História Meu mal, Meu bem - Capítulo 40


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Faculdade, Hot, Lésbica, Romance, Traição
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Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo pronto espero que vocês gostem e esse capítulo vai deixa vocês curiosos kkkkk comentem.

Capítulo 40 - Trabalho ou amo?


      ***LANA***

Assim que eu deixou a Manuela em casa, tiro meu carro do estacionamento e dou partida nele. Vou até a universidade  trabalhar, quando eu chego vejo alguns documentos, resolvo o problema da renovação da matrícula de alguns alunos, e meu celular começa a tocar, pego e era a minha irmã.

                     LIGAÇÃO ON

Eu: Oi Carla.

Carla: Abriu uma boate nova em São Paulo, do nosso antigo amigo adivinha quem ele quer como sócia?

Eu: Fala logo Carla.

Carla: Você maninha! Você precisa ir pra São Paulo, vai ser um grande negócio.

Eu: Não posso ir pra lugar algum! A Manuela  precisa de mim.

Carla: É só cinco dias, e você precisa estar lá amanhã.

Eu: Ok, eu vou!

Carla: Te garanto que você não vai se arrepender.

             LIGAÇÃO OF

Finalizo a ligação, pensando na Manuela ela precisava de mim mas, eu também precisava trabalhar.

 
                   ***MANUELA***

A Lana me deixa em casa e assim que eu entro na sala, o Eugênio estava brigando com  Adriana.
Subo as escadas, entro no quarto tomo um banho longo pensando em tudo que aconteceu na minha vida nesses últimos dias. As águas caiam sobre meu corpo, e sobre minhas feridas a ducha estava bem quentinha e com todo cuidado do mundo eu passava sabonete em líquido sobre meu corpo.

— Manuela a psicóloga chegou. — Diz Adriana entrando no banheiro sem bater na porta me dando um baita susto.

— Bate antes de entrar pirralha. — Digo e ela sorri.

— Anda logo Manuela, só um aviso nossa psicóloga é chata. — Diz me deixando sozinha no banheiro.

Troco de roupa, coloco uma bermuda preta,uma regata faço um coquê,coloco chinelo e desço.

— Manuela... — Diz Eugênio e eu me aproximo dele e da psicóloga ela era bem bonita. — Estefane essa é a minha filha Manuela, Manuela essa é a sua psicóloga. — Diz e ela aperta minha mão sorrindo, eu sabia que talvez eu realmente precisasse de uma psicóloga mas minha mãe foi enterrada hoje.

— Vamos começar... — Sugere e eu rebato.

—  Não! — Digo e o Eugênio me olha. — Minha mãe acabou de ser interrada, e eu não quero conversa sobre isso agora. — Digo com o tom de voz elevado.

— Então semana que vem na segunda feira, teremos a sua primeira consulta Ok? —  Sugere.

— Ok. — Digo e o Eugênio caminha com a mulher até o escritório dele,a companhia toca e era meus amigos e a Maria Julia.
Eles me abraça e eu peço pra eles me abraçarem devagar por causa das feridas.

Minha vontade de conversa era, mínima eles tentaram de tudo pra me animar mas eu não estava afim de fazer nada.
a tristeza tomou conta de mim, eu me sinto culpada pela morte da minha mãe, eu me sentia suja por causa do abuso sexual que eu sofri e pra piora a Lana era apenas uma pessoa importante pra mim e nada além disso, meus irmãos nem se quer vinheram me vê pra saber se realmente estou bem, mas pelo menos eu tinha o Rodrigo, a Alice e a Maria Julia que foi, uma péssima amiga messes atrás e agora é uma pessoa que estar do meu lado no meu pior momento.

                     (...)

Depois de um bom tempo meus amigos foram embora, eu já estava cansada então sugerir pra Maria Julia  a subir pro quarto junto comigo.
Subimos eu deitei na cama, e ela ficou acariciando meus cabelos.

— Manu... — Chama.

— Hum... — Digo com olhos fechados.

— Tá tomando coquetel porque? —Pergunto e eu a olho, ela estava com o olhar no meus frascos de remédios.
Eu levanto da cama, guardo os remédios rapidamente. — Tô esperando a resposta. — Diz e eu a olho voltando pra cama.

