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História Meu Mafioso - Capítulo 14


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Notas do Autor


Queria deixar claro que não entendo nada sobre hacktivismo, então eu basicamente assisti algumas séries e tirei e conversei com algum amigo que entende um pouco do assunto. Então, é isso.
Aproveitem o capítulo^^

Capítulo 14 - Capítulo Quatorze


Fanfic / Fanfiction Meu Mafioso - Capítulo 14 - Capítulo Quatorze

Gajeel, Rogue e Gray estavam no escritório discutindo alguns assuntos após o almoço, quando virão a porta se abrir, e em seguida, Natsu entrou. 

— Eu realmente espero que seja algo importante. — Disse com as mãos bolso. — Acabaram com o meu ménage. 

— Como isso me entristece. — Gray sorriu claramente não fazendo jus as suas palavras. 

 — Rindo agora, mas quando suas bolas estiverem roxas, vou me lembrar disso.

— Roxas?

— Seu estresse claramente deve ser falta de sexo, e julgando que aquela garota exala pureza. Você não tocou nela ainda. — Ele parou em frente a mesa, e Gray suspirou para não puxar a arma que guardava debaixo da mesa, e acerta-lhe no meio da testa. — Continue assim, vai virar um santo. 

— Está preocupado com minhas bolas ou a pureza dela? 

— Eu só quero transar em paz. Ando tendo tanto trabalho, que nem ter uma boa foda eu consigo. — Disse irritado. — Alguns imbecis andam aprontando nas ruas, perdi três dos meus pilotos na última semana. Preciso aliviar a tensão, e pretendia fazer isso com aquela duas dançarinas da sua boate. 

— Sem detalhes. — Gray disse o cortando. — Definitivamente não quero saber com qual das meninas ia trepar. 

— Provavelmente as únicas duas que não passaram por sua cama. 

 Ele sorriu em divertimento. Gray tinha contrato duas novas dançarinas a três dias, ele mal se lembrava do nome delas, mas sabia que não tinha se deitado com nenhuma mulher nessa semana. Juvia estava tomando sua mente, e todo seu corpo, já tinham se passado anos desde que teria batido uma, mas precisou. Vinha fazendo isso desde de a primeira noite em que a beijou, e o pior era se lembrar de seus lábios, seu sabor, e a imaginar em sua cama, tudo isso trazia a ele sensações infames, além de fazer ele se sentir um adolescente cheio de hormônios direcionado no próprio pau, o que o fazia gozar vergonhosamente rápido, mas ele se sentia muito mais irritado, por toda vez que lembrava de seus lábios, ficava duro. Precisou se aliviar três vezes no chuveiro gelado, para conseguir se acalmar, e finalmente recuperar um pouco de seu autocontrole, algo que ele tinha perdido a horas atrás, quando a ouviu gemer involuntariamente, montada nele. Lembrar daquela cena fodia seu psicológico, e ele precisava se manter o mais controlado possível, já que se recusava a ter uma ereção em uma sala cheia de homens. 

— Então? — Natsu tirou as mãos do bolso, olhando Gray. — Por que me chamou?

— Estamos indo decodificar o notebook de Angus. — Natsu já estava sabendo sobre o assunto do notebook, mas isso não o envolvia, então não entendeu o motivo de estar ali. — Hoje pela manhã, senti que alguém estava nos observando. 

— Tive a mesma sensação, mas quando busquei as câmeras de segurança, não vi nada de incomum. — Gajeel deu continuidade. — Seja quem for, sabe muito bem o que está fazendo.

— Não é certeza, mas podem saber que o notebook está comigo e se alguém não quiser descobrir o que tem nele. — Gray entrelaçou as mãos sobre a mesa. — Se o que senti hoje ser um inimigo, podemos sofrer um ataque. 

— E? 

— As garotas vão conosco. Por incrível que pareça, vinte dos meus melhores hackers não são o suficiente para descriptografar essa droga. — Gray não escondeu a insatisfação em sua voz. — Preciso que cuide do transporte delas, e se algo acontecer, precisa tirá-las de lá. 

Natsu estava com o rosto mais sério. Sabia muito bem que Gray não o chamaria se não fosse algo urgente, ele só não esperava que ele as envolvesse nisso. 

— Elas sabem disso? — Perguntou voltando as mãos no bolso. 

— Não, e eu não pretendo contar. Elas irão com você, e concordaram com isso.

— Quantos homens vão conosco? 

— Cerca de cinco carros, além dos vinte que já estarão lá. — Gajeel assumiu novamente. 

— Muita gente para um simplesmente traidor. — Natsu arqueou a sobrancelha. — O que não me contou? 

— Chase Russel, o tigre russo. 

— Esse cara não tinha virado churrasquinho quando o navio explodiu? 

— Era o que todos nós pensávamos, até noite passada. — Rogue começou. — Pegamos um gângster arrumando problemas, e durante o interrogatório, ele assumiu que um homem com uma máscara de tigre tinha lhe passado o trabalho. 

— Então ele não morreu? 

