História Meu Maior Pecado† (Yoonmin, Namjin) - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~KimKiMoon

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Automutilação, Bangtan Boys, Bts, Daddykink, Jimin, Namjin, Sadismo, Suga, Tortura, Yoongi, Yoonmin
Visualizações 104
Palavras 1.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTEM! desculpe a demora, mas eu não consigo escrever caps sem estar inspirada, por isso eles sempre demoram, o cap de hoje eu fiquei 4 horas escrevendo ou mais (detalhe: foram duas pessoas escrevendo ele, eu e a Thaliemessi). eu e ela estamos muito cansadas, eu apenas queria esclarecer o porque sempre demoro. INCRUSIVI tenho novidades nas notas finais

Tradução: Roedor Acinzentado

Capítulo 21 - Grayish rodent


ATENÇÃO

Não leia se tiver estômago fraco

Pule para o P.O.V do Jimin

 

Yoongi P.O.V. 

 

Eu não queria fazer aquilo, nem em um milhão de anos. Aquela mulher era completamente louca e o que ela estava me mandando fazer era simplesmente sinistro e nojento demais; aquilo era um rato, um animal sujo e inferior, condenado a viver das sobras de outros seres. “Bem, parando para pensar, ele não é muito diferente de mim”.

- Anda logo, animal! Não tenho o dia inteiro! – Hye-Him esbravejou, chutando meu abdômen com força, fazendo com que a minha visão turvasse brevemente e que meu corpo fosse de encontro ao chão. – VAI LOGO!

Levantei meu tronco lentamente, permanecendo de joelhos, apoiado sobre meus calcanhares. Eu não queria fazer aquilo, não queria mesmo, era humilhação demais, até mesmo para mim. Porém, não havia nada que eu pudesse fazer, precisava apenas aceitar o que acontecia. Essa era minha nova vida e se eu questionasse iria apanhar mais. Eu não queria mais apanhar.

Apoiei minhas mãos no chão, ficando de quatro, engatinhando lentamente em direção à parede com os cadáveres dos pequenos roedores. Ajoelhei-me em frente a um dos pobres ratinhos, voltando a me apoiar em meus calcanhares. Peguei-o lentamente e com cuidado, apoiando seu pequeno corpo na palma de minhas duas mãos, analisando-o atentamente, enquanto tentava controlar a ânsia de vômito que tomava conta de meu corpo só de imaginar o que aconteceria a seguir. Já estava suando frio, sentia um arrepio contínuo correr por minha espinha, como se eu estivesse segurando um fio de energia desencapado. “Só um pedaço, Yoongi, só uma pequena mordida e essa louca vai embora”, repetia como um mantra em meus pensamentos, tentando me convencer a fazer aquilo, enquanto analisava o pequeno roedor de pelagem acinzentada em minhas mãos.

Em um surto de coragem, aproximei o corpo sem vida de meu rosto, sentindo a pelagem crespa fazer cócegas em meus lábios e nariz. O cheiro que emanava dele não era nada agradável, sendo uma mistura de esgoto e poeira, fazendo com que meu estômago embrulhasse ainda mais e uma grande quantidade de saliva tomasse conta de minha boca como consequência do nojo extremo que sentia.

Lentamente abri meus lábios, sentindo a penugem do animal adentrar minha boca e fazer cócegas em minhas gengiva e língua. Abocanhei lentamente seu tronco, sentindo meus dentes abrindo caminho por sua pele e carne, lacerando-a, ao mesmo tempo em que um líquido quente, espesso e com gosto metálico invadia minha boca de um modo nada agradável - apesar de que nada naquela situação era minimamente prazeroso.

Assim que meus dentes se encontraram, dentro do corpo do pequeno animal, usei um pouco mais de força em minha mandíbula, terminando de arrancar um pedaço relativamente grande de seu abdômen, abrigando-o dentro de minha boca. Enquanto mastigava, permanecia de olhos fechados, evitando ao máximo olhar para o cadáver mutilado e ensanguentado em minhas mãos. Sentia os pelos do pedaço de carne acariciando meus palato, língua, gengivas, além do fundo de minha boca. O gosto férrico predominava dentro de minha cavidade bucal, porém não se tratava mais apenas do sangue que saia da carne fresca que estava mastigando, mas também daquele que saia de minha própria boca machucada pelos finos ossos do roedor, os quais dificultavam ainda mais a minha ”missão”, deixando toda a situação ainda mais asquerosa.

