História Meu Mafioso - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Interpol, Investigação, Luta, Máfia, Máfia Russa, Policia, Romance, Rússia, São Petersburgo
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Palavras 2.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Encontro clishe


Fanfic / Fanfiction Meu Mafioso - Capítulo 4 - Encontro clishe

A festa continuava e de tempos em tempos chegava um novo convidado que Vincent era obrigado a cumprimentar e a manter o seu habitual sorriso educado, ok que ele tinha que ser educado com as pessoas mais o que a sua mãe estava a fazer já era demais! Apesar de ser de uma maneira discreta, o acastanhado não pode deixar de notar que a sua mãe “inocentemente” o empurrava para algumas mulheres. Claro que elas não ligavam já que estavam a conversar com um homem de 1,96 de altura, com olhos azuis claros, cabelos castanhos penteados para trás lhe dando um charme a mais, junto com aquele terno que parecia resaltar o seu belo físico. A música do ambiente era provido de uma pequena banda de músicos com instrumentos clássicos de corda e de sopro, que dava um ar leve apesar de não parecer muito para algumas pessoas. Enquanto que Vincent era levado de um lado para o outro pela matriarca os seus dois amigos, Rodrigo e Gilbert estavam sentados em uma mesa conversando e bebendo tranquilos, o que era difícil de acontecer já que a vida dos dois era corrida. Enquanto os dois conversavam puderam notar que varias mulheres e alguns homens ficavam de olho neles, não era olharem de curiosidade e sim de malicia. Gil queria que Ian tivesse ali para ver aquilo, provavelmente – muito provavelmente e com muita certeza – o oriental ficaria emburrado com as bochechas coradas e com um belo bico que Gilbert adoraria morder. É... Nunca se imaginou casado – por amor é claro – e amando loucamente uma pessoa tão diferente de si. A pessoa que inventou o ditado “os opostos se atraem” definitivamente era um gênio ou um mago para saber que em algumas situações isso realmente acontece.

Olhou para o relógio e viu que já eram 22h26min, as horas pareciam que não queria passar na visão de Gilbert, que estava louco para ver o seu amado novamente. Sim, ele tinha ficado muito grudento e meloso depois que se casou. Mais era uma coisa que ele não conseguia evitar, mesmo que ele conseguisse disfarçar muito bem para não ter certos infortúnios, como por exemplo, alguém com uma arma apontada para a cabeça de Ian. Só de lembrar aquelas tortuosas horas o deixava louco de raiva, se pudesse ele ressuscitava o cara que fez isso e o torturava ate a morte. Mais o melhor foi seguir em frente, mesmo que Ian não tenha se recuperado totalmente, ficando com um extremo pavor de armas. O que era um pequeno problema já que Gilbert tinha que andar com uma arma, o que o fez caçar lugares para esconder as suas armas pela cobertura inteira.

-Gil? Você ouviu o que eu falei?

-Ah? Perdoe-me Roh eu não te ouvi direito, poderia repetir?

-A cara o Cent. – Disse apontando o dedo para um lugar especifico no meio daquela pequena multidão.

O moreno de óculos virou a cabeça na direção e segurou muito para não rir, a cara do seu melhor amigo estava hilária tentando disfarçar a sua irritação. Atualmente o de olhos azul claro estava conversando com uma senhora de idade que parecia louca para acedia-lo, de fato Gil não suportava festas mais a única que ele tolerava era o aniversário de Vincent. Pois não há nada melhor no mundo que ver a cara de socorro do seu melhor amigo quando é paquerado por uma cinquentona. Dentro da mansão no escritório que ficava no segundo andar estava Victor Nightray, pai de Vincent. Victor tinha os cabelos levemente grisalhos, com olhos azuis e poucas marcas de velhice pelo rosto. E junto com ele estava dói homens, Yvon Barma e Krori Baskerville, ex-líderes da máfia russa. Yvon tinha os cabelos totalmente brancos penteados para trás e Krori era careca, os três estavam vestindo roupas formais de aparência bem cara. No meio da mesa estava uma garrafa pela metade de uísque, cada um estava com um copo e falavam descontraidamente sobre a vida e sobre as suas famílias.

-Realmente o Victor tem razão sobre lá. A comida não é muito boa e sem falar que o atendimento é péssimo! – Falava Krori enquanto os dois homens riam e balançavam a cabeça em concordância. Foi então que Yvon tomou a frente da conversa.

-Vince e sete anos. É... o tempo passou mesmo rápido não é meu amigo? Me lembro de quando a Amélia estava andando por ai com aquele barrigão e você ficava correndo atrás dela com medo dela tropeçar e cair.

-É verdade, Amélia sempre foi muito cabeça dura em algumas ocasiões. Mais eu fico feliz que essa nova geração tenha pegado uma época mais leve. Eu não gostaria que o meu filho pegasse a nossa época, deuses aquilo era uma loucura! Voces se lembram de quando a Oracion Seis fez aquele ataque no meio da avenida principal?