— Mortos não falam, muito menos me desafiam. — Gray disse sério em um tom vazio. — Se isso for verdade, Chase está vivo, e existe a possibilidade de Angus ser a ponte ele entre e os traidores, já que ele não agiria sem reforços aqui dentro. Trazer um russo até aqui não é uma terafa fácil, e não apenas um, acredito que a máfia russa esteja por aqui. 

— Cara, que merda. — Ele suspirou. — Você quer mesmo fazer isso? 

— Não. Não quero, mas se o traidor já souber que estamos com o notebook, e que elas podem o descriptografar. Elas correm um risco ainda maior, se demorarmos mais com isso. — A ideia de ter Juvia correndo perigo o deixava ainda mais furioso. Se alguém tocasse em um fio de cabelo sequer de sua protegida, o próprio inferno seria pouco. — Já estou cansado dessa brincadeira. 

— Por que não faz Angus falar? Você e eu sabemos que é capaz. 

— A essa altura, ir ao galpão não é seguro. Quero que pensem que ele está morto e com as partes do corpo espalhadas pelo oceano. 

— Acho isso perigoso demais para elas, e Jellal não está na cidade. Sei que tem bons atiradores, mas se existe alguém em quem confio para manter minha cabeça junto ao corpo, é aquele infeliz. — Natsu ressaltou, e era verdade. Contudo, Jellal estava em uma missão diferente, e Gray não tinha o direito de intrometer. 

— Gajeel vai assumir o posto de Jellal. Rogue ficará encarregado da segurança de Levy e Juvia. E, quero que você é tire de lá se as coisas ficarem feias. — Natsu notou, que a guarda de Gray estaria aberta. Seus melhores homens não estariam ao seu lado, e isso era estranho, contudo, viu um sorriso diabólico surgir no rosto de Gray, como se ele soubesse o que estava pesando. — Sim, estarei esperando que venham. 

— Você é maluco. — Natsu não evitou sorrir. — Vou tirá-las de lá.

— Leve-as ao velho Heartfilia — Gray sabia que Natsu e o velho Heartfilia não eram próximos, melhor, se não fosse por Gray, Natsu já teria o enterrado sete palmos abaixo da terra. Contudo, aquele velho protegia Lucy com um verdadeiro exército, e sabia muito bem, que nada passaria por aquela mansão. — Lucy vai tomar conta delas, até isso acabar. 

— A loira sabe disso? 

— Ela é inteligente o suficiente para entender. — Gray se lembrou da forma com a qual, ela o manipulou, Lucy era linda como uma rosa, mas tinha espinhos afiados. 

— E se ele estiver ligado ao traidor? — Natsu sempre buscou uma forma de enterrá-lo mas nunca conseguiu. Se ele estivesse envolvido com isso, Gray não poderia contê-lo. — E se as machucar?

— Ele não está, caso contrário, Lucy não estaria no país. Ele sabe bem o que significa ter um traidor, e mesmo Lucy sendo uma filha da máfia, regras são regras. — Gray não a machucaria, sabia que Lucy jamais o trairia, contudo, nenhum outro sabia disso. Ele sempre manteve a imagem de chefe acima de tudo. 

— Vai mata-la? 

— Conhece as regras. — Ele percebeu Natsu cerrar a mandíbula, sabia que Lucy e ele tinham assuntos do passado, mas não era do seu interesse. 

— Gray. 

— Natsu. 

Eles permaneceram se olhando em silêncio por algum tempo, no que parecia ser uma conversa que apenas eles dois entenderiam. Gray respirou fundo e então se levantou, dando a volta na mesa e caminhando para saída. 

— Vamos indo então. 

Ambos os homens o acompanharam, ao chegar na sala, onde as garotas se encontravam sentadas. Natsu se obrigou a relaxar sua face e se aproximou. 

— Parece que vou ser o motorista particular de vocês novamente. — Ele sorriu, parando ao lado de Gray. 

— Natsu. — Disseram uníssono, então sorriram. 

— Você não veio nos ver. — Levy disse não se importando em deixar transparecer seu descontentamento. — Isso vai lhe custar uma caixa cupcakes.

— Não sabia que tinha juros. — Ele brincou e se aproximou a menor. — Fiquei sabendo das novidades, quando puder ver novo. Certifique-se de me olhar primeiro. 

— Hm? Por que?

— Assim pode se apaixonar à primeira vista. Vai ver que sou o mais bonito. — Disse orgulhoso e a ouviu rir. 

— Gray disse que ele era o mais bonito. 

— Gray precisa nascer de novo, para chegar aos meus pés. — Ele fez cafuné na cabeça da garota. — Vai perceber isso quando me ver. Prometo que se acaso se apaixonar comigo, nos casamos. 

— Você é um idiota. — Ela riu alto. 

— É. Ele é. É melhor parar com isso de uma vez. — Gajeel disse revirando os olhos. — Vamos indo. 

— Ele não tem senso de humor. — Natsu sussurrou para Levy, então segurou em seu braço gentilmente. — Eu te ajudo. 

— Ele não muda. — Ela sussurrou de volta. — Obrigada. 

Juvia se levantou e caminhou atrás da irmã, em direção a porta. Gray estava ao seu lado, e ela finalmente percebeu o quando ele era grande, não apenas fisicamente, mas sua aura era grandiosa, ele emanava confiança e segurança. Um verdadeiro líder. O chefe. Pensou consigo mesma.

