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História Meu Lobo... Minha Bruxa... O Círculo da Lua Crescente. - Capítulo 11


Escrita por: Tara-Clear

Capítulo 11 - Parece tão certo estar aqui.


Fanfic / Fanfiction Meu Lobo... Minha Bruxa... O Círculo da Lua Crescente. - Capítulo 11 - Parece tão certo estar aqui.

Lilly  

AOS poucos fui despertando de um sono gostoso e tentei me espreguiçar, mas senti algo prendendo minha cintura. Então eu fui me lembrando do que tinha acontecido ontem. 

Senti o cheirinho gostoso que vinha dele e corri os dedos pelo seu braço. Apesar de estar preocupada com o sumiço da minha avó e meus pais estarem procurando por ela do outro lado do mundo, eu dormi muito bem essa noite. Foi o efeito de ter Embry aqui comigo.  

Com jeitinho fui me mexendo até ficar de frente pra ele e observei seu lindo rosto adormecido. 
— Bom dia. — Embry murmurou sonolento e eu beijei a pontinha do seu nariz. 
— Bom dia. Achei que ainda tava dormindo. 
— Eu tenho o sono leve, você se mexeu e eu acordei. — explicou abrindo os olhos e me encarando. 
— Desculpa. — murmurei baixinho ele sorriu. 
— Tudo bem.  
— Obrigada por ter vindo ficar comigo. 
— Disponha. Seth só não pode saber disso. 
— Não mesmo! — concordei e demos risada.  

Embry começou a fazer cócegas em mim e eu tava quase fazendo xixi nas calças de tanto rir.  
— Ai para! Para! — pedi rindo já ofegante e ele parou segurando minha cintura.  

Embry ficou me olhando e foi se aproximando devagar. Seus lábios tocaram os meus suavemente e eu senti meu corpo vibrar em resposta.  

O fato de nós estarmos ali no meu quarto, na minha cama tornava tudo mais excitante.  

Minhas mãos entraram por dentro da sua camisa e arranhei suas costas ouvindo com prazer seu gemido baixinho.  

Embry pressionou meus quadris e senti o quando ele estava excitado. 
— Melhor... eu ir... pro meu... quarto... — disse enquanto beijava minha boca e eu tive vontade de pedir a ele que ficasse, mas não tive coragem.  

Ele me deu mais um beijo e levantou saindo do quarto. Eu realmente queria continuar, mas me faltou um pouco de coragem, talvez porque ainda não seja o momento certo. Queria conversar com a minha mãe sobre isso.  

Levantei e arrumei minha cama, logo depois fui tomar banho.  

Me arrumei e fui preparar o café, mas quando cheguei à cozinha, Embry já estava lá. 
— Foi mais rápido do que eu.  
— Eu sei o quanto você demora pra se arrumar. — disse me zoando e eu fiz uma careta. 
— Engraçadinho. Quer ajuda? 
— Não sei, você quer comer algo? Eu só fiz café.  
— Aprendi a fazer uma omelete deliciosa com a tia Dafne. 
— Ok, o fogão é todo seu.  

Dei risada e fui pegar os ingredientes na geladeira.  

 

Tara  

Sequei meus cabelos enquanto olhava Dublin pela janela do hotel.  

Juntei todas as coisas da minha mãe que estavam na casa de Brenna e trouxe comigo. Depois fomos até o último lugar onde ela foi vista ou onde disse que iria, um bairro conhecido por atrair turistas.  

Procuramos por toda parte, mostrei fotos dela e nada. Tentei mais um feitiço de localização que também não deu resultado. Pelo menos Lilly tem certeza de que ela ainda está aqui na Irlanda.  
— Não gosto de ver você assim. — Seth disse e me virei para olhá-lo. 

Ele havia acabado de sair do chuveiro, tinha uma toalha enrolada nos quadris e estava maravilhoso como sempre.  
— Não saber o que aconteceu com a minha mãe me deixa angustiada, preocupada.  
— Eu faria qualquer coisa pra não te ver assim.  

Ele sentou ao meu lado e fez um carinho no meu rosto. 
— Eu sei amor e te agradeço muito por isso. Não sei o que seria de mim sem você. 
— Eu amo quando você fala isso. 
— Eu sei. 

