História Meu Lar - Capítulo 19


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 121
Palavras 1.671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei? Demorei.
Porém, eis-me aqui! É preciso agradecer pelos mais de 100 favoritos. É tudo para vocês que lêem, que curtem a temática e compram sempre as minhas ideias. Muito obrigada!

Boa leitura!

Capítulo 19 - Libertando-se.


 

 

Essa mulher vai acabar comigo, está entendendo? Sim, eu estou, Emma. Seja forte, garota. Você consegue! — diz Emma, tentando controlar sua respiração.

— Cadê a Regina? — perguntou Killian, no ouvido da amiga. — Por que está sozinha?

— Ei, calma, calma... Regina foi ao banheiro, daqui a pouco voltará. — respondeu a loira, em meio a uma risada.

— Menina, você está vermelha. O que houve? — o rapaz passava a mão pela extensão do rosto de Swan, que assoprava o próprio peito. — Está passando mal?

— Mal? Eu? N-não, claro que não... — desviou o olhar, e logo pode ver Regina retornando do banheiro. A morena aproximou-se dos dois e passou um dos braços por cima de Emma. — Meu amor...

— Está tudo bem? — questionou a morena.

— Está sim. — respondeu Swan, com a voz um tanto trêmula. — Pelo visto teremos show esta noite, não é mesmo? — disse a loira apontando, com a cabeça, para o palco.

— Ui! — exclamou Killian, assim que viu uma dançarina sentar em uma cadeira que havia sobre o palco. A mulher estava usando uma lingerie rendada, roxa e com pontos de transparência. — Acabei de virar hétero...

— Ah, fala sério... — Emma riu, e Mills a abraçou por trás, deixando seu queixo apoiado sobre o ombro da loira. — Você quer ver isso?

— Não sei, mas acho que sim. — respondeu a morena, mordendo o lábio inferior. Emma a olhou, deu de ombros e voltou a fitar a mulher sobre o palco, que agora dançava ao som de “Thunder – Imagine Dragons”.

— Encontramos vocês, finalmente. — Lauren gritou, enquanto aproximava-se dos outros. O casal se posicionou ao lado de Emma e Regina, e passaram a observar os passos lentos da dançarina que dava tudo de si em sua performance. Swan remexia com a música, notando certa animação da parte de sua namorada.

A morena apoiou a mão em uma das coxas da loira e começou a apertar, de acordo com o ritmo da canção. Emma cruzou as pernas e apertou-as uma contra a outra, principalmente, quando Regina começou a beijar seu pescoço.

 

“…Just a young gun with a quick fuse

I was uptight, wanna let loose

I was dreaming of bigger things

And wanna leave my own life behind

Not a yes sir, not a follower

Fit the box, fit the mold

Have a seat in the foyer, take a number

I was lightning before the thunder…”

 

A morena apertava uma coxa, e com a outra mão subia e descia sobre a barriga da loira. Emma tombou a cabeça para trás, mesmo querendo resistir aos toques de sua namorada. Regina começou a intercalar beijos com mordidas, e Swan segurou uma das mãos dela e segurou, impedindo que a morena lhe tocasse o centro.

— Quer ir embora? — perguntou Emma, e Regina negou com a cabeça. — Por quê?

— Porque não... — a morena sorriu, mordiscando a ponta da orelha da outra, que franziu o cenho em reprovação.

— Porque não, não é resposta. — rebateu.

— É sim. — Regina virou-a de frente para si, beijou sua bochecha e abraçou-a pelo pescoço. — Linda...

— Amor, não... — resmungou Emma. — Está judiando de mim.

— Te deixar com tesão é uma judiação, Swan? — questionou, sussurrando alto no ouvido da loira.

— Não, mas você me deixa com vontade e tira o corpo fora... — a loira falava, com os olhos fechados, mordicando o lábio inferior em seguida. — Não pode deixar uma mulher com vontade de ser...

— Ser... O quê? — Regina deu um passo para frente, encaixando uma das pernas por entre a de Swan. — Fala pra mim.

— Não pode deixar uma mulher com vontade de ser... chupada. — ao ouvir a frase da namorada, Regina desceu as mãos para suas nádegas e as apertou. Depositou um beijo nos lábios da loira, olhou para o lado e disse:

— Já voltamos, pessoal! — exclamou, puxando Emma por entre as pessoas que dançavam e ovacionavam a dançarina, que ainda estava no palco.

— Regina?

— Só vem comigo... — disse, enquanto puxava a loira para fora do ambiente.

Já ao lado de fora, Emma olhava para Regina sem entender. A morena olhou ao redor, como se estivesse em busca de alguma coisa. A loira a observava com curiosidade, principalmente, quando a morena fez sinal para um Táxi.

— Regina?

— Shhhh! — balbuciou, antes de adentrar o carro e dizer ao motorista o destino, sem que Emma ouvisse.

— O que está aprontando? — questionou Swan, entrelaçando seus dedos com o da namorada.

— Meu amor, é minha vez de fazer uma surpresa, ok? — Emma meneou a cabeça, enquanto recebia um beijo na testa. Alguns minutos dentro do carro, até que chegaram onde Regina queria.

— Regina?

