História Meu Mafioso - Capítulo 17


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Alioni, Arthur Pendragon, Ban, Cain, Diane, Dreyfus, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gilthunder, Gowther, Griamor, Guila, Gustav, Hauser, Hawk, Helbram, Hendriksen, Jericho, King, King Liones, Liz, Margaret, Meliodas, Merlin, Oslo, Personagens Originais, Threader, Twigo, Veronica, Vivian, Zaratras, Zeal
Visualizações 107
Palavras 1.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oin Minna-San:3

Capítulo 17 - Prefiro balas e facas






Acordo e noto que ainda está de noite, olho para o lado e vejo Meliodas dormindo serenamente.


De repente me da uma dor de cabeça horrivel e logo em seguida vontade de vomitar. Me levanto rapidamente da cama e vou para o banheiro onde me ajoelho em frente a privada e coloco a bebida para fora.


Quando termino dou descarga e limpo minha boca com as costas das mãos, lavo minha mão e boca e escovo os dentes.


Acabo de fazer tudo, e quando olho para a porta vejo Meliodas encostado no batente da porta me observando.


- Pensei que estivesse dormindo. - Falo enquanto caminho até ele.


- Eu estava, mais ouvi barulho de passos então acordei. - Ele caminha até a cama e deita novamente.


- Vou comer alguma coisa. - Ele apenas assente e eu desço as escadas.


Vou em direção a cozinha que estranho pelas luzes apagadas, aperto o interruptor me deparando com Diane devorando um de bolo.


- E-E-Ellie?. - Ela arregala os olhos quando me vê.


- Diane? Comendo a essa hora?. - Olho para o relógio que marcavam uma hora e uma da manhã.


- É que deu vont-. - Ela para de falar quando sai correndo, minutos depois ouço barulho de descarga.


- Desculpe. - Ela volta meio pálida e se senta novamente na mesa.


- Diane você está grávida?. - Ela se engasga com a água que tomava, eu saboreava a torta de morango Tranquilamente.


- Q-Quê?! C-Claro que n-não!. - Jogo um olhar de desconfiança.


- Diane eu sei que está mentindo. - Ela vem até mim e começa a chorar.

- Não conta pro King, por favor!. - Ela me abraça e agora eu quase me engasgo.


- Você não contou para ele?!. - Pergunto incrédula.


- Não... Mas talvez eu nem esteja, eu não fiz os teste. - Ela fala limpando as lágrimas.


- Diane você está com sintomas de gravidez, mais por precaução é melhor você fazer os testes. - Ela se senta novamente e começa a comer.


- "Os testes"? São mais de um?. - Ela pergunta enquanto lavo minhas mãos.


- Para ter melhor certeza é recomendável você fazer dois testes, e depois ir para obstetra. - Falo séria.


- Você está parecendo uma médica. - Desligo a luz da cozinha.


- Eu fiz faculdade. - No rosto dela se forma um sorriso travesso.


- Que dizer que... Você pode ser minha médica!. - Ela praticamente pula em cima de mim.


- Diane sua doida! Não faça movimentos tão arriscados assim!. - Lhe dou um sermão.


- Tá tá tá. - Ela ajeita a sua postura.


- Agora vai dormir, e se lembre! Nada de esforços!!. - Reclamo a ela enquanto subo as escadas, ela apenas assente.


- Ahh Elizabeth!. - Ela me chama e eu olho de cima da escada.


- Amanhã você vai me contar o que aconteceu para você ter chegado daquele jeito. - Ela fala e vai embora.


Suspiro e caminho até o quarto novamente e abro a porta devagar, talvez ele esteja dormindo... Só que não, ele estava acordado.


- Você demorou. - Ele fala quando me deito ao seu lado.


- Estava conversando com Diane. - Ele me puxa para ficar mais perto de si.


- Diane acordada a uma hora dessas?. 

Travo na hora, não posso falar para ele que Diane está grávida.


- É, por incrível que pareça ela também estava com fome, aproveitamos e ficamos conversando. - Ele não pareceu muito satisfeito com minha resposta mais não tocou mais no assunto.


- Ei Elizabeth, eu estava pensando. - Ele atrai a minha atenção.


- Você vai querer ficar mesmo na máfia? Você é formada em medicina, poderia arrumar um emprego em um hospital facilmente. - Não acredito que ele me fez essa pergunta.


- Agora eu pergunto, você bebeu enquanto desci?. - Ele sorri de lado.


- Elizabeth eu estou falando sério. - Seu sorriso se desmancha se transformando em uma cara séria.


- Não, prefiro balas e facas do que ultrassom. - Ele se vira de lado ficando frente a frente a mim.