 Natsu abriu a porta do carro e ajudou Levy a entrar, e colocar o cinto, então Juvia sentiu alguém puxar seu pulso gentilmente. O calor que sentiu naquele local, a fez arrepiar, e ela não precisou olhar para saber de quem se tratava. 

— Se lembra do que eu disse, no dia que foi fazer compras?

— Que eu não deveria confiar em ninguém além de Natsu, Jellal, Lucy, Mavis, Levy, Gajeel, Rogue e você. — Ela disse acenando. — Me lembro. 

— Bom. Quando chegar lá, estarei ao seu lado. Mas não se afaste de Rogue e Natsu, e se ele disser para irem com ele, você vai pegar Levy e vai com ele. Entendeu?

— Gray? 

— Querida, apenas responda o que eu quero ouvir. 

— Irei com ele. — Juvia não sabia o que estava acontecendo, mas sentiu o coração acelerar. Algo poderia acontecer? Era por isso que não iam com ele? Por isso Natsu estava a levando. — O que vai acontecer lá? 

— Você e Levy não fazer o que tem que fazer, e vão para casa. Apenas isso. — Ele tentou parecer o mais verdadeiro possível, contudo, era difícil mentir para aquelas enormes pérolas azuladas em seus olhos. — Eu fiz uma promessa, e vou cumprir. Apenas confie em mim. 

— Eu confio. — Ela assentiu, então Gray a puxou em um abraço. Ela ouviu Natsu e Rogue comentarem algo e rirem, mas não entendeu bem o que eram. Gajeel não falou nada, assim como os outros seguranças que estavam presentes. Porém, não importava, sentia-se segurava em seus braços, então acreditou em suas palavras, e então alguns segundos depois, Gray a ajudou a entrar no carro e fechou a porta. Natsu entrou em seguida e quando o primeiro carro deu partida, ele o seguiu. 

— Onde vamos é muito longe? — Levy não gostava da ideia de se afastar de sua zona de conforto. Poderia estar com todos ao seu redor, mas a sensação de que iria bater em algo ainda a assombrava. — Tem muitas pessoas?

— Cerca de vinte técnicos de Gray, além de nós três, Rogue e o primeiro Gray estarão lá. Alguns outros seguranças também, mas dentro da sala, cerca de vinte e cinco pessoas. 

— Por que tantos? 

— Gray está ansioso para mostrar aos homens, que o que eles não conseguem fazer, duas garotas farão. — Ele deu uma risada baixa. — Vai ficar tudo bem, vou ficar do seu lado a todo momento, assim como sua irmã e Gray. 

— Obrigada. Eu não me sinto confortável em lugares que não conheço, sinto que bater a qualquer momento. — Seu tom era baixo e meigo. Diferente do forte e decidido de antes. 

— Não vou deixar que você bata em nada. — Ele afirmou. — Se sentir que não vai conseguir, pode segurar minha mão. 

Natsu percebeu a garota corar vagamente, e sorriu com sua ingenuidade. Levy era uma garota meiga, e se passasse tempo demais com ela, poderia se deixar levar por isso. Sabia que Gray tinha se tornando um idiota apaixonado, e ele não queria seguir o mesmo exemplo. 

— Não se esqueça que quando voltar a ver, eu vou ser o primeiro a te encantar. — Brincou a fim de distraí-la e gostou do sorriso que ela deu. 

— Se você for tão bonito quanto diz, nos casamos no próprio hospital. 

— Isso é acordo?

— Feito. 

— Espertinha. — Ele riu e então voltou sua atenção a pista. Pode ver o carro do Gray atrás do seu, e mais alguns carros atrás deles. 

Cerca de vinte minutos os depois, estavam em um prédio não muito longe do centro da cidade. O primeiro carro estacionou no estacionamento subterrâneo, e então Natsu estrategicamente estacionou o carro de maneira que conseguisse sair pela porta de emergência se necessário, além de conseguir acesso para ambas saídas do sub-solo. 

— Certo, chegamos. Se lembram das regras? 

— Viemos com você. — Levy começou. 

— E voltamos com você. — Juvia completou.

— Bom. Vou descer primeiro, Juvia você desce depois Gray abrir a porta, Levy eu vou te ajudar a descer no mesmo instante. 

— Certo. — Elas assentiram, então Lucy viu Natsu tirar uma arma de debaixo do banco, e colocar na cintura, e logo desceu, fechando a porta. 

— Juvia? 

— Estou aqui. 

— Alguma coisa errada? — Levy perguntou estranhando toda aquela situação. 

— Não, deve ser só o jeito deles mesmo. — Era o que ela também esperava. — Levy, se o Natsu disser que está na hora de ir embora, nós vamos sem questionar, tudo bem? 

— Por que?

— Também não entendi muito bem, mas Gray me fez repetir que iríamos. 

— Acha que os inimigos dele estarão aqui? 

— Espero que não. — Disse alto, esperando convencer a si mesma. — Mas nada vai acontecer com você, é uma promessa. 

— Certo. 

Elas ouviram Gray e Natsu confirmarem algo do lado de fora, então as portas se abriram, e Levy se assustou com o barulho. 

