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História Meu mais intenso desejo - Clace - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


OI AMORES DA MINHA VIDA

Quero pedir perdão ao enorme tempo sem postar, mas explicar tb q eu tava sem inspiração NENHUMA pra escrever MMID 😔

Sorry, mas eu voltei ksksks

Espero q gostem do cap

Capítulo 11 - Encontros e desencontros


Fanfic / Fanfiction Meu mais intenso desejo - Clace - Capítulo 11 - Encontros e desencontros


Clary estava indo para mais um encontro.

De novo.

-- Você já reparou que provavelmente você nunca vai dar certo num encontro?

Bufei, revirando os olhos. A ruiva estava na frente da sua penteadeira, colocando brincos grandes. Estava com um vestido colado azul de lantejoulas. Estava gata. Muito.

-- Obrigada pelo seu apoio. - Ela ironizou. - O Wes parece ser legal.

-- Uhum. - Revirei os olhos e me ajeitei na sua cama. Totalmente largado.

Ela se colocou do lado da cama e deu uma voltinha.

-- E então?

-- Wes não merece tudo isso.

Ela riu baixinho.

-- Ah, não?

Neguei com a cabeça.

-- Vem cá, eu quero arrancar uma casquinha. - Puxei ela para a cama, que acabou montada no meu colo. Agarrei seus cabelos e a beijei. Com entrega e paixão. Eu estava sedento de Clary.

Ela se ajeitou e gemeu durante o beijo. Agarrei a bunda da ruiva, por debaixo do vestido e da calcinha e apertei. Antes de deslizar minhas mãos entre as suas coxas, as mantendo bem abertas para enfiar meus dedos nela.

-- Ohh... - Gemeu ela baixinho, arqueando a cabeça para trás junto com todo seu corpo e estremecendo. Acariciava seu clitóris enquanto metia meu indicador e meu dedo médio dentro dela. Fazendo uma massagem especial. Clary se contorcia e gemia baixinho.

Beijava e chupava seu pescoço. Aproveitando e mordendo também.

Quando ela gozou, estava de pau duro. Ofegante, junto com a ruiva, que suava.

-- Jace... - Ela levantou da cama, arrumando o vestido e o cabelo. A calcinha também. - Droga seu cretino aproveitador. - Ela mostrou a língua.

-- Vai me deixar na vontade? - Fiz biquinho. - Achei que você disse que queria meu pau na sua boca o mais rápido possível.

Ela corou.

-- Shh... Fala baixo! Meus pais tão em casa.

-- Quem acabou de gozar não fui eu. - Sorri com malícia. Chupando os dedos que tiveram dentro dela, me deliciando.

Ela revirou os olhos, se abaixando e me dando um beijo casto. Se abaixando... e abaixando... indo atacar o botão da minha calça... quando...

-- Filha! - Dona Jocelyn havia chegado com tudo e aberto a porta.

-- Achei meu brinco ! - Clary improvisou, fingindo que havia achado a bijuteria, fingiu colocar e se virou para a mãe, enquanto eu me cobri com uma almofada.

-- Ele tá aqui pra te buscar. - Avisou a ruiva mais velha e apenas deu um sorriso pra mim.

-- Estou descendo.

Clary pegou o celular, a carteira e a bolsa. Antes de sair, se virou para mim.

-- Obrigada por ajudar meus pais a resolverem o negócio da internet. - Agradeceu ela.

-- Imagina.

Clary se abaixou, depositando um selinho nos meus lábios. Quando ela se virou, bati em sua bunda.

Ela fingiu fazer cara feia, e depois riu. E saiu do quarto.

Eu me joguei para trás. Bufando.

Que merda.

}☆{


Agradeci a Deus quando Clary me ligou às onze da noite, ainda do dia que ela tinha saído.

-- Ele me deu um bolo. - Bufou. - Na verdade disse que a irmãzinha quebrou o braço e...

-- Onde você tá?

-- Na praia. - Disse ela.

-- Sozinha?! Essa hora da noite?! - A preocupação berrou no meu peito. Sai correndo de casa, indo pro carro. - Tô indo pra aí agora.

Ela apenas riu.

-- Tá tranquilo aqui, sabia? Superprotetor.

-- Uhum. Continua falando comigo.

-- Você tá realmente preocupado?

-- Lógico! - Quase gritei. Queria bater nela. - Eu vou te encher de tapa quando eu te ver, Clarissa. Encher. De. Tapa.

Ela ficou quieta por um momento.

-- Isso não me parece tão ruim assim.

Engoli em seco e tentei controlar o tesão que corria pelas minhas veias no momento.

-- Isso não é hora de brincar, Clary.

-- Quem disse que eu tô brincando? - Ela riu. Provavelmente estava mordendo os lábios. Merda, eu conhecia ela bem de mais.

Cheguei na praia, e ela desligou, e correu em direção ao meu carro, subindo com muita dificuldade. Eu me permiti rir.

-- Arrombado. - Ela xingou, ofegante. - Isso não foi nada cavalheiresco.

-- Não sou um dos caras dos seus livros, magrela. Agora coloca o cinto.

Ela vez uma voizinha me imitando, e lhe mostrei o dedo do meio.

Saímos dali rindo.

-- Eu disse pra minha mãe que eu ia dormir na sua casa hoje. - Ela se virou para mim, cruzando as pernas, fazendo seu vestido subir por aquelas coxas deliciosas. - Eu posso, né?

-- Claro, sua idiota. - Eu dei um peteleco em sua testa, que resultou em mais um xingamento. - Nem precisava perguntar.

Ela apenas deu ombros, mexendo no celular.

Chegamos na minha casa, e subimos para o quarto. Ela se deitou e bocejou.

-- Eu tô, definitivamente, morrendo de sono. - Ela se esticou. - Pode me emprestar alguma coisa pra dormir? Esse vestido é desconfortável.

Lhe dei uma camisa qualquer no meu armário e fui tomar banho. Na hora que eu voltei, a ruiva estava no último sono. Vi seu vestindo e seu sutiã jogados no chão, e a vi dormindo de conchinha com meu edredom.

A visão dela com a minha camisa, e de calcinha, era deliciosa e me fazia ficar cheio de tesão. Queria morder aquela bunda, e acordá-la com um oral. Mas achei melhor deixá-la descansando, e eu também estava acabado de ter limpado a casa sozinho.

Deitei ao seu lado, e Clary me abraçou, dando um suspiro baixinho de prazer assim que deitou no meu peito.

Dormi com um sorriso bobo no rosto.


Notas Finais


Capítulo pequeno mas vale né? 🤧👉👈💜


Vai, ta fofinho ksksks iti


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