— Vem, Swan... — disse a morena, rindo. — Obrigada! — agradeceu ao motorista, que acenou e deu partida.

— Não é perigoso, amor? São quase 01:00am. — Emma hesitou, tentando parar Mills, que continuava andando.

— Olha o tanto de polícia ali... — apontou, e a loira se deixou levar. — Está surpresa?

— Demais. Por que a praia? — perguntou, antes de pararem para retirar os calçados para que pudessem pisar na areia. — É um lugar tão... intenso.

— Sim, é. Eu... É... Esse lugar me deixa um pouco agoniada, mas eu não gostaria de estar aqui com outra pessoa. Você me dá uma segurança muito grande, meu bem. Eu precisava estar aqui agora, e com você. — disse e olhou para Emma, que tinha os olhos marejados. — Vamos até a beira?

— De mãos dadas... — falou Emma, e a morena confirmou com a cabeça.

— Sempre. — e as duas caminharam até a água. — Eu aprendi uma oração uma vez, mas nunca usei por nunca mais ter vindo ao mar, mas...

— Quer fazê-la? — Emma questionou, um pouco antes de seus pés tocarem a água fria. Regina respirou fundo e olhou para Emma sorrindo, antes de começar a falar.

“Oh, doce Iemanjá, limpai as nossas auras, livrai-nos de todas as tentações. És a força da natureza, linda deusa do amor e bondade... — Regina fechou os olhos por alguns instantes, como se fizesse um pedido. — ...Ajude-nos descarregando as nossas matérias de todas as impurezas e que a vossa falange nos proteja, dando-nos saúde e paz.” — a morena foi andando, deixando que a água molhasse até um pouco acima de seu joelho. Emma a olhava, sem saber o que fazer. Olhou a forma como Regina se sentia leve ali, entregue, e fez uma nota mental de que deveria leva-la mais vezes a praia.

A morena virou-se para Swan e sorriu com os olhos lacrimejados; a loira, no mesmo instante, caminhou até ela e a abraçou.

— Deixei que fossem, Emma... — sussurrou Regina. — Acabei de deixá-los livres, porque... — suspirou, afastando-se para olhar Emma nos olhos. — Porque eles me mandaram você e eu seria egoísta se continuasse prendendo-os em mim da forma que eu fiz até hoje. Você cuida de mim e eu vou aprender a cuidar de você, meu amor...

— Ei, você já cuida de mim. Cuida de mim com todo o seu amor, não precisa de mais nada... — a loira a acalmava, alisando seus fios negros com as pontas dos dedos.

— Eu queria poder te dar a lua, o mar, o Céu. Não sei, eu queria te dar o mundo... — disse Regina. — Mas não me sinto capaz de fazer tudo por você, então...

— Amor, pare com isso. — os lábios finos repousaram sobre a bochecha gelada da morena. — Você não precisa me dar a lua, o mar, o Céu, estrelas... Nada disso. Você é minha lua, meu mar, meu Céu. Meu tudo! Eu não preciso do que já tenho... — Emma jamais conseguiria vislumbrar o cair de uma lágrima tão sincera, da forma como assistiu o início do choro de Regina ali, com o mar sendo testemunha de suas declarações veladas ao luar.

— Eu te amo! — exclamou Regina, tapando a boca de sua namorada com um beijo, que rendeu muito mais do que ambas imaginavam. — Eu não quero voltar pra lá, eu quero te amar, te pedir desculpas em forma de toques.

— Desculpa?

— Por ter te deixado da forma como deixei... — Emma arregalou os olhos ao ouvir, antes de começar a rir.

— Você é uma caixinha de surpresas, meu amor. Uma hora doce, outrora safada.

— Vai dizer que não gosta? — Regina arqueou uma das sobrancelhas. — E já vai se preparando, porque hoje não quero nada amorzinho...

— Ih, é? Quer o quê? — questionou Emma, acompanhando-a. — Me amarrar na cama, me bater com um chicote?

— Hum... Talvez... talvez não. — a morena começou a correr pela areia, e Emma fez o mesmo.

— Regina!

 

 

A Lua Que Eu Te Dei – Ivete Sangalo ♪

 

 

“... Posso te falar dos sonhos

Das flores

De como a cidade mudou

Posso te falar do medo

Do meu desejo, do meu amor

 

Posso falar da tarde que cai

E aos poucos deixa ver

No céu a Lua

Que um dia eu te dei

 

Gosto de fechar os olhos

Fugir no tempo

De me perder

Posso até perder a hora

Mas sei

Que já passou das seis

 

Sei que não há no mundo

Quem possa te dizer

Que não é tua

A Lua que eu te dei

 

Pra brilhar

Por onde você for

Me queira bem

Durma bem

Meu amor

 

Eu posso falar

Da tarde que cai

E aos poucos deixa ver

No céu a Lua

Que um dia eu te dei

 

Pra brilhar

Por onde você for

Me queira bem

Durma bem

Meu amor

 

Durma bem

Me queira bem

Meu amor

 

A Lua que eu te dei!

A Lua que eu te dei!

A Lua que eu te dei”

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Sim, o fogo de Regina não foi apagado pelo mar. Para os amantes de cenas íntimas das duas, esperem pelo próximo.
Beijos!


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