História Meu meio irmão - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Palavras 2.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Devido os cometários dizendo que o irmão da Anna é um fofo trago para vocês um gif fofo desses irmãos fofos HAHA Muito amor envolvido <3
Prontos para a festa?
Estava me sentindo inspirada hoje :)

Capítulo 11 - Crash


Fanfic / Fanfiction Meu meio irmão - Capítulo 11 - Crash

POV Katy Waldorf

Sábado, 18 de setembro, 2021

Acordei antes que o despertador tocasse. Finalmente chegou o sábado tão esperado. Tomei uma ducha e desci para tomar café. Papai e a Anabel estavam tão felizes juntos, eles eram tão apaixonados um pelo outro. Chego a sentir inveja deles poderem estar ai se beijando na minha frente de quem eles quiserem sem total preocupação.

Avec licence. - Falei e só então eles pararam de se beijar e me olharam rindo.

- Bom dia para você também querida. - Falou a Anabel.

- Bom dia! - Falei sorrindo esbanjando minha felicidade.

- Então meu doce, por que acordou cedo em um sábado? - Perguntou meu pai bebendo o seu café.

- Eu vou para o salão com a Anna, você me empresta dinheiro? - Falei fazendo uma cara de cachorrinho porque sabia que sempre conseguia arrancar as coisas dele com isso.

- Ok. É hoje a tal festa?

- É sim. Dá de você me emprestar o carro também?

- Hmm... - Ele me encarou apoiando o rosto na mão e ficou me analisando como se eu tivesse escondendo algo dele. Só depois de alguns segundos ele me respondeu. - Ok. Mas esteja de volta o mais rápido possível. Que eu tenho coisas para resolver mais tarde.

- Eu te amo papai. - Falei abraçando-o.

Depois de tomar café eu fui para a casa da Anna, depois fomos para o cabeleireiro. A Anna não me parecia bem, ela estava se esforçando para que parecesse estar bem então me calei não contando para ela sobre o que acontecera na noite anterior com o Peter após o jantar e aproveitei os mimos das meninas no salão.

Depois que deixei a Anna em sua casa eu devolvi as chaves para o meu pai e perguntei para ele:

- Para onde você vai pai?

- Vou deixar uns documentos no escritório e assinar alguns papéis lá. Por que?

- Tem como o senhor me dar uma carona pro centro? Eu esqueci de comprar uma coisa para terminar de completar o meu look.

- O que você esqueceu de comprar só tem no centro? - Ele falou mexendo nos papéis que estavam na sua pasta.

- Só pai. E eu preciso dessa coisa senão ninguém naquela festa vai me querer e eu vou morar com você e a Anabel para sempre. Até o dia da minha morte. - Ele olhou para mim e deu uma gargalhada.

- Ok, eu queria que você casasse com um daqueles jogadores de futebol ricos para que possa sustentar você e dar para mim e para a Anabel um pouco de paz.

Nós dois saímos e fomos rumo ao centro. Ele me deixou enfrente a cafeteria e combinamos de que quando ele terminasse iria vim me esperar aqui para irmos embora juntos. Eu entrei na cafeteria e comprei duas fatias de tortas, uma de morango e outra de limão para viagem.

Assim que o carro dele desapareceu na rua eu sai de lá e fui para o apartamento do Peter. Quando toquei no interfone ele nem perguntou quem era e abriu logo o portão. Será se ele estava esperando alguém?!

Subi as escadas e bati de leve a porta, assim que bati pela primeira vez ele abriu. Eu sorri para ele e me aproximei para beija-lo, mas antes que eu chegasse perto demais ele saiu do apartamento e fechou aporta atrás de si.

- Não vai me convidar para entrar? - Falei sorrindo e segurei a mão dele.

- O que você está fazendo aqui Katy? - Ele me perguntou frio.

- Achei que depois de ontem estivéssemos bem. Não estamos? - Ele olhou para mim e me puxou para a parte das escadas que tinha no corredor.

- Quero que me prometa uma coisa Katy.

- O quê? - Eu perguntei toda esperançosa.

- Quero que você me prometa que nunca, nunca mesmo você vai vim aqui sem me ligar antes para que eu possa dizer se você pode vim, ok? - Eu puxei minha mão da dele e coloquei a mexa que estava no meu rosto atrás da orelha e fitei-o com o olhar.

- Fala sério?! Quem está lá no seu apartamento? É a Amanda? - Pergunto com raiva.

- Não tem ninguém lá. - Ele falou e se aproximou de mim e eu pude sentir sua respiração.

- Então por que eu preciso avisar você quando eu venho? - Ele abaixou a cabeça no meu ombro e não falou nada. Eu comecei a me sentir sufocada naquele lugar então o empurrei e fiz com que ele segurasse o saco com as tortas. - Eu tenho que ir. - Sai e ele segurou o meu braço quando eu estava do lado dele.

