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História Meu maior segredo, irmão (furry gay) - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Vou retirar seu sofrimento


Vou retirar seu sofrimento


Bom dia, realmente, bom dia. Finalmente chegou o dia de eu tomar uma ação, do que adianta ficar chorando no quarto se você não tenta melhorar? Fugir, desistir, por quê? Se eu o amo tanto, pra que acabar, se nem tentei? Essas mensagens penetraram na minha cabeça como minha motivação, assim como serve a você leitor, mesmo se falhar, tenta de novo, tente 3 vezes, 40, cem vezes! Só assim você tem o direito de desistir, pois, desistir em vão, realmente é sem sentido.

Abro a porta do meu quarto, e vou até à cozinha tomar meu café da manhã. Lá encontro meu pai, que é solteiro por sinal (teve alguns problemas com a minha mãe, que agora está morando na Alemanha), além disso, ele fica fora de casa por bastante tempo, geralmente é pro trabalho, mas também tem outra coisa:

Coal: Bom dia pai, o que está cozinhan-JESUS QUE CARA É ESSA!

Pai: *cara de morto-vivo que não dormiu por dias* Han…? Q-Querido..?

Coal: Pai! Se toca, sou eu, seu filho, Coal! O que você andou aprontando ontem a noite? Você ficou fora a noite inteira!

Pai: Coal!? Ah! Que nome fofo… heheh, vem sempre aqui?

Coal: Pfff… -_-

Ele não deve ta entendendo nada do que eu to falando, deve ter bebido a noite toda com seus colegas e agora tenho que aturar. Julgo que a separação dele com a minha mãe deixou ele solitário e carente ao extremo, mas mesmo depois de anos eu nunca tive uma madrasta, ele só traz alguns amigos pra casa. O mais estranho é que ele não é feio, tem um corpo bem definido e sempre vestindo seu traje social apertado, nada mal pra um homem que madruga todo fim de semana pra beber, por isso, não sei como ele não arrumou uma namorada ainda.

Coal: Depois a gente conversa mais, pai, ainda quero saber mais sobre o senhor, viu?

Pai: Ta bom, mas... se eu ganhar quero um beijinho! Heheh

Coal: (Com quem ele ta falando? Ele está olhando pra parede)

Coal: *suspira* Tchau pai, vê se descansa hoje e só por precaução…

Eu pego as chaves da moto e escondo na minha mochila da escola, deixo ele sem trabalhar hoje, mas deixo ele vivo. Então, depois disso vou pra escola e nada de mais acontece, presto atenção na aula de fotojornalismo, mas não deixo de ficar ansioso com meu plano, de salvação de Neel. Afinal, eu disse que hoje seria o dia de tomar uma ação contra aquela vaca-Vickie. E logo depois o Neel é todo meu! *risadinhas*.

Depois de acabar a aula, era hora de tomar meu plano em ação, leitor, lembra no capítulo anterior que entrei em um ônibus? Pois bem! Aqui estou. No entanto, não estou indo para a casa sozinho, dessa vez. Vickie está sentada no banco da frente, e meu destino é outra casa, para casa da Vickie. Com minha câmera que limpei o caminho todo, e meu amuleto da sorte, chego no ponto B, ela desce e desço logo em seguida. Não é possível ela me ver, pois, está sempre grudada no celular, e, além disso, se ela me visse ia fingir que não me conhece de qualquer jeito. Com paciência, ela entrou em sua casa, e eu do lado de fora, abro a portinha pro cachorro dela fugir.

Coal: *tira a corrente do cachorro e sussurra* Vai! Corre pra longe!

Cachorro: *Sai a jato atrás dos cachorros de rua* AU! AU! AU! 

Vickie: ALFREDORICKSTEN! VOLTE AQUI! *Corre atrás do cachorro deixando a porta aberta*

Alfredo o que? Pobre cachorro. Enfim, finalmente consegui invadir por dentro da casa dela (esperto Coal, ai como sou bandida), quando entrei, tomei cuidado com seus pais, mas a casa estava vazia então fui vasculhar o quarto dela. Lá olhei, olhei, procurei em armários, dentro de quadros, arquivos no computador, e na lixeir-

Vickie: Alfredoricksten, a próxima vez que você tentar fugir, vai ficar sem comida!

Ela ta perto! E agora? Janela! *Puxa a janela pra cima, mas tem barras de ferro para proteger* Como assim?! *Escuta passos* Respiro e rapidamente entro no armário dela, que por sinal é enorme (mulheres…). Enquanto fecho o armário, ela entra no quarto falando no telefone.

Vickie no telefone: Han? Sim… o vídeo? Até hoje prometo que envio, tive certos problemas na última tentativa…

Vídeo? Isso pode ser uma pista… vou pegar minha câmera pra gravar- Ela ficou fora do armário! Ela vai perceber uma hora ou outra *ofegante de desespero*

Vickie no telefone: Claro, claro… Esse vídeo vai chover ouro! pode esperar. *Fecha a cara com tristeza* Katie, você sabe que estou fazendo isso por nós! Prometo que não vai demorar até eu me separar daquele otário. Tá bom, te amo. *Desliga*

Pera, quem é Katie? E separar daquele otário? Eu sabia, eu estava certo o tempo todo! Ela só ta usando o Neel pra sexo, na verdade, pior que isso, para dinheiro! Ela está gravando todos os seus momentos e vende, sem nem pedir permissão do irmão, que nem sabe disso! Sua puta, vagabunda, es-

Vickie: *pisa na câmera* Han? Uma maquina aqui? Aliás… *fareja o ar*

Minha… câmera… SUA PUTA VAGABUNDA ES-

Vickie: *abre a porta do armário*

Coal: ...