Seth me pegou no colo e soltei um gritinho surpreso. Ele me levou até a cama e me colocou sobre os lençóis brancos com a maior delicadeza do mundo.  

Suas mãos percorriam meu corpo abrindo o laço do roupão enquanto sua boca beijava a minha daquele jeito maravilhoso que só ele sabe.   
— Amor... — sussurrei de encontro ao seu ouvido. 
— Que? — ele respondeu baixinho também com voz rouca. 
— Dafne e Jared tão esperando a gente pra comer, lembra? 
— Queria não lembrar. — ele murmurou de encontro ao meu pescoço e demos risada.  

Mesmo a contragosto, ele saiu de cima de mim e estendeu as mãos para me ajudar.  

Me arrumei rápido e Seth também. Na verdade, eu nem queria sair, preferiria estar por aí procurando pela minha mãe, mas Dafne tinha razão em dizer que precisamos “manter as aparências” e observar.  

Encontramos com eles no lobby do hotel e decidimos ir a um restaurante de comida tradicional irlandesa que ficava no mesmo quarteirão, por conta disso fomos a pé mesmo.  

O ambiente era bastante simples e acolhedor, mesinhas pequenas com cadeiras em forma de bancos passavam a impressão dos pubs ingleses.  

Escolhemos uma mesa mais afastada para conversar com privacidade.  
— Vão pedir o que? — Jared perguntou quando sentamos. 
— Eu quero provar a cerveja Guinness. — Seth comentou empolgado e olhei para ele. — É praticamente um símbolo aqui da Irlanda. 
— Boa ideia cara. — Jared também se empolgou e troquei um olhar com Dafne. Já vi tudo.  
— Eu vou ficar na sidra, é mais suave. — minha amiga disse sorrindo. 
— Acho que também vou querer essa sidra.  

Pedimos as bebidas e também porções de Fish and Chips, que são basicamente peixe empanado frito acompanhado de batatas fritas e molho, escolhemos maionese caseira e barbecue.  

O lugar onde eu estava sentada ficava de frente para uma enorme janela de vidro e me proporcionava a vista para a avenida. No vidro tinham desenhos de trevos-de-quatro-folhas de vários tamanhos pintados na cor verde, eles eram um dos símbolos da Irlanda, e segundo a crendice popular é um sinal de sorte.  
— Você tá preocupada né? — Dafne perguntou me olhando e soltei um suspiro enquanto limpava os dedos no guardanapo de papel.  
— Não tem como não ficar amiga, acho que só não surtei de vez ainda porque Lilly tem certeza de que ela está bem, está viva.  
— A gente vai achar a Morgana, tenha fé nisso. 

Sorri agradecida, mas não estava confiante. Sinto que tem algo sinistro por trás desse sumiço da minha mãe, e eu gostaria muito de estar de errada.  

Pedimos uma refeição leve e voltamos para o hotel. Amanhã seria um dia bastante cheio, pediria a Lilly para tentar um novo feitiço e se fosse preciso, íamos bater de porta em porta procurando por ela. Seth e Jared dariam um jeito de se transformar em lobos e procurar também.  

Assim que passamos pelas portas giratórias e entramos no lobby, meu celular começou a vibrar no bolso da minha jaqueta. Era Lilly. Achei estranho e atendi, aqui eram quase onze da noite, lá ainda estava de dia, por volta de três horas da tarde.  
— Querida o que foi? Aconteceu algo? — perguntei preocupada e Seth se aproximou para escutar também. 
— Mãe é a vovó! — Lilly disse aflita e encarei meu marido. — Ela tá se movendo! 
— Como assim filha?! Explica isso direito! 
— Como eu já tinha explicado, deixei a echarpe da vovó, a pedra da lua e o mapa conectados para sentir quando algo mudasse, e acabou de mudar! Quem tá com ela, tá se movendo! 
— Pra onde ela está indo?! 
— Não dá pra ver, só sinto que ela está se movendo. Talvez quando parar em algum lugar, eu consiga ver! 
— Tudo bem querida, tudo bem, isso já é ótimo. Continue acompanhando e qualquer novidade me avise! 
— Tudo bem mãe. 