— Está tudo bem. Sou eu, Natsu. Vamos fazer como eu disse antes. — Ele a ajudou com o cinto, então segurou em seu braço, tendo cuidado para que ela não batesse a cabeça. — A dois passo, tem um carro à sua frente, vamos virar a sessenta graus, e depois mais sessenta. 

Juvia tinha descido do carro, e ouviu Natsu instruir a irmã, após fechar a porta. Gray fez o mesmo, e então esperou que Natsu e Levy passassem sua frente, para seguirem atrás deles. Rogue estava na frente de ambos, e o segurança que ela identificou ser Hayato, estava atrás deles. 

— Onde está Gajeel? — Perguntou baixo. 

— Tomando conta da nossa segurança, de outro lugar. Mas ele está perto. — Gray disse calmamente, então ambos os seis entraram no elevador, e seguiram para o terceiro andar.

Assim que o elevador abriu, Juvia percebeu que Hayato e Rogue tomaram a frente, e Gray estava um pouco mais atrás de Juvia, e mesmo Natsu que guiava Levy, estava um pouco mais sério. Ela tentou não se preocupar, mas a tensão começou a tomar conta de seu corpo, ela não tinha notado antes, mas ambos os homens usavam o que parecia ser um fone de ouvido, um lado do ouvido. Juvia sentiu as mãos gelarem, e respirou fundo, esperando que o que estivesse sentindo, fosse apenas um nervosismo bobo. 

Assim que chegaram a uma porta, Gray a puxou um pouco para lateral, assim como Natsu com Levy, e então Rogue e Hayato entraram, alguns segundos dois, ela os percebeu fazerem sinal para que entrassem. Juvia olhou ao redor, a cena que vou a deixou pasma. Existiam telas ligadas a câmeras por toda sala. Alguns computadores espalhados, juntamente a alguns aparelhos que não se recordava os nomes, além dos homens parados em uma única fileira. 

— Nossa. — Foi tudo que conseguiu dizer. 

— Hm? 

— Isso é incrível. — Ela disse ainda surpresa. — Levy você adoraria ver isso aqui.

— De zero a dez, quanto?

— Onze. É um verdadeiro playground. — Gray viu os olhos da menor brilharem, não sabia que ela gostava tanto daquilo. 

— Gosta de computadores?

— E você gosta de café? 

Ele não entendeu bem a pergunta, mas levou aquilo como uma afirmação. Juvia estava sorrindo, mas não tanto quanto Levy. Ele se certificaria de trazê-la depois da cirurgia, caso fosse bem sucedida. 

— Chefe. — Ele voltou sua atenção ao um dos homens de pé. — Está tudo pronto. 

— Certo. 

— Podemos começar agora mesmo. —Levy empolgada. — Natsu, pode me ajudar a chegar até a mesa? 

— Claro. — Ele a guiou até a mesa, e buscou a cadeira para que se sentasse, porém ela recusou. 

— Juvia?

— Estou aqui. — Ela ouviu a voz da irmã, que tomou a cadeira e sentou, então Gray colocou o notebook na frente da garota. — Ele está na frente agora. 

— Certo. Ah, Natsu pode se afastar agora. Obrigada. 

— De nada. — Ele arqueou a sobrancelha sem entender, então deu dois passos para trás, não se afastaria delas, tinha feito uma promessa e iria cumpri-la. 

— Ju, consegue ligar? 

— Consigo. Não deve ser problema, vou tentar um boot primário, e travar o sistema operacional antes que assuma o controle. Deve durar tempo o suficiente para implantar um vírus, e evitar que ative por completo.

— Bom, consegue ativar um DDOS nesse meio tempo? Deve tratar o sistema, impedindo que a criptografia se sub-altere, ele vai ficar inativo por algum tempo, enquanto isso. Gray, você disse que teríamos ajuda. 

— Sim. Do que precisa?

— Juvia vai abrir o caminho para que conseguiam hacker o sistema do notebook, vamos dividir em partes, assim o próprio sistema se sobrecarrega para criptografar diferentes arquivos, deve gerar um bug momentâneo, o suficiente para chegarmos aos arquivos, talvez uns três-  

— Cinco. — Juvia corrigiu. — Além do sistema, precisaremos lidar com a criptografia de segurança, ligar ele será o mais fácil. Ele costumava usar localizações de diferentes países, isso vai atrapalhar quando invadir o sistema para acessar os arquivos, alguém vai precisar desativar a localização, mas nos manter invisíveis, já que vou precisar invadir o servidor e o provedor, então quem estiver sendo o chefe da seção, provavelmente vai tentar me barrar. 

— O que elas estão falando? — Rogue sussurrou para Natsu. 

— E você acha que eu sei? Eu corro, não invado notebooks com pornografias. — Sussurrou de volta. 

Gray sinalizou para que os homens de pé, que apenas sentaram na ao redor da grande mesa, onde esperavam por instruções.

— Chefe, não quero me intrometer. — Um dos homens que ainda estava de pé se pronunciou. — Já tentamos isso que elas disseram, não funcionou. 

— Como tentaram? — Levy perguntou antes de Gray se pronunciar. — Até onde chegaram?

