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História Meu Mecânico Indecente - Sprousehart - Capítulo 25


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Notas do Autor


Boa leitura 💕

Capítulo 25 - Chapter 25



                              COLE SPROUSE


É a primeira vez que me arrependo de fazer sexo na vida. Tenho certeza de que, quando Sissi acordar, ela vai me dizer que só me seduziu pra me testar e que não quer mais nada comigo. Eu sou um idiota mesmo. Como fui cair naquele golpe de strip-sinuca? Era óbvio que a loirinha estava cheia de más intenções. Eu devia era ter resistindo à tentação. Porra! Mas eu não sou de ferro. Desde que a vi pela primeira vez, tocando com a sua banda no bar, fiquei pensando em como seria fodê-la. E depois, com as coisas ficando ainda mais intensas, essa vontade só aumentou. O problema é que, agora, tudo é diferente. Sissi me deu uma única chance de provar pra ela que eu realmente quero algo mais do que sexo. E o que eu faço? Estrago tudo, avançando em cima dela como se fosse a última mulher da face da terra — e, para mim, ela é realmente a última mulher — e fazendo a única coisa que eu sei fazer: sexo.

Ah, se arrependimento matasse… Essa hora eu já estaria enterrado a sete palmos da terra. Sabe o que é pior? Foi o melhor sexo da minha vida. Nunca me senti assim antes. Como se todas as mulheres que fodi fossem apenas uma degustação do que realmente é bom. A loirinha é mais que safada e se entrega de uma forma que nunca ninguém se entregou a mim. Apesar de pequena e apertada, o encaixe foi perfeito e a sensação de vê-la gozando, sendo minha, eu não consigo nem explicar.

— Bom dia, mecânico. — Ela me tira dos meus pensamentos enquanto se espreguiça e me acaricia o peito. — Dormiu bem? — Seu sorriso é o mais lindo do mundo.

— Sissi, eu… — Ela me interrompe com um beijo e monta em cima de mim.

— Você? — Ela me encara e depois começa a mordiscar minha orelha e beijar meu pescoço.

— Loirinha, para… Por favor — suplico. Não quero estragar tudo mais uma vez.

— Por quê? Não gostou da noite de ontem? — Sua expressão é de medo.

— Sissi… — falo, enquanto a tiro de cima de mim e a deito ao meu lado. Viro meu corpo para que fiquemos deitados de lado, nos olhando. — Eu amei a noite de ontem. Nunca me senti tão completo. O problema é que eu fiz uma promessa e quebrei. Não quero que isso volte a acontecer. Não até você perceber que eu realmente quero mais do que sexo.

— Cole, eu… — Eu a interrompo.

— Não, Sissi, por favor… não fala nada. Só me dá mais uma chance… — digo e levanto da cama para não cair em tentação novamente.

— Aonde você vai?

— Fazer o nosso café.

Saio do quarto. Se a loirinha me olhar mais uma vez do jeito que me olha, não respondo por mim — e não quero pôr tudo a perder.

Estou passando o café, completamente focado, quando ouço a loirinha me chamar: 


— Cole? — Ela se encosta no batente da porta da cozinha, apenas de calcinha. Puta que pariu. — Acho que a gente precisa conversar…

— Então, coloca uma roupa, Sissi. Por favor. — Desvio meu olhar do corpo dela. Não sou tão forte assim. — Senão, não vou conseguir conversar com você.

— Cole… — A loirinha vem se aproximando devagar. — Olha pra mim.

Não olho. Tento me concentrar na tarefa que estou fazendo, mas a sinto chegando cada vez mais perto de mim. Quando Sissi toca o meu braço para que me vire e fale com ela, todo o meu corpo reage, meus pelos se arrepiam, a boca seca e eu preciso controlar o impulso de não pular em cima dela.


Ela me vira para que a encare e procura por meus olhos.

— O que está acontecendo?