- Katy, você pode vim aqui mais tarde e a gente conversa ok? Ai eu te explico tudo.

- Vai para o inferno. - Falei e sai do prédio.

Fui para as lojas que tinham lá perto e procurei por uma bolsa que combinasse com vestido. Depois me encontrei com o papai e fomos para casa, eu me arrumei para a festa e recebi um SMS da Anna dizendo que eles já estavam lá na festa, então falei com o papai e ele foi me deixar junto com a Anabel. Depois os dois foram para um jantar romântico. Papai dizia que tinha que comemorar uma vitória. Que bom que pelo menos um de nós dois está bem.

Tiraram varias fotos minhas mesmo não fazendo ideia de quem eu era. Dei o meu nome para o segurança e ele deu uma olhada na lista e sorriu para mim falando que eu estava na lista VIP.

POV Anna Belle

Acordei com dores no estômago ás 6 da manhã, eu não sentia aquelas dores faziam algumas semanas, a verdade era que eu tinha problema no estômago desde criança que os médicos ainda não haviam descoberto o que era exatamente, enquanto isso eu sofria de dores que me impediam de andar normalmente. Continuei deitada na cama sem me locomover, na tentativa de fazer com que a dor diminuísse aquilo não era justo, logo no sábado, no dia da festa.

Quando a dor diminuiu, fiz um esforço gigantesco para me levantar da cama em direção ao banheiro. Tomei banho, vesti uma roupa folgada e desci, já estavam todos na mesa tomando café da manhã e olharam admirados para mim enquanto eu descia as escadas com a mão na barriga.

- Nossa, levantou cedo hoje. - Meu pai foi o primeiro a comentar. - Bom dia filha.

- Tinha formigas na sua cama Belle? - Rob falou com um sorriso, que logo se desmanchou ao me ver com a mão na barriga, ele sabia exatamente como eram as minhas crises de quando sentia aquelas dores.

- Está tudo bem? - Mamãe perguntou notando pela minha cara que não estava tudo bem.

- Bom dia. - Falei sem ânimo algum. - Preciso de um remédio.

Corri para a cozinha procurando algum remédio que fizesse parar aquela dor insuportável. Tentativa frustrada. Já que a única coisa que fazia ela passar por algum tempo eram os antibióticos fortíssimos que eu tomava apenas no hospital.

Minha vista escureceu e me senti fraca, era um sintoma normal. Vi meu pai correr para o carro e minha mãe abrir a porta da frente enquanto Roberth me carregava até o carro, eles já eram acostumados com aquilo.

***

- Ainda vou poder ir á festa? - Foi a primeira coisa que perguntei ao médico quando ele terminou de me aplicar as injeções.

- Olha Anna, eu não sei se é uma boa ideia. Você está fraca e você sabe muito bem os sintomas de quando se toma esse tipo de antibiótico. - Ele respondeu com uma cara nada boa, aquilo não era possível.

- Ela não vai fazer nada demais na festa, eu posso cuidar dela. Ir á essa festa é tudo que ela quer. - Roberth me ajudou, ele tinha o dom de convencer fácil, o médico ficou pensativo.

- Por favor, se eu me sentir mal, volto para casa. - Falei tentando convencê-lo, imaginei que mamãe e papai me repreenderiam se o Rob não estivesse lá.

- Ah, tudo bem então. - Ele disse, eu quase pulo. - Mas vou ter que te receitar alguns remédios que você precisa tomar. E nada de bebidas ou danças, ouviu mocinha?

- Pode deixar. - Foi a vez de Rob falar.

Quando saímos do hospital fomos direto à farmácia, por coincidência, a mesma que Edward havia me levado, enquanto Rob comprava os remédios, fiquei lembrando aquele dia, sorri comigo mesma.

***

Tarde mais agitada que aquela eu nunca tive, pelo menos eu acho. Passei a tarde no salão com a Katy, fizemos o cabelo, as unhas e a maquiagem, quando cheguei em casa só faltavam alguns minutos para o horário da festa.

Senti a dor no estômago novamente, corri para tomar o remédio que o médico me receitara e me subiu uma raiva, aquilo não era justo, fiquei desanimada para ir á festa, mas decidi que iria mesmo assim, eu esperava por essa festa e não iria deixar que uma dor no estômago me impedisse.

Os vestidos que eu havia comprado eram todos colados, eles iriam piorar a dor, optei por um estilo totalmente diferente do meu, usei um estilo meio rocker, aquela dor me fez perder totalmente a vontade de me arrumar bem.

Olhei-me no espelho pela última vez, eu não estava satisfeita, mas fazer o que?

- Uau, virou rockeira agora? - Fiquei pior com o comentário de Roberth, sorri fraco. - Você está linda.