. . .

Vickie: o que… VOCÊ TÁ FAZENDO NA MINHA CASA!?

Ela deu um pulo em cima de mim que apertou toda minha câmera, pensei que ia quebrar, mas eu em choque, não sabia o que responder.

Coal: Desculpa, posso explicar! Na real… não, não posso...

Vickie: Oh! meu deus do céu! *Mostra as garras*

Ela então me segurou pro ar, deixando minha câmera quebrar mais ainda, e meu amuleto também, ela arranhou meu pescoço, e eu que estremeço de dor, faço força pra ela me soltar.

Vickie: o que foi, tá doendo..? *Pressiona as garras mais fundo no pescoço*

Coal: V-vadia!! *Gemido de dor*

Vickie: Obrigada, mas não é por isso que vai se safar.

Coal: Puta! Vou acabar com você, eu ouvi toda sua conversa!

Vickie: Ora, não esperava que um viadinho como você ia descobrir meu segredinho tão cedo. Até me surpreendeu. Mas e agora, o que vai fazer?* levanta as garras para o queixo de Coal*

Coal: Hmmn *começa a lacrimejar*

Vickie: Vai contar pro seu irmão? Você realmente acha que ele vai acreditar na sua história depois de tentar me acusar ontem? Você não tem provas, você é fraco, insignificante, e sozinho.

Coal: *chora em desespero e dor*

Vickie: Own, não chora, pois, essa é a verdade, isso é o que você realmente é afinal, e ninguém confia em você. *Joga Coal no chão*

Coal: *coloca as mãos no pescoço e observa que esta sangrando* AAGH!!

Vickie: Agoniado? Medo? Desespero? Não se preocupe, pode ficar com um brinde de recordação, não quero nada que é seu nessa casa afinal *joga a câmera amassada e o boneco de Neel rasgado ta testa de Coal*

Coal: A-ai.. *Continua chorando*

Vickie: Agora me faz um favor, e não se meta na minha vida, nem do seu irmão, você é um imprestável, como alguém podia te amar?

Coal: E-ele me am-

Vickie: Ele ME ama.

Depois dessas palavras eu me senti mais do que, no fundo do abismo, eu queria acreditar que nada do que ela disse fosse verdade, mas ela estava certa. Ela é o amor de Neel, não eu. E eu nunca vou conquistar algo como ela, ela tem um motivo pra viver, eu não mais, não tenho como conquistar algo que não existe, o amor.

Eu saí da casa da Vickie e fui pegar qualquer ônibus que vinha, eu não ligava pra nada, não sentia mais dor, não sentia mais felicidade, não sentia amor, não sentia. Com as mãos escondendo minhas feridas, sentei no fundo do ônibus. Já era fim de tarde e parei em um mirante da praia. A vista era linda, mas eu estragava este ambiente, sem mim, essa beleza podia ser mais feliz.

Sentei no banco do mirante olhando o mar, respirando meus últimos momentos, meus últimos sentimentos. Hoje é o dia que de eu tomar uma ação, do que adianta chorar sem tomar atitude, não tenho nada a perder afinal. Deixo minha mochila no banco do mirante, tiro minha camiseta da escola e amarro em meus olhos. Sou ninguém, não vejo, não sinto, não penso, não existo.

*Coal dá um passo a frente*

— O som do mar realmente é relaxante

*Coal dá um passo a frente*

— Essa é minha atitude afinal

*Coal dá três passos a frente*

— Por favor, esqueçam de mim

*Coal começa a correr a frente*


Adeus











— É s³ri0 i$$O?

— É $im.

— Vo¢€ f|ng€ bem, mas isso ñªo é a REALIDADE, isso p•D€ acontecer, mas $ó M€ DEIXE TE [email protected] DENOV00!


O agora


Estou com as mãos no pescoço tapando minhas feridas. Novamente, sento me no fundo do ônibus falando comigo mesmo, criando uma conexão comigo mesmo, criando amor. Eu, me amo, Coal. Pego então o ônibus direto para minha casa e não fujo, você venceu desta vez Vickie, mesmo sem forças, sem provas, sem esperanças… vou acabar com você!


Notas Finais


Força gente, mesmo quando a vida desabar e parecer não ter esperanças, mesmo como sua história parecer acabar (como Coal),😉 mesmo se ficar preso entre dois caminhos, crie um novo, faça o impossível possivel, faça a sua realidade com aquilo que te faz feliz, mesmo que seja pouco. Seja feliz, dê seu melhor ❤️

Blogger: https://joelfanfics.blogspot.com/?m=1
(Imagens inclusas em breve)


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