Dafne e Jared também se aproximaram e minha amiga olhava de um para o outro. 
— Me atualizem, eu não tenho super audição.  
— Lilly disse que minha mãe tá se movendo, parece que quem pegou ela resolveu mudar de esconderijo! — eu tentava explicar nervosa. — Pedi a ela que continuasse de olho e me avisasse de qualquer mudança.  
— Nossa, mas isso não ajuda em nada, ainda não sabemos onde Morgana está. 

Eu sabia que aquilo era verdade. 
— Nós temos que esperar o aviso da Lilly, o próximo passo que será dado. — Seth sugeriu e nós concordamos.  
— Galera eu pensei aqui... — Jared ponderou e olhamos para ele. — Será que essa mudança não tem a ver com o fato de nós estarmos aqui?  

Trocamos olhares realmente cautelosos. Se isso for verdade, significa que quem pegou minha mãe já estava de olho em nós a um bom tempo. Foi inevitável não lembrar do que aconteceu no passado e do quanto tudo aquilo acabou mal.  

 

Gus  

Lilly ligou avisando que quem estava com Morgana, estava se movendo lá na Irlanda. Chamei Johnny e fomos pra casa dela.  

Ele tava doido pra ver a Beth, os dois não param de conversar pelo celular um minuto sequer, as vezes me pergunto se eles não enjoam. E também me pergunto se quando acontecer comigo eu também vou ficar assim, se é isso que vai acontecer.  

O imprinting nunca foi uma certeza e também não existe um fato concreto do porquê ele acontece. Segundo as bruxas, a única certeza que todos têm é que ele não obriga ninguém a nada. Não sei se concordo muito com isso.  

Analisando bem o histórico dos meus pais e meus tios, imprinting significa problemas. Pior de tudo é não ter certeza se isso vai acontecer em algum momento da minha vida. Então eu não posso me envolver com nenhuma garota porquê do nada o meu imprinting pode aparecer e eu não tô afim de machucar ninguém. Até agora esse é o único lado de ruim de ser um lobisomem Quileute.  

Parei a moto em frente à casa da Lilly e Johnny desceu.   
— Aí cara, tá tudo bem? — ele me perguntou e eu o encarei. — Cê tá meio estranho hoje, distraído. 
— Eu tô de boa, só pensando em algumas coisas. 
— Beleza, mas se quiser conversar, é só falar. 

Assenti e caminhamos na direção da casa.  

Toquei a campainha e dei risada encarando Johnny, Beth vinha correndo abrir a porta.  

Os dois realmente formavam um casal fofo e ficaram se olhando e eu realmente achei que eles fossem se beijar. Mas aí a tia Leah apareceu. 
— Olá meninos. — ela disse sorrindo pra mim e encarou o Johnny que ficou sem graça.  
— Mãe você não tava com os gêmeos? — Beth perguntou olhando pra ela e cruzando os braços.  
— Engraçadinha. 

Tia Leah se afastou ainda encarando Johnny e Beth balançou a cabeça em desagrado. 
— Cara, eu odeio quando ela faz isso.  
— Se você provocar é pior. — falei rindo. — Cadê a Lilly?  
— Na cozinha conversando com o meu pai, Embry e tio Jacob por telefone. Ela tá contando o que aconteceu ontem.  

Entrei e os dois ficaram conversando.  

Lilly vinha da cozinha junto com Embry e tio Brian. 
— Oi. — falei indo ao seu encontro e nos abraçamos. 
— Oi, tudo bem? 
— Tô bem, e você?  
— Mais animada que ontem, eu tenho certeza de que vamos encontrar minha avó logo, logo.  
— Isso aí.  

Tia Leah e tio Brian ficaram mais um pouco e logo depois foram embora levando os gêmeos. Ela queria que a Beth fosse com ela, mas a garota se recusou e disse que ficaria até mais tarde. Tia Leah tentou intervir, mas o marido não deixou.  

A gente pediu umas pizzas e Embry disse que ia até a oficina dar uma olhada por lá, já que como meu pai e tio Seth estavam na Irlanda, ele era o responsável nesse momento. Beth e Johnny queriam um pouco de privacidade e foram para o quarto da Lilly conversar, se bem que eu acho que eles tavam querendo outra coisa. 

Eu e Lilly ficamos na sala assistindo um filme.  