- Lindo tá você, olha isso. - Apontei para o terno que ele usava, meu irmão estava maravilhoso.

Ás 21hs meu pai e minha mãe já tinham me chamado umas bilhões de vezes avisando que estávamos atrasados, entramos no carro e demos partida. Já estávamos nos aproximando do local e senti um leve frio na barriga quando vi muitos carros estacionados na rua e pessoas com roupa formal entrando, me senti ridícula em comparação aos outros.

Tinha câmeras por todo lado, os flashes não paravam e eu senti minhas bochechas ficarem vermelhas quando o olhar de todos no local foram parar em mim, meu pai, minha mãe e Roberth. Aquilo era estranho, mas acho que era normal, já que a festa era de boas-vindas para nós.

POV Katy Waldorf

Meu Deus! Eu nunca tinha ido em uma festa assim. Estava cheia de pessoas com vestidos longos e ternos super mega caros. Havia algumas mesas de buffet e vários garçons com bandejas de aperitivos até que vi um com champanhe e eu peguei uma taça. Comecei a andar pelo espaço procurando pela a Anna e fui surpreendida. Não acredito que ele está aqui, meu coração acelerou e minhas mãos começaram a soar.

- Roberth? - O rapaz que estava admirando as moças da festa virou o seu olhar para mim.

- Ai meu Deus! Kitty Katy! - Ele falou me abraçando. - O que você está fazendo aqui?

- Não me chama de Kitty Katy. Ninguém mais me chama assim. A Anna me convidou. Ela não me falou que você vinha. A propósito onde ela está?

- Deve está babando pelos jogadores. - nós dois rimos. - Eu cheguei ontem. E ela também não me falou que você estava aqui na Califórnia.

- O velho Charles se casou e a gente teve que se mudar para cá. E você vai ficar ainda quanto tempo por aqui?

- Só alguns dias. Eu vou ter que voltar para a faculdade e tal.

- Ah ok. - Falei e bebi um pouco do champanhe e ele sorriu. - Por que esse sorriso moço?

- Você está bem mais bonita do que me lembro. Está até quase do meu tamanho. - Ele colocou a mão na minha cabeça bagunçando um pouco meu cabelo. - Nem parece mais aquela menininha que ficava me olhando na escola e babando.

- Eu não babava. - Falo na defensiva.

- Ah, então você admiti o fato que ficava me olhando? - Ele falou rindo de toda aquela situação e eu fiquei vermelha.

- É claro que eu olhava. Eu era completamente apaixonada por você naquela época. - Falei dando uma ênfase maior na palavra "era".

- Era? - Eu abaixei a cabeça e quando voltei a olhar para ele o mesmo tomou minha taça de champanhe e bebeu o resto que tinha nela. - Adoro te deixar sem jeito. - Quanto mais eu ficava vermelha mais ele ria e puta que pariu, aquele sorriso sempre será perfeito para mim.

- Você não mudou nada. Ainda tenta me fazer pagar vexame.

- Claro. É divertido.

- E então, tem muitas meninas caindo em cima de você por lá? - Pergunto tentando mudar de assunto.

- Sim, elas adoram o meu charme.

- Patético.

- Mesmo? Eu conheço uma garota que se duvidar ainda ama o meu charme. Eu sei, é difícil de resistir. - Ele sussurrou em meu ouvido me fazendo arrepiar.

- Como pode ter certeza disso? - Falei virando meu rosto para que ficasse de frente para o dele e meio que sem querer muito mais próximos do que eu queria.

- Porque a mesma garota está olhando para os meus lábios agora na esperança de que eu a beije.

E de repente minha respiração parou e ele segurou o meu pescoço com uma mão e a outra ele posicionou na minha cintura me fazendo levantar um pouco mais para que ficasse na altura dele. Assim que ele estava prestes a encostar os seus lábios nos meus ouvimos alguém "tossindo" e então ele me soltou para que eu me virasse e olhasse quem era.

- Filho, podemos conversar. - O pai dele olhava para nós dois e eu fiquei ainda mais sem jeito.

- Claro. - Depois de responder o pai ele se virou para mim. - Vai ficar bem? - Falou rindo, sabia que estava adorando a sensação de ter conseguido provar que eu ainda tinha sentimentos por ele.

- Claro. - Falei sorrindo para ele e o mesmo saiu com o pai.

Inacreditável. Como posso ser tão fraca assim. Vi um garçom passando com champanhe de novo e peguei um para mim. Depois voltei a procurar pela Anna.


Notas Finais


O que será que o Peter anda escondendo??? Ansiosos pelos próximos acontecimentos da festa??
Música: Crash - Usher
https://youtu.be/mUhmohz2JZA?list=PLwiHgMZrWolMaBezX_zHPyScVt03dmhSB


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