Não sei dizer o gosto exato da carne daquele animal, não sei dizer se tinha gosto de frango, carne de porco, ou seja lá qual sabor a humanidade insiste em dar para essas carnes exóticas, mas aquilo não se assemelhava a nada que eu já havia comido antes em minha vida. Enquanto continuava mastigando, tentando triturar ao máximo o pedaço que comia, tentava não pensar em absolutamente nada, muito menos o que estava comendo. Quem sabe se eu mastigasse bem, não doesse tanto na hora de sair, certo?

Após longos minutos mastigando, finalmente consegui reunir o resto de coragem que existia em meu corpo e engoli. Larguei o corpo do rato ainda de olhos fechados, passando as costas de minha mão direita por meus lábios, limpando o resto de sangue e qualquer outro tipo de sujeira de meus lábios e rosto. Abri os olhos lentamente, olhando fixamente para a parede a minha frente, respirando fortemente pela boca, evitando ao máximo sentir qualquer sabor remanescente.

 

P.O.V. Jimin

 

Era cerca de nove horas da manhã, eu estava no banco traseiro do carro de meu pai, seguindo para a casa de Jin-hyung. Não havia conseguido dormir à noite pensando em Yoongi e, além disso, aquele aperto em meu peito não havia me deixado desde aquele momento. Enquanto a paisagem passava rapidamente pela janela do carro, apenas conseguia pensar em como contar para Jin-hyung o que havia acontecido ontem sem parecer um completo maluco. Aquilo havia sido realmente muito estranho, parecia que algo me sufocava por dentro, esmagando meu coração e, nunca havia sentido, em toda a minha vida, nada parecido àquela sensação de pânico total.

Após alguns minutos – que mais pareceram horas em minha mente –, senti o carro desacelerando aos poucos, parando em frente a casa de cores neutras de meu hyung.

- Tchau, appa! – Despedi-me de meu pai rapidamente, logo pulando para fora do carro já com minha mochila em mãos.

- Tchau, Jimin! Qualquer coisa, ‘me ligue! – Escutei meu pai gritando através do vidro do passageiro aberto. Girei sobre os calcanhares rapidamente no meio do caminho entre a rua e a porta da casa de Jin, dei um pequeno aceno para o mais velho antes de continuar meu caminho.

Assim que cheguei a frente à porta de madeira preta, bati algumas vezes, recebendo um “já vai!” como resposta. Enquanto esperava a porta ser aberta, não pude evitar encarar a casa vizinha, aquela que, supostamente, era a casa onde Yoongi morava e onde ele havia se entocado nos últimos dias.

- Bom dia, Jimin! – Fui recebido com um sorriso acolhedor por parte da Senhora Kim.                       

- Bom dia, Ajumma! – Correspondi o sorriso acolhedor, logo me curvando, sendo retribuindo pele senhora.

- Jin ainda está dormindo, mas se quiser acordá-lo fique a vontade – completou dando-me espaço para entrar na residência e me lançando um sorriso sapeca. A senhora Kim era uma pessoa muito amável e simpática, adorava passar as tardes na casa de meu hyung em parte por causa da presença da senhora, que sempre me tratava com carinho enquanto estava lá.

- Farei isso – respondi, dando uma pequena risada, imaginando a reação do mais velho ao que planejava fazer. Adentrei a residência, encontrando o Senhor Kim na sala de estar, sentado em sua poltrona de couro sintético. Cumprimentei o senhor e segui para o quarto de Jin-hyung.

Subi as escadas rapidamente, pulando de dois em dois degraus, seguindo pelo pequeno corredor do segundo andar da casa e parando em frente a porta do quarto do mais velho. Abri-a lentamente, encontrando-o dormindo de barriga para baixo e praticamente encharcando a fronha do travesseiro de tanto que babava. Iria acordá-lo da melhor e mais carinhosa maneira possível.

- O mundo ‘tá acabando! – Gritei a plenos pulmões, ao mesmo tempo em que pulava em cima dele, fazendo-o acordar em um sobressalto, completamente desesperado. Ele literalmente pulou da cama, derrubando-me no chão com o movimento, correndo em direção à porta do quarto avisando os próprios pais da catástrofe que supostamente estava acontecendo aos gritos. Entretanto, no meio do caminho até a porta, ele acabou tropeçando nos próprios pés, caindo de cara no chão. Eu, como o ótimo amigo que sou, comecei a rir, chegando a chorar de tanto dar risada – não vou mentir que algumas lágrimas também foram por causa da dor que senti com a queda de cima da cama. Enquanto eu praticamente convulsionava de tanto rir, Jin-hyung encarava-me com uma expressão nada boa; eu era um homem morto.