— Nós o ligamos, iniciamos o boot e tentamos um DDOS, mas ele burla o ataque e reinicia, mudando a sequência criptográfica. 

— Ele criou um sistema para burlar um ataque DDOS. — Levy parecia estar falando com ela mesma, então Gray decidiu não se intrometer. — Vamos mudar, criaremos um vírus de invasão, então quando o ataque DDOS começar, use-o para invadir o sistema do notebook mesmo tempo, será uma carga grande para suportar. Ju vai precisar descobrir qual provedor original que Angus usava, não deve ser difícil, o problema será o tempo, um vírus deve causar dano de cinco minutos no máximo, e o DDOS só vai inutilizar o sistema. 

— Será o suficiente, vou usar a rede local como forma de barreira, como o sistema não vai conseguir reiniciar de cara, provavelmente vai buscar a rede.

— Protocolo ONE? — Um dos homens perguntou sentado, às olhando. — Ele não é tão eficaz para se infiltrar na rede. 

— Não. Não é, eu só preciso dele para conseguir acessar os servidores seu estiverem anônimos, depois disso, vou tomar o controle de saída de nós. 

— Vai tomar o controle. — Ele completo balançando a cabeça enquanto concordava. — É um bom plano, mas como pretende chegar aos documentos? A criptografia muda para cada sistema. 

— Ela não precisa ir diretamente. — Levy estava estava mais séria que o habitual, o que despertou a curiosidade de Natsu, Rogue e Gray, já que era a primeira vez que tinha a visto assim. — Se ela estiver na rede, consegue acessar de fora para dentro alguns arquivos de redefinição, terabits são algo que independe do modelo, ano, o criptografia, não somem, já que são codificados para alterarem por hora, então você consegue acesso indireto através dele. 

— Mas um ataque indireto não será forte para derrubar o sistema. — Outro dos homens rebateu. 

— Não. Mas será o suficiente para usar o ISIS. — Continuou. 

— Espera, quer criar uma rede de invasão por hierarquias de sub-redes?

— ISIS permite que você use o sistema de hierarquia de diferentes subredes, convocando todos os roteadores a utilizarem um único algoritmo de roteamento. Podemos inutilizar um raio de trinta km ao redor de onde estamos, assim qualquer servidor a qual o sistema tente usar para reiniciar também estará inutilizado pelo DDOS. 

— Um ataque DDOS não é irreversível, se alguém deixar todos os sistemas off, limpar os servidores e infectados, pode reiniciar, quebraria a rede. — Um dos homens de pé se aproximou. — E provavelmente perderia o controle dela.

— Não se você gerar um rootkit nos servidores e na rede provedora original. — Gray sabia sobre o mundo do hacktivismo, porém nunca se aprofundou nele, então não conseguia acompanhar exatamente o que estava acontecendo, porém alguns homens deixaram transparecer um misto de surpresa e dúvida em suas feições, então Levy explicava as ações que eu tomaria. — independente de reiniciar os servidores ou não, são vírus praticamente invisíveis, precisaria ser estupidamente inteligente para entrar na rede, e mesmo assim, Ju estará no controle dos nós de saída, ou seja, ninguém pode entrar ou sair, o vírus vai se espalhar a cada vez que alguém reiniciar ou tentar um boot e então vamos redirecionar para um único servidor. 

— O do notebook. — Gray disse se manifestou. 

— Bingo. — Ela estalou os dedos. — O rootkit terá em um upgrade, então além de assumirmos o controle dos sistemas, vamos conseguir neutralizar toda a criptografia, teremos acesso aos documentos e tudo que estiver virtualmente ligado a eles, ou seja. 

— Podem localizar quem estiver trabalhando com ele. — O tom de voz de Gray estava sombriamente contente. 

— Exato, podemos deixá-los em pausa, e descobrir sua localização, e então, deletar ou acrescentar arquivos, ou o que decidir fazer. 

Gray percebeu os homens que antes a questionavam, estavam surpresos com o que tinham acabado de ouvir. 

— O que acham, senhores? — Perguntou os olhando. 

— Se conseguir fazer tudo o que disse, pode funcionar chefe. 

— Não é "pode" funcionar. Vai funcionar, a margem de erro desde que usem os sistemas e digitem os códigos conforme eu ditar, será de 000,00/². Ou seja, não tem erros. — Ela disse um pouco mais alto. — Não conseguiram antes porque centralizaram em uma solução fechada, atacar de um único ponto é fácil de se defender, é quase o mesmo que ficar atrás de uma parede, e muitas pessoas jogarem pedra nela. Se for de uma única direção, não chega até você, mas vier de todas as direções, não é possível se defender de todos. 

Um dos homens arqueou a sobrancelha a encarando. 

— Vai hacker o todo o sistema da provedora da rede? 

— É isso aí.

— Isso não vai dar certo. Eles tem seu próprio rootkit, provavelmente não nos congelar antes de entrarmos.