 

Beth

Music on  

Depois de comer a pizza, Johnny me chamou para conversar um pouco e Lilly disse que podíamos ir para o seu quarto, ou melhor, nosso antigo quarto.  
— O que você quer conversar comigo? — perguntei sentando na cama e ele veio sentar ao meu lado.  
— Saber como você tá. 
— Johnny a gente se fala toda hora, desde quando acorda até a hora que vamos dormir. — falei rindo e ele riu também deitando na cama, e apoiando o peso do corpo em um dos cotovelos.  
— Verdade, mas não é a mesma coisa que conversar pessoalmente.  
— Verdade. — concordei rindo mais uma vez.  

Ele me encarou e fez um carinho no meu rosto.  
— Você é muito linda, sabia? 

A cada dia que passa eu me sinto mais próxima dele, me faz bem conversar com ele. 
— Obrigada. — agradeci me sentindo um pouco tímida desviando o olhar.  

Johnny foi se aproximando até ficar bem perto de mim. Aquela proximidade me deixou um pouco nervosa porquê eu sabia o que poderia acontecer naquele momento.  
— Johnny... — sussurrei um pouco ofegante. 
— O que? — ele sussurrou de volta no mesmo tom. 
— Eu nunca beijei ninguém... — revelei envergonhada e ele sorriu. 
— Não vejo problema nisso. — Johnny disse antes de pressionar os lábios contra os meus.  

Meu coração disparou no peito e fechei os olhos querendo aproveitar o momento. Ele me beijava suavemente, apenas roçando os lábios. Nunca imaginei que meu primeiro beijo seria tão bom assim.  

Johnny me deu vários beijinhos e fez um carinho em meu rosto antes de se afastar.  
— Eu já queria fazer isso há muito tempo. — ele disse sorrindo e me beijando de novo.  

Eu perdi completamente a noção do tempo enquanto beijava Johnny. Ele aprofundou o contato enlaçando minha cintura me puxando para mais perto e usando a língua no beijo.  

Senti sua pele extremamente quente pelo fato de ele se transformar em um lobo enquanto suas mãos apertavam meu corpo de um jeito que me deixava arrepiada. Johnny libertou minha boca e seus beijos foram descendo pelo meu pescoço alternando com pequenas mordidas.  

Parecia tão certo estar ali com ele naquele momento. Esqueci por completo de todo o resto, as neuras da minha mãe, o receio que eu tinha de me relacionar com alguém por medo de dar errado. 
— Eu sei que... pode ser... um pouco cedo... — ele sussurrou enquanto me beijava. 
— Cedo pra que?  
— Beth Winchester... você quer namorar comigo?  

Fui pega totalmente de surpresa enquanto Johnny me encarava esperando por uma resposta. Eu sabia que era loucura, mas eu queria mergulhar de cabeça naquela insanidade, logo eu que sempre fui tão certinha... 
— Eu aceito! 

Johnny me puxou para o seu colo em um impulso e soltei um gritinho de surpresa. 
— Minha mãe vai matar a gente! — quase gritei rindo e ele me olhou também dando risada. 
— Ela não pode fazer nada, o destino que escolheu você pra mim. Talvez seja realmente alguma forma de compensar algo, sei lá. 

Desviei o olhar e ele percebeu minha mudança. 
— Que foi princesa? — perguntou de um jeito fofo fazendo um carinho no meu rosto. 
— Acho que a gente só tá assim por causa do imprinting. 
— E se for? Qual é o problema? 
— Sei lá, não parece real. 
— Pra mim é real Beth, não importa como começou. Eu não consigo parar de pensar em você, quero saber tudo sobre você, principalmente o que te deixa feliz. 

Meu coração mole derreteu ouvindo aquilo e dei um beijinho nele. 
— Eu já gostei de você mesmo antes do imprinting.  
— Sério?! — perguntei surpresa. Eu não esperava por aquilo. 
— Eu só não fui em frente porquê você não me deu mole. 
— Você foi um idiota quando a gente se conheceu Johnny. 
— Isso é verdade. — ele concordou e demos risada. — Em minha defesa, eu não sabia o que fazer pra me aproximar. Você tava ali sempre quietinha lendo ou ouvindo música, mas quando sorria, o mundo ficava perfeito. 

