amigo e professor.

“Esses ai vão pro inferno” - @Merlin

“E vou de tobogã e com orgulho” - @Zeldris

O Zeldris respondeu.

Escutei o barulho das chaves, sai do Twetter. A porta girou e entrou meu pai.

Eu e Zeldris fomos até a mesa do jantar e esperamos ele dizer o que queria.


— Não sei mais o que fazer com vocês – Ele parecia esgotado e decepcionado – Sabe o que aquele twett da amiga de vocês fez comigo? Todos da minha empresa comentaram isso. Sorte que eu soube do porque ficarem comentando tanto sobre vocês dois, o responsável por uma enorme empresa ter dois filhos GAYS e ICESTUOSOS? – Ele aumentou a voz.


Ficamos em silêncio, sem saber o que fazer... Precisamos pensar em algo.

E rápido!



Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, estou sem ânimo esses dias (T_T)

Obrigada a todos que acompanham e comentam <3

E já dizendo que, provavelmente essa Fanfic vai ser bem longa (ou nem tanto :/). Enfim...

Bjs ♥


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