— Eles vão estar ocupados tentando descobrir de onde veio o ataque. Não se esqueça que quanto mais tentarem iniciar, o vírus irá se espalhar, ou seja, qualquer aparelho que esteja conectado a rede dentro desse alcance, abrirá portas para um número maior de servidores, sendo eles fixos ou móveis, e se forem móveis, uma pessoa não fica no mesmo lugar em um distrito comercial. — Juvia se lembrou de ter visto muitas lojas e cafeterias por perto. — Eles vão precisar gerar um blackout para conseguir saírem e salvar alguma coisa.

— Isso vai chamar a atenção dos tiras, e teremos uma investigação.

— Isso se não desviar nossa localizar, usaremos a rede Tor para deixar todos anônimos, assim vamos sumir. Tor apenas vai nos deixar em anonimato, então não revelará o IP da onde o hack de locação irá partir. Seremos invisíveis. — A menor respirou fundo. — Isso claro, se não cometerem erros. 

— Eles não vão. — A voz de Gray ecoou toda a sala, fazendo todos os homens ali ficarem a alerta. Não era uma opção falhar, todos sabiam que Gray odiava falhas, e serem vencidos por duas garotas que eles nem sequer sabiam da existência, não os ajudava no momento. — Levy, tem certeza que os tiras não vão nos achar? 

— Tenho. E mesmo se fizerem, não podem provar que o ataque surgiu daqui, tecnicamente dizendo, também serão uma vítima, já que vamos partir o rootkit de dentro do próprio notebook, emplando em um vírus reverso. 

— Vai nos hackear? — Outro homem que estava de pé se aproximou. 

— Como eu disse, qualquer coisa que estiver em um raio de 30km vai ser afetado, isso inclui todos nessa sala. Vamos ter certeza de proteger os ids que estiverem aqui dentro, assim não precisaram se preocupar com suas informações pessoais. 

— Alguém pode Invadir nossas informações? — Gray perguntou um pouco desconfiado. 

— Se Juvia perder o controle de nós, provavelmente. Com um rootkit ativo, você se torna o pilar de controle de qualquer coisa que ele estiver ligado. 

— Merda é um rootkit? — Natsu perguntou já não aguentando não saber o aquilo era, já que todos pareciam estar apreensivos quanto aquilo. — Porque eu não suporto ser o único aqui eu não sabe o isso faz.

— Um rootkit é como um maníaco estuprador com um pênis gigante, com sede insaciável por sexo, que arromba o que estiver na frente, não se importando com idade, gênero, sexualidade, e mesmo que você o mate, deixará sequelas. — Um dos homens disse com tanta naturalidade que Juvia paralisou na cadeira, e Levy não parava de piscar os olhos. 

O silêncio prevaleceu após a explicação do homem, e Gray só não atirou nele, porque assim com Natsu e Rogue, estava tentando administrar a informação que tinha recebido. 

—Ah... Natsu..você ainda está ai, certo? — A voz de Levy estava quase falha, quando chamou, trazendo todos a realidade. 

— Estou. — Ele tentou não transparecer que ainda estava sem reação aquela explicação. 

— Mudei de ideia. Por favor fique perto. — Gray quase riu, Levy estava com medo de aquilo se personifica-se de verdade? Contudo, ao voltar sua atenção para Juvia, ela parecia tão chocada quanto Levy. 

— Gray...— A ouviu dizer baixinho, então se aproximou, e tocou seu ombro. 

— Está tudo bem. Estou aqui. — Ele a viu relaxar novamente, quando encontrou seu olhar.

— Masamune, seu infeliz. — Rogue parecia ter se recuperado do choque e quase avançou contra o homem. — Tem mulheres aqui seu desgraçado. 

— Ah. Falei sem perceber, normalmente é assim que o descrevemos. — O homem parecia não ter se tocado do que tinha dito. — Sinto muito se isso às assustou, senhoritas. Vivemos com vários homens, isso é um pouco comum por aqui. 

— Ah…

— Éh… — Juvia fez careta sem entender, então deu um leve tapa com ambas mãos em cada lado do rosto, se obrigando a focar no real objetivo. — Vamos começar isso. Levy, estou ligando a hora. 

— Certo. Quanto tempo para o boot?

— Preciso de dois minutos. 

— Certo. Podem começar a desenvolver o vírus de invasão. 

A sala ficou em silêncio quase absoluto, se não fosse pelo som dos teclados e mouse. Levy ditava dígito por dígito, e quando não fazia, parecia estar focada em algo consigo mesma, então Juvia tomava as rédeas de como os homens deveriam fazer. Quando a primeira parte foi concluída, Levy começou a ditar a segunda enquanto Juvia abria a porta para que conseguissem hacker o notebook, e então deram continuidade com o que tinham discutido. Gray olhava de Levy para Juvia, e via a concentração de ambas, o que o deixou ainda mais atraído pela garota. Juvia se tinha se transformado em alguma pessoa totalmente diferente, se surpreendeu quando Levy e ela começaram a falar em russo, já que ele não sabia que eram fluentes, precisaria descobrir isso depois, mas acreditou ser pela influência dos livros que Angus tinha na casa. Ele era capaz de entender o que falavam, embora não entendesse bem o que significava aqueles termos. Para ele era normal entender russo, já que além de se transformar em uma máquina, Silver o transformou em chefe perfeito, o fazendo aprender a língua de seus aliados e principais Inimigos, caso um dia fosse pego, soubesse o que eles queiram e conseguisse fugir dali. 