Confesso que estou amando esse lado romântico dele.  
— Eu também gostei de você Johnny Uley. — confessei ele deu risada. — Te achei bonito. 
— Só isso? 
— Queria que eu pensasse mais o que? Quando você abriu a boca, eu perdi o interesse. 
— Porra Beth. 
— O que? Eu estou sendo sincera.  

A gente riu mais ainda. 
— Tá certa, gosto que você seja sempre sincera comigo. 
— Tá bom. 
— Que bom que o imprinting juntou a gente. 
— Também acho. E sobre a minha mãe, vamos manter só entre a gente por um tempo, igual a Lilly e o Embry, vai ser melhor. 
— Como você quiser, até porque eu não tô muito a fim de enfrentar a Leah agora.  
— Tá com medo da minha mãe? — provoquei e ele me beijou. 
— Não, eu só quero te conhecer primeiro sem ela me olhar de cara feia. 
— Medroso. 
— Cauteloso, é diferente.   

Dei risada de novo ele me abraçou. 
— Vem cá, eu quero mais um beijo.

Music Off 

 

Lilly 

Eu e Gus ficamos na sala assistindo TV e quando percebi o que ia rolar lá em cima no meu quarto, fiz um feitiço de silêncio dando privacidade aos dois. Gus me olhou rindo e pedindo pra escutar, mas eu não deixei, aquele momento era só deles. 

O filme tava rolando na TV, mas eu não conseguia me concentrar. Meu olhar estava fixo na echarpe da minha avó, na pedra da lua e no mapa em cima da mesinha de centro.  

Os objetos se moveram indicando que minha avó também estava se movendo quando eu não estava olhando, eu só fui perceber depois. Agora eu quero ver quando isso acontece. Eles estavam posicionados exatamente na borda da ilha da Irlanda, como se esperando que algo fosse acontecer. 
— Você olhando desse jeito tá parecendo que vai mover eles com a mente. — Gus comentou e eu olhei pra ele. 
— Eu posso fazer isso, mas não adiantaria nada.  

Ele deu risada e comeu mais pipoca. 

Senti que Embry se aproximava e olhei para a porta no exato momento que ele entrava. 
— Ainda tão aqui.  
— Não queria deixar a Lilly sozinha. — Gus explicou e Embry veio sentar ao meu lado me dando um beijo na testa. 
— É uma ótima ideia, Johnny já foi? 

Gus olhou pra minha cara e deu risada. 
— Qual é o motivo da graça? — Embry perguntou sem entender olhando de um para o outro. 
— Os dois tão lá em cima no quarto da Lilly. — Gus respondeu. — Mas a engraçadinha aí fez um feitiço do silêncio, então não dá pra saber o que eles tão fazendo. 
— Deixa de ser curioso garoto. — falei rindo e Embry também achou engraçado.     
— Valeu pela ajuda aí Lilly. — Johnny disse e olhamos para a escada. Os dois vinham descendo abraçados. 
— Disponham.  

Beth correu até mim e sentou no meu colo me abraçando e me beijando no rosto.  
— Já vi que eu vou ficar segurando vela. — Gus murmurou, mas a gente escutou e deu risada. 
— Melhor vocês irem embora e deixar Beth em casa, daqui a pouco a Leah vai ligar querendo saber onde ela tá. — Embry lembrou. 
— Verdade, minha mãe não tá dando moleza. Melhor a gente ir. 

Meu olhar foi até a mesinha de centro notando que os objetos se moveram.  
— Vocês também viram isso? — Beth perguntou chocada, ela estava sentada no meu colo e também viu. 

Nós levantamos apressadas e eu ajoelhei de frente para a mesinha. 
— O que foi? — Embry perguntou preocupado também se aproximando. 
— Os objetos se moveram. — respondi levando um susto ao encarar o mapa.  
— Espera! Isso é aqui no Oregon. — Gus disse também se aproximando para olhar e eu encarei ele. — Então quer dizer que sua avó voltou pra cá? 

Olhei novamente para o mapa, os objetos estavam posicionados exatamente no centro de Oregon. Acho que estava na hora de ligar de novo para minha mãe e dizer pra eles voltarem pra casa.   


Notas Finais




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