-Sim meu caro, foi difícil despistar os policias. Mais não vamos lembrar de coisas ruins agora Victor, hoje é um dia muito importante e o que me lembra de uma coisa. Casamento. Quando o seu filho vai se casa? Rodrigo já tem uma noiva e pelo o que sei faz tempo desde a ultima namorada que o seu filho teve.

-Pelo menos o que ele trouxe a publico não é Yvon? Mais eu entendo o garoto, ele ainda é muito novo para se prender a alguém e os tempos hoje são outros. Não vê a minha linda Bianca? Se casou com uma bela mulher e  bem prendada, e o menino Gilbert também conseguiu encontrar um excelente marido.

-Sabe o que é engraçado Krori? Que quando você descobriu que a sua filha estava saindo com uma mulher você quase a matou. Mais fico feliz que você tenha se acertado com ela, e quando vai ser o casamento? Pelo que sei as duas estão amigadas e não casadas.

-Daqui a oito meses Victor. Martina vai ser uma excelente nora e esposa, mais não mude de assunto Victor. Não vai me enganar e...

A porta foi aberta por uma Amélia que tinha os olhos fervendo a sangue e raiva, os três se levantaram depressa e colocaram os copos na mesa. Não precisou de palavras para saber que a mulher não queria ninguém dentro daquela casa, se tinha uma coisa que todo mundo sabia e concordava era que a esposa de Victor Nightray era uma pessoa que não podia ser contrariada sem sair ileso. Os quatros seguiram para fora da cozinha onde viram os três garotos sentados conversando, Vincent finalmente tinha se livrado da velha e agora relaxava bebendo um bom vinho português. Os mais velhos chegaram e os cumprimentaram sentando-se à mesa e começando uma conversa animada sobre hóquei. Longe dali estava helena que ainda mexia no celular, Camila não tinha dado sinal de vida ainda, o que fazia a morena ficar um pouco nervosa com a situação. Se sentia muito exposta com aquele vestido e sem falar que tinha um cara que não parava de olhar para ela, nunca foi muito sociável então não sabia muito bem o que fazer naquele tipo de situação. Abriu a bolsa e tirou os fones brancos e colocou no youtube vendo alguns vídeos de comedia, não tinha como segurar a risada vendo Winderssom Nunes dançando na intro do vídeo. A festa continuava calma ate demais para algumas pessoas, já era 23h30min quando Amélia se dirigiu ate a mesa de som e pegou o microfone anunciando que agora iria cantar os parabéns.

Todos foram para perto da mesa do bolo onde se encontrava Vincent sorrindo sozinho em frente ao bolo gigantesco, o Nightray estava tentado a sair dali e matar os seus dois amigos que lhe lançava sorrisos de diversão e sarcasmo. A música começou com todos batendo palmas e vários fotógrafos filmando tudo, logo depois começou aquele processo todo de tirar fotos, da os parabéns, cortar o bolo, tirar foto cortando o bolo, e mais não sei quantas coisas mais. Todos voltavam para os seus lugares inclusive Vincent, quando sentiu trombar com alguém, quando se virou para desculpar encontrou uma linda loira de olhos azuis lhe lançando um sorriso travesso.

-Parabéns senhor Nightray, muitos anos de vida.

-Obrigado er...

-Emma. Emma Zabravith.

-Bom, senhor é o meu pai e deus então pode me chamar de Vincent.

-Tudo bem, Vincent. – O seu tom de voz era provocante, era mais que obviu que os dois estavam trocando flertes.

-Mais você não me é estranha, já nos vimos antes?

-Acho que não. Deve me conhecer pelas revistas, sou modelo e também filha do prefeito.

-Serio? Então esta explicado o porquê de tamanha beleza me ser familiar.

Emma sorriu com isso, com toda certeza seria fácil conseguir aquele homem na palma da sua mão. Os dois logo começaram uma conversa sobre o trabalho da loira, longe dali Amélia e Victor olhava para o filho sorrindo. Sabiam quem era a mulher que ele conversava e tinha esperanças que aquela mulher se tornaria uma Nightray, mais tinha algo que Amélia não conseguia entender era a pequena pontada no seu peito. Talvez seja ciúme de que futuramente o seu filinho estaria saindo de casa. Ainda na varanda Daniel olhava para o primo com um sorriso maldoso no rosto, a diversão estava apenas começando para si. Olhou em volta e viu Ian chegando na festa, o olhou com nojo e repulsa, como se o Romanof sentisse isso olhou para cima e encarou Daniel no fundo dos olhos. O mesmo não aguentou ficar olhando para aquela “coisa” e saiu dali indo procurar alguma mulher para saciar as suas necessidades básicas. Ian vendo aquilo só balançou a cabeça em negação, sabia que desde que assumiu um relacionamento com Gilbert teria que lidar com pessoas racistas e homofóbicas. Tentou procurar pelo marido mais não o encontrou, mas teve uma coisa que lhe chamou a sua atenção. Em uma mesa mais afastada das outras estava uma morena com um vestido branco com um sorriso amarelo e com a feição extremamente desconfortada, ao seu lado em pé estava um homem loiro aparentemente bêbado. Ian sabia que tinha que ajudar aquela menina e por isso arrumou a pose e tratou de engrossar a voz. Andou ate a mesa e parou ao lado da morena dando um sorriso gentil.