Gray se pegou olhou no relógio pela décima vez, já tinham passado mais de duas horas, e elas ainda estavam ali ditando ordens a todo momento, enquanto seus homens as obedeciam ser hesitar e pode ver em alguns, que estavam surpresos por estar realmente funcionando, já estavam tão focados no que estavam fazendo, que não se preocuparam em esconder suas emoções. Juvia e Levy estariam sérias, e falavam a todo momento, porém conseguia ver que de alguma forma, pareciam estar contentes, sabia que Juvia tinha aprendido sobre hacktivismo por ameaças de Angus, mas não sabia se gostava ou não, já Levy, era a primeira que fazia algo assim, e maneira com a qual ela lidando com aquilo, era quase surreal, já que ela não apenas liderou, como provou estar certa. 

— Gray? — Era primeira vez me duas horas que ouvia a voz de Juvia. 

— Sim? 

— Temos acesso. — Disse tirando as mãos do teclado. 

— Ju, envie o arquivo apenas para Gray, e crie um rootkit reverso para proteção do arquivo e do aparelho. — Levy disse séria então, ele viu a garota voltar a digitar algo rapidamente. 

— Eu perdi. — Um dos homens disse. — O que? 

— Não perdeu. Eu tirei. Só precisava dividir os programas para ter melhor acesso, como já tenho controle sobre ele. Não a necessidade, então não perdeu, apenas desfiz sua existência. 

— Por que fez isso? 

— Porque vocês não precisam saber o que tem nos arquivos. — Levy manteve o tom sério. — Gray, verifique seu aparelho celular. 

Ele não disse nada, apenas pegou telefone e percebeu que não tinha nada diferente. Juvia, percebendo seu silêncio, continuou. 

— Dentro do menu, encontrará uma pasta chamada Zeros, todas as informações que estavam no notebook, está nela. — Ela se levantou, sentiu as pernas bambearem, então se apoiou na mesa.

— Está tudo bem? 

— Deve ser porque passei muito tempo sentada daquele jeito. — Ele a ajudou segurando em sua cintura. — Tem uma senha, pode se abaixar?

Ele concordou então inclinou um pouco corpo, e pode ouvir o sussurro de Juvia em seu ouvido, juntamente ao ar quente que toco-lhe a pele. Gray não demonstrou nenhuma reação. Não queria ela o interpretasse mal, e muito menos deixaria seus soldados o ver. Ele ter dito que tentaria não ser um imbecil não falar com ela, não quer dizer que qualquer um poderia ver seu mais novo lado, ele continuaria sendo o mesmo chefe de sempre. Gray digitou a senha, então conseguiu abrir a pasta com vários arquivos, então acabou passando os olhos em um número de telefone que lhe era familiar. Ele clicou no número, então foi direcionado para o discador do telefone, onde não perdeu tempo em discar. Alguns toques e então, ele atendeu. 

— Pensei que estivesse morto, mas parece que o velho Gray não é tudo isso que dizem  — Ouviu do outro lado da linha. — Então, o que arrancou de você? Uma perna? Um rim?

— O que fiz com ele, é nada comparado ao que acontecera com você. 

Ele o ouvir tossir do outro lado da linha, claramente não esperando que no telefone, fosse Gray. 

— Gray.. quanto tempo não nos falamos? 

— Espero que se lembre do que eu lhe disse da última vez. 

Ele ouviu uma risada baixa e irônica do outro lado da linha. 

— Vai precisar sair daí primeiro. Sabe, fiquei sabendo que sua protegida tem um corpo maravilhoso, mas ele ficaria, cheio de buracos? 

Gray percorreu o olhar por toda sala, quando notou um dos homens de pé sacando a pistola.

— Pro chão! — Disse puxando Juvia para o chão atrás da mesa, a qual tinha empurrado como escudo contra a chuva de tiros que ouviu a seguir. Tirou a arma do coldre e assim como Rogue, começou a atirar instantaneamente contra os homens que atiraram contra eles, e alguns outros que entravam. Cobriu Juvia com seu corpo, e buscou por Natsu, que fazia o mesmo com Levy, que estava gritando com as mãos no ouvido. 

— Gajeel! — Rogue disse ponto em sua orelha. 

— Estou limpando o caminho para as escadas, tomaram o elevador. — Todos o ouviram dizer pelo ponto. 

— Natsu. — Gray o encarou e então apenas o viu acenar, então Rogue tomou a frente dos tiros, enquanto Gray se voltava para Juvia que estava em choque. — Juvia, precisa ir com o Natsu, agora! 

— Gr-Gray E-eu...eu..

— Você vai conseguir, precisa sair daqui querida, ou não vou conseguir te manter minha promessa. Você precisa proteger sua irmã, se lembra disso? Levy precisa de você agora. Eu preciso que seja forte por mim, e por você ok. — Ele segurou em seu rosto, então pegou o celular caído no chão, e colocou nas mãos da garota.— Precisa estar segura, para eu conseguir sair vivo daqui. Eu vou buscar isso, ok, guarde-o para mim. 