— Não quero fala sobre isso Ok? —Digo e torno a deita.

Ela ficou acariciando meus cabelos, e contou na sura que o irmão dela tomou pro ele te batido nela, e olha que ele merece mais que uma surra.

— Posso fica aqui! — Pergunta Adriana abrindo a porta do quarto erguendo uma das sobrancelhas e olhando pra Maria Julia.

— Eu estava quase dormindo. — Digo e ela acaba sendo irônica e eu não estava nenhum pouco afim de ironias.

— Com ela aqui? —Pergunta e eu fico quieta enquanto ela entrava.
Me sento na cama, e a Maria Julia me da um selinho de surpresa, eu fiquei sem reação, e a Adriana me olhou e fechou a cara.


— Essa foi a causadora do quase termino seu e da mamãe? —Pergunta Adriana e a Maria Julia da uma risada.

— Você é filha da riquinha ciumenta?Nossa... tô chocada você pega a ex do seu pai é isso? — Diz Maria Julia olhando pra mim e pra Adriana boquiaberta.

— Gente eu não tô com cabeça pra discutir sobre nada, meu dia foi agitado e cansativo então parem Por favor. —Digo e as duas se calam mas a Adriana não conseguiu fica quieta por muito tempo.

—  Manuela, você e a mamãe voltaram? —Pergunta é dessa vez eu respondo.

— Não! Nós não tivemos tempo de conversa   não sobre a gente,estou passando por um momento delicado e ela vai me corta se eu conversa sobre isso. — Digo e a Maria Julia me olha.

— Entre eu e ela quem você prefere? — Pergunta Maria Julia, e a Adriana me olha sem desviar o olhar, elas estavam me deixa com raiva eu estava mal pra caralho e elas estavam agindo como crianças, e pro meu alívio a Lana entra no quarto.
Eu levanto da cama, dou um abraço nela que corresponde com bastante cuidado, pois ela sabia das minhas feridas.

— O que ela estar fazendo aqui? —Pergunta baixo olhando me meus olhos.

— Ela veio me visita. — Digo e ela não fala nada.

— Meninas tem como vocês nos dá licença preciso conversar com a Manuela. — Diz Lana a Adriana sai em imediato, enquanto a Maria Julia me dava um abraço e um beijo no rosto.

— Amanhã eu volto pra te ver. — Diz e  em seguida sai.

—Não gosto dessa garota. — Diz Lana baixo enquanto ela saia sem perceber que eu havia escultado.

— Você veio conversar sobre a gente? —Pergunto e  ela pensa no que  dizer mas logo diz não.

— Não meu amo. — Diz. — Eu tenho uma viagem pra fazer amanhã, preciso viajar a trabalho e eu precisava ter fala isso. — Diz pondo a mão no meu rosto.

— Tudo bem. — Digo abaixando a cabeça e ela erguer ela pra cima.

— Tudo bem mesmo? —Pergunta.

— Sim! Eu já estou acostuma a fica sozinha em momentos difíceis. — Digo e ela segura minhas mãos.

— Não fala assim. — Diz tocando em meu rosto e deslizando o dedo polegar sobre minha boca. — São só cinco dias. — Diz olhando em meus olhos.

— Cinco dias que eu possa precisa de você! você me acalma Lana. —Digo.


— Vamos fazer o seguinte vem comigo? — Diz e no mesmo momento eu sou um pouco agressiva.

— Não!Você não faz nenhuma questão de fica aqui porque eu iria? —Pergunto em um tom elevado. — Você me ama mesmo Lana? — Pergunto irritada. — eu achava que podia conta com você, que você sempre estaria ao meu lado, mas a realidade é totalmente oposta da expectativa. — Digo chorando.

—Manuela, eu te amo muito!Mas eu também preciso trabalhar eu tenho uma filha que tem certas necessidades. — Diz e eu rebato.

— Então vai mas se você sair por essas portas esqueça que eu um dia fui sua namorada! — Digo chorando, eu estava passado por tantas coisas e a Lana ainda se preocupa mais com o trabalho dela
Ela me olha caminha até a porta e toca na maçaneta.


Notas Finais


Obrigada por lêem


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