-Demorei muito querida?

Demorou um pouco para Helena perceber que aquele homem estava a ajudando, tratou então de entrar naquele pequeno teatro. –Não meu amor. Chegou bem na hora se assim dizer.

O loiro o olhou com curiosidade e desdém para o recém-chegado, Ian escondia a mão esquerda atrás do copo enquanto que a direita foi para o ombro da mulher. Algumas pessoas os olhavam curiosas, outras com olhares reprovadores. Quando o homem ia contra-atacar um segurança que estava ali se posicionou perto da mesa, atraindo o seu olhar que vendo que isso poderia acabar mal para si resolveu desistir. “Consertou” a sua postura e saiu dali xingando os dois, vendo que o homem havia se distanciado os dois puderam respirar aliviado. Helena logo tratou de colocar um verdadeiro sorriso de começou a agradecer ao estranho.

-Não precisa agradecer, qualquer um poderia ter feito isso.

-Bom, mais ninguém fez. Só ficou olhando e rindo – apontou com a cabeça para um grupo de mulheres – ou só esperando a vez. – disse apontando com o queixo para um grupo de homens – Então de verdade obrigada.

-Ian.

-Como?

-Meu nome é Ian, eu posso me sentar aqui com você um pouco? Não que eu esteja querendo algo, longe disso! É que eu ainda não achei o meu marido e...

-Marido? Espera, você é gay?!

-Sou... Algum...

-QUE DEMAIS! Ops, desculpa. Não eu não tenho preconceito longe disso, eu apoio e acho isso muito moe e...

-Moça, você por acaso é uma fujoshi?

O rosto da morena se tingiu de vermelho, mas logo foi embora quando notou o termo que o homem a sua frente usou. Poucas pessoas usavam aquele termo e essas poucas pessoas entendiam pakas desse assunto. Mas olhando bem para a cara de oriental do homem, Helena pode concluir que ele era...

-... Japonês? Você é japonês?

-Sim, como soube?

-Pelo que você me chamou agora pouco. Não conheço ninguém aqui que leia mangas ou assistam animes. Muito prazer sou Helena.

Visto que os dois tinham um interesse em comum, o resto da conversa fluiu naturalmente. Quem os visse diriam que eram amigos de longa data, e Ian sentia muita falta dessas conversas. Às vezes o trabalho ocupava muito o seu tempo, e Gil não tinha tempo e nem interesse em ler mangas e assistir animes ou series. Ocupado do jeito que era o asiático se surpreendia quando o marido arranjava tempo para ele. A conversa estava tão boa que a morena nem vio o tempo passar, so se dou conta quando Camila apareceu – com o vestido meio amarrotado e os cabelos meio bagunçados – dizendo que já estava na hora de ir. Helena deu tchau para o seu mais novo amigo e seguiu para a saída do jardim ao lado de Camila.

-Ele ate que é bonitinho.

-Pode tirar o olho loira, ele é casado e gay.

-Serio?! Que desperdício de homem! Mais do que vocês tanto falavam? Não é ciúmes sabe, mas me sentir incomodada quando a MINHA melhor amiga trata um estranho como se fosse um grande amigo de infância sabe?

-Own, não fica assim. Você sabe que é o amor da minha vida sim?

As duas começaram a rir daquilo, pareciam duas crianças do primário. Mais os risos duraram pouco pois logo Helena sentiu trombar em alguém e um liquido molhar o seu busto para baixo. Olhou e viu que era vinho, tinham derramado vinho no vestido BRANCO! Olhou furiosa para cima encontrando Iris azuis claras que lhe lembrava vagamente o céu de um belo dia de verão, não pode conter o ardor das bochechas e nem a boca abrir levemente. Situação que não era muito diferente do homem que encarava a pessoa que havia acabado de derramar o seu vinho, nunca vira olhos tão lindos e rosto de aparência angelical. Aquilo não era humano, era um anjo. E aquela foi a primeira vez na noite em que Vincent abaixou a guarda não conseguindo esconder um pequeno sorriso que parecia teimar em ficar nos seus lábios pelo resto da noite.


Notas Finais


Oi gente! Infelizmente a minha inspiração tava pouca e o capitulo ficou um pouca fraco na minha opinião. A semana de provas e trabalho - Que eu ainda tenho que fazer - realmente acabou comigo, mais tive umas ideias que acabei discutindo com minha melhor amiga para o rumo da historia. Por isso prometo que vou me esforçar mais no próximo capitulo que sera o inicio do envolvimento do Vincent e da Helena. Ate o próximo capitulo e não se esqueçam de comentar e favoritar a historia.


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