Ele a viu assentir, então a ajudou a engatinhar ainda trêmula, passando por Rogue e chegando em sua irmã. 

— Levy...escute, nós vamos sair agora.

— Ju-uu eu não consigo.. eu..

— Vai ficar tudo bem, apenas segure minha mão. — Ela segurou na mão da irmã, esperou por Natsu. 

— Quando eu disser três, corra para porta, a direita vai ter uma porta com desenho de escada, desça e não olhe para trás. Vou estar logo depois do vocês. 

— Ju eu..

— Nós vamos conseguir. Eu prometo. — Ela ficou na ponta da a mesa com Levy, e quando ouviu Natsu contar, e dar o sinal, apenas correu puxando Levy para porta, assim que saíram, ela buscou a porta que Natsu havia falado, porém viu três corpos no chão e quase entrou em choque, se Natsu não a empurrasse para frente. 

— Vamos, não pare. — Ele disse arrombando a porta em um único chute, então ela guiou Levy até às escadas, e sentiu o coração apertar a cada vez que ela quase caía, Natsu estava logo atrás ajudando-a descer enquanto segurança uma arma na mão, e o ouvia falar algo com a mão livre na orelha. — Estacionando em um minuto. 

— Tem três deles, todos armados. Estão fora de mira. Natsu.. precisa tirar elas daí. Merda eu deveria ter ido. 

— Esqueça isso. Cubra Gray e os outros. — Natsu disse parando na última porta, então se virou para Juvia. — Fique aqui, vou trazer o carro até vocês, apenas entrem. 

Ela assentiu então, assim que ele saiu, ouvido barulhos de tiros por quase dois minutos, até ouvir o barulho de pneus freando.

— Juvia!

— Levy nós vamos agora. — Ela puxou a irmã para fora, a porta estava aberta e elas entraram, Juvia mal tinha entrado quando Natsu deu partida, cantando os pneus para fora do estacionamento, enquanto ela batia a porta. 

— Coloquem os cintos. Então machucadas? Juvia veja se Levy está machucada. — Ele virou a esquina tão rápido, que ela se chocou contra a porta. — Droga, os cintos. 

Ela se apressou em colocar o sinto em sua irmã, ignorando a dor que sentia na lateral do corpo, e logo fez o mesmo. Então começou a olhar para o corpo da irmã buscando qualquer machucado aparente. 

— Ela está bem. 

— Juvia, são mão está molhadas. — Levy disse entrando em choque, então notou que a manda de seu vestido estava completamente vermelha. — Natsu, Juvia se machucou? 

— Não. — Ela disse firme. — Estou bem.

Natsu olhou pelo retrovisor e arregalou os olhos ao ver a enorme mancha de sangue em seu vestido. 

— Lucy, você-

— Estou bem Natsu! — Ela disse apertando o local. — Só tire a minha irmã daqui. 

— Tem um casaco embaixo do banco. Pressione e não fale. — Ela concordou e ao se inclinar, sentiu uma fisgada na cintura, mas conseguiu alcançar o casaco, e buscou achar onde tinha sido atingida, não se lembrava de ter levado um tiro, porque não sentiu a dor, ela abriu o pequeno zíper na lateral do vestido, e conseguiu achar de onde o sangue vinha então pressionou o casaco ali, e não conseguiu segurar o grito de dor.

— Juvia?

— Estou bem, Levy. 

— Natsu? 

— Ele foi atingida por um tiro. — Disse pegando o celular, ao mesmo tempo que desviada dos carros na avenida. Não tinha certeza se estava sendo seguido, mas não iria parar para ter certeza. Conseguiu localizar o número Lucy, e discou o colocando no viva voz. 

— O que você quer agora? Espero que seja algo-

— CHAME UM MÉDICO AGORA, CHEGO EM DEZ MINUTOS. 

— Natsu? Natsu você está ferido? 

— JUVIA LEVOU UM TIRO! 

— Meu Deus. Onde? Quando? Onde está Gray? 

— CHAMA A PORRA DE UM MÉDICO E PARE DE FAZER PERGUNTAS CARALHO. 

— Venha rápido. — Ela desligou o telefone

— Juvia vai ficar tudo, apenas dez minutos, você vai ficar bem. Levy, não a deixe dormir. 

— Não...se.. preocupe..e-eu...na-não..

— Levy!

— Ju-chan, você não pode dormir, você precisa ficar acordada, okay? Eu preciso de você, já perdi a mamãe, você não pode ir agora. Eu quero ver o seu rosto de novo, por favor não vá, eu te amo tanto. Você é tudo que eu tenho, por favor não me deixe também. 

— Le..vy…



Notas Finais


Boot: Usado quando vc quer ligar o computador, porém acessar as "configurações". Basicamente aquilo que vc pede pro cara que concerta celular fazer, quanto vc esquece a senha do celular, e paga caro pra caramba pela "formatação" que ele faz, mas na realidade ele só reseta um negócio lá.

DDOS — Um ataque virtual muitas vezes malicioso que consegue "congelar" os sistemas e toda vez que você desliga e liga, ele se espalha, ou seja, se for pego em um desses, fodeu.

Rootkit — Basicamente o que o Masamune disse.

Isis— O que a Levy explicou.


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