— Só estou tentando manter a minha palavra de um relacionamento sem sexo. Mas você não está ajudando em nada só de calcinha na minha cozinha. — Solto o ar que estava prendendo sem nem saber por quê.

— Foi a ideia mais estupida que eu já tive na vida — ela fala, rindo. — Você acha que eu não queria que rolasse tanto quanto você?

— Eu não sei, loirinha. Não consigo entender você e nem o que se passa na sua cabeça.

— Mecânico — Sissi coloca as mãos em meu rosto e fica na ponta dos pés —, eu adorei a noite de ontem e quero repetir muitas vezes enquanto estiver aqui. — Ela me beija com carinho. Nada de urgência ou de tesão puro. Apenas um beijo carinhoso, que vai ganhando intensidade conforme ela cola o corpo no meu.

— Sissi — sussurro no seu ouvido —, você vai me enlouquecer assim.

— Essa é minha intenção. — Ela apoia os braços em meus ombros e, em um impulso, está enlaçada em minha cintura. — Você não quer?

Não consigo responder. Apenas faço o que sei fazer: pressiono-a contra a parede e coloco sua calcinha pro lado. Tento me livrar da calça de moletom e da cueca que estou vestindo. Se é isso que ela quer, é isso que ela terá.

Entre beijos e mordidas na orelha, Sissi me suplica para que a foda ali mesmo. Quando consigo me livrar das roupas, o telefone toca.

— Puta que pariu! — digo, encostando a testa na dela. — Eu preciso atender.

— Não…

— Me dá só um minuto. — Beijo sua bochecha e coloco-a no chão.

Enquanto estou indo em direção ao telefone, me dou conta de que, mais uma vez, ia cair na conversa da loirinha e faltar com a promessa. Por sorte, ele tocou. Parece que alguém lá em cima finalmente anda me ajudando.

— Alô — digo, pensando em agradecer a interrupção.

— Seu Cole? — fala o homem do outro lado.

— Sim, sou eu.

— Aqui é da revenda de peças mecânicas de Paraíso. As peças que o senhor encomendou chegaram, dó que o menino que faz as entregas pra região está doente. Acho que só volta na semana que vem. Se o senhor quiser vir buscar, elas estão na loja já.

Agradeço a informação e desligo o telefone. As peças são as que pedi para o ônibus da banda. Eu me dou conta que, se eu for lá buscar, o ônibus ficará pronto mais rápido e a loirinha vai embora para sempre. Se eu esperar a entrega, ela ficará mais tempo comigo e, quem sabe, não saia nunca mais da minha vida. Mas, se ela descobrir que enrolei o conserto só para que ela ficasse, também pode ficar furiosa e ir embora pra sempre. Desde quando a minha vida virou pensar que Sissi vai embora a qualquer instante?

Volto para a cozinha. Sissi está parada, encostada na pia, ainda só de calcinha, com uma xícara de café na mão. Ela me estende a outra.

— Algum problema?

— Não… — Penso se falo a verdade ou não. O que será melhor? — Na verdade — eu me aproximo de Sissi —, tenho uma notícia boa e uma ruim para você.

— Como assim? — ela arregala os olhos. — Qual a má notícia?

— Você irá embora antes do que imaginava.


— Está me mandando embora, mecânico?

— Não. Claro que não, loirinha. É que as peças pro seu ônibus chegaram e tenho que ir buscá-las na cidade ao lado. Ou seja, o ônibus ficará pronto antes do que a gente tinha pensando e você poderá se livrar de mim.

— E quem disse que eu quero me livrar de você? — Ela solta a xícara na pia e se aproxima. — Não quero me livrar de você até repetirmos várias e várias vezes a noite de ontem… — Sissi me abraça, cola seu corpo no meu e me beija. Afasto-a delicadamente, interrompendo o beijo. 


— Agora não. Preciso ir buscar as peças. Quer ir comigo?



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