- J.I.M.I.N. – Disse calma e pausadamente. – Ficou maluco, moleque? – Berrou, apontando seus longos dedos para meu rosto. Ele estava com o rosto extremamente vermelho, assim como o meu, porém a causa de sua vermelhidão era puro ódio, enquanto o meu era completa falta de ar de tanto rir. Estava tão perdido em meio as minhas risadas escandalosas de hiena no cio que não percebi quando o mais velho pegou um pequeno copo em cima de seu criado-mudo jogando seu conteúdo em minha cara, fazendo-me engasgar. Tossi algumas vezes até conseguir recuperar-me de meu quase afogamento, olhando-o com uma expressão que transbordava indignação.

- Pirou de vez, Seokjin?! – Pergunto retoricamente, apontando para ele em um tom acusatório. – E por que diabos tem um copo de água no seu quarto?

- Esqueceu que tomo remédios, peste? – Respondeu-me como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. E realmente era levando-se em conta os anos de amizade que colecionávamos. – Eu sempre tenho um como de água do meu lado. Os remédios não vão descer sozinhos! – Eu já sabia disso a uns anos, mas com a minha memória de peixe, tinha esquecido completamente desse detalhe. – E, por último, ‘me respeita que eu sou mais velho que você! – Terminou com um grito estridente.

- É mesmo... – disse pensativo.

- Mas, ‘me tira uma duvida, de onde você tirou a brilhante ideia de me acordar desse jeito? ‘Tá querendo me matar, é? Por que se estiver, ‘me avisa, pois preciso me despedir do meu neném – falou, indo em direção da gaiola do pequeno hamster acinzentado, este que era o xodó do acastanhado, tirando-o de sua grande gaiola. – Você viu o que o tio Jimin fez com o papai, bebê? Ele é uma pessoa muito cruel, né? – Dramatizou, enquanto acariciava a pelagem do pequeno ratinho em suas mãos.

- O quê eu fiz para merecer isso, Deus? – Murmuro para mim mesmo, enquanto escutava a suposta cena trágica que SeokJin narrava para seu hamster, na qual ele era o personagem injustiçado e sofredor. Apesar de todo o drama, o bichinho estava completamente alheio a toda a narrativa, somente aproveitando o carinho que recebia de seu dono. – Ô princesa! – Digo, tentando chamar sua atenção, e consigo, pois ele se vira em minha direção, completamente indignado. – Já acabou o drama?

- Princesa é o caralho! – Gritou.

- ‘Tá, ‘tá, ‘tá – digo, sem um pingo de paciência, levantando-me do chão. – Eu quero falar com você sobre algo... sério? Não sei ao certo como descrever – desvio o assunto para a causa de minha visita, isto é, o motivo que tirou a minha noite de sono.

- Park Jimin falando algo sério?! Quem é você e o que fez com o meu amigo?! – Perguntou, apontando o pequeno hamster em minha direção, como se o mesmo fosse uma arma pronta para dar um tiro no meio da minha cara. Apenas mais uma coisa comum do meu dia-a-dia. – Mas, enfim, o quê é tão importante assim? – Ele se senta na cama, logo sinalizando para que eu fizesse o mesmo.

- Então, hoje de madrugada, aconteceram algumas coisas meio estranhas...

- Seja mais específico, a minha bola de cristal está no conserto.

- Eu senti dor, muita dor.

- Onde? – Perguntou, demonstrando preocupação.

- Bem aqui. – Respondi apontando pra o meu peito, mais especificamente para o lado esquerdo de meu peito, para meu coração.


Notas Finais


GENTEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

GRUPO DA FIC NA ÁREA

Link: https://chat.whatsapp.com/3DOgkSTE4HS1CekCgfU3BG

lá vocês podem conversar comigo e com a Thalie ^^ alem de me ameaçar de morte porque eu demoro para postar os caps mas nós relevamos essa parte. Inclusive, lá eu posso avisar quando eu estiver escrevendo caps, posso deixar avisos para vocês etc.E poderei explicar melhor isso que eu falei nas notas do autor, porque eu to cansada e só quero minha cama então minha explicação tá um CU. Caso você não tenha Wathsapp e quiser saber mais detalhadamente é só me chamar por mensagem ^^

ANNYEONG RATINHOS MUAHAHHAHAHAHAHAHA


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