- Elizabeth entenda, eu não quero que você se machuque mais. - Ele começa a acariciar minha bochecha.


- Vai me proibir de matar agora, Meliodas?. - Ele faz uma cara um tanto pensativa.


- tá de brincadeira né?. - Falei desacreditada.


- Mesmo que eu dissesse não, você não iria me obedecer, não é?. - Ele pergunta risonho.


- Mais é claro. - Ele fica por cima de mim.


- Ellie você está sendo uma garotinha muito malvada. - Ele Fala com os lábios encostados nos meus, sua voz sai rouca um tanto sexy.


Era apenas um simples selinho, mas logo foi se tornando um beijo selvagem e quente, nossas línguas se moviam sincronicamente. Suas mãos estavam decendo pelo meu corpo, deixando um rastro de fogo por onde passavam.

- Meliodas... - O chamava entre o beijo.


- O que foi?. - Ele para de me beijar e me olha.


- Sobre o puto... Acho que eu vou "conversar" com ele... Aquela praga não vai me deixar em paz. - Falo fazendo cara de desgosto.


- Talvez ele queira se reconciliar com a filha. - Ele fala debochando.


- Isso com certeza só aconteceria se ele batesse a cabeça ou tivesse uma amnésia. - Falo colocando meus braços em volta de seu pescoço o abraçando-o.


- Ellie... Você ainda quer mata-lo?. - Ele pergunta em meu ouvido.


- Sim, eu nunca vou perdoá-lo, que tipo de pai mata o próprio filho?. - Ele começa a beijar o meu pescoço.


- O seu. - Deixo uma risada escapar, o loiro que até então estava só beijando começa a sugar.


- Meliodas... - Ele levanta a cabeça e me encara.


- O que foi?. - O afasto e o deixo ao meu lado.


- Ainda estou chateada com você. - Viro de lado dando as costas.


- Está fazendo cu doce, Elizabeth?. - Viro-me e dou um soquinho em seu ombro, ele começa a rir.


- S-Seu idiota!. - Ele passa seus braços em volta de minha cintura e me puxa deixando nossos corpos colados.


- É brincadeira. - fico cheirando seu perfume que me deixa embriagada, na curva de seu pescoço e também o abraço.Depois disso acabei caindo no sono.


Acordo com uma certa loira pulando em cima de mim, e ouvindo altas gagarlhadas de Diane.


- Ellie! Acorda! A Diane me contou!. - Crio coragem e abro os olhos.


- Hum... - Foi a única coisa que saiu, eu estava "acordada" e dormindo.

- Acorda!!!. - Diane grita em meu ouvido me fazendo dar um salto da cama.


- Idiotas!. - Resmungo e elas caiem na gargalhada.


- Temos que levar a Diane na farmácia, e depois em uma obstetra, que na verdade é você. - Me levanto da cama e as encaro.


- Não têm como eu ser a médica da Diane, não têm equipamentos e também eu não trabalho em um hospital. - Elaine se senta na ponta da cama e cruza as pernas e os braços com um sorriso vitorioso.


- Primeiro: Não a problema em você não trabalhar em um hospital, e segundo: Aqui têm uma clinica, nós podemos ir a noite e usar os equipamentos. - A loira arqueia uma sombrancelha desafiadoramente para mim.


- Tá, tá, vocês venceram. - Levanto os braços em rendimento.


- Mais vocês não sabem se eu estou grávida mesmo. - Diane se pronúncia. Eu e Elaine nos encaravamos sem dar atenção a morena.


- Aposto quinhentos reais que é menino. - Ela fala primeiro, e eu sorrio ironicamente.


- Aposto quinhentos em menina, você vai perder feio Elaine. - Diane estava só nos observando.


- Já estão apostando?. - Finalmente as duas notam que Diane estava falando.


- ah... E você Diane?. - Pergunto a mesma antes de entrar bo banheiro.


- Acho... Que vai ser menino. - Elaine sorri vitoriosa, eu apenas sorri sarcasticamente.


- As duas vão perder feio. - Entro no banheiro e faço minhas higienes matinais.


Volto para o quarto e me deparo com Diane e Elaine com um par de roupas minhas.


Elas mexeram nas minhas coisas... Será que...




Notas Finais


Bom, acho que tem uma coisa que vocês não devem ter entendido bem (ou entenderam sim).

O caso do pai da Ellie, o Bartra não era o pai biológico dela, e sim como dizia-se seu dono, e a obrigava a chama-lo de pai.

O pai verdadeiro da Ellie era o superior de Bartra, e sim, ele é um dos mafiosos da pesada.

Mais se eu for falar muito sobre ele, vou acabar dando spoiler.

Espero que tenham gostado do capítulo!

Até o próximo